<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	
	xmlns:georss="http://www.georss.org/georss"
	xmlns:geo="http://www.w3.org/2003/01/geo/wgs84_pos#"
	>

<channel>
	<title>Arquivos Ano 001, N 018 - Revista Trama</title>
	<atom:link href="https://revistatrama.artebodoque.com/category/edicao-18/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://revistatrama.artebodoque.com/category/edicao-18/</link>
	<description>Arte, Cultura e Criatividade</description>
	<lastBuildDate>Sat, 17 Sep 2022 21:40:42 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.5.6</generator>
<site xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">207943372</site>	<item>
		<title>Mineral</title>
		<link>https://revistatrama.artebodoque.com/2019/10/13/mineral/</link>
					<comments>https://revistatrama.artebodoque.com/2019/10/13/mineral/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 13 Oct 2019 21:29:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ano 001, N 018]]></category>
		<category><![CDATA[Poésis]]></category>
		<category><![CDATA[Gabriel Garcia]]></category>
		<category><![CDATA[Mineral]]></category>
		<category><![CDATA[poema]]></category>
		<category><![CDATA[poesia]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://atomic-temporary-162935141.wpcomstaging.com/?p=3421</guid>

					<description><![CDATA[<p>por: Gabriel Garcia</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://revistatrama.artebodoque.com/2019/10/13/mineral/">Mineral</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://revistatrama.artebodoque.com">Revista Trama</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<pre class="wp-block-verse">Morador da selva de pedra<br>Pisa na pedra<br>Emparedado na pedra<br>Coração duro como pedra<br>Cabeça ferida com pedra<br>Cálculo ao rim, tua pedra<br>Perde na dama, comeram a pedra<br>Sabão escultura, pedra<br>Simão Pedro, cefas, pedra<br>Construirei castelo: atira pedra<br>Telhado de vidro, cuidado pedra<br>Preciosa vermelha verde, pedra<br>Drummond, poeta, pedra<br>Adultério, multidão lança pedra<br>Potter, Petrificus, pedra<br>Michelângelo genial, Parla! pedra<br>Davi matou Golias, pedra<br>Distraído tropeçou na rua, pedra<br>Chuva de granizo: céu chora pedra<br>Grana, cascalho, pedra<br>Cimento, água areia pedra<br>Pai ao filho peixe, não pedra<br>Gâvea visual esplêndido, pedra<br>Rua interior asfalto? Nada, pedra<br>Avalanche veloz desce pedra<br>Médium emudece fala pedra<br>Humano inventa contar, pedra<br>Dobrou a esquina de pedra<br>Os dez mandamentos, livro de pedra<br>Os Flinstones, idade da pedra<br>No meio do feijão uma dentada, pedra<br>Vamos brincar: papel, tesoura, pedra<br>Refrigerante esquecido no congelador... pedra<br>Águas de março Tom Jobim, é pau, é pedra<br>Tanque na rua, manifestante pedra<br>Sono pesado, dormir como uma pedra<br>Edificadores rejeitaram, angular pedra<br>Crack vício avassalador, fuma pedra<br>Stonewall, homofobia, conflito pedra<br>Stonehenge, mistério, ergue pedra<br>Telles, ciranda de pedra<br>Comportamento rígido, pedra<br>Grão de areia, ostra, pedra<br>Aquário ao fundo pequena pedra<br>Líquen, alga, fungo, pedra<br>Império Inca, encaixa pedra<br>Geologia, rochas, pedra<br>Petróleo, profundezas, intimidade pedra<br>Meteoro, emissário cósmico, pedra<br>Cometa, Nuvem de Oort, pedra<br>Meteorito atmosfera incendeia pedra<br>Pré-história, Paleolítico, Neolítico, pedra<br>Lascada, Cro-Magnon, polida, pedra<br>Dólmen, megalítico, menir, cromelech, pedra<br>Cícero, história de toque pedra<br>Perdeu o juízo, doido de pedra<br>Imortalidade filosofal pedra<br>Litopédio criança de pedra<br>Sacrifício, inovação, caminho, pedra<br>Alpinista escala pedra<br>Dominguinhos, bom demais, canta pedra<br>Roseta, hieróglifo Egito, tradução pedra<br>Jedi, força flui, levita pedra<br>Legião Urbana, vinte e nove, mão na pedra<br>O Teatro Mágico, a mais alta, pedra<br>Monte Rushmore EUA presidentes pedra<br>Muralha da China vasto império pedra<br>Anel de formatura adorna pedra<br>São Tomé das Letras bruxa pedra<br>Serra do Gerês granito pedra<br>Marte Egg Rock pedra<br>Magnetismo atrai repele pedra<br>O Senhor dos Anéis, Arken, Gigantes, Palantír, troll, pedra<br>Kubrick, 2001, odisseia, monolito pedra<br>Sísifo trabalho inútil rola pedra<br>Definitivamente, estou petrificado</pre>



<hr class="wp-block-separator"/>



<p><strong>Gabriel Lopes Garcia </strong>é poeta. Atua como professor de Física nas horas vagas.</p>



<hr class="wp-block-separator"/>



<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://www.artebodoque.com/"><img decoding="async" src="https://i0.wp.com/tramabodoque.com/wp-content/uploads/2021/12/5b980-5-3.jpg?w=950&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-2452" data-recalc-dims="1"/></a></figure>



<p class="has-text-align-center has-very-light-gray-color has-very-dark-gray-background-color has-text-color has-background">Clique na imagem e acesse a loja virtual da Bodoque!</p>



<hr class="wp-block-separator"/>



<p class="has-text-align-center has-very-light-gray-color has-text-color has-background has-large-font-size" style="background-color:#8d6802">Galeria</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" src="https://i0.wp.com/tramabodoque.com/wp-content/uploads/2021/12/48a44-julia-sa-2.jpg?w=950&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-3414" data-recalc-dims="1"/></figure>



<p class="has-text-align-center has-very-light-gray-color has-very-dark-gray-background-color has-text-color has-background has-medium-font-size"><em>Apoie pautas identitárias. Em tempos de cólera, amar é um ato revolucionário.</em></p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://revistatrama.artebodoque.com/2019/10/13/mineral/">Mineral</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://revistatrama.artebodoque.com">Revista Trama</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://revistatrama.artebodoque.com/2019/10/13/mineral/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">3421</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Exposição da ONU no Rio Traz Reflexão Sobre Objetivos de Desenvolvimento Sustentável</title>
		<link>https://revistatrama.artebodoque.com/2019/10/13/exposicao-da-onu-no-rio-traz-reflexao-sobre-objetivos-de-desenvolvimento-sustentavel/</link>
					<comments>https://revistatrama.artebodoque.com/2019/10/13/exposicao-da-onu-no-rio-traz-reflexao-sobre-objetivos-de-desenvolvimento-sustentavel/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 13 Oct 2019 18:28:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ano 001, N 018]]></category>
		<category><![CDATA[ONU Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Ivan Ciro Palomino]]></category>
		<category><![CDATA[Objetivos de Desenvolvimento Sustentável]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://atomic-temporary-162935141.wpcomstaging.com/?p=3361</guid>

					<description><![CDATA[<p>por: ONU Brasil</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://revistatrama.artebodoque.com/2019/10/13/exposicao-da-onu-no-rio-traz-reflexao-sobre-objetivos-de-desenvolvimento-sustentavel/">Exposição da ONU no Rio Traz Reflexão Sobre Objetivos de Desenvolvimento Sustentável</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://revistatrama.artebodoque.com">Revista Trama</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-drop-cap">O Centro de Informação das Nações Unidas para o Brasil (UNIC Rio) e o Centro Cultural Correios inauguram nesta quarta-feira (25/9) a exposição Consciência, que traz ao Rio de Janeiro ilustrações do artista peruano Ivan Ciro Palomino.&nbsp;</p>



<p>Os 21 trabalhos refletem as consequências econômicas, sociais e ambientais da ação do homem sobre o planeta e dialogam com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), adotados pela Assembleia Geral da ONU há exatamente quatro anos (25 de setembro de 2015).&nbsp;</p>



