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	<title>Arquivos disfarces - Revista Trama</title>
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	<description>Arte, Cultura e Criatividade</description>
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		<title>[DIS]face</title>
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		<dc:creator><![CDATA[]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 18 Jun 2023 19:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ano 005, N 168]]></category>
		<category><![CDATA[arte]]></category>
		<category><![CDATA[cultura]]></category>
		<category><![CDATA[disfarces]]></category>
		<category><![CDATA[mascaras]]></category>
		<category><![CDATA[Teatro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>por: Jucinaldo Pereira e Manu Rigoni</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://revistatrama.artebodoque.com/2023/06/18/disface/">[DIS]face</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://revistatrama.artebodoque.com">Revista Trama</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Quando somos estimulados a pensar sobre a máscara, logo, por alguma razão, somos conduzidos ao mundo festivo do carnaval ou do teatro. Na linguagem popular, pode-se associar a palavra “mascarado” ao sujeito que se esconde de si mesmo, o qual não percebe sua real identidade. A máscara é um recurso concreto, colocado no rosto, que oculta a verdadeira face ou caráter da pessoa. Houaiss, por isso, define-a como sinônimo de “falsa aparência”.&nbsp;</p>



<p>A máscara traz em sua essência e em seu significado a duplicidade, uma vez que oculta o rosto que a veste, ao mesmo tempo em que revela uma personagem. A máscara também permite que o usuário veja sem ser visto. Ela possui a magia de comunicar algo por uma aparência que é diferente de quem a veste, deslocando, assim, o verdadeiro para o falso. Para quem assiste, a máscara no corpo promove uma ação de transformação, a magia de ser uma pessoa diferente daquela que a calçou ou a vestiu.&nbsp;</p>



<p>As máscaras sempre estiveram presentes nas mais variadas culturas como um dos artifícios da representação humana. Acredita-se que os homens pré-históricos as utilizavam como recursos teatrais para seus rituais, celebrações e festividades, atendendo à necessidade de saírem de si, de se revelarem outras pessoas, de se disfarçarem, transformando-se em deuses e animais. Elas também vêm sendo utilizadas ao longo da história por grupos teatrais, contadores de estórias e nas manifestações das culturas populares. Elas surgem de diversas formas e de inúmeros materiais para revelar ou ocultar sentimentos, podendo ser usadas social, religiosa ou artisticamente.</p>



<p>Pode-se compreender a máscara como um objeto dual, que oculta e revela, que adultera uma aparência com um fim determinado, para criar um personagem, esconder-se da própria realidade, manipular expressões ou alterar uma nova imagem, um jeito de se ver ou de querer que vejam – seja através da maquiagem ou de efeitos visuais aplicados em <em>softwares</em> ou aplicativos para celulares, seja usando as máscaras teatrais.</p>



<p>Consideramos a máscara um recurso fundamental e específico para o ator que pretende utilizá-la no processo criativo. Pensar o corpo do ator mascarado é uma possibilidade de construir uma narrativa fotográfica e de indicar a máscara como veículo de transformação dentro da construção da cena.&nbsp;</p>



<p>A máscara tanto oculta quanto revela algo que o corpo deseja, mas não pode falar sozinho. Uma máscara possui muitas faces. Ao vesti-la, o usuário experimenta estímulos no seu estado racional, percebendo, deduzindo, manifestando, revelando identidades e personalidades por meio da ação corporal. Elas revelam algo maior do que aparentam, exercendo a função de estender, potencializar, alongar ou amplificar o corpo de quem as usa, revelando seu poder de transformação.&nbsp;</p>



<p>A máscara oculta permite aos atores interpretarem diferentes papéis, adotando distintas personas, comunicando de forma clara e envolvente com o público. A máscara oculta também pode ser uma referência à habilidade do ator de ocultar suas próprias emoções e pensamentos enquanto interpreta um personagem, criando uma separação entre sua vida pessoal e a atuação no palco. No teatro, ela é uma ferramenta essencial à construção de personagens e à entrega de uma <em>performance</em> convincente. Atores treinam técnicas de atuação, voz e movimento corporal para aprimorarem suas habilidades e criarem essa máscara oculta, permitindo que se conectem de forma mais profunda com seus personagens e proporcionando ao público uma experiência mais imersiva.&nbsp;</p>



<p>Uma máscara também persuade para que a pessoa fique em um espaço confortável, só dela, criando uma representação para fora. Estamos quase o tempo todo atuando para o externo e em torno das expectativas que o outro constrói de nós: precisamos ser jovens o suficiente, ter o peso ideal, acompanhar os ditames da moda, o padrão heteronormativo, as expectativas do pós-patriarcado.</p>



