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	Comentários sobre: No cemitério, uma flor: sobre lembranças e esquecimentos	</title>
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	<description>Arte, Cultura e Criatividade</description>
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		Por: Regina da Cruz Alvarenga		</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Regina da Cruz Alvarenga]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 May 2021 17:44:34 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A respeito do texto &quot;No cemitério uma flor: sobre lembranças e esquecimentos&quot;.
Tocou-me a reverência aos que se ausentaram. Me fez meditar. Parece-me que o passado é rico de presenças e de presente. Os filmes, por exemplo, que trazem o presente de então para o dia de hoje nos preenchem de identidade, significado, encanto. Da leitura do texto acima, ficam: a visão de um historiador, o coração de um ser humano, riqueza de sentimentos que ultrapassam o começo, meio e fim da história das vidas e relacionamentos humanos. É transcendência. É alma. É viver em convívio com uma história humanizada. É dar conta do sofrimento existencial humano, pela mãos de hoje seguras nas mãos de ontem. Um físico, amigo meu, me falou de uma teoria possível, de que a vida seja como um filme passando. Todos as fotos já estão lá: passado, presente, futuro. A dor existencial é comum a todos nós. Mas, gosto também de pensar na essência, no imanente, na constituição última do mundo manifesto. Uma essência única, viva, sem início e fim, porque eterna.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A respeito do texto &#8220;No cemitério uma flor: sobre lembranças e esquecimentos&#8221;.<br />
Tocou-me a reverência aos que se ausentaram. Me fez meditar. Parece-me que o passado é rico de presenças e de presente. Os filmes, por exemplo, que trazem o presente de então para o dia de hoje nos preenchem de identidade, significado, encanto. Da leitura do texto acima, ficam: a visão de um historiador, o coração de um ser humano, riqueza de sentimentos que ultrapassam o começo, meio e fim da história das vidas e relacionamentos humanos. É transcendência. É alma. É viver em convívio com uma história humanizada. É dar conta do sofrimento existencial humano, pela mãos de hoje seguras nas mãos de ontem. Um físico, amigo meu, me falou de uma teoria possível, de que a vida seja como um filme passando. Todos as fotos já estão lá: passado, presente, futuro. A dor existencial é comum a todos nós. Mas, gosto também de pensar na essência, no imanente, na constituição última do mundo manifesto. Uma essência única, viva, sem início e fim, porque eterna.</p>
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