<p>A mostra fica em cartaz até 3 de novembro, de terça a domingo, das 12h às 19h, com entrada franca.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" src="https://i0.wp.com/tramabodoque.com/wp-content/uploads/2021/12/36de3-ivanciropalomino_escassez.jpg?w=950&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-3362" data-recalc-dims="1" /><figcaption><em><strong>Escassez, obra de Ivan Ciro Palomino</strong></em></figcaption></figure>



<p>O Centro de Informação das Nações Unidas para o Brasil (UNIC Rio) e o Centro Cultural Correios inauguram nesta quarta-feira (25/9) a exposição&nbsp;<em>Consciência</em>, que traz ao Rio de Janeiro ilustrações do artista peruano<a href="http://ivanciropalomino.blogspot.com/">&nbsp;Ivan Ciro Palomino</a>. Os 21 trabalhos refletem as consequências econômicas, sociais e ambientais da ação do homem sobre o planeta e dialogam com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), adotados pela Assembleia Geral da ONU há exatamente quatro anos (25 de setembro de 2015).</p>



<p style="background-color:#987001" class="has-text-color has-background has-very-light-gray-color">Realizada pela primeira vez na capital carioca, a mostra tem como objetivo provocar reflexão e conscientização sobre os desafios atualmente enfrentados pela sociedade. Em seus trabalhos, Ciro explora temas como mudanças climáticas, liberdade de expressão, educação, igualdade, dentre outros.</p>



<p>A obra do artista está alinhada aos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, metas globais que fazem parte da Agenda 2030, plano de ação adotado por todos os líderes de governos e Estados integrantes da ONU – incluindo o Brasil – para agir contra a pobreza, proteger o planeta e garantir que todas as pessoas tenham paz e prosperidade.</p>



<p><em>Consciência</em>&nbsp;é a quarta exposição individual de Ciro e a terceira fora do Peru. Em 2018, Ciro realizou uma exposição na sede das Nações Unidas em Nova Iorque, onde recebeu diversas premiações. “A arte permite construir caminhos de reflexão através da superação de fronteiras geográficas e culturais, utilizando o poder das mensagens visuais para conscientizar a sociedade”, afirma o designer gráfico.</p>



<p>Para o curador da mostra, Carlos Bertão, as ilustrações mostram, de forma provocativa, os grandes desafios globais. “O objetivo da exposição&nbsp;<em>Consciência</em>&nbsp;é instigar cada pessoa a pensar nesses desafios e como cada um deve agir para se tornar um agente de mudança, para que possamos voltar a ter a esperança de um mundo melhor”, afirma. A mostra tem patrocínio do&nbsp;<a href="https://www.institutonetclaroembratel.org.br/">Instituto Claro</a>&nbsp;e apoio do Consulado do Peru.</p>



<p>O Instituto Claro, além de parceiro da UNIC Rio na exposição, ainda foi reconhecido pelo Departamento de Comunicação Global das Nações Unidas (DCG/ONU) como uma organização não governamental corporativa que promove os ideais e princípios sustentados pela Carta das Nações Unidas. O Instituto investe continuamente em ações relacionadas à Educação, Cultura e Cidadania, com o objetivo de atuar em frentes sociais que integram a tecnologia e a informação como fonte de desenvolvimento e conhecimento.</p>



<p><strong>O Artista</strong>&nbsp;– Ivan Ciro Palomino nasceu em Lima, Peru, onde é editor-chefe de infografia no Grupo Epensa. Em 2016, venceu o concurso “Um Pôster Pela Paz”, organizado pela ONU, com a obra “Girando pela Paz”, que integra a mostra Consciência. Ele também foi premiado nas categorias gênero e mudanças climáticas do concurso “17 Objetivos Para Transformar Nosso Mundo”, organizado pela UNESCO.</p>



<p>Em 2018, realizou sua primeira exposição individual fora do Peru, na sede das Nações Unidas em Nova Iorque. Apresentou 16 ilustrações com o tema “AWARENESS / CONSCIÊNCIA”, refletindo sobre as consequências da guerra. Em 2019, realizou sua segunda exposição individual fora do Peru, em São Paulo, que teve como foco questões de imigração, guerra e mudança climática. Nos últimos anos, Ciro expôs coletivamente em Estados Unidos, Suíça, Áustria, Espanha, Argentina, Romênia, entre outros.</p>



<figure class="wp-block-gallery columns-1 is-cropped wp-block-gallery-1 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex"><ul class="blocks-gallery-grid"><li class="blocks-gallery-item"><figure><img decoding="async" src="https://i2.wp.com/blog.artebodoque.com/wp-content/uploads/2019/10/Girando-pela-paz-Ivan-Ciro-Palomino.jpg?fit=606%2C858&amp;ssl=1" alt="" data-id="3364" data-link="https://atomic-temporary-162935141.wpcomstaging.com/?attachment_id=3364" class="wp-image-3364" /></figure></li></ul></figure>



<p><strong>UNIC Rio</strong>&nbsp;– O Centro de Informação das Nações Unidas para o Brasil (UNIC Rio) integra o Secretariado da ONU e tem por missão informar a população brasileira sobre os grandes temas da ONU e divulgar as ações da Organização no país. O UNIC Rio trabalha em conjunto com variados setores da sociedade para divulgação e ensino dos temas das Nações Unidas.</p>



<p><strong>Sobre os ODS</strong>&nbsp;– Os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) formam a principal parte da Agenda 2030, plano de ação adotado por todos os líderes de governos e Estados integrantes da ONU para agir contra a pobreza, proteger o planeta e garantir que todas as pessoas tenham paz e prosperidade. Esses 17 objetivos são integrados e indivisíveis, e equilibram as três dimensões do desenvolvimento sustentável: a econômica, a social e a ambiental, formando um marco de resultado com metas que o mundo se comprometeu em atingir até 2030.</p>



<p><strong>Serviço:</strong><br>Centro Cultural Correios<br>Rua Visconde de Itaboraí, 20 – Centro, Rio de Janeiro (RJ)<br>26 de setembro a 3 de novembro<br>De terça a domingo, das 12h às 19h<br>Entrada franca<br>Abertura (para convidados) – 25 de setembro</p>



<p><strong>Informações para a imprensa:</strong><br>Roberta Caldo – assessora de comunicação do UNIC Rio<br>(21) 2253.2211 / (21) 98202.0171</p>



<p>Instituto Claro –&nbsp;In Press Porter Novelli<br>Mônica Torres – monica.torres@inpresspni.com.br<br>Rafael Cardim – rafael.cardim@inpresspni.com.br<br>imprensaclaro@inpresspni.com.br – (11) 4313-1544</p>



<p><em><strong>Matéria originalmente publicada em <a href="https://nacoesunidas.org/exposicao-da-onu-no-rio-de-janeiro-traz-reflexao-sobre-objetivos-de-desenvolvimento-sustentavel/">Nações Unidas Brasil</a></strong></em> <strong><em>em 19/09/2019 &#8211; Atualizado em 04/10/2019</em></strong></p>



<hr class="wp-block-separator" />



<p><strong>A ONU (Organização das Nações Unidas) </strong>é uma organização internacional formada por países que se reuniram voluntariamente para trabalhar pela paz e o desenvolvimento mundiais.</p>



<hr class="wp-block-separator" />



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" src="https://i0.wp.com/tramabodoque.com/wp-content/uploads/2021/12/0e0a3-aajude.png?w=950&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-2693" data-recalc-dims="1" /></figure>



<p style="background-color:#8f6900" class="has-text-color has-background has-text-align-center has-normal-font-size has-very-light-gray-color">Clique na imagem acima e acesse a loja virtual da Bodoque !</p>



<hr class="wp-block-separator" />



<p class="has-text-color has-background has-text-align-center has-large-font-size has-very-light-gray-color has-very-dark-gray-background-color">Galeria</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" src="https://i0.wp.com/tramabodoque.com/wp-content/uploads/2021/12/3552a-julia-sa-1.jpg?w=950&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-3413" data-recalc-dims="1" /></figure>



