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	<title>Arquivos Slow Turism - Revista Trama</title>
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	<description>Arte, Cultura e Criatividade</description>
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		<title>Slow Movement e as Cidades Criativas</title>
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		<pubDate>Sun, 23 Jun 2019 00:53:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ano 001, N 002]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>por: Paola Frizero</p>
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<p><em>por: Paola Frizero</em></p>



<p class="has-drop-cap">Criatividade tem sido um tema constantemente abordado nos estudos sobre economia e sustentabilidade dentro do turismo, onde nos encontramos em uma nova fase paralela ao grande movimento do “turismo de massa”.</p>



<p>Este tipo de atividade, que teve início com a revolução industrial e vem se aprimorando até os dias de hoje, encontra-se paralelo ao que chamamos de&nbsp;​<em>fast movement</em>​, que são, resumidamente, atividades mais dinâmicas, onde se “ganha” tempo conhecendo muitos lugares em poucos dias. Este movimento fez com que o ato de viajar se tornasse cada vez mais acessível, o que foi e ainda é de extrema importância para a economia do setor.</p>



<p>Apesar deste modo “fast” de conhecer os lugares ainda ter seu espaço garantido em muitos segmentos de público, como o da melhor idade, por exemplo, o chamado&nbsp;​<em>slow movement,&nbsp;</em>​veio contrário à esta tendência de forma a resgatar hábitos pré-industriais, com uma maior valorização do tempo. Este movimento aparece com destaque nos últimos anos em vários âmbitos do nosso cotidiano, como por exemplo na gastronomia, na moda e claro, também no turismo, colocando em foco o apreciar das coisas e lugares com o objetivo de conhecer mais a fundo e com maior riqueza de detalhes.</p>



<p>Simultaneamente ao que chamamos de&nbsp;​<em>“Slow tourism”</em>​, acontece o fenômeno das cidades criativas, como uma forma de ressignificação da atratividade cultural da cidade ou produto turístico, que nada mais é do que uma inovação na forma de mostrar ao mundo sua importância através de manifestações culturais, parques temáticos, museus e monumentos, dentre outros.</p>



<p>A UNESCO, que possui uma “Rede de Cidades Criativas”, divulgou em seu último senso as 64 cidades de 44 países que se somaram à lista anterior. A lista completa ficou com 180 cidades de 72 países. Dentre elas, as cidades brasileiras: Brasília (DF) e Curitiba (PR), destacando-se pelo seu design, João Pessoa (PB), que se sobressaiu pelo artesanato e arte popular, Florianópolis (SC), Belém (PA) e Paraty (RJ), por sua gastronomia, Salvador (BA), pela música e Santos (SP), pelo cinema. Neste ano de 2019, outras cidades brasileiras se candidataram ao título, dentre elas, a capital de Minas Gerais, Belo Horizonte, por sua gastronomia.</p>



<p>A difusão do&nbsp;​<em>Slow Tourism&nbsp;</em>​e a valorização das cidades criativas exige que sigamos uma lógica cada vez mais complementar – local e global, quantidade e qualidade, economia e cultura &#8211; e a tendência é que esta valorização da experiência seja cada vez maior no âmbito do turismo, em que o viajante busque cada vez mais permanecer por mais tempo um um só lugar como uma forma de imersão naquela cultura e em suas peculiaridades.</p>



<figure class="wp-block-image is-resized"><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://i1.wp.com/blog.artebodoque.com/wp-content/uploads/2019/06/shutterstock_184092848_pelourinho-salvador-bahia.jpg?fit=606%2C403&amp;ssl=1" alt="" class="wp-image-232" width="839" height="557" /><figcaption><em>Pelourinho, Salvador &#8211; BA. Imagem da internet</em></figcaption></figure>



<p>A lista das cidades criativas encontram-se no site da UNESCO e, portanto, possuem visibilidade internacional.</p>



<p><strong>Link do site:</strong></p>



<p><a href="http://www.unesco.org/new/pt/brasilia/about-this-office/single-view/news/unesco_creative_cit ies_network/">http://www.unesco.org/new/pt/brasilia/about-