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	<title>Arquivos américa latina - Revista Trama</title>
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	<description>Arte, Cultura e Criatividade</description>
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		<title>OMS: Masculinidade Tóxica Influencia Saúde e Expectativa de Vida dos Homens nas Américas</title>
		<link>https://revistatrama.artebodoque.com/2019/11/24/oms-masculinidade-toxica-influencia-saude-e-expectativa-de-vida-dos-homens-nas-americas/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 24 Nov 2019 21:28:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ano 001, N 024]]></category>
		<category><![CDATA[américa latina]]></category>
		<category><![CDATA[cultura]]></category>
		<category><![CDATA[masculinidade tóxica]]></category>
		<category><![CDATA[ONU Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>por: ONU Brasil</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://revistatrama.artebodoque.com/2019/11/24/oms-masculinidade-toxica-influencia-saude-e-expectativa-de-vida-dos-homens-nas-americas/">OMS: Masculinidade Tóxica Influencia Saúde e Expectativa de Vida dos Homens nas Américas</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://revistatrama.artebodoque.com">Revista Trama</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-drop-cap">Lançado na última segunda-feira (18), novo relatório da Organização Pan-Americana da Saúde/Organização Mundial da Saúde (OPAS/OMS) destaca que um em cada cinco homens da região morre antes dos 50 anos – muitas dessas mortes estão diretamente relacionadas a uma “masculinidade tóxica”.</p>



<p>O documento afirma que as expectativas sociais em relação aos homens — de serem provedores de suas famílias; terem condutas de risco; serem sexualmente dominantes; e de não discutirem suas emoções ou procurarem ajuda — estão contribuindo para maiores taxas de suicídio, homicídio, vícios e acidentes de trânsito, favorecendo também o surgimento de doenças crônicas não transmissíveis.</p>



<p><a href="https://www.paho.org/bra/index.php?option=com_content&amp;view=article&amp;id=6062:masculinidade-toxica-fara-com-que-1-em-cada-5-homens-nas-americas-nao-alcancem-os-50-anos&amp;Itemid=820">A expectativa de vida dos homens na região das Américas é 5,8 anos menor que o número das mulheres</a>. Isso acontece, em parte, porque as expectativas da sociedade contribuem para comportamentos de busca de riscos, revela um novo relatório da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), a representação nas Américas da Organização Mundial da Saúde (OMS).</p>



<h3 class="wp-block-heading">Masculinidades e saúde na região das Américas</h3>



<p>O resumo executivo do relatório “Masculinidades e saúde na região das Américas” destaca que as expectativas sociais em relação aos homens — de serem provedores de suas famílias; terem condutas de risco; serem sexualmente dominantes; e evitarem discutir suas emoções ou procurar ajuda — estão contribuindo para maiores taxas de suicídio, homicídio, vícios e acidentes de trânsito, bem como para o surgimento de doenças crônicas não transmissíveis.</p>



<p>“Não devemos perder de vista o fato de que as mulheres assumem riscos diferenciais associados a sua condição de mulher”, disse Anna Coates, chefe do escritório de Equidade, Gênero e Diversidade Cultural da OPAS.</p>



<p>“Mas a socialização dos homens também leva a uma ampla gama de problemas de saúde que só podem ser resolvidos por meio de políticas, programas e serviços de saúde receptivos que foquem em suas necessidades particulares”, completou.</p>



<p>O relatório também destaca que um em cada cinco homens morre antes dos 50 anos e muitas das principais causas de morte nas Américas — incluindo doenças cardíacas, violência interpessoal e acidentes de trânsito — estão diretamente relacionadas a comportamentos “machistas” construídos socialmente.</p>



<p class="has-medium-font-size"><strong>Construções sociais em torno da masculinidade</strong></p>



<figure class="wp-block-embed-youtube wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="O professor que ajuda a desconstruir masculinidades" width="950" height="534" src="https://www.youtube.com/embed/9ov4LVn6XTM?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<p>Segundo o relatório, os papéis, normas e práticas de gênero socialmente impostas aos homens reforçam a falta de autocuidado e a negligência de sua própria saúde física e mental.</p>



<p>Esse conceito de masculinidade, ou machismo, como é conhecido nas Américas, leva ao risco mulheres e crianças na forma de violência, infecções sexualmente transmissíveis e falta de responsabilidade compartilhada em casa; risco para outros homens, como acidentes, homicídios e outros tipos de violência; e risco para si mesmo, como suicídio, acidentes, alcoolismo e outros vícios.</p>



<p>Isso não apenas afeta a saúde dos próprios homens, mas também leva a resultados negativos para mulheres e crianças em termos de violência interpessoal, infecções sexualmente transmissíveis, gravidez imposta e paternidade ausência.</p>