<p class="has-text-color has-background has-text-align-center has-medium-font-size has-very-light-gray-color has-very-dark-gray-background-color"><em>Apoie causas humanitárias. Em tempos de cólera, amar é um ato revolucionário.</em></p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://revistatrama.artebodoque.com/2019/10/13/exposicao-da-onu-no-rio-traz-reflexao-sobre-objetivos-de-desenvolvimento-sustentavel/">Exposição da ONU no Rio Traz Reflexão Sobre Objetivos de Desenvolvimento Sustentável</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://revistatrama.artebodoque.com">Revista Trama</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://revistatrama.artebodoque.com/2019/10/13/exposicao-da-onu-no-rio-traz-reflexao-sobre-objetivos-de-desenvolvimento-sustentavel/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">3361</post-id>	</item>
		<item>
		<title>3. Olhar</title>
		<link>https://revistatrama.artebodoque.com/2019/10/13/3-olhar/</link>
					<comments>https://revistatrama.artebodoque.com/2019/10/13/3-olhar/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 13 Oct 2019 21:26:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ano 001, N 018]]></category>
		<category><![CDATA[Em Tempos de Estricnina]]></category>
		<category><![CDATA[conto]]></category>
		<category><![CDATA[Darlan Lula]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Olhar]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://atomic-temporary-162935141.wpcomstaging.com/?p=3508</guid>

					<description><![CDATA[<p>por: Darlan Lula</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://revistatrama.artebodoque.com/2019/10/13/3-olhar/">3. Olhar</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://revistatrama.artebodoque.com">Revista Trama</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-drop-cap">Ela estava na cozinha manejando uma panela de pressão para preparar feijão, o marido tinha ido à farmácia comprar remédio de controle à sua pressão e o filho estava no quarto com um fone enorme no ouvido pronto a acionar seu <em>spotify</em> enquanto trabalhava em um texto para entregar em um jornal local. Na varanda, a cadela, deitada, alimentava seus filhotes com a língua para fora observando uma borboleta amarelo arlequim que rodopiava no ar à procura de um repouso, encontrando-o no alpendre da porta que dá acesso à cozinha. <em>Baby, compra o jornal / E vem ver o sol / Ele continua a brilhar / Apesar de tanta barbaridade</em>. Após ligar o fogo, a trempe fumegando, foi até a varanda, colocou água no pote vazio para a cachorra, acendeu um cigarro, motivo de suas constantes tosses noturnas, deu um trago profundo observando sua cria e seus filhotes com a mão na cintura. Foi aí que pensou que poderia ajeitar um dos recém-nascidos, sufocado entre os outros e sem a sua teta própria para consumo do leite materno. <em>Baby, escuta o galo cantar / A aurora dos nossos tempos / Não é hora de chorar / Amanheceu o pensamento.</em> Com certa dificuldade, abaixou-se para pegar o bichinho, ao que foi respondida por um rosnar entredentes; levantou-se com o animalzinho no colo; a cadela avançou sobre ela com todos os dentes e boca e olhar aterrador, o filhote caiu, ela se protegeu com o braço direito, cuja parte da pele ficou na boca do animal e o sangue escorreu pelo corpo e chão. <em>O poeta está vivo / Com seus moinhos de vento / A impulsionar / A grande roda da história</em>. Saiu correndo, avançou a cozinha, entrou no corredor da casa que dá acesso aos quartos e à sala e escorregou na própria poça de sangue, sendo perseguida pelo bicho insano; gritou pelo filho, os cotovelos ensanguentados apoiados no chão. <em>Mas quem tem coragem de ouvir / Amanheceu o pensamento / Que vai mudar o mundo / Com seus moinhos de vento</em>. No exato instante em que o marido dobrava a maçaneta da porta de entrada, a besta feroz avançava sobre sua mulher e lhe arrancava parte do lábio inferior, deixando-lhe as gengivas à mostra, num sorriso forçado e insano. Baixo, atarracado, porém forte e rijo, Toni avançou sobre a cadela e lhe desferiu um chute certeiro na cara, ao que ela caiu cambaleante; pegou-a pela coleira, arrastando-a de volta à varanda marcando ainda mais a trilha vermelha no chão; fechou a porta, deixando-a lá fora. <em>Se você não pode ser forte / Seja pelo menos humana / Quando o Papa e seu rebanho chegar / Não tenha pena.</em> Foi ao corredor, amparou sua esposa, sentou-a no sofá da sala de estar e foi ao quarto, abriu a gaveta do criado-mudo do seu lado da cama, pegou um 38 com o tambor cheio e voltou à varanda. <em>Todo mundo é parecido / Quando sente dor / Mas nu e só ao meio-dia / Só quem está pronto pro amor. </em>Seis tiros ecoaram secos pela casa sob grunhidos febris dos filhotes e lágrimas ensanguentadas no rosto de sua dona. <em>O poeta não morreu / Foi ao inferno e voltou / Conheceu os Jardins do Éden / E nos contou.</em> O filho tirou o fone, esticou o ouvido em direção à porta de seu quarto e franziu o cenho. E ela, a borboleta amarelo arlequim, continuava impassível no alpendre da varanda.</p>



<hr class="wp-block-separator" />



<p><strong>Darlan Lula</strong> é doutor em Literatura Comparada pela Universidade Federal Fluminense. Escritor, autor de cinco livros, entre prosa e poesia. <a href="http://www.darlanlula.com.br/">www.darlanlula.com.br</a></p>



<hr class="wp-block-separator" />



<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://www.artebodoque.com/"><img decoding="async" src="https://i0.wp.com/tramabodoque.com/wp-content/uploads/2021/12/0e0a3-aajude.png?w=950&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-2693" data-recalc-dims="1" /></a></figure>



<p class="has-text-color has-background has-text-align-center has-very-light-gray-color has-very-dark-gray-background-color">Clique na imagem acima e acesse a loja virtual da Bodoque!</p>



<hr class="wp-block-separator" />



<p style="background-color:#7d5c00" class="has-text-color has-background has-text-align-center has-large-font-size has-very-light-gray-color">Galeria</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" src="https://i0.wp.com/tramabodoque.com/wp-content/uploads/2021/12/3552a-julia-sa-1.jpg?w=950&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-3413" data-recalc-dims="1" /></figure>



<p class="has-text-color has-background has-text-align-center has-medium-font-size has-very-light-gray-color has-very-dark-gray-background-color"><em>Apoie pautas identitárias. Em tempos de cólera, amar é um ato revolucionário.</em></p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://revistatrama.artebodoque.com/2019/10/13/3-olhar/">3. Olhar</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://revistatrama.artebodoque.com">Revista Trama</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://revistatrama.artebodoque.com/2019/10/13/3-olhar/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">3508</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Brasil: um País de Quem?</title>
		<link>https://revistatrama.artebodoque.com/2019/10/13/brasil-um-pais-de-quem/</link>
					<comments>https://revistatrama.artebodoque.com/2019/10/13/brasil-um-pais-de-quem/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 13 Oct 2019 21:26:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ano 001, N 018]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[cultura]]></category>
		<category><![CDATA[design]]></category>
		<category><![CDATA[Governo]]></category>
		<category><![CDATA[logomarca]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://atomic-temporary-162935141.wpcomstaging.com/?p=1937</guid>

					<description><![CDATA[<p>por: Frederico Lopes</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://revistatrama.artebodoque.com/2019/10/13/brasil-um-pais-de-quem/">Brasil: um País de Quem?</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://revistatrama.artebodoque.com">Revista Trama</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-drop-cap">Da casualidade despretenciosa de observar certos detalhes da história política do nosso país, algumas nuances saltam aos olhos quando analisamos atentamente aspectos visuais da identidade criada para cada governo. Assim, podemos notar as entrelinhas ideológicas estampadas nessas imagens criadas e nos <em><strong>slogans</strong></em>.</p>



<p>Ademais de qualquer convicção partidária, sem a intenção de posicionar uma seta entre as diversas possibilidades no espectro político, pretendo analisar algumas das principais logomarcas dos governos do Brasil, procurando contextualizar o ambiente político de sua criação e a mensagem intrínseca carregada por elas.</p>



<p class="has-text-color has-background has-text-align-center has-medium-font-size has-very-light-gray-color has-very-dark-gray-background-color">A Era Collor</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-large"><img decoding="async" src="https://i0.wp.com/tramabodoque.com/wp-content/uploads/2021/12/df724-collor.png?w=950&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-1948" data-recalc-dims="1" /></figure></div>



