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	<title>Arquivos Larissa valladares - Revista Trama</title>
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	<description>Arte, Cultura e Criatividade</description>
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		<title>Não me Chame de Revolta</title>
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		<dc:creator><![CDATA[]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 20 Oct 2019 21:21:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ano 001, N 019]]></category>
		<category><![CDATA[Larissa valladares]]></category>
		<category><![CDATA[poema]]></category>
		<category><![CDATA[poesia]]></category>
		<category><![CDATA[Revolta]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>por: Larissa Valladares</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<pre class="wp-block-verse"> Abri meus lábios<br> Tentei me contar aos desconhecidos<br> Dizer quem realmente sou <br> Mas não me escutam através de mim<br><br> Fizeram do meu corpo morto um experimento<br> Não tive opção<br> Escolheram achar que eu era louca<br> Contaram uma história que não era minha<br> Através daquilo que não era meu <br> Tentei lhes mostrar quem eu realmente era <br> Mas não me escutam através de mim<br><br> Quero apenas a equidade<br> Porém me narram como alvoroço<br> Só quero que me deixem ser&nbsp; <br> Igualmente protagonista de mim mesma<br><br> Me sacrifiquei <br> Morri clamando por um ouvido disposto<br> Mas não o fizeram<br> Agora o chão das ruas guardam meu sangue&nbsp; <br> E mesmo assim<br> Muitos não me escutam através mim&nbsp;<br><br> Tenho “sido” através de muitas, mas não de todas<br> Me banho de respeito e solidariedade&nbsp; <br> Escutem, por favor, não quero guerra<br> Nem me rebelar contra os valores e crenças<br> Quero apenas que me escutem através de mim <br> </pre>



<hr class="wp-block-separator" />



<p><strong>Larissa Valladares</strong> é filha, admiradora dos “pormenores” da vida e aspirante ao serviço social.</p>



<hr class="wp-block-separator" />



<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://www.artebodoque.com/"><img decoding="async" src="https://i0.wp.com/tramabodoque.com/wp-content/uploads/2021/12/5b980-5-3.jpg?w=950&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-2452" data-recalc-dims="1" /></a></figure>



<p style="background-color:#886400" class="has-text-color has-background has-text-align-center has-very-light-gray-color">Clique na imagem e acesse a loja virtual da Bodoque!</p>



<hr class="wp-block-separator" />



<p class="has-text-color has-background has-text-align-center has-large-font-size has-very-light-gray-color has-very-dark-gray-background-color">Galeria</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" src="https://i0.wp.com/tramabodoque.com/wp-content/uploads/2021/12/90819-foto-carol12.png?w=950&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-1687" data-recalc-dims="1" /></figure>



<p class="has-text-color has-background has-text-align-center has-medium-font-size has-very-light-gray-color has-very-dark-gray-background-color"><em>Apoie causas humanitárias. Em tempos de cólera, amar é um ato revolucionário.</em></p>
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		<title>Apesar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 29 Sep 2019 21:21:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ano 001, N 016]]></category>
		<category><![CDATA[Apesar]]></category>
		<category><![CDATA[Larissa valladares]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[texto poético]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A flor se vestiu de luto, tecida por fios de medo, anáguas de incerteza e espartilhos claustrofóbicos de desespero. Gritou silenciosamente no meio da própria incompreensão. Não havia mais matéria para envolver as palmas das mãos, no acidental aborto do eu. Se dissipou, rapidamente, como neblina no pós estouro de fogos. Perdão! Não conseguimos ser … </p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-drop-cap">A flor se vestiu de luto, tecida por fios de medo, anáguas de incerteza e espartilhos claustrofóbicos de desespero. Gritou silenciosamente no meio da própria incompreensão. Não havia mais matéria para envolver as palmas das mãos, no acidental aborto do eu. Se dissipou, rapidamente, como neblina no pós estouro de fogos. Perdão! Não conseguimos ser apresentadas durante a primavera, pois ainda era primavera.</p>



<p class="has-text-color has-background has-very-light-gray-color has-very-dark-gray-background-color">	A febre do silêncio se transformou no aço impenetrável que, por sua vez, reluzia um labirinto mal acabado; armadura inabalável que nem o vento cortante de julho conseguiu desestabilizar. Por mais que houvesse um soldado por trás, esse já não era mais tido como sinônimo de estrutura.</p>