<p>O relatório também destaca que a discriminação por idade, etnia, pobreza, estado laboral e sexualidade agravam ainda mais esses resultados negativos para a saúde dos homens.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Diferenças nas causas de mortes entre homens e mulheres</h3>



<p>As diferenças na mortalidade de homens e mulheres nas Américas começam a surgir por volta dos 10 anos de idade e aumentam rapidamente a partir dos 15 anos, quando predominam causas violentas de morte, como homicídios, acidentes e suicídio.</p>



<p>Como resultado, a taxa de mortalidade de homens jovens é de quatro a sete vezes maior que a de mulheres jovens.</p>



<p>Embora os dados globais para algumas causas de morte – incluindo doença pulmonar obstrutiva crônica, infecções das vias respiratórias inferiores e diabetes, permaneçam semelhantes entre homens e mulheres, três das principais causas de morte mostram variações significativas entre homens e mulheres: homicídios (7:1 na proporção homem/mulher, o que significa que sete homens são mortos para cada mulher assassinada); lesões nas vias (3:1); e cirrose hepática causada pelo álcool, que é duas vezes maior entre os homens do que entre as mulheres.</p>



<p>A partir dos 50 anos, as doenças crônicas não transmissíveis começam a afetar desproporcionalmente os homens, que têm menor probabilidade de cuidarem de si mesmos ou procurarem atendimento médico precocemente.</p>



<p>Como resultado, embora haja mais meninos do que meninas nascidas no mundo (105 meninos para cada 100 meninas), esse número começa a se inverter entre as idades de 30 e 40 e, aos 80, há 190 mulheres para cada 100 homens, tendo em vista que os homens morrem mais jovens.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Avançando</h3>



<p>Para abordar questões relacionadas à socialização masculina e alcançar a igualdade de gênero na saúde, mulheres e homens precisam de acesso a serviços de saúde que levem em consideração suas necessidades particulares.</p>



<p>O relatório pede aos países que implementem nove recomendações para ajudar a melhorar a saúde dos homens:</p>



<ul><li>Melhorar, sistematizar e disseminar dados sobre masculinidades e saúde;</li><li>Desenvolver políticas públicas e programas de saúde para prevenir e resolver os principais problemas que afetam os homens ao longo da vida;</li><li>Eliminar as barreiras que impedem que meninos e homens acessem cuidados de saúde;</li><li>Desenvolver iniciativas intersetoriais que incorporem a saúde em todas as políticas, particularmente na educação;</li><li>Promover práticas positivas de saúde existentes nas quais os homens já se envolvem;</li><li>Garantir a participação de todas as comunidades (incluindo homens, mulheres e comunidades LGBTI+);</li><li>Promover a capacitação em gênero e masculinidades para os trabalhadores do setor da saúde;</li><li>Fortalecer os programas de prevenção e promoção da saúde voltados para crianças e jovens;</li><li>Garantir que instituições, incluindo o setor da saúde, universidades e sociedade civil, se concentrem na prevenção do impacto e dos custos de masculinidades rígidas/tóxicas.</li></ul>



<p>Clique aqui para acessar o relatório Masculinidades e saúde na região das Américas&nbsp;<a href="http://iris.paho.org/xmlui/handle/123456789/51666">em inglês</a>&nbsp;e&nbsp;<a href="http://iris.paho.org/xmlui/handle/123456789/51667">em espanhol</a>.</p>



<p><em><strong>Matéria originalmente publicada em <a href="https://nacoesunidas.org/oms-masculinidade-toxica-influencia-saude-e-expectativa-de-vida-dos-homens-nas-americas/">Nações Unidas Brasil</a></strong></em> <strong><em>em 21/11/2019 &#8211; Atualizado em 21/11/2019</em></strong></p>



<hr class="wp-block-separator" />



<p><strong>A ONU (Organização das Nações Unidas) </strong>é uma organização internacional formada por países que se reuniram voluntariamente para trabalhar pela paz e o desenvolvimento mundiais.</p>



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<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://www.artebodoque.com/"><img decoding="async" src="https://i0.wp.com/tramabodoque.com/wp-content/uploads/2021/12/1976d-publi-bodoque.png?w=950&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-4491" data-recalc-dims="1" /></a></figure>



<p class="has-text-color has-background has-text-align-center has-very-light-gray-color has-very-dark-gray-background-color">Clique na imagem para acessar a loja virtual da Bodoque!</p>