<p>Embora durante a campanha eleitoral de 1989, o então candidato Fernando Collor de Melo tivesse utilizado o slogan: <em><strong>vamos criar um Brasil novo</strong></em>, o autoproclamado caçador de marajás, ao assumir a presidência da República, adota uma logomarca que não apresentava qualquer sinal de novidade ou ousadia. Deste modo, podemos observar que seus discursos inflamados durante a campanha, não se refletem objetivamente no impacto sonolento que a logomarca e seu governo causa.</p>



<p class="has-text-color has-background has-text-align-center has-medium-font-size has-very-light-gray-color has-very-dark-gray-background-color">Governo Itamar</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-large"><img decoding="async" src="https://i0.wp.com/tramabodoque.com/wp-content/uploads/2021/12/86c2a-image.png?w=950&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-3563" data-recalc-dims="1" /></figure></div>



<p>Depois do susto de ter que arcar com as responsabilidades de assumir um governo após a saída deselegante de Collor, Itamar consegue trazer, visualmente, alguns elementos que deixam entrever uma mensagem ideológica alinhada com seu discurso, bem como com suas convicções políticas. Podemos notar que o triângulo que simboliza a bandeira de Minas Gerais foi ressignificado, tomando emprestado as cores da bandeira nacional, afinal de contas, um mineiro de Juiz de Fora estava, agora, na Presidência do país. Um apelo à união também caia bem para o momento, tendo em vista que, ao assumir, todos os ministros abandonaram os cargos, indicando a necessidade de renovação.</p>



<p class="has-text-color has-background has-text-align-center has-medium-font-size has-very-light-gray-color has-very-dark-gray-background-color">Fernando Henrique Cardoso</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-large"><img decoding="async" src="https://i0.wp.com/tramabodoque.com/wp-content/uploads/2021/12/3ac96-image-1.png?w=950&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-3564" data-recalc-dims="1" /></figure></div>



<p>Após o governo Itamar, com a estabilização da economia a partir do plano Real, Fernando Henrique apresenta-se como mentor do fenômeno que salvou o Brasil da inflação galopante, (embora houvessem tantas controvérsias que até hoje existem disputas pelo filho belo da jovem democracia tupiniquim), deixando a equipe econômica e lançando-se à candidatura pela Presidência. Ao ser eleito, o homem que &#8220;trabalhou incessantemente&#8221; para que o plano Real fosse implementado precisa indicar que seu trabalho maravilhoso e incansável se estenderia para todo o Brasil.</p>



<p class="has-text-color has-background has-text-align-center has-medium-font-size has-very-light-gray-color has-very-dark-gray-background-color">A Era Lula</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-large"><img decoding="async" src="https://i2.wp.com/blog.artebodoque.com/wp-content/uploads/2019/10/image-2.png?fit=606%2C214&amp;ssl=1" alt="" class="wp-image-3566" /></figure></div>



<p>Depois de consecutivas derrotas nos pleitos de um Brasil recém libertado dos entraves da ditadura, Lula, ao assumir o governo, implementa uma logomarca que, visualmente, respeita e atende ao discurso de campanha. Ao escolher o <em>slogan</em>: <em><strong>um país de todos</strong></em>, o apelo ao respeito à diversidade cultural e inclusão social, aparece em forma de cores e formas na logomarca do governo, sinalizando que o ataque às diversas formas de desigualdade social, política, racial e econômica no país, em seu governo, seria prioridade. Durante seus dois mandatos, Lula manteve a mesma logomarca, indicando firmeza em suas convicções políticas e ideológicas.</p>



<p class="has-text-color has-background has-text-align-center has-medium-font-size has-very-light-gray-color has-very-dark-gray-background-color">Governo Dilma</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" src="https://i0.wp.com/tramabodoque.com/wp-content/uploads/2021/12/c1a80-image-3.png?w=950&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-3567" data-recalc-dims="1" /></figure>



<p>Muito antes de saudar a mandioca ou propor estocar vento, Dilma escolheu uma logomarca com slogan que fizessem referência direta ao que ela considerava como avanços do governo de seu predecessor. Unidos pela mesma raiz ideológica e membros do mesmo partido, Dilma fez poucas modificações na imagem institucional do governo Lula, optando apenas por indicar que o combate à pobreza seria prioridade máxima em seu governo e adotando as cores da bandeira nacional buscando indicar sobriedade e seriedade ao seu trabalho, sugerindo que seu compromisso com o país é um compromisso com os mais pobres.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" src="https://i0.wp.com/blog.artebodoque.com/wp-content/uploads/2019/10/image-4.png?fit=606%2C189&amp;ssl=1" alt="" class="wp-image-3568" /></figure>



<p>Em seu segundo mandato, Dilma manteve a exata composição da primeira logomarca, mudando apenas seu slogan para:<strong><em> Pátria Educadora</em></strong>, sinalizando que a mudança social que marcaria o avanço de seu segundo mandato se daria por meio do investimento na Educação.</p>



<p class="has-text-color has-background has-text-align-center has-medium-font-size has-very-light-gray-color has-very-dark-gray-background-color">Temer e o impeachment</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" src="https://i2.wp.com/blog.artebodoque.com/wp-content/uploads/2019/10/image-5.png?fit=606%2C241&amp;ssl=1" alt="" class="wp-image-3569" /></figure>



<p>Após o segundo impeachment de nossa jovem República, Temer assume o governo e abandona sua posição decorativa em Brasília. Uma imagem austera e estável, seria a solução visual adotada pelo então presidente para que seu governo sinalizasse que os sucessivos escândalos de corrupção, e a completa desorganização na governança do país, precisavam de ordem para que o país voltasse a crescer. Não podemos deixar de ressaltar que seu governo era composto apenas por homens, velhos, brancos, heterossexuais e cristãos não praticantes.</p>



<p class="has-text-color has-background has-text-align-center has-medium-font-size has-very-light-gray-color has-very-dark-gray-background-color">Governo Biroliro</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" src="https://i0.wp.com/tramabodoque.com/wp-content/uploads/2021/12/203dd-image-6.png?w=950&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-3570" data-recalc-dims="1" /></figure>



<p>Falando em Cristão não praticante, após um alinhamento cabalístico dos planetas no mundo invertido, Bolsonaro assume a presidência da República no Brasil. Ornando com suas dificuldades cognitivas e seu horizonte intelectual extremamente limitado, a logomarca de seu governo é uma versão infantilizada da bandeira nacional, quase uma garatuja estilizada pelo Hans Donner. A menção ao amor à pátria citado pelo hino nacional, corrobora com sua mentalidade saudosista da ditadura, que sugeria que, no Brasil militar, haviam apenas duas opções: <strong><em>Brasil: ame-o ou deixe-o.</em></strong></p>



<p>Podemos perceber que, ao analisar as logomarcas de cada governo, são perceptíveis os traços ideológicos que alimentam as bases conceituais dos nossos governantes. Nesse sentido, fica a dica para que nos preocupemos mais com as escolhas estéticas de nossos governante, afinal de contas, elas podem nos dizer mais sobre eles do que suas próprias palavras.</p>



<hr class="wp-block-separator" />



<p><strong>Frederico Lopes</strong> é Artista e gostaria de ser Escritor. Trabalha no Memorial da República Presidente Itamar Franco e é fundador da Bodoque Artes e ofícios.</p>



<hr class="wp-block-separator" />



<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://www.artebodoque.com"><img decoding="async" src="https://i0.wp.com/tramabodoque.com/wp-content/uploads/2021/12/0e0a3-aajude.png?w=950&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-2693" data-recalc-dims="1" /></a></figure>



<p style="background-color:#8d6800" class="has-text-color has-background has-text-align-center has-very-light-gray-color">Clique na imagem e acesse a loja virtual da Bodoque!</p>



<hr class="wp-block-separator" />



<p class="has-text-color has-background has-text-align-center has-large-font-size has-very-light-gray-color has-very-dark-gray-background-color">Galeria</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" src="https://i0.wp.com/tramabodoque.com/wp-content/uploads/2021/12/3552a-julia-sa-1.jpg?w=950&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-3413" data-recalc-dims="1" /></figure>



