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	<title>Arquivos janela - Revista Trama</title>
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	<description>Arte, Cultura e Criatividade</description>
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		<title>CAÇADORA DE HISTÓRIAS: A VIDA ATRAVÉS DA JANELA</title>
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		<dc:creator><![CDATA[]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 27 Sep 2020 21:25:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ano 002, N 064]]></category>
		<category><![CDATA[Caçadora de Histórias]]></category>
		<category><![CDATA[janela]]></category>
		<category><![CDATA[Victória Vieira]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>por: Victória Vieira</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p><em>Houve um tempo em que a vida passava devagar. Fosse ao norte do Paraná, com sua terra avermelhada, ou na mais pacata fazenda do Tenessee. Quando penso nisso, quase escuto a bola de feno que caminha com calmaria nas estradinhas marcadas pela ferradura dos cavalos.</em></p>



<p><em>Mas&#8230; Esse tempo se foi. Hoje, é na base da pressa mesmo.</em></p>



<p><em>Passa o café, coloca na garrafa térmica, corre para não perder o ônibus, põe os fones de ouvido e pensa no tanto que há para fazer no trabalho. Volta pra casa, tira os sapatos e se joga no sofá para descansar. Não, espera&#8230; A mente nunca para. Já lembra que o feijão precisa descer do freezer para descongelar e que calça do uniforme rasgou e precisa costurar.</em></p>



<p><em>Enfim chega o sagrado fim de semana, respiremos. Só que logo ali, no Domingo, o peito aperta ao lembrar que na manhã seguinte recomeça a corrida dos ratos.</em></p>



<p><em>Até que o final da década chega e junto com ela, um vírus desconhecido e uma pandemia pra te fazer parar, perder, sofrer e o mais precioso: Ter tempo.</em></p>



<p><em>O relato a seguir é de uma pessoa que desabafou comigo e pediu a preservação de sua identidade. Transformei em história e sinto que irá sacolejar muita gente&#8230; Vem, é por aqui:</em></p>



<p>&#8220;Quase todo fim de tarde, quando o céu se pinta em aquarela, eu me pergunto: &#8216;Que foi que eu pedi dia 31 de Dezembro de 2019, quando o relógio bateu 00h?&#8217;</p>



<p>Te juro que tento lembrar pra ver se encontro alguma fala ou frase que talvez tenha sido mal interpretada pelos organizadores de 2020. E é assim que estou vivendo esse isolamento social: com xícaras cheias de bom humor e aroma de alecrim pela casa. Inclusive, te deixo essa sugestão: pega um raminho de alecrim e queima; depois, espalha pela casa, pois isso afasta todas as más energias e impurezas espirituais de nosso lugar. Prática de vilarejos milenares mundo afora, recomendo.</p>



<p>Também venho saboreando a vida pela janela. É ali, na calma e no caos, que a gente entende a vida e chega até parecer poesia; mas é verdade. De manhã cedo, o sol invade nossas casas e abrimos a janela para que ele entre e irradie. Mais tarde, vejo a senhora que mora em frente preparar uma xícara de chá que chego a ver a fumacinha saindo &#8211; e me pergunto qual será o sabor escolhido. Mais ao lado, um senhor que está concentradíssimo trabalhando de casa desde abril. Sei disso porque ele senta em frente ao computador pela manhã e sai só à tarde; acredito que ele tenha terminado, pois agora não existe mais um computador sobre a mesa e sim um vaso de orquídeas que espalham graça e beleza para meus olhos.</p>



<p>Passa o ônibus do bairro, o senhor que vende ovos frescos e o tão familiar apito do afiador de facas (quem lembra?).</p>



<p>Pela janela, eu vejo se o céu será de azul infinito ou de chuva necessária para a terra. Aviões de passageiros, ah&#8230; Esses passam poucos, mas os cargueiros é todo fim de noite, um evento com todo seu majestoso tamanho e luzes piscando. Dia desses, teve até carro de mensagem daqueles que faziam a gente correr sem nunca mais olhar pra trás na década de 1990. Cantamos parabéns e vibramos junto com a nossa vizinha&#8230; Que nunca tínhamos visto.</p>