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<p class="has-text-color has-background has-text-align-center has-large-font-size has-very-light-gray-color has-very-dark-gray-background-color">Galeria</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" src="https://i0.wp.com/tramabodoque.com/wp-content/uploads/2021/12/4473c-fotos-carol-copy-1.jpg8_-1-1021x1024.jpg?resize=950%2C953&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-4983" data-recalc-dims="1" /></figure>



<p class="has-text-color has-background has-text-align-center has-medium-font-size has-very-light-gray-color has-very-dark-gray-background-color"><em>Apoie pautas identitárias. Em tempos de cólera, amar é um ato revolucionário.</em></p>
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		<title>ONU Aponta que Crianças Respondem por 26% da mão de obra no início das Cadeias Produtivas na América Latina</title>
		<link>https://revistatrama.artebodoque.com/2019/11/17/onu-aponta-que-criancas-respondem-por-26-da-mao-de-obra-no-inicio-das-cadeias-produtivas-na-america-latina/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 17 Nov 2019 18:22:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ano 001, N 023]]></category>
		<category><![CDATA[ONU Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[américa latina]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[cultura]]></category>
		<category><![CDATA[trabalho infantil]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>por: ONU Brasil</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-drop-cap">Um novo relatório da ONU aponta uma contribuição significativa do trabalho infantil e do tráfico de pessoas nos patamares iniciais das cadeias produtivas, em atividades extrativistas e de agricultura, fazendo com que a visibilidade, diligência e identificação de tais atividades seja desafiadora. A América Latina lidera a estimativa de trabalho infantil neste setor, com 26%.</p>



<p>O relatório “Fim do trabalho infantil, trabalho forçado e tráfico humano nas cadeias produtivas” foi produzido pela Organização Internacional do Trabalho (OIT), Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), Organização Internacional para Migração (OIM) e Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF). O documento fornece, pela primeira vez, estimativas de trabalho infantil associadas ao setor em várias regiões: 26% na América Latina e Caribe; 12% no sul e centro da Ásia e outros 12% na África Subsaariana, além de 9% no Norte da África e Ásia Ocidental.</p>



<p>“Bens e serviços que compramos são compostos de materiais de vários países ao redor do mundo e são processados, montados, embalados, transportados e consumidos através de fronteiras e mercados”, lembrou o diretor-geral da OIT, Guy Ryder. “Este relatório mostra a necessidade urgente de uma ação efetiva para enfrentar as violações dos direitos trabalhistas fundamentais que estão ocorrendo nas cadeias produtivas ”, alertou.</p>



<p class="has-text-color has-background has-very-light-gray-color has-very-dark-gray-background-color">O relatório mostra diversas áreas onde governos e empresas podem fazer mais. Ele aponta o papel crítico dos estados em enfrentar as lacunas de legislação, cumprimento e acesso à justiça (que cria espaço para violações) e em estabelecer estruturas para uma conduta empresarial responsável. O documento também examina como governos podem dar o exemplo ao integrar as considerações de cuidado necessário nas suas próprias atividades, como compradores de bens e serviços, donos de empreendimentos e provedores de crédito e empréstimos.</p>



<p>Ao falar no Fórum da Paz de Paris, o secretário-geral da OCDE, Angel Gurría, disse que os resultados, baseados na metodologia que a Organização tem aplicado em vários contextos e ambientes econômicos, reforça a necessidade de governos aumentarem e fortalecerem suas iniciativas para garantir que as empresas respeitem os direitos humanos em suas operações e em todas as cadeias produtivas.</p>



<p>O relatório também descreve uma ampla abordagem preventiva focada nas causas do problema, incluindo privação familiar e infantil, particularmente nos segmentos terceirizados das cadeias produtivas que operam na economia informal, onde o risco é maior.</p>



<p>“Estes resultados deixam claro que os esforços contra o tráfico de pessoas no setor serão inadequados se não se estenderem acima dos fornecedores imediatos para incluir atores engajados nas atividades extrativistas e de agricultura, e servindo como insumo para outras indústrias”, afirmou o diretor geral da OIM, António Vitorino.</p>



<p>Para as empresas, o documento reforça a necessidade de um método compreensivo, em toda cadeia produtiva, com o rigor necessário, envolvendo análise, prevenção e mitigação de impactos negativos de direitos humanos, assim como canais legítimos para resolução de casos em que empresas tenham provocado ou contribuído para impactos adversos.</p>



<p>As estimativas foram feitas ao combinar dados do total estimado de crianças em situação de trabalho infantil com informações sobre fluxos de mercado e cadeias de valores entre países e fronteiras. O mesmo exercício foi feito com o tráfico de pessoas.</p>