<p class="has-text-color has-background has-text-align-center has-medium-font-size has-very-light-gray-color has-very-dark-gray-background-color"><em>Apoie pautas identitárias. Em tempos de cólera, amar é um ato revolucionário.</em></p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://revistatrama.artebodoque.com/2019/10/13/brasil-um-pais-de-quem/">Brasil: um País de Quem?</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://revistatrama.artebodoque.com">Revista Trama</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://revistatrama.artebodoque.com/2019/10/13/brasil-um-pais-de-quem/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">1937</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Olhando da Janela</title>
		<link>https://revistatrama.artebodoque.com/2019/10/13/olhando-da-janela/</link>
					<comments>https://revistatrama.artebodoque.com/2019/10/13/olhando-da-janela/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 13 Oct 2019 21:24:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ano 001, N 018]]></category>
		<category><![CDATA[João Batista]]></category>
		<category><![CDATA[Olhando da Janela]]></category>
		<category><![CDATA[poema]]></category>
		<category><![CDATA[poesia]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://atomic-temporary-162935141.wpcomstaging.com/?p=3486</guid>

					<description><![CDATA[<p>por: João Batista</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://revistatrama.artebodoque.com/2019/10/13/olhando-da-janela/">Olhando da Janela</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://revistatrama.artebodoque.com">Revista Trama</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<pre class="wp-block-verse">Sentado sozinho olhando da janela<br>senti que a vida já teve momentos melhores, mas ainda pode voltar a ser bela.<br><br>As listras da persiana se misturam com as do asfalto ao lado<br>Ora seco, sol a pino. Um cochilo e mudou tudo, abro os olhos, chão molhado.<br><br>Olhando da janela vejo um homem tão feliz passeando com seu cão, enquanto do outro lado uma velhinha passeando com sua bengala calculando os passos para não correr o risco de vir ao chão<br><br>Entediado pelo tic-tac do relógio a paciência já quase se esgotou<br>Às vezes TV, às vezes se lê, e um milhão de tempo depois, 15 minutos foi o tempo que passou.<br><br>De dia cansado, a noite sem sono, queria tanto dormir mas infelizmente não deu<br>mas quando o sono vem é tarde, o sol anuncia que um novo dia já nasceu.<br><br>Momentos assim são perfeitos para se exercitar a humildade, a compaixão <br>Coisas tolas como riqueza, cor da pele e beleza nessa hora não passam de pura ilusão <br><br>Olhando da janela às vezes se percebe um alerta sonoro, luminoso, uma espécie de sinal<br>Essa janela solitária e vazia que me encontro neste momento é a janela de um hospital.</pre>



<hr class="wp-block-separator" />



<p><strong>João Batista</strong> é Vigilante e entusiasta das artes. Apaixonado por música e cinema. Prefere os clássicos às tendências da modernidade.</p>



<hr class="wp-block-separator" />



<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://www.artebodoque.com/"><img decoding="async" src="https://i0.wp.com/tramabodoque.com/wp-content/uploads/2021/12/0e0a3-aajude.png?w=950&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-2693" data-recalc-dims="1" /></a></figure>



<p class="has-text-color has-background has-text-align-center has-normal-font-size has-very-light-gray-color has-very-dark-gray-background-color">Clique na imagem acima e acesse a loja virtual da Bodoque!</p>



<hr class="wp-block-separator" />



<p style="background-color:#946d00" class="has-text-color has-background has-text-align-center has-large-font-size has-very-light-gray-color">Galeria</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://www.instagram.com/carolinestabenow/"><img decoding="async" src="https://i0.wp.com/tramabodoque.com/wp-content/uploads/2021/12/c7388-menino-poccca7o.jpg?w=950&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-2231" data-recalc-dims="1" /></a></figure>



<p class="has-text-color has-background has-text-align-center has-medium-font-size has-very-light-gray-color has-very-dark-gray-background-color"><em>Apoie causas humanitárias. Em tempos de cólera, amar é um ato revolucionário.</em></p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://revistatrama.artebodoque.com/2019/10/13/olhando-da-janela/">Olhando da Janela</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://revistatrama.artebodoque.com">Revista Trama</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://revistatrama.artebodoque.com/2019/10/13/olhando-da-janela/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">3486</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Ninguém nos Avisou do Fascista na Sala</title>
		<link>https://revistatrama.artebodoque.com/2019/10/13/ninguem-nos-avisou-do-fascista-na-sala/</link>
					<comments>https://revistatrama.artebodoque.com/2019/10/13/ninguem-nos-avisou-do-fascista-na-sala/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 13 Oct 2019 21:23:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ano 001, N 018]]></category>
		<category><![CDATA[cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Facista na Sala]]></category>
		<category><![CDATA[Pedro Carcereri]]></category>
		<category><![CDATA[sociedade]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://atomic-temporary-162935141.wpcomstaging.com/?p=3493</guid>

					<description><![CDATA[<p>por: Pedro Carcereri</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://revistatrama.artebodoque.com/2019/10/13/ninguem-nos-avisou-do-fascista-na-sala/">Ninguém nos Avisou do Fascista na Sala</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://revistatrama.artebodoque.com">Revista Trama</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-drop-cap">Os anos anteriores nos tornaram fortes. Conscientes em certo ponto. Iludidos em muitos outros.&nbsp; Uma comunidade que conseguiu se entender em aspectos humanos e sociais. Sabíamos que os ventos poderiam mudar o rumo do barco que conduzíamos, mas ninguém nos avisou que o fascista nos esperava sentado confortavelmente na sala do lugar.</p>



<p class="has-text-color has-background has-very-light-gray-color has-very-dark-gray-background-color">Todos ignoraram, inclusive o fascista, que se achava extremamente normal. <em>Longe de mim ser racista, até tenho colegas gays, minha namorada sai uma vez por mês com as amigas</em>. Quando os porcos que criávamos começaram a sumir, a seca levou a plantação embora e as contas aumentaram, as coisas mudaram. Todos tiveram que se virar, trocar horas de descanso por mais trabalho para manter a mesma condição para todos. TODOS, menos o fascista sentado na sala.</p>



<p>Ele nos disse que – já que tinha alguém que fizesse – iria manter-se sentado. E com todos os privilégios que alguém poderia ter, ele se manteve. Quando notamos o fascista em nossa sala ele já não tinha vergonha de violentar psicologicamente sua namorada e de falar impropérios para o companheiro negro e o casal homoafetivo. Ele já não estava mais sentado. Bradava em pé, cada vez mais acostumado ao espaço que lhe dávamos ao ignorar suas imbecilidades medievais, afim de não dar público ao absurdo.</p>



<p>Não eram imbecilidades, eram verdades profundas em sua mente fascista, onde só deveria existir um modelo, uma representação e uma interpretação. Continuávamos trabalhando em prol do grupo, para ele apenas alguns tinham direito aos espólios do que conseguíamos para a comunidade. Os primeiros donos [ou ladrões] da terra, os que tinham o deus cristão como verdade e os que por ventura tivessem nascido brancos, preferencialmente homens e heterossexuais. Não nos avisaram que o fascista estava dentro de casa até que ele tomou a chave e confiscou o dinheiro do caixa.</p>



<p class="has-text-color has-background has-very-light-gray-color has-very-dark-gray-background-color">Tentamos, em estado de extrema revolta, retomar nosso poder, voltar a ter nossa propriedade e nosso dinheiro. Mas ele tinha cooptado alguns para o seu lado, dividiu nosso pensamento para conquistar nossos dias. Separou-nos entre os que seguem o caminho correto e os que seguem o desviante. Categorizou como um inquisidor as vontades de todos que trabalhavam e viviam por ali. Foi quando entendemos que a lei não é moral e a moral não é lei.</p>



<p>O fascista tinha deitado no quarto, sentado na sala e cuspido no chão da cozinha. E fascistas não vão embora fácil. Não nos avisaram que ele tinha chegado, sentado na sala e dominado nossas vidas. Nem seríamos perguntados se o queríamos ali. Decidimos não abrir diálogo, afinal depois do fascista esse artefato humano se consumiu em brasas extremistas. Tivemos que lutar, mas mesmo de cima de sua tirania não consentida, ele foi expulso. Da casa. Da comunidade. Da cidade. Do país. Da humanidade.</p>