<p>Quando minhas pálpebras começam a pesar e a melatonina se ativa, deito um pouco e vejo o céu corajosamente estrelado e me mostra o quão pequenos somos. Esse sentimento me traz medo, um vazio. Mas também uma coragem e potência que só quem é humano entende (não estou escrevendo para alienígenas, licença poética por favor&#8230;).</p>



<p>Da janela eu vejo as pessoas, as árvores nuas de inverno, a chuva, a vida.</p>



<p>Eu sou grata por ter uma janela para onde olhar. Por onde olhar. Mas quero muito poder voltar para as janelas da alma: os olhos das pessoas.</p>



<p>Com riso frouxo, sem máscaras; sem medo e com humanidade. Estamos tateando na incerteza, e espero que a gente saia melhor do que entramos porque o ser humano é bicho triste: só aprende na dor.</p>



<p>Enquanto isso, abre tua cortina e contempla seja qual for a vista. Seguimos!&#8221;</p>



<p><em>Histórias, memórias e sensações são os que nos conectam, independente do ponto de partida, classe social e demais lugares de fala. Por isso, tenho um projeto que foi conhecer o mundo virtual esse ano, que se chama Caçadora de Histórias, e ele acontece no Instagram.</em></p>



<p><em>Quer saber como funciona? Te conto: Escolhe alguma história que queira partilhar e envia para o e-mail <a href="mailto:tuahistoriaaqui@gmail.com">tuahistoriaaqui@gmail.com</a>.</em></p>



<p><em>A partir disso, escrevo-a com minhas próprias palavras te ajudando a ter um novo olhar sobre tu mesma (o). É um processo de cura das feridas, terapêutico e libertador para ambas as partes.</em></p>



<div style="height:50px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<hr class="wp-block-separator" />



<p><strong>Victória Vieira</strong> é escritora e idealizadora do projeto Caçadora de Histórias. Caçando e ouvindo histórias, vou escrevendo a tua com minhas palavras e te ajudando a ter um novo olhar sobre ela. Siga o projeto no <a href="http://instagram.com/cacadora.de.historias">Instagram</a>.</p>



<div style="height:50px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



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<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" src="https://i0.wp.com/tramabodoque.com/wp-content/uploads/2021/12/fdf84-assinatura-4.png?w=950&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-11677" data-recalc-dims="1" /></figure>





<hr class="wp-block-separator is-style-wide" />



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</div>



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<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://www.artebodoque.com/revista-trama-edicao-impressa-edicao-001"><img decoding="async" src="https://i0.wp.com/tramabodoque.com/wp-content/uploads/2021/12/82f24-impressa-2.png?w=950&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-11600" data-recalc-dims="1" /></a></figure>
</div>
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<p class="has-text-align-center has-very-light-gray-color has-very-dark-gray-background-color has-text-color has-background has-large-font-size">Galeria: artistas pra seguir na quarentena</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://www.instagram.com/iuryborel/"><img decoding="async" src="https://i0.wp.com/tramabodoque.com/wp-content/uploads/2020/10/4079c-sketch-brasil-1.png2_.png?w=950&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-9943" data-recalc-dims="1" /></a></figure>



