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	<title>Arquivos bandas - Revista Trama</title>
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	<description>Arte, Cultura e Criatividade</description>
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		<title>[Arredores] Proximidades Distantes, com Gui Mapache</title>
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		<dc:creator><![CDATA[]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 16 Aug 2020 21:22:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ano 002, N 058]]></category>
		<category><![CDATA[bandas]]></category>
		<category><![CDATA[Black Mapache]]></category>
		<category><![CDATA[cultura]]></category>
		<category><![CDATA[MÚSICA]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>por: Carol Cadinelli</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Você, que está aí de quarentena: já imaginou formar uma banda à distância? Duvida que daria certo? <br><br>Nesse domingo, a Arredores apresenta para vocês uma galera de uns arredores diferentes &#8211; mais precisamente, do interior de São Paulo. Originalmente um projeto musical cover de Red Hot, a <strong>Black Mapache </strong>se formou com seus integrantes em <em>países </em>diferentes, lá em 2018.<br><br>Com dois singles lançados recentemente &#8211; &#8220;Meu Mundo&#8221; e &#8220;Keith Moon&#8221; -, a <strong>Black Mapache</strong> está baseada atualmente na cidade de Indaiatuba. É composta por Gui Queiroz (vocal), Igor Braga (guitarra), Henrique Vieira (baixo) e Vinicius Fregnani (bateria).&nbsp;O som dos meninos é fortemente influenciado pelo Funk-Rock, e têm como maior referência a banda Red Hot Chilli Peppers.</p>



<p>Essa semana, a colaboradora Carol Cadinelli conversou com o Gui, vocalista da banda, para conhecer um pouco mais sobre a história e os planos da Black Mapache. Rola pra baixo para ler!</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-large"><img decoding="async" src="https://i0.wp.com/tramabodoque.com/wp-content/uploads/2021/12/1d99b-image-1-edited.png?w=950&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-11527" data-recalc-dims="1" /><figcaption>Da esquerda para a direita: Gui, Henrique, Vinícius e Igor.</figcaption></figure></div>



<p><strong>Trama:  A ideia da banda surgiu quando você ainda estava no Canadá. Como foi estruturar uma banda à distância?</strong></p>



<p><strong>Gui:</strong> Estruturar a banda à distancia foi até que simples. Em 2015, eu e o Vinicius Gama (1º baterista) tínhamos tocado juntos em duas ocasiões (nosso debut em palcos) e, desde então, eu tinha a pretensão de começar um projeto com ele. O Igão já tocou em uma outra banda com o Vinão e, sério, ele era a cara do John Frusciante &#8211; como a ideia era fazer um cover de Red Hot, certeza que o guitarrista eu já tinha encontrado (risos). Depois, perguntei pra um camarada meu se ele conhecia um baixista que fosse a copia do Flea, e ele me indicou uma versão barbuda dele. O Barba (Henrique) é de Sorocaba, mas não se importou com a ideia da distância. A parte difícil foi convencê-los a entrar, mas deu tudo certo.</p>



<p><strong>T: </strong> <strong>Por que o nome Black Mapache?</strong></p>



<p><strong>G:</strong> Colocar um nome é sempre o mais difícil, acho. Mas numa discussão qualquer, a gente decidiu que ia ser algum nome de animal. Eu queria convencê-los de ser algo com Guaxinim, porque lá no Canadá tem de monte, e uma das minhas músicas preferidas é “Rocky Raccoon”, dos Beatles. Nisso, descobri que guaxinim em espanhol é &#8220;mapache&#8221;. Curtimos o nome e já decretamos que seria antes que viesse alguma ideia pior (risos).</p>



<p><strong>T: Vocês começaram como banda cover do Red Hot Chilli Peppers. Qual é o trabalho deles que mais influencia as composições da Black Mapache hoje?</strong></p>



<p><strong>G:</strong>  O Stadium Arcadium, com certeza! O By the Way tem uma parcela, mas o S.A. é duplo, né? Pra nós, é o álbum que eles estão no auge, instrumentalmente e liricamente falando.Fora que marcou nossa vida demais.</p>