<p>[Relativizar o absurdo talvez seja a primeira maneira de perder a liberdade.]</p>



<hr class="wp-block-separator" />



<p><strong>Pedro Carcereri</strong> é escritor, diretor, produtor e curador. Bacharel em Artes e Design e mestre em Artes, Cultura e Linguagens pela UFJF. Autor dos curtas “Modorra”, “Maria Cachoeira” e do romance “Sob o Trópico de Capricórnio”. Curador e crítico de arte, desenvolve exposições e pesquisas em diversas interfaces da arte contemporânea. Faz parte da seleção do Sesc Confluências &#8211; MG e é conselheiro de cultura de Juiz de Fora.</p>



<hr class="wp-block-separator" />



<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://www.artebodoque.com/"><img decoding="async" src="https://i0.wp.com/tramabodoque.com/wp-content/uploads/2021/12/5b980-5-3.jpg?w=950&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-2452" data-recalc-dims="1" /></a></figure>



<p style="background-color:#a67a00" class="has-text-color has-background has-text-align-center has-very-light-gray-color">Clique na imagem acima e acesse a loja virtual da Bodoque!</p>



<hr class="wp-block-separator" />



<p class="has-text-color has-background has-text-align-center has-large-font-size has-very-light-gray-color has-very-dark-gray-background-color">Galeria</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" src="https://i0.wp.com/tramabodoque.com/wp-content/uploads/2021/12/3552a-julia-sa-1.jpg?w=950&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-3413" data-recalc-dims="1" /></figure>



<p class="has-text-color has-background has-text-align-center has-medium-font-size has-very-light-gray-color has-very-dark-gray-background-color"><em>Apoie causas identitárias. Em tempos de cólera, amar é um ato revolucionário.</em></p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://revistatrama.artebodoque.com/2019/10/13/ninguem-nos-avisou-do-fascista-na-sala/">Ninguém nos Avisou do Fascista na Sala</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://revistatrama.artebodoque.com">Revista Trama</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://revistatrama.artebodoque.com/2019/10/13/ninguem-nos-avisou-do-fascista-na-sala/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">3493</post-id>	</item>
		<item>
		<title>A Janela</title>
		<link>https://revistatrama.artebodoque.com/2019/10/13/a-janela/</link>
					<comments>https://revistatrama.artebodoque.com/2019/10/13/a-janela/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 13 Oct 2019 21:23:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ano 001, N 018]]></category>
		<category><![CDATA[janela]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Luisa Biondo]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://atomic-temporary-162935141.wpcomstaging.com/?p=3538</guid>

					<description><![CDATA[<p>por: Luisa Biondo</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://revistatrama.artebodoque.com/2019/10/13/a-janela/">A Janela</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://revistatrama.artebodoque.com">Revista Trama</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>As vezes, pela manhã, os pássaros cantam.&nbsp;</p>



<p>As vezes, pela manhã, a corrente de ar fresca e faz a gente se sentir mais vivo.</p>



<p>As vezes, pela manhã, as árvores parecem mais verdes e felizes. Alegres. Contentes. – Verde é a cor da esperança, né?</p>



<p>As vezes, pela manhã, o sol aparece logo cedo.</p>



<p>As vezes, pela manhã, o dia parece ser uma pessoa jovem que recém fez 20 anos e tem toda a vida pela frente.</p>



<p>Mas sempre, pela manhã, eu olho pela janela do meu trabalho.&nbsp;</p>



<p>Uma das coisas que eu mais gosto de fazer quando chego, estou entediada ou sem criatividade é olhar pela janela que fica ao meu lado. A janela está sempre limpa e eu não tenho nenhum pudor em olhar para fora e observar a vida. Menos de dois metros me separam do vidro. Mas muitos metros e 3 andares de altura me separam da vida lá fora.&nbsp;</p>



<p>Eu gosto de ver os carros andando e as poucas pessoas caminhando. Eu gosto de observar, principalmente, como as árvores se comportam quando o vento bate nelas. Cada uma respeitando o espaço uma da outra em uma dança única, integrada, que faz todo o sentido na minha cabeça. Eu gosto, também, de olhar o reflexo que as luzes daqui de dentro (da agência) fazem no vidro, parecendo grandes portais que se abrem no céu lá de fora. E eu gosto de imaginar que essas luzes são portais, porque me faz bem acreditar que existem outras vidas, outros mundos e outras realidades para além dessa. Eu gosto de olhar pela janela e perceber como eu sou capaz de pensar em inúmeras coisas em poucos segundos. <strong>Quando eu olho pela janela eu vivo muito em pouco tempo.</strong></p>



<p>Nos dias mais ensolarado, aqui dentro (da agência) fica quente. Nos dias mais bonitos somos obrigados a fechar as janelas e ligar o ar condicionado.</p>



<p>Nada de luz ambiente. Nada de corrente de ar. Nada de carros correndo ou pessoas caminhando. Nada de árvores dançando. Nada de portais saindo do céu. <strong>Apenas luzes e o ar condicionado ligado</strong>.&nbsp; Nesses dias, tudo o que eu vejo é uma cortina preta, daquelas que impedem toda e qualquer luz de entrar. E, sabe&#8230; Não tem o que fazer, a não ser olhar para a tela do computador e voltar a trabalhar.</p>



<hr class="wp-block-separator" />



<p><strong>Luisa Biondo</strong> é redatora, mas ama desenhar e fotografar. Atualmente trabalha em uma agência de marketing e nas horas vagas faz uns rabiscos que ficam guardados na gaveta.</p>



<hr class="wp-block-separator" />



<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://www.artebodoque.com/"><img decoding="async" src="https://i0.wp.com/tramabodoque.com/wp-content/uploads/2021/12/0e0a3-aajude.png?w=950&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-2693" data-recalc-dims="1" /></a></figure>



<p class="has-text-color has-background has-text-align-center has-very-light-gray-color has-very-dark-gray-background-color">Clique na imagem acima e acesse a loja virtual da Bodoque!</p>



<hr class="wp-block-separator" />



<p style="background-color:#9d7402" class="has-text-color has-background has-text-align-center has-large-font-size has-very-light-gray-color">Galeria</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" src="https://i0.wp.com/tramabodoque.com/wp-content/uploads/2021/12/3e4db-julia-sa-5.jpg?w=950&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-3417" data-recalc-dims="1" /></figure>



<p class="has-text-color has-background has-text-align-center has-medium-font-size has-very-light-gray-color has-very-dark-gray-background-color"><em>Apoie pautas identitárias. Em tempos de Cólera, amar é um ato revolucionário.</em></p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://revistatrama.artebodoque.com/2019/10/13/a-janela/">A Janela</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://revistatrama.artebodoque.com">Revista Trama</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://revistatrama.artebodoque.com/2019/10/13/a-janela/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">3538</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Good Riddance.</title>
		<link>https://revistatrama.artebodoque.com/2019/10/13/good-riddance/</link>
					<comments>https://revistatrama.artebodoque.com/2019/10/13/good-riddance/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 13 Oct 2019 21:22:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ano 001, N 018]]></category>
		<category><![CDATA[Diego Neves]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://atomic-temporary-162935141.wpcomstaging.com/?p=3559</guid>

					<description><![CDATA[<p>por: Diego Neves</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://revistatrama.artebodoque.com/2019/10/13/good-riddance/">Good Riddance.</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://revistatrama.artebodoque.com">Revista Trama</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-drop-cap">De tudo que já escrevi neste espaço, hoje me faço ser lido por um motivo afoito. Não digo afoito no sentido de afobado, ansioso, mas no sentido de corajoso, destemido. Por vezes – não poucas – sou seduzido pelo desejo de fazer dos meus textos um lago acadêmico, onde nele despejo todo conhecimento adquirido nesses – até aqui – quase 6 anos de universidade. Mas não, hoje não. Não vou falar também sobre o assunto que originalmente era a pauta desse texto: a criatividade e quebra de paradigmas de um artista tanto genial quanto polêmico. Kanye, você vai ter que esperar um pouquinho – assim como tem nos feito aguardar por seu álbum. Apesar dessa mudança de rota, não posso dizer que este escrito não é musical, pois sim, ele é. Há algo de imprevisível nesse texto, que nasce enquanto estou sentado na cama, numa manhã de sábado. Enquanto deixo as palavras escorrerem pelos dedos e se acumularem na tela, sinto que já passava da hora delas irem embora. “Good riddance!”</p>