<p class="has-text-align-center has-very-light-gray-color has-very-dark-gray-background-color has-text-color has-background has-medium-font-size"><em>Apoie pautas identitárias. Em tempos de cólera, amar é um ato revolucionário.</em></p>
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		<title>A Fresta na Janela</title>
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		<dc:creator><![CDATA[]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 20 Oct 2019 21:28:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ano 001, N 019]]></category>
		<category><![CDATA[conto]]></category>
		<category><![CDATA[janela]]></category>
		<category><![CDATA[obra literaria]]></category>
		<category><![CDATA[Thomas Frizero]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>por: Thomas Frizeiro</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-drop-cap">É difícil voltar a dormir depois de olhar para a fresta na janela. Aquela, no meio das duas partes da cortina, que dirige um feixe de luz em direção à cama pela manhã. Ela bate em cheio, bem no rosto, dissipando o sono. Você se vira para o outro lado, mas a memória da luz já não pode ser esquecida. É nessa hora que você fecha os olhos e tenta voltar a dormir, mas não consegue: a mancha da luz permanece nos olhos e o mantém acordado, como a fome daquelas crianças na rua e dos mendigos que se encontram apagados todas as noites nas marquises da esquina da avenida paralela. Realmente é de se perguntar como essas crianças dormem a noite. Se é que dormem. Todo mundo sabe como é difícil dormir com a barriga vazia. Você rola para a direita, depois para a esquerda e a fome incomoda enquanto luta contra ela. De repente você desiste, se levanta e vai à cozinha. Abre a geladeira, monta um sanduíche rápido, para não perder muito tempo de sono, e volta. Mas não aquelas crianças, elas não têm o que comer a noite. Os mendigos da esquina da avenida paralela também não, a não ser que alguém os dê um pouco de comida ou algo assim, até porque já viu né? Se der dinheiro gasta tudo com cachaça e crack. Algumas pessoas do prédio até dão comida de vez em quando, até você dá um pouco às vezes, quando vai até a padaria e esquece de prestar atenção nos pedidos. É nesse momento que você rola para o lado na cama e dá de cara com a fresta na cortina pela segunda vez: mas que porra, tinha esquecido dessa merda. Você vira rápido para fugir daquela luz, mas já é tarde demais. Novamente o sono que já estava quase chegando vai embora. E você, que já estava quase se esquecendo do feixe de luz, é obrigado a se lembrar novamente e ficar com aquela mancha gravada na memória ocular. Sem contar a palpitação, causada pela raiva e pela virada brusca, que te impede de retomar sua concentração para o sono. A raiva talvez seja pela frustração da perda, algo seu por direito, tomado assim de você por causa do descaso com a fresta na cortina, que na noite anterior era totalmente inofensiva. É uma raiva muito mais forte até do que aquela causada pelo&nbsp;<em>Vazou o áudio daquele senador lá, viu? Uma vergonha, não?</em>,<em>&nbsp;Realmente, uma vergonha, mas fazer o que, político não presta</em>…&nbsp;<em>aqui vou lá, estou bem atrasado, acho que vou ter que pedir um Uber, até!</em>&nbsp;É uma raiva diferente essa, na cama, daquela, na rua. Talvez porque a raiva de perder o sono seja culpa sua, afinal quem deixou a cortina aberta foi você, já essa conversa de política não, é tudo culpa de quem não sabe votar&#8230; não tem nada a ver contigo… agora, depois desses vinte minutos tentando dormir, você percebe que é impossível voltar a dormir depois que se olha para a fresta na janela.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" src="https://i0.wp.com/blog.artebodoque.com/wp-content/uploads/2019/10/P_20190405_160623.jpg?fit=606%2C808&amp;ssl=1" alt="" class="wp-image-3761" /><figcaption><strong><em>Fotografia: Luana Sofiati<br></em></strong></figcaption></figure>



<hr class="wp-block-separator" />



<p><strong>Thomas Frizeiro</strong> é mestre em Estudos Literários pela UFJF e graduado em Letras (português e literaturas) pela mesma instituição.</p>



<hr class="wp-block-separator" />



<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://www.artebodoque.com/"><img decoding="async" src="https://i0.wp.com/tramabodoque.com/wp-content/uploads/2021/12/0e0a3-aajude.png?w=950&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-2693" data-recalc-dims="1" /></a></figure>



<p class="has-text-color has-background has-text-align-center has-very-light-gray-color has-very-dark-gray-background-color">Clique na imagem e acesse a loja virtual da Bodoque!</p>



<hr class="wp-block-separator" />



<p style="background-color:#886400" class="has-text-color has-background has-text-align-center has-large-font-size has-very-light-gray-color">Galeria</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" src="https://i0.wp.com/tramabodoque.com/wp-content/uploads/2021/12/3552a-julia-sa-1.jpg?w=950&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-3413" data-recalc-dims="1" /></figure>



<p class="has-text-color has-background has-text-align-center has-medium-font-size has-very-light-gray-color has-very-dark-gray-background-color"><em>Apoie pautas identitárias. Em tempos de cólera, amar é um ato revolucionário.</em></p>
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		<title>A Janela</title>
		<link>https://revistatrama.artebodoque.com/2019/10/13/a-janela/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 13 Oct 2019 21:23:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ano 001, N 018]]></category>
		<category><![CDATA[janela]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Luisa Biondo]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://atomic-temporary-162935141.wpcomstaging.com/?p=3538</guid>