<p><strong>T: Os dois singles de vocês têm uma pegada mais pop rock. Quais são as principais inspirações de vocês, além do Red Hot?</strong></p>



<p><strong>G:</strong> Com o tempo, fomos diversificando mais, né? Beatles, Daft Punk, Tame Impala, Toro y Moi e Rancore são algumas das nossas inspirações.</p>



<p><strong>T: Os dois singles inéditos de vocês foram lançados esse ano. Como fizeram para gravar durante a pandemia? E como é a experiência de produzir arte em um contexto como esse?</strong></p>



<p><strong>G: </strong>Com certeza [a pandemia] deu uma atrasada monstra em relação à produção das músicas. Já tínhamos gravado antes da pandemia, tanto Meu mundo quanto Keith Moon, mas ainda faltavam uns detalhes. Muitas chamadas de vídeo depois, vamos conseguindo lançar nosso trabalho. Nos temos nos adequado bem. Fazer música nesse contexto faz com que, de alguma maneira, sejamos porta vozes da galera que a gente representa. Afinal, música é sentimento, é momento, uma descrição de pontos de vistas e vivências do dia a dia. É um momento delicado para a humanidade, e a gente tenta, de alguma forma, acalentar nosso ouvinte com nossa musica.</p>



<p><strong>T: Vocês já lançaram dois singles esse ano e estão se preparando para lançar mais cinco. Existe uma previsão de quando sai o primeiro álbum da banda? Ele já está concebido, em algum nível?</strong></p>



<p><strong>G:</strong> Nós temos mudado de estratégia a cada mês nessa pandemia. Desses próximos cinco sons que estão por vir, por enquanto, a ideia é lançar mais um como single e depois lançar um EP com essas seis faixas, para poder encerrar nosso primeiro ciclo. Para a metade do ano que vem, pretendemos sim soltar um álbum, que é um sonho de moleque de nós quatro. Ideias e rascunhos não faltam (risos).</p>



<p><strong>T: Na cena artística de Indaiatuba e região, quem é referência e parceria firme para vocês?</strong></p>



<p>G: “Abram o olho pra Indaiatuba”, seria meu recado aí para os quatro ventos (risos). Tem muito talento lá, e tenho orgulho de ter muitos amigos fazendo trabalhos tão bons. Não quero esquecer de ninguém, mas bandas como Stupid, Hutal, Trombalá, Gambiarock, Incendio, e Zaral têm um carinho especial envolvido. Vale à pena procurar, essa galera faz tudo com muito amor e dedicação!</p>



<p><strong>T: O que você gostaria que eu tivesse perguntado que eu não perguntei? E qual a resposta a essa pergunta que eu não fiz?</strong></p>



<p>G: Acho que a única coisa que eu acrescentaria é que temos planos de fazer uma live e que o nosso merch já está encaminhado. Em breve, nas <a href="https://www.instagram.com/_blackmapache/">nossas mídias</a>, estaremos dando maiores detalhes!</p>



<p>Ouça o single mais recente da Black Mapache, <strong>&#8220;Keith Moon&#8221;:</strong></p>



<figure class="wp-block-embed is-type-rich is-provider-spotify wp-block-embed-spotify wp-embed-aspect-9-16 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="Spotify Embed: Keith Moon" style="border-radius: 12px" width="100%" height="80" frameborder="0" allowfullscreen allow="autoplay; clipboard-write; encrypted-media; fullscreen; picture-in-picture" src="https://open.spotify.com/embed/track/0w2d4YLsP5jyMM5uGia9sU?si=xUxNxadyT12e7wnKepDhwg&#038;utm_source=oembed"></iframe>
</div></figure>



<hr class="wp-block-separator" />



<div class="wp-block-group"><div class="wp-block-group__inner-container is-layout-flow wp-block-group-is-layout-flow">
<p><strong>Carol Cadinelli</strong> é jornalista, apaixonada por palavras. Escreve, edita, revisa, traduz e, vez ou outra, fotografa. Atua como Social Media na Peregrina Digital, assistente de edição na Trama e escritora nas horas vagas.</p>
</div></div>