<p class="has-text-color has-background has-very-light-gray-color has-very-dark-gray-background-color">“O trabalho infantil é uma séria violação dos direitos humanos, que tem consequências negativas para toda a vida do desenvolvimento físico, mental e social das crianças. O relatório mostra pressões múltiplas, incluindo pobreza, violência e discriminação, que aumentam a vulnerabilidade da criança para o trabalho infantil. Nossos parceiros estão pedindo um enfoque holístico para enfrentar as origens do trabalho infantil, dando acesso a educação de qualidade e fortalecendo os sistemas de proteção às crianças”, afirmou a diretora executiva do UNICEF, Henrietta Fore.</p>



<p>O estudo foi elaborado em resposta a um pedido dos ministros de Trabalho e Emprego do G20 para levantar as violações de direitos trabalhistas nas cadeias produtivas e fornece uma perspectiva interagencial única nas causas destas violações de direitos humanos e prioridades para que governos, empresas e parceiros da sociedade possam combate-los.</p>



<p>O relatório<a href="http://www.alliance87.org/">&nbsp;Alliance 8.7</a>&nbsp;foi lançado como parte dos esforços para acelerar ações para o alcance da meta 8.7 dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, que pede que os governos acabem com o trabalho infantil até 2025 e coloquem em prática medidas efetivas para terminar com o trabalho forçado, a escravidão moderna e o tráfico de pessoas até 2030.</p>



<p>Acesse&nbsp;<a href="https://publications.iom.int/system/files/pdf/ending_child_labour_en.pdf?utm_source=IOM+External+Mailing+List&amp;utm_campaign=e045263687-EMAIL_CAMPAIGN_2019_11_12_01_33_COPY_01&amp;utm_medium=email&amp;utm_term=0_9968056566-e045263687-">aqui</a>&nbsp;o relatório completo, em inglês.</p>



<p><strong>Para mais informações</strong></p>



<p>OIT – Departamento de Comunicação e Informação Pública<br>Telefone +4122/799-7912, Email newsroom@ilo.org</p>



<p>OCDE –Juliet Lawal,<br>Telefone +33 1 45 24 97 40, Email Juliet.LAWAL@oecd.org</p>



<p>OIM – Divisão de Comunicações e mídia<br>Safa Msehli<br>Telefone +41794035526, Email smsehli@iom.int</p>



<p>UNICEF<br>Sohini Roychowdhury<br>Telefones +41 22 909 5439, +41 79 533 5264, Email sroychowdhury@unicef.org<br></p>



<p><em><strong>Matéria originalmente publicada em <a href="https://nacoesunidas.org/onu-aponta-que-criancas-respondem-por-26-da-mao-de-obra-no-inicio-das-cadeias-produtivas-na-america-latina/">Nações Unidas Brasil</a></strong></em> <strong><em>em 14/11/2019 &#8211; Atualizado em 14/11/2019</em></strong></p>



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<p><strong>A ONU (Organização das Nações Unidas) </strong>é uma organização internacional formada por países que se reuniram voluntariamente para trabalhar pela paz e o desenvolvimento mundiais.</p>



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<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://www.artebodoque.com/"><img decoding="async" src="https://i0.wp.com/tramabodoque.com/wp-content/uploads/2021/12/0e0a3-aajude.png?w=950&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-2693" data-recalc-dims="1" /></a></figure>



<hr class="wp-block-separator" />



<p class="has-text-color has-background has-text-align-center has-large-font-size has-very-light-gray-color has-very-dark-gray-background-color">Galeria</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" src="https://i0.wp.com/tramabodoque.com/wp-content/uploads/2021/12/1e338-fotos-carol-copy.jpg11-1021x1024.jpg?resize=950%2C953&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-4520" data-recalc-dims="1" /></figure>



<p class="has-text-color has-background has-text-align-center has-medium-font-size has-very-light-gray-color has-very-dark-gray-background-color"><em>Apoie tradições populares. Em tempos de cólera, amar é um ato revolucionário.</em></p>



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<div class="wp-block-jetpack-contact-form"><a href="https://revistatrama.artebodoque.com/2019/11/17/onu-aponta-que-criancas-respondem-por-26-da-mao-de-obra-no-inicio-das-cadeias-produtivas-na-america-latina/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Envie um formulário.</a></div><p>O post <a rel="nofollow" href="https://revistatrama.artebodoque.com/2019/11/17/onu-aponta-que-criancas-respondem-por-26-da-mao-de-obra-no-inicio-das-cadeias-produtivas-na-america-latina/">ONU Aponta que Crianças Respondem por 26% da mão de obra no início das Cadeias Produtivas na América Latina</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://revistatrama.artebodoque.com">Revista Trama</a>.</p>
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