<p>Por trás do palco, quando se está só, olha-se para o espelho e conversa-se francamente com o que se vê, escolhendo a aparência que se deseja ter e quem se deseja ser, ao invés de aceitar o que as forças sociais impõem. A outra face, aquela que sobe ao palco, funciona como armadura &#8211; ou como cárcere.&nbsp;</p>



<p>Porém, será que, mesmo inseridos em ambientes íntimos a nós, não estamos usando máscaras? Quando não respondemos às expectativas de uma sociedade, provamos o sentimento de desprezo e repulsa. Sociedade essa que, desde muito cedo, desloca uma criança de “bebê” para “menina” ou para “menino” e, nessa nomeação, a menina é “feminilizada” por essa denominação que a introduz no terreno da linguagem e do parentesco, por meio da interpretação de gênero.</p>



<p>Foi a partir dessas reflexões que surgiu o ensaio fotográfico <em>[DIS]face, </em>apresentado como resultado final da disciplina <em>Processos Teóricos e Históricos em Artes Visuais</em>, no Programa de Pós-Graduação em Computação, Comunicação e Artes, da Universidade Federal da Paraíba. Realizado em 11 de julho de 2021, esse ensaio fotográfico contou com a participação do ator Rafael Ângelo, que interpretou a Drag Queen Ágatha Blublam. O objetivo foi abordar o universo da Drag e a representação do corpo ancorado no uso das máscaras teatrais. Por meio de um olhar poético, registrado pelas objetivas, foi possível compreender o fenômeno na manifestação do corpo performático.</p>



<p>Na descrição da travestilidade teatral masculina, Drag significa “Vestido Semelhante a uma Menina”, ou “Vestido como Menina”, o que vai de encontro a todos os ideais e padrões construídos por uma sociedade. E o que destoa, ou se destaca, incomoda, é rejeitado. Ser um homem que se veste como menina e “faz coisas de menina” abala estruturas e causa vaias.</p>



<p>E para confirmar a selvageria que se dirige aos desertores, o grupo dominante faz questão de não considerar parte (ou material) quem se opõe ao sistema, quem tira e rasga a máscara em pleno espetáculo. O sentimento de exclusão e discordância – que normalmente é evitado – obriga-nos a escolher máscaras para viver em grupo. Esse aspecto gira em torno, também, do benefício de instituições que lucram com o aumento das inseguranças e mudanças comportamentais de tempos em tempos. Sempre que a transformação de quem está por trás da máscara ressurge, as forças motoras da sociedade convulsionam e recriam ideais, frustrando e mutilando o curso da vida de todos.&nbsp;</p>



<p>O ser humano é o mais interessado em se libertar das pressões sociais e optar por utilizar a máscara como metamorfose, e não como defesa dele mesmo. O “nós” construído pelo “outro” é que escreve nosso lugar, levando pouco em conta nosso modo particular de ser e existir. A atitude natural será sempre de recusa daquele/daquela que questiona, enfrenta, modifica, de tal modo que ao indivíduo que desconstrói ainda é atribuído os estereótipos da fraqueza e da hediondez, e não a virtude da bravura.</p>



<p>Senhoras e senhores, sejam bem-vindos ao ensaio fotográfico <em>[DIS]face</em>. Após visitar as imagens, fazemos-lhes um convite à seguinte reflexão: “Onde está a sua máscara?”</p>



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<p><strong>REFERÊNCIAS</strong></p>



<p>AMARAL, A. M. O ator e seus duplos: máscaras, bonecos e objetos. 2ª edição. São Paulo: Editora Senac São Paulo, 2004.</p>



<p>BEAUVOIR, S. A velhice. 2a ed. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2018.</p>



<p>BUTLER, J. Corpos que importam. São Paulo: Editora, 2020.</p>



<p>LECOQ, J. O corpo poético: uma pedagogia da criação teatral. São Paulo: Editora Senac São Paulo, 2010.</p>