<hr class="wp-block-separator" />



<div class="wp-block-group"><div class="wp-block-group__inner-container is-layout-flow wp-block-group-is-layout-flow">
<p class="has-text-align-center has-very-light-gray-color has-very-dark-gray-background-color has-text-color has-background has-large-font-size">Galeria: artistas pra seguir na quarentena</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://www.instagram.com/affnana/"><img decoding="async" src="https://i0.wp.com/tramabodoque.com/wp-content/uploads/2021/12/43ef4-fotos-carol-copy.jpg8_-1021x1024.jpg?resize=950%2C953&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-11314" data-recalc-dims="1" /></a></figure>



<p class="has-text-align-center has-very-light-gray-color has-very-dark-gray-background-color has-text-color has-background has-medium-font-size"><em>Apoie artistas nessa quarentena. Em tempos de cólera, amar é um ato revolucionário.</em></p>
</div></div>



<hr class="wp-block-separator" />



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" src="https://i0.wp.com/tramabodoque.com/wp-content/uploads/2021/12/9acee-publi-ediccca7acc83o-impressa-1.png?w=950&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-5668" data-recalc-dims="1" /></figure>





<hr class="wp-block-separator" />



<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://www.artebodoque.com/"><img decoding="async" src="https://i0.wp.com/tramabodoque.com/wp-content/uploads/2021/12/747d3-publi-bodoque3.png?w=950&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-5017" data-recalc-dims="1" /></a></figure>



<p class="has-text-align-center"><p class="has-text-align-center has-text-color has-background" style="background-color:#2b2b2b;color:#ffffff">Clique na imagem para acessar a loja!</p></p>
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		<title>Punk Rawk Show</title>
		<link>https://revistatrama.artebodoque.com/2019/09/15/punk-rawk-show/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 15 Sep 2019 21:31:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ano 001, N 014]]></category>
		<category><![CDATA[bandas]]></category>
		<category><![CDATA[MÚSICA]]></category>
		<category><![CDATA[Punk]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>por: Diego Neves</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-drop-cap">Esse texto nasce como um “antitexto”.&nbsp; Digo isso porque, assim que comecei a pensar sobre o que gostaria de escrever, o que estava nos “trending topics” das minhas ideias era a vontade de apontar todo arsenal crítico possível sobre assuntos que me deixaram perplexo – ou “perplecto”, pra fazer bom uso dos ensinamentos do grande “professor” Gil Brother &#8211; durante a semana. Quis falar sobre misoginia e machismo, sobre a estética evangélica do poder e suas performances de triunfo, sobre o modo como duas linhas de pensamento &#8211; que deveriam ser antagônicas – se misturam, fazendo nascer um híbrido de totalitarismo e narrativa religiosa, quis falar até sobre o novo “quinto beatle”- que seria alemão e que se opunha a tudo que os Beatles representavam no contexto da “indústria cultural”. Mas esse texto, esse que você lê agora – e eu agradeço a você por isso – é justamente o inverso de todas essas coisas. Por isso chamo isso de “antitexto”, porque escrevo sobre coisas que são opostas ao sentimento inicial de abrir o meu “canil” de emoções e soltar todos os meus “cachorros” escrevendo contra as coisas que me deixaram indignado. Agora sim, depois de toda essa introdução, posso ir adiante.&nbsp;</p>