<p>O discurso confuso foi exposto com um descompensado &#8220;socorro&#8221;, interpretado como &#8220;força&#8221; e elogiado pela &#8220;maturidade&#8221;. Esqueceram que era primavera, o botão ainda estava a desabrochar. Com isso, a flor não conseguiu exalar os sintomas ao ataque das ervas daninha.  Então, ornamentou a coroa de seu próprio velório e, com seus espinhos, assinou seu nome na lápide.</p>



<p>O tempo passou e os ventos do outono trouxeram os gritos sufocados, mas perpetuados durante a primavera. Chegou forte, desestabilizando e, ao mesmo tempo, mostrando novos caminhos já que as rajadas iam tirando as folhas caídas do meio da estrada. Com toda perseverança que lhe coube, sobreviveu firme o pólen da então falecida flor, esquecida de si em cima da gélida lápide.&nbsp;</p>



<p class="has-text-color has-background has-very-light-gray-color has-very-dark-gray-background-color">	Findou-se a primavera. Silêncio durante o verão. Vida no outono. Chegou o inverno.</p>



<p>	A flor não nasceria do mesmo botão, mas a que viria recebeu o velho amigo, o pólen. Ao adentrar o inverno, rigorosamente gentil, abriu alas ao retorno da primavera &#8211; nova primavera.&nbsp;</p>



<p>Seja bem-vinda!&nbsp;</p>



<hr class="wp-block-separator" />



<p><strong>Larissa Valladares</strong> é filha, admiradora dos “pormenores” da vida e aspirante ao serviço social.</p>



<hr class="wp-block-separator" />



<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://www.artebodoque.com"><img decoding="async" src="https://i0.wp.com/tramabodoque.com/wp-content/uploads/2021/12/8c937-6-2.jpg?w=950&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-2437" data-recalc-dims="1" /></a></figure>



<p style="background-color:#966e00" class="has-text-color has-background has-text-align-center has-medium-font-size has-very-light-gray-color">Clique na imagem e acesse a loja virtual da Bodoque</p>



<hr class="wp-block-separator" />



<p class="has-text-color has-background has-text-align-center has-large-font-size has-very-light-gray-color has-very-dark-gray-background-color">Galeria</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://www.instagram.com/carolinestabenow/"><img decoding="async" src="https://i0.wp.com/tramabodoque.com/wp-content/uploads/2021/12/73fb6-mulher-india-agra.jpg?w=950&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-2236" data-recalc-dims="1" /></a></figure>



<p class="has-text-color has-background has-text-align-center has-medium-font-size has-very-light-gray-color has-very-dark-gray-background-color"><em>Apoie causas humanitárias. Em tempos de cólera, amar é um ato revolucionário.</em></p>
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		<title>Distopia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 15 Sep 2019 20:22:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ano 001, N 014]]></category>
		<category><![CDATA[distopia]]></category>
		<category><![CDATA[Larissa valladares]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>por: Larissa Valladares</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-drop-cap">Os olhos vazios e sem esperança estavam voltados para a orla da praia, onde, há muito tempo, não encontravam amparo vindo do leste, muito menos no então esquecido azul do céu. A cidade já não habitava mais os belos corpos dourados e poéticos. Nada continuava lindo. O calor era ausente nas cores, músicas, peles, diversidades e relações. As circunstâncias foram obrigadas a se tornarem habitações de escombros ambulantes, de pés sem norte, de vidas sobre(vi)vidas.&nbsp;</p>



<p>	Das matas verdes? Agora cinzas. Dos lindos campos? Agora cinzas. Dos nossos bosques? Agora cinzas. Do arco-íris? Agora cinzas. Das diferenças? Agora cinzas. Da democracia? Agora&nbsp; cinzas. Do eu? Agora cinzas. Da pátria amada? Agora cinzas. Salve a mono cromatização!</p>



<p class="has-text-color has-background has-very-light-gray-color has-very-dark-gray-background-color">	A morte regia toda a cidade, com terno e subordinados espalhados em cada canto, dizimando, com olhos e ouvidos atentos aos que estavam nas ruas. Marginalizados, atuando em seus papéis de : &#8220;capitais desumanizados&#8221;.&nbsp;</p>