<p class="has-text-color has-background has-very-light-gray-color has-very-dark-gray-background-color">A expressão em inglês que pode ser traduzida como “já vai tarde” soa um pouco antipática, mas também denota um alívio. O alívio de deixar ir embora aquilo que já não deveria mais ocupar o espaço que ocupa. O tempo vai seguindo um fluxo contínuo, e enquanto ele nos leva, deixamos coisas pelo caminho. De algumas a gente vai sentir falta por um longo período, mas outras, ah, essas outras já vão tarde. Nesse exercício de reconhecer que nem tudo que temos é o que precisamos carregar para sempre, é que nos fazemos, nos construímos e somos.&nbsp;</p>



<p>Eu já vivi tempo suficiente pra colecionar uma série enorme de despedidas, o que me traz uma percepção menos caxias e mais delicada sobre quem sou hoje. Mas talvez seja hora de seguir dizendo mais “tchaus” e diminuindo minha bagagem. Ser, pra mim, traz consigo a fé. Eu cresci aprendendo a crer. Crer que as coisas melhoram, que o amor vence, que há um Deus. Mas, há um limite, há um além onde não é necessário ir – e eu não quero ir.&nbsp;</p>



<p>Não raro, abro o Instagram e perco uns minutos vendo histórias e mais histórias sendo contadas em sequências e mais sequências de pequenos vídeos. E é desse ponto que preciso partir rumo a novos “good riddance”. Apesar de ainda hoje fazer parte de uma comunidade de fé, já não tenho fé no Deus que me exibem nos <em>stories. </em>Eu não acredito no Deus do primeiro milhão, nem no Deus influencer, que por honra ao seu nome anula identidades e dá aos seus “representantes” procuração legal para que ofendam, mintam e ataquem. Não existe mais qualquer razão para seguir adiante com a conformidade dos que se dizem “contraculturais”, mas que se realizam como propagadores dessa mesma cultura que rechaçam. Razão, no sentido de racionalidade, essa sim tem feito falta. “Deus está morto”, se não está, está morrendo. Não é que a divindade Deus esteja morta, muito menos afirmo um ateísmo irresponsável, levando em consideração as afirmações que fiz linhas acima. Ao contrário do que chegou a afirmar o filósofo com nome de grafia complicada, a razão não superou “Deus” &#8211; tendo claro entendimento de que a morte de Deus é a morte desse Deus entre aspas, que significava a lógica social e a pauta moral que ordenava o mundo. Nada mais se explicava apenas pela vontade de Deus, mas por um motivo racional, por uma estrutura social complexa que se sofisticava e pelo sistema econômico que se erigia e se firmava no fim do século XIX. A falta de razão sim, essa tem engolido Deus de modo voraz.&nbsp;</p>



<p class="has-text-color has-background has-very-light-gray-color has-very-dark-gray-background-color">Cada morte comemorada, cada sofisma postado, cada notícia inventada, cada fato negado é um “já vai tarde” direcionado ao divino. Em um mundo de identidades fragmentadas, onde já não é possível fincar os pés nas definições de ser rígidas, a intolerância ganha voz e espaço na boca dos que lutam pela prova da real existência de um Deus que os mesmos matam com suas ações. As piadas sobre o modo de vestir ou dançar do outro, a masculinidade do outro colocada em dúvida por motivos irrelevantes e estúpidos, a bandeira do ser cristão acima de tudo e todos como régua social, a ideia sobre o lugar da mulher e o seu papel de submissão, os discursos cheios de leituras deturpadas &#8211; tanto da bíblia quanto de outros autores – que afirmam o que não existe e colocam palavras na boca de Deus. Se a afirmação de Nietzsche não se tornou 100% verdadeira pela razão, a falta da razão tem colaborado pra que isso não demore a ser verdade.&nbsp;</p>



<p>Vociferam sobre a arte, culpam a política, apontam o dedo, zombam, ridicularizam, aplaudem o ódio e a estupidez, mas tudo que fazem, fazem para “a honra e a glória de Deus”. Não, eu não quero mais isso como realidade. Se me dizem o que é pecado ou não, se buscam me moldar segundo padrões irresponsáveis e difíceis de alcançar, se querem criar uma narrativa sobre o mundo onde a ignorância é a salvação, chega! Os bonecos coloridos mais esquisitos da T.V. estavam certos: é hora de dar tchau.&nbsp;</p>



<p>Nada, nenhum motivo pode justificar a falta de sensatez e empatia. Já não há mais tempo a se perder com isso. Se nos propõem a guerra, negamos em paz. Não prego um pacifismo alienado, mas uma contraposição à violência verbal, intelectual e física as quais vemos tantos e tantos serem submetidos, quando não somos nós mesmo quem a experimentamos.&nbsp;</p>



<p>Onde está a música nisso tudo?</p>



<p>Em Outubro de 1997, o Green Day lançava <em>“Nimrod”. </em>O quarto álbum de estúdio da banda trazia entre suas faixas, aquela que se tornaria um dos hinos do rock noventista. No lugar de guitarras, um violão. No lugar de baterias furiosas e baixos distorcidos, naipes de cordas. Ao invés de letras sobre garotas ou drogas, uma bom conselho reflexivo sobre a vida. “<em>Good Riddance” </em>era a penúltima música do disco e falava sobre as mudanças impostas pelo tempo e pela vida e de como lidarmos com isso da melhor maneira possível. Se existe um jeito melhor de lidar com a imprevisibilidade da vida, é aceitando que vamos perder algumas, em outras vezes vamos levantar troféus. Algumas horas seremos mocinhos, mas em outras cabe a nós a vilania. O que se deve guardar disso tudo é o que importa: os amores, as companhias, as lições aprendidas. De resto, tudo o que for embora, “good riddance”.</p>



<p class="has-text-color has-background has-very-light-gray-color has-very-dark-gray-background-color">Abrace, seja, viva, esteja, ame, entregue, ouça, compartilhe, creia. Se não te faz bem, se você não está fazendo bem, “boa viagem”</p>



<p>Há algo de imprevisível nisso tudo, mas no fim, tudo fica bem. Eu espero que você tenha o tempo da sua vida, e o aproveite bem. Sem qualquer peso desnecessário.</p>



<p>“It’s’ something unpredictable, but in the end it’s right. I hope you had the time of your life.”</p>



<p>Good Riddance.&nbsp;</p>



<hr class="wp-block-separator" />



<p><strong>Diego Neves</strong> é músico integrante da banda Legrand, designer gráfico, sociólogo em formação e aspirante a escritor.</p>



<hr class="wp-block-separator" />



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" src="https://i0.wp.com/tramabodoque.com/wp-content/uploads/2021/12/2a62a-5-2.jpg?w=950&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-2235" data-recalc-dims="1" /></figure>



<p style="background-color:#9d7300" class="has-text-color has-background has-text-align-center has-very-light-gray-color">Clique na imagem acima e acesse a loja virtual da Bodoque!</p>



<hr class="wp-block-separator" />



<p class="has-text-color has-background has-text-align-center has-large-font-size has-very-light-gray-color has-very-dark-gray-background-color">Galeria</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" src="https://i0.wp.com/tramabodoque.com/wp-content/uploads/2021/12/461a4-julia-sa-4.jpg?w=950&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-3416" data-recalc-dims="1" /></figure>