<p>Em maio desse ano, eu e meus amigos de banda – Legrand &#8211; lançamos nosso primeiro disco, dois anos após lançarmos nosso primeiro ep. O processo de composição e produção do disco exigiu demais de todos nós, principalmente no que diz respeito à busca de referências. Passei meses imerso em sons, vozes, timbres, pesquisando novos artistas, lendo coisas novas, construindo uma narrativa para o disco. Disco lançado, objetivo alcançado, me vi em uma espécie de limbo musical. Absorvi tanta informação nova, que depois de usa-las, não sabia mais o que queria ouvir. Foi aí que mergulhei, sem querer, no mar de águas claras e quentes da nostalgia. Não sei o que consegue te causar essa sensação maravilhosa, que te enche os olhos d’água e te desliga da caótica realidade do agora, mas eu posso te falar com exatidão o que me dá esse “quentinho” no coração: punk rock! Isso mesmo, o bom e não tão velho punk rock do fim dos anos 90 até a metade da primeira década dos anos 2000.&nbsp;</p>



<p class="has-text-color has-background has-very-light-gray-color has-very-dark-gray-background-color">Eu amava comprar discos e conhecer bandas novas. Comprava discos pela capa, sem conhecer qualquer informação sobre o artista. Assim eu conheci Sixpence None the Richer, do clássico “Kiss Me”, Kristal Meyers, Chevelle, Hillsong United. A lista seria imensa, mas quero falar sobre quando ouvi pela primeira vez MXPX. Aos 14 anos, eu e mais dois amigos idealizamos uma festa de temática futurista e com cara de festival eletrônico, que aconteceu na igreja da qual fazíamos parte, no bairro de Campo Grande, zona oeste do Rio de Janeiro. </p>



<p>“Zion” era o nome da festa &#8211; uma clara referência à última cidade humana no universo da trilogia Matrix. Era minha primeira apresentação com minha primeira banda, a Aerials – sim, por causa da canção homônima do System of a Down. Tínhamos três músicas apenas, éramos um power trio que tocava algo semelhante a um Rage Against the Machine gospel. Claro, das três outras bandas que se apresentaram, éramos os menos técnicos, mas nada que nos impedisse bater cabeça como se não houvesse amanhã. A festa invadiu a madrugada e estava sendo realmente um sucesso, até que o vizinho do prédio ao lado da igreja pareceu não concordar muito com o nosso conceito de sucesso – que envolvia um lugar cheio de adolescentes explodindo hormônios, empolgação e som alto, muito alto. A polícia chegou, a terceira e última banda da noite teve seu show interrompido e passamos o resto da noite assistindo clipes, deitados no chão da igreja e desfrutando de um misto de “prazer e agonia”. Os clipes estavam todos compilados em uma fita VHS – estou velho, eu sei &#8211; que trazia uma coletânea de vídeos dos artistas da gravador americana Tooth and Nail – gravadora sobre a qual ainda quero me dedicar a escrever. MXPX era uma das bandas. Três garotos tocando punk rock e andando de skate em cima de um prédio. Minha cabeça explodiu! Parecia ter encontrado “meu precioso”. Depois desse dia, minha meta de vida era clara: ter minha banda de punk, andar de skate, correr campeonatos ao redor do mundo, tocando minhas músicas e fazendo da música e do esporte meus ofícios. Junto deles vieram outras bandas: The Ataris, Millecolin, CPM22, Charlie Brown Jr., Dibob, Blink 182, Rufio, Blind Side, Yellowcard, Asian Kung-Fu Generation, Offspring, Green Day, Dogwood, The Offspring. Eu não sabia, mas eu estava construindo memórias que me trariam ao rosto, simultaneamente, lágrimas e sorrisos. Acho que toda essa história é sobre isso: construir memórias.&nbsp;</p>



<p>Quando completei 18 anos, formei minha banda de punk/hardcore, que depois passou se classificar como emo – que é outra paixão minha de adolescência. Toquei algumas poucas vezes com a La Rubia, mas o suficiente pra ter duas músicas na memória de uma meia dúzia de pessoas. Hoje, 18 anos após a festa inspirada em Matrix e 15 anos após a La Rubia, quando ouço MXPX, sou inundado por essa vontade de ir para a “Califórnia, viver a vida sobre as ondas,” riscando o asfalto à beira mar com meu skate e lotando shows a céu aberto em campeonatos de esportes radicais. Ouvir esses sons me enchem de vida outra vez. Dar play em canções como “Move to Bremerton”, que fala sobre a cidade natal da banda de Mike Herrera, Yuri Ruley e Tom Wisniesk, “Teenage Politics” ou “Tomorrow’s Another Day” é me encher de novo da sensação de que eu só precisava de uma guitarra, um microfone e um skate pra mudar qualquer coisa, qualquer situação, qualquer mundo. E como é bom me sentir assim.&nbsp;</p>