<p>	Largas eram as escalas de cinza, que cobriam tanto as nuvens no céu quanto as roupas das pessoas.</p>



<p>	 Pessoas&#8230; quanta saudade! Não havia mais diferenciação. Seus cabelos eram iguais, rente ao couro; roupas largas, sem marcação ou acabamento no mesmo, já saturado, cinza. Semblantes engessados, sem linhas ou expressões. Corações sem estímulo, sem vínculo, sem ligação e sem razão, apenas bombeando o que os moviam.&nbsp; Sem qualquer vida, sem qualquer razão. O futuro era um retrocesso.</p>



<p>	Tudo começou pela igualdade, e, em nome dela, estabeleceram a justificativa pro caos. No alto dos prédios ainda era possível escutar o clamor de misericórdia vindo das ruas e as marcas não registradas de devastação pela intolerância, formada e perpetuada por estruturas, contendo pé e mãos sujas pela perda da inocência.</p>



<p>	Então, como uma resposta ao apelo das dores, ela nasce. Pequena, frágil e, aparentemente, igual a todos. Porém, mesmo assim, sua presença era notória, onde quer que fosse. Seu coração se agitava em uma santa indignação e a fazia se mover com astúcia e precisão por todos os cantos da cidade, reavivando as prosas e versos.&nbsp;</p>



<p>	Entrava em cada bifurcação e viela estreita, gritando a plenos pulmões o jargão esquecido na paz falecida: ORDEM! ORDEM! ORDEM!&nbsp;</p>



<p style="background-color:#936c00" class="has-text-color has-background has-very-light-gray-color">	Gerada no útero da esperança, nutrida pela solidariedade e acolhida pela justiça. Não há ferro em seus pés, ou mordaças em seus lábios. Mas há marcas em suas costas, notório conhecer do medo ao cair da noite e insegurança nas demonstrações de afeto. E isso faz com que se mova, rápida e precisamente, clamando: ORDEM! &nbsp;</p>



<p>Pode-se crer no seu fim, mãe esperança? Pode?</p>



<hr class="wp-block-separator" />



<p><strong>Larissa Valladares</strong> é filha, admiradora dos “pormenores” da vida e aspirante ao serviço social.</p>



<hr class="wp-block-separator" />



<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://www.artebodoque.com"><img decoding="async" src="https://i0.wp.com/tramabodoque.com/wp-content/uploads/2021/12/8c937-6-2.jpg?w=950&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-2437" data-recalc-dims="1" /></a></figure>



<p style="background-color:#a84600;text-align:center" class="has-text-color has-background has-medium-font-size has-very-light-gray-color">Clique na Imagem e acesse a loja virtual da Bodoque! Ajude a manter o projeto!</p>



<hr class="wp-block-separator" />



<p style="text-align:center" class="has-text-color has-background has-large-font-size has-very-light-gray-color has-very-dark-gray-background-color">Galeria</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" src="https://i2.wp.com/blog.artebodoque.com/wp-content/uploads/2019/09/photo5184098730150832153.jpg?fit=606%2C608&amp;ssl=1" alt="" class="wp-image-2483" /></figure>



<p style="text-align:center" class="has-text-color has-background has-medium-font-size has-very-light-gray-color has-very-dark-gray-background-color"><em>Apoie causas humanitárias. Em tempos de cólera, amar é um ato revolucionário.</em></p>
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		<title>Terra (não mais) Dourada</title>
		<link>https://revistatrama.artebodoque.com/2019/09/01/terra-nao-mais-dourada/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 01 Sep 2019 21:30:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ano 001, N 012]]></category>
		<category><![CDATA[Larissa valladares]]></category>
		<category><![CDATA[poema]]></category>
		<category><![CDATA[poesia]]></category>
		<category><![CDATA[Terra]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>por: Larissa Valladares</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<pre class="wp-block-verse"> A injustiça inflama o corpo<br> Borbulhando em dor e desespero<br> Implodindo em chamas e fumaça<br> Que sobem e ultrapassam a nitidez<br> Clamando aos céus por misericórdia<br> Mas até quando o terá?<br> <br><br> Finito e sagrado o abrigam&nbsp;<br> Criando o ponto de ligação celular&nbsp;<br> Mutável, adaptável<br> Todos pedem água para si&nbsp;<br> Mas poucos por justiça para todos&nbsp;<br> <br><br> O abrigo materno padece<br> A mãe que sofre pela negligência de seus filhos<br> Filhos! Filhos? Não<br> Devastada ternura<br> Carbonizada ligação<br> <br><br> Já não são mais filhos da Terra<br> Provocaram seu próprio aborto<br> Sujaram os seios da inocência<br> Romperam com a integridade<br> E ainda cobram que seja&nbsp;<br> Mãe gentil dos filhos deste solo&nbsp; </pre>