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<figure class="wp-block-image size-large is-style-rounded"><img loading="lazy" decoding="async" width="681" height="1024" src="https://i0.wp.com/revistatrama.artebodoque.com/wp-content/uploads/2023/06/Foto_Emanuelle.jpg?resize=681%2C1024&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-31289" srcset="https://i0.wp.com/revistatrama.artebodoque.com/wp-content/uploads/2023/06/Foto_Emanuelle-scaled.jpg?resize=681%2C1024&amp;ssl=1 681w, https://i0.wp.com/revistatrama.artebodoque.com/wp-content/uploads/2023/06/Foto_Emanuelle-scaled.jpg?resize=200%2C300&amp;ssl=1 200w, https://i0.wp.com/revistatrama.artebodoque.com/wp-content/uploads/2023/06/Foto_Emanuelle-scaled.jpg?resize=768%2C1154&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/revistatrama.artebodoque.com/wp-content/uploads/2023/06/Foto_Emanuelle-scaled.jpg?resize=1022%2C1536&amp;ssl=1 1022w, https://i0.wp.com/revistatrama.artebodoque.com/wp-content/uploads/2023/06/Foto_Emanuelle-scaled.jpg?resize=1363%2C2048&amp;ssl=1 1363w, https://i0.wp.com/revistatrama.artebodoque.com/wp-content/uploads/2023/06/Foto_Emanuelle-scaled.jpg?resize=2000%2C3006&amp;ssl=1 2000w, https://i0.wp.com/revistatrama.artebodoque.com/wp-content/uploads/2023/06/Foto_Emanuelle-scaled.jpg?resize=600%2C902&amp;ssl=1 600w, https://i0.wp.com/revistatrama.artebodoque.com/wp-content/uploads/2023/06/Foto_Emanuelle-scaled.jpg?resize=1200%2C1803&amp;ssl=1 1200w, https://i0.wp.com/revistatrama.artebodoque.com/wp-content/uploads/2023/06/Foto_Emanuelle-scaled.jpg?w=1703&amp;ssl=1 1703w" sizes="(max-width: 681px) 100vw, 681px" data-recalc-dims="1" /></figure>
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<p><strong>Jucinaldo Pereira</strong></p>



<p>é brasileiro, natural de Patos, na Paraíba e adotou a cidade Pocinhos, no interior do Estado para vivenciar suas primeiras experiências artísticas e foi acolhido na capital paraibana para se profissionalizar. Em Bananeiras, no brejo paraibano, as suas experiências artísticas foram traduzidas em espetáculos encenados por crianças e jovens. Mestre em Computação, Comunicação e Artes pela Universidade Federal da Paraíba, licenciado em Teatro pela mesma universidade, especialista em Arteterapia com ênfase em teatroterapia e professor do ensino básico. Desenvolve pesquisas relacionadas às máscaras teatrais na escola, nas performances do ator/perfomer mascarados e nas relações da tecnologia e encenação. O fotolivro <em>As caras de Juventino Maravilha</em> foi meu último trabalho, que pretendo fazer voar em todas as livrarias do mundo.</p>



<p><strong>Manu Rigoni</strong></p>



<p>é brasileira, vive em Recife e descobriu na fotografia o poder de contar histórias. Mestranda em Comunicação pela Universidade Federal de Pernambuco, com ênfase na pesquisa Estética e Cultura da Imagem e do Som; especialização em História da Arte; cofundadora do FDF Brasil &#8211; diretório exclusivo para fotógrafos de família; co fundadora do Prêmio DocF, que celebra a produção da fotografia documental de família no Brasil e na América Latina. Já foi jurada de concursos nacionais e internacionais de família, como Documentary Family Awards em 2021.&nbsp;Fotografa famílias de todo Brasil e também para seus projetos autorais. Em 2022, teve sua primeira foto exposta no&nbsp;&nbsp;<a href="https://www.rencontres-arles.com/en/expositions/">Les Rencontres d&#8217;Arles</a>&nbsp;&#8211; em Arles, França.</p>
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<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://open.spotify.com/episode/5P6bxSaRg2cK48jDngP6CY?si=0xXOqkk_QzGWuUYT-GgGtg"><img loading="lazy" decoding="async" width="819" height="1024" src="https://i0.wp.com/revistatrama.artebodoque.com/wp-content/uploads/2023/06/ARTE-O-ANO-EU-NAO-ME-LEMBRO.png?resize=819%2C1024&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-31307" srcset="https://i0.wp.com/revistatrama.artebodoque.com/wp-content/uploads/2023/06/ARTE-O-ANO-EU-NAO-ME-LEMBRO.png?resize=819%2C1024&amp;ssl=1 819w, https://i0.wp.com/revistatrama.artebodoque.com/wp-content/uploads/2023/06/ARTE-O-ANO-EU-NAO-ME-LEMBRO.png?resize=240%2C300&amp;ssl=1 240w, https://i0.wp.com/revistatrama.artebodoque.com/wp-content/uploads/2023/06/ARTE-O-ANO-EU-NAO-ME-LEMBRO.png?resize=768%2C960&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/revistatrama.artebodoque.com/wp-content/uploads/2023/06/ARTE-O-ANO-EU-NAO-ME-LEMBRO.png?resize=600%2C750&amp;ssl=1 600w, https://i0.wp.com/revistatrama.artebodoque.com/wp-content/uploads/2023/06/ARTE-O-ANO-EU-NAO-ME-LEMBRO.png?w=1080&amp;ssl=1 1080w" sizes="(max-width: 819px) 100vw, 819px" data-recalc-dims="1" /></a><figcaption class="wp-element-caption"><em><strong>Clique na imagem para mais informações!</strong></em></figcaption></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="950" height="721" src="https://i0.wp.com/revistatrama.artebodoque.com/wp-content/uploads/2022/06/anuncie.png?resize=950%2C721&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-23741" srcset="https://i0.wp.com/revistatrama.artebodoque.com/wp-content/uploads/2022/06/anuncie.png?resize=1024%2C777&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/revistatrama.artebodoque.com/wp-content/uploads/2022/06/anuncie.png?resize=300%2C228&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/revistatrama.artebodoque.com/wp-content/uploads/2022/06/anuncie.png?resize=768%2C583&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/revistatrama.artebodoque.com/wp-content/uploads/2022/06/anuncie.png?w=1080&amp;ssl=1 1080w" sizes="(max-width: 950px) 100vw, 950px" data-recalc-dims="1" /></figure>