<p class="has-text-color has-background has-text-align-center has-medium-font-size has-very-light-gray-color has-very-dark-gray-background-color"><em>Apoie pautas identitárias. Em tempos de cólera, amar é um ato revolucionário.</em></p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://revistatrama.artebodoque.com/2019/10/13/good-riddance/">Good Riddance.</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://revistatrama.artebodoque.com">Revista Trama</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://revistatrama.artebodoque.com/2019/10/13/good-riddance/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">3559</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Poesia é Assombro</title>
		<link>https://revistatrama.artebodoque.com/2019/10/13/pois-poesia-e-assombro/</link>
					<comments>https://revistatrama.artebodoque.com/2019/10/13/pois-poesia-e-assombro/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 13 Oct 2019 21:21:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ano 001, N 018]]></category>
		<category><![CDATA[entre nossas linhas]]></category>
		<category><![CDATA[poema]]></category>
		<category><![CDATA[poesia]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://atomic-temporary-162935141.wpcomstaging.com/?p=3496</guid>

					<description><![CDATA[<p>por: Entre Nossas Linhas</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://revistatrama.artebodoque.com/2019/10/13/pois-poesia-e-assombro/">Poesia é Assombro</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://revistatrama.artebodoque.com">Revista Trama</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<pre class="wp-block-verse"> “Pois poesia é assombro”<br>Que assombra minha alma<br>E assopra as palavras<br>Em meu ouvido<br>Descendo pelos meus braços e atingindo<br>As pontas de meus dedos<br>Para chegarem em teus olhos<br>Envolvendo teu sistema desequilibrado<br>Ou falsamente intacto<br>Para que sintas tamanho assombro<br>Vê as sombras que existem em ti também?<br>Mentiroso aquele que diz que nunca foi assombrado pelas lembranças do passado<br>Aquele que nunca sentiu frio em pleno verão<br>Assombro que passa de mim a ti através das sombras que vos escrevo e chegam em teu coração e lhe causam aperto<br>Pois poesia é sombra, é luz<br>-A. </pre>



<hr class="wp-block-separator" />



<p><strong>Entre Nossas Linhas </strong>é uma página de Instagram criada por duas amigas que encontraram na arte de escrever um refúgio.</p>



<hr class="wp-block-separator" />



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" src="https://i0.wp.com/tramabodoque.com/wp-content/uploads/2021/12/8c937-6-2.jpg?w=950&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-2437" data-recalc-dims="1" /></figure>



<p style="background-color:#9f7500" class="has-text-color has-background has-text-align-center has-very-light-gray-color">Clique na imagem acima e acesse a loja virtual da Bodoque!</p>



<hr class="wp-block-separator" />



<p class="has-text-color has-background has-text-align-center has-large-font-size has-very-light-gray-color has-very-dark-gray-background-color">Galeria</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://www.artebodoque.com/"><img decoding="async" src="https://i0.wp.com/tramabodoque.com/wp-content/uploads/2021/12/461a4-julia-sa-4.jpg?w=950&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-3416" data-recalc-dims="1" /></a></figure>



<p class="has-text-color has-background has-text-align-center has-medium-font-size has-very-light-gray-color has-very-dark-gray-background-color"><em>Apoie pautas identitárias. Em tempos de cólera, amar é um ato revolucionário.</em></p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://revistatrama.artebodoque.com/2019/10/13/pois-poesia-e-assombro/">Poesia é Assombro</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://revistatrama.artebodoque.com">Revista Trama</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://revistatrama.artebodoque.com/2019/10/13/pois-poesia-e-assombro/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">3496</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Violação</title>
		<link>https://revistatrama.artebodoque.com/2019/10/13/violacao/</link>
					<comments>https://revistatrama.artebodoque.com/2019/10/13/violacao/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 13 Oct 2019 21:20:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ano 001, N 018]]></category>
		<category><![CDATA[fotografia]]></category>
		<category><![CDATA[mulher]]></category>
		<category><![CDATA[poesia]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://atomic-temporary-162935141.wpcomstaging.com/?p=3502</guid>

					<description><![CDATA[<p>por: Jacqueline Hoofendy</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://revistatrama.artebodoque.com/2019/10/13/violacao/">Violação</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://revistatrama.artebodoque.com">Revista Trama</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<pre class="wp-block-verse"> violação<br> profanação&nbsp;<br> excisão<br> extirpação<br> mortificação<br> <br><br> violação<br> desmoronamento<br> desgosto<br> silenciamento<br> <br><br> violação<br> horror<br> martírio<br> pesar<br> agonia<br> <br><br> violação<br> trauma<br> tormenta<br> queda brutal<br> colapso desde o sopro ancestral. </pre>



<figure class="wp-block-gallery columns-2 wp-block-gallery-2 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex"><ul class="blocks-gallery-grid"><li class="blocks-gallery-item"><figure><img decoding="async" src="https://i0.wp.com/tramabodoque.com/wp-content/uploads/2021/12/e5c79-jacqueline-hoofendy-2.jpg?w=950&#038;ssl=1" alt="" data-id="3473" class="wp-image-3473" data-recalc-dims="1" /></figure></li><li class="blocks-gallery-item"><figure><img decoding="async" src="https://i0.wp.com/tramabodoque.com/wp-content/uploads/2021/12/7177a-jacqueline-hoofendy-5.jpg?w=950&#038;ssl=1" alt="" data-id="3476" class="wp-image-3476" data-recalc-dims="1" /></figure></li><li class="blocks-gallery-item"><figure><img decoding="async" src="https://i0.wp.com/tramabodoque.com/wp-content/uploads/2021/12/8855d-jacqueline-hoofendy-3.jpg?w=950&#038;ssl=1" alt="" data-id="3474" class="wp-image-3474" data-recalc-dims="1" /></figure></li><li class="blocks-gallery-item"><figure><img decoding="async" src="https://i0.wp.com/tramabodoque.com/wp-content/uploads/2021/12/b2d52-jacqueline-hoofendy-4.jpg?w=950&#038;ssl=1" alt="" data-id="3475" class="wp-image-3475" data-recalc-dims="1" /></figure></li><li class="blocks-gallery-item"><figure><img decoding="async" src="https://i0.wp.com/tramabodoque.com/wp-content/uploads/2021/12/4e5f0-jacqueline-hoofendy-1.jpg?w=950&#038;ssl=1" alt="" data-id="3472" class="wp-image-3472" data-recalc-dims="1" /></figure></li><li class="blocks-gallery-item"><figure><img decoding="async" src="https://i0.wp.com/tramabodoque.com/wp-content/uploads/2021/12/b29c6-jacqueline-hoofendy-6.jpg?w=950&#038;ssl=1" alt="" data-id="3477" class="wp-image-3477" data-recalc-dims="1" /></figure></li></ul></figure>



<p><strong><em>Violação</em></strong>, autorretrato, fragmento da série. &nbsp;Jacqueline Hoofendy, maio / 2019.</p>



<hr class="wp-block-separator" />



<p><strong>Jacqueline Hoofendy</strong> é fotógrafa, filha de artisas. Dedica-se a pesquisa e produção independentes na área de Autorretrato Conceitual e Fotografia Conceitual. Acompanhe o trabalho da Jacqueline no <a href="https://www.instagram.com/jacquelinehoofendy/">Instagram.</a></p>



<hr class="wp-block-separator" />



<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://www.artebodoque.com/"><img decoding="async" src="https://i0.wp.com/tramabodoque.com/wp-content/uploads/2021/12/0e0a3-aajude.png?w=950&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-2693" data-recalc-dims="1" /></a></figure>



<p style="background-color:#8f6e01" class="has-text-color has-background has-text-align-center has-very-light-gray-color">Clique na imagem acima e acesse a loja virtual da Bodoque!</p>



<hr class="wp-block-separator" />



<p class="has-text-color has-background has-text-align-center has-large-font-size has-very-light-gray-color has-very-dark-gray-background-color">Galeria</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" src="https://i0.wp.com/tramabodoque.com/wp-content/uploads/2021/12/3e4db-julia-sa-5.jpg?w=950&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-3417" data-recalc-dims="1" /></figure>



<p class="has-text-color has-background has-text-align-center has-medium-font-size has-very-light-gray-color has-very-dark-gray-background-color"><em>Apoie pautas identitárias. Em tempos de cólera, amar é um ato revolucionário.</em></p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://revistatrama.artebodoque.com/2019/10/13/violacao/">Violação</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://revistatrama.artebodoque.com">Revista Trama</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://revistatrama.artebodoque.com/2019/10/13/violacao/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">3502</post-id>	</item>
	</channel>
</rss>