<p>Talvez você não ame punk rock e hardcore melódico. Pode ser que você nem conheça The Ataris ou MXPX. É bem possível que você também tenha nascido em uma época onde a adolescência se apresentaria mais tecnológica do que a minha, o que te distancia de experiências como comprar discos e ouvir álbuns inteiros. Mas, eu tenho certeza, que a sensação que descrevi também é familiar pra você.&nbsp;</p>



<p>Somos adultos o suficiente para reconhecermos que não temos mais tanta habilidade com o “carrinho” no pé, nem tempo suficiente para nos tornamos estrelas do rock mundialmente conhecidas. Mas ser adulto e consciente não nos rouba o sentimento de que ainda é possível uma vida menos cinza, menos gris e mais cheia de nuances de esperança. Não há desatino religioso, desarranjo político, desilusão, desespero, despreparo que possa nos roubar isso. As crianças cresceram, mas não necessariamente elas “aren’t alright” (não estão bem).&nbsp;</p>



<p style="background-color:#7d5c00" class="has-text-color has-background has-very-light-gray-color">Ouça suas bandas, veja seus filmes, faça as coisas que te levem de novo a esse lugar em suas memórias, que te faz se encher de uma esperança quase pueril, de uma revolta adolescente, de uma certeza que “today didn’t have to be this way / Tomorrow’s another Day” (hoje não precisa ser desse jeito, amanhã é outro dia).&nbsp;</p>



<p>Toda memória é uma invenção sobre o passado, uma vez que, da distância que estamos dos eventos já vividos, contamos as coisas não apenas como lembramos, mas também como queremos lembrar, ainda que tenhamos como base da nossa narrativa o que realmente aconteceu. Sendo assim, vá, toque três acordes na guitarra faltando corda e plugada no volume máximo, dê uns gritos, pule na frente do espelho com a guitarra pendurada no corpo, arrisque um ollie no skate empoeirado, vibre com os álbuns, as músicas, os vídeos que te construíram, que te fizeram ser quem você é hoje.&nbsp;</p>



<p>Viver não precisa ser “The Saddest Song”, ela pode ser vibrante, pulsante e, de um modo juvenil, furiosa&nbsp; com um “Punk Rawk Show”!&nbsp;</p>



<hr class="wp-block-separator" />



<p><strong>Diego Neves</strong> é músico integrante da banda Legrand, designer gráfico, sociólogo em formação e aspirante a escritor.</p>



<hr class="wp-block-separator" />



<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://www.artebodoque.com"><img decoding="async" src="https://i0.wp.com/tramabodoque.com/wp-content/uploads/2021/12/b13fd-5-2-1.jpg?w=950&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-2444" data-recalc-dims="1" /></a></figure>



<p style="text-align:center" class="has-text-color has-background has-medium-font-size has-very-light-gray-color has-very-dark-gray-background-color"><em>Clique na imagem e acesse a loja virtual da Bodoque para ajudar o projeto!</em></p>



<hr class="wp-block-separator" />



<p style="text-align:center" class="has-text-color has-background has-large-font-size has-very-light-gray-color has-very-dark-gray-background-color">Galeria</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" src="https://i1.wp.com/blog.artebodoque.com/wp-content/uploads/2019/09/photo5184098730150832149.jpg?fit=606%2C608&amp;ssl=1" alt="" class="wp-image-2476" /></figure>



<p style="text-align:center" class="has-text-color has-background has-medium-font-size has-very-light-gray-color has-very-dark-gray-background-color"><em>Apoie causas humanitárias. Em tempos de cólera, amar é um ato revolucionário.</em></p>
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