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	<title>Arquivos mudança - Revista Trama</title>
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	<description>Arte, Cultura e Criatividade</description>
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		<title>Mudanças, coloridas ou não</title>
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		<pubDate>Sun, 02 Feb 2020 21:26:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ano 002, N 030]]></category>
		<category><![CDATA[Karina Mendonça]]></category>
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		<category><![CDATA[Pensamento]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>por:  Karina Mendonça</p>
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<p class="has-drop-cap">Provavelmente você já fez alguma mudança na vida. Geográfica ou psicologicamente falando, mudanças sempre mexem com a gente, porque, querendo ou não envolvem muitas coisas (mesmo!). Mudar de casa significa desapegar-se de algumas coisas (às vezes muitas), remexer caixas guardadas, reavaliar o que (realmente) ainda tem utilidade e, principalmente, encontrar lembranças guardadas lá no fundo da memória.</p>



<p>Por mais que seja uma decisão, a primeira reação é sempre um choque. Afinal, é uma vida inteira que ficará para trás. Então a casa começa a ficar vazia, aos poucos. Cada móvel que sai, leva consigo uma lembrança, uma lágrima, uma história. Ao arrumar as caixas, as memórias parecem descer como uma avalanche, e é impossível não parar um pouco para apreciá-las e senti-las, quem sabe, uma última vez.</p>



<p>Então tem a casa nova, e com ela um misto de expectativa e medo e a única certeza de que tudo será diferente dali pra frente. Algumas coisas serão boas (como o valor do Uber, por exemplo, eis a vantagem de morar no centro da cidade), mas o desconhecido é como uma nuvem escura acompanhada de um frio na barriga. A grande questão é que, algumas (poucas) vezes, esta nuvem vem seguida de um belíssimo arco-íris.&nbsp;</p>



<p>Para finalizar, <strong>nunca teremos como saber, antecipadamente, se as mudanças serão boas ou não.</strong> Só o tempo (sempre ele!), poderá nos responder. O que nos cabe é chorar um pouco aqui (ou nem tão pouco assim), e fazer como o Caio Fernando Abreu disse certa vez, fingir que tudo está bem, até que, de fato, esteja. Porque, afinal, as mudanças sempre surgem, sejam geográfica ou psicologicamente falando, e nós nunca estamos preparados para elas. </p>



<hr class="wp-block-separator" />



<p><strong><strong><strong><strong>Karina Mendonça</strong> </strong></strong></strong>é uma jornalista frustrada, designer cansada e estudante de letras motivada. Desistiu de tentar mudar o mundo e resolveu focar em salvar a próxima geração.&nbsp;</p>



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<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" src="https://i0.wp.com/tramabodoque.com/wp-content/uploads/2021/12/9acee-publi-ediccca7acc83o-impressa-1.png?w=950&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-5668" data-recalc-dims="1" /></figure>





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<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://www.artebodoque.com/"><img decoding="async" src="https://i0.wp.com/tramabodoque.com/wp-content/uploads/2021/12/a89c8-publi-bodoque2.png?w=950&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-4736" data-recalc-dims="1" /></a></figure>



<p class="has-text-color has-background has-text-align-center has-very-light-gray-color has-very-dark-gray-background-color">Clique na imagem para acessar a loja virtual da Bodoque!</p>



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<p class="has-text-color has-background has-text-align-center has-large-font-size has-very-light-gray-color has-very-dark-gray-background-color">Galeria</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" src="https://i0.wp.com/tramabodoque.com/wp-content/uploads/2021/12/09647-fotos-carol.jpg17.jpg?w=950&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-6959" data-recalc-dims="1" /></figure>



<p class="has-text-color has-background has-text-align-center has-medium-font-size has-very-light-gray-color has-very-dark-gray-background-color"><em>Apoie manifestações artísticas de rua. Em tempos de cólera, amar é um ato revolucionário.</em></p>
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