<h3 class="wp-block-heading has-text-align-center has-white-color has-black-background-color has-text-color has-background">Esse espaço maroto de apoio e fomento à cultura pode mostrar também a sua marca!</h3>



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<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://www.artebodoque.com/dedalo-caderno-artesanal-capa-dura-costura-belga-aparente-bodoque-artes-e-oficios"><img loading="lazy" decoding="async" width="819" height="1024" src="https://i0.wp.com/revistatrama.artebodoque.com/wp-content/uploads/2023/06/Dedalo-FEED.png?resize=819%2C1024&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-31096" srcset="https://i0.wp.com/revistatrama.artebodoque.com/wp-content/uploads/2023/06/Dedalo-FEED.png?resize=819%2C1024&amp;ssl=1 819w, https://i0.wp.com/revistatrama.artebodoque.com/wp-content/uploads/2023/06/Dedalo-FEED.png?resize=240%2C300&amp;ssl=1 240w, https://i0.wp.com/revistatrama.artebodoque.com/wp-content/uploads/2023/06/Dedalo-FEED.png?resize=768%2C960&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/revistatrama.artebodoque.com/wp-content/uploads/2023/06/Dedalo-FEED.png?resize=600%2C750&amp;ssl=1 600w, https://i0.wp.com/revistatrama.artebodoque.com/wp-content/uploads/2023/06/Dedalo-FEED.png?w=1080&amp;ssl=1 1080w" sizes="(max-width: 819px) 100vw, 819px" data-recalc-dims="1" /></a><figcaption class="wp-element-caption"><em><strong>Clique na imagem para mais informações!</strong></em></figcaption></figure>


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<figure class="aligncenter size-large"><a href="https://www.youtube.com/c/BodoqueTV/featured"><img loading="lazy" decoding="async" width="576" height="1024" src="https://i0.wp.com/revistatrama.artebodoque.com/wp-content/uploads/2022/10/banner-trama.png?resize=576%2C1024&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-26890" srcset="https://i0.wp.com/revistatrama.artebodoque.com/wp-content/uploads/2022/10/banner-trama.png?resize=576%2C1024&amp;ssl=1 576w, https://i0.wp.com/revistatrama.artebodoque.com/wp-content/uploads/2022/10/banner-trama.png?resize=169%2C300&amp;ssl=1 169w, https://i0.wp.com/revistatrama.artebodoque.com/wp-content/uploads/2022/10/banner-trama.png?resize=768%2C1365&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/revistatrama.artebodoque.com/wp-content/uploads/2022/10/banner-trama.png?resize=864%2C1536&amp;ssl=1 864w, https://i0.wp.com/revistatrama.artebodoque.com/wp-content/uploads/2022/10/banner-trama.png?w=1080&amp;ssl=1 1080w" sizes="(max-width: 576px) 100vw, 576px" data-recalc-dims="1" /></a><figcaption class="wp-element-caption"><em>Clique na imagem para mais informações.</em></figcaption></figure></div></div>
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