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	<title>Arquivos Nayana Mamede - Revista Trama</title>
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	<description>Arte, Cultura e Criatividade</description>
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		<title>Meu encontro com Frida</title>
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		<pubDate>Sun, 02 Feb 2020 21:29:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ano 002, N 030]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>por: Nayana Mamede</p>
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<p class="has-drop-cap">Há alguns meses atrás tive a oportunidade de conhecer o MALBA, Museu de Arte Latinoamericano de Buenos Aires.<br>Uma experiência incrível para uma moça como eu, que quando estudante, nem sequer sonhava com isso.</p>



<p>Confesso, apesar de ser formada em artes visuais, as artes plásticas não são exatamente meu campo de interesse.<br>Quando você estuda arte, inevitavelmente ganha um olhar muito mais analítico para a coisa. E depois de se debruçar em<br>centenas de textos, aulas, obras e críticas, de alguma forma, pelo menos pra mim, consumir arte começou a ter um gosto diferente.</p>



<p>Existe algo que tira o seu olhar leigo e as análises tomam o lugar da emoção. Obviamente esta experiência é pessoal e pode ser completamente diferente para você, leitor, ainda que tenha uma interpretação especializada na área.</p>



<p>O fato é que, em meio a obras incríveis como o Abapuru, de Tarsila do Amaral, A Manifestação, de Antônio Berni, as impressionantes esculturas de Ligya Clark, entre outras, Frida Khalo roubou minhas lágrimas.</p>



<p>Virei levemente um corredor e me vi paralisada olhando pra ela. Ela mesma, figura icônica que teve seu rosto massivamente reproduzido em estampas de bolsas, camisetas, canecas, virou até fantasia de carnaval.</p>



<p>Ao me deparar frente a frente com sua obra, o &#8220;Autorretrato com macaco e papagaio&#8221;, uma emoção inexplicável tomou conta de mim, e neste momento eu reconheci toda a força e poder desta mulher ao se retratar. Não me importava a técnica, nem o conceito, nem o que se passava na cabeça dela. Somente uma força hipnotizante que vinha daquele olhar e as lições que ela tinha a me dar (que não trarei a tona aqui, pois como bem sabemos, a experiência da arte é pessoal e aberta a interpretações múltiplas). Naquele momento, respirei aliviada. De alguma forma, ela restaurou minha capacidade de ver a arte com olhos mais ingênuos.</p>



<p>Frida me salvou. Grácias, Chica.</p>



<hr class="wp-block-separator" />



<p><strong>Nayana Mamede</strong> é CEO da própria vida, cantora de chuveiro e ganha o pão fotografando coisas e pessoas.</p>



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<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" src="https://i0.wp.com/tramabodoque.com/wp-content/uploads/2021/12/9acee-publi-ediccca7acc83o-impressa-1.png?w=950&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-5668" data-recalc-dims="1" /></figure>





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<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://www.artebodoque.com/"><img decoding="async" src="https://i0.wp.com/tramabodoque.com/wp-content/uploads/2021/12/747d3-publi-bodoque3.png?w=950&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-5017" data-recalc-dims="1" /></a></figure>



<p class="has-text-color has-background has-text-align-center has-very-light-gray-color has-very-dark-gray-background-color">Clique na imagem para acessar a loja virtual da Bodoque!</p>



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<p class="has-text-color has-background has-text-align-center has-large-font-size has-very-light-gray-color has-very-dark-gray-background-color">Galeria</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" src="https://i0.wp.com/tramabodoque.com/wp-content/uploads/2021/12/4473c-fotos-carol-copy-1.jpg6_-1-1021x1024.jpg?resize=950%2C953&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-4981" data-recalc-dims="1" /></figure>



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