<hr class="wp-block-separator" />



<p><strong>Larissa Valladares</strong> é filha, admiradora dos “pormenores” da vida e aspirante ao serviço social.</p>



<p class="has-small-font-size">Fotografia por: <a href="http://www.instagram.com/paulo.ermantino/">Paulo Ferreira da Silva</a></p>



<hr class="wp-block-separator" />



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<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" src="https://i0.wp.com/tramabodoque.com/wp-content/uploads/2021/12/13c94-diario-de-viagem-1.png?w=950&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-1792" data-recalc-dims="1" /></figure>
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		<title>Pausas</title>
		<link>https://revistatrama.artebodoque.com/2019/08/18/pausas/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 18 Aug 2019 20:09:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ano 001, N 010]]></category>
		<category><![CDATA[Larissa valladares]]></category>
		<category><![CDATA[Pausas]]></category>
		<category><![CDATA[poema]]></category>
		<category><![CDATA[poesia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>por: Larissa Valladares</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>As janelas daquilo que me transporta estavam escancaradas e preparadas para o vendaval. <br>Refleti. <br>Dei as mãos ao silêncio da composição e me fiz vulnerável ao que me conduziria a enxergar. Refleti. <br>Percebi e apreciei </p>



<p>Com considerável e inenarrável admiração,</p>



<p>Os preenchimentos de vários hiatos. <br>Refleti. <br>O sol se virou para iluminar os portais,</p>



<p>Que também abrigavam &#8220;A Caixa Especial&#8221;. <br>Luz e lembranças dançaram ao som dos ensinamentos da calmaria. </p>



<p>Essa, já não se sustentava mais como sinônimo de distração.&nbsp;</p>



<p>Ergueu suas forças e se impôs como nata observadora.<br>Hiato e construção. </p>



<p>Vazio e vida.<br> <br>Contrariando o paradoxo entre os pólos, </p>



<p>Absorvi todo o estímulo que pude do silêncio.&nbsp;</p>



<p>Me muni com suas lições – e que grandes lições!&nbsp;</p>



<p><br>
“Agora, pra mostrar-lhe como surgir algo bom do mal, nesses cinco anos, li todos os livros da biblioteca da escola de negros. (&#8230;) Quando decidi falar, eu tinha muito a dizer.” &#8211; Maya Angelou.</p>



<p>Nossos hiatos contam grandes histórias.</p>



<hr class="wp-block-separator" />



<p><strong>Larissa Valladares</strong> é filha, admiradora dos “pormenores” da vida e aspirante ao serviço social.</p>



<hr class="wp-block-separator" />



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<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://www.who.int/bulletin/africanhealth/en/"><img decoding="async" src="https://i1.wp.com/blog.artebodoque.com/wp-content/uploads/2019/08/FOTO-CAROL9.png?fit=606%2C585&amp;ssl=1" alt="" class="wp-image-1653" /></a></figure>



<p class="has-text-color has-background has-small-font-size has-very-light-gray-color has-very-dark-gray-background-color"><em>More than 90% of the estimated 300–500 million malaria cases that occur worldwide every year are in Africans, mainly in children under five years of age, but most countries are moving towards better treatment policies.</em>                                           <strong>World Health Organization.</strong></p>



<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://www.artebodoque.com"><img decoding="async" src="https://i0.wp.com/tramabodoque.com/wp-content/uploads/2021/12/33ea3-sem-titulo-6-1.png?w=950&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-828" data-recalc-dims="1" /></a><figcaption><strong>Visite nossa Loja Virtual!</strong></figcaption></figure>
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