					<description><![CDATA[<p>por: Luisa Biondo</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>As vezes, pela manhã, os pássaros cantam.&nbsp;</p>



<p>As vezes, pela manhã, a corrente de ar fresca e faz a gente se sentir mais vivo.</p>



<p>As vezes, pela manhã, as árvores parecem mais verdes e felizes. Alegres. Contentes. – Verde é a cor da esperança, né?</p>



<p>As vezes, pela manhã, o sol aparece logo cedo.</p>



<p>As vezes, pela manhã, o dia parece ser uma pessoa jovem que recém fez 20 anos e tem toda a vida pela frente.</p>



<p>Mas sempre, pela manhã, eu olho pela janela do meu trabalho.&nbsp;</p>



<p>Uma das coisas que eu mais gosto de fazer quando chego, estou entediada ou sem criatividade é olhar pela janela que fica ao meu lado. A janela está sempre limpa e eu não tenho nenhum pudor em olhar para fora e observar a vida. Menos de dois metros me separam do vidro. Mas muitos metros e 3 andares de altura me separam da vida lá fora.&nbsp;</p>



<p>Eu gosto de ver os carros andando e as poucas pessoas caminhando. Eu gosto de observar, principalmente, como as árvores se comportam quando o vento bate nelas. Cada uma respeitando o espaço uma da outra em uma dança única, integrada, que faz todo o sentido na minha cabeça. Eu gosto, também, de olhar o reflexo que as luzes daqui de dentro (da agência) fazem no vidro, parecendo grandes portais que se abrem no céu lá de fora. E eu gosto de imaginar que essas luzes são portais, porque me faz bem acreditar que existem outras vidas, outros mundos e outras realidades para além dessa. Eu gosto de olhar pela janela e perceber como eu sou capaz de pensar em inúmeras coisas em poucos segundos. <strong>Quando eu olho pela janela eu vivo muito em pouco tempo.</strong></p>



<p>Nos dias mais ensolarado, aqui dentro (da agência) fica quente. Nos dias mais bonitos somos obrigados a fechar as janelas e ligar o ar condicionado.</p>



<p>Nada de luz ambiente. Nada de corrente de ar. Nada de carros correndo ou pessoas caminhando. Nada de árvores dançando. Nada de portais saindo do céu. <strong>Apenas luzes e o ar condicionado ligado</strong>.&nbsp; Nesses dias, tudo o que eu vejo é uma cortina preta, daquelas que impedem toda e qualquer luz de entrar. E, sabe&#8230; Não tem o que fazer, a não ser olhar para a tela do computador e voltar a trabalhar.</p>



<hr class="wp-block-separator" />



<p><strong>Luisa Biondo</strong> é redatora, mas ama desenhar e fotografar. Atualmente trabalha em uma agência de marketing e nas horas vagas faz uns rabiscos que ficam guardados na gaveta.</p>



<hr class="wp-block-separator" />



<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://www.artebodoque.com/"><img decoding="async" src="https://i0.wp.com/tramabodoque.com/wp-content/uploads/2021/12/0e0a3-aajude.png?w=950&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-2693" data-recalc-dims="1" /></a></figure>



<p class="has-text-color has-background has-text-align-center has-very-light-gray-color has-very-dark-gray-background-color">Clique na imagem acima e acesse a loja virtual da Bodoque!</p>



<hr class="wp-block-separator" />



<p style="background-color:#9d7402" class="has-text-color has-background has-text-align-center has-large-font-size has-very-light-gray-color">Galeria</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" src="https://i0.wp.com/tramabodoque.com/wp-content/uploads/2021/12/3e4db-julia-sa-5.jpg?w=950&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-3417" data-recalc-dims="1" /></figure>



<p class="has-text-color has-background has-text-align-center has-medium-font-size has-very-light-gray-color has-very-dark-gray-background-color"><em>Apoie pautas identitárias. Em tempos de Cólera, amar é um ato revolucionário.</em></p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://revistatrama.artebodoque.com/2019/10/13/a-janela/">A Janela</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://revistatrama.artebodoque.com">Revista Trama</a>.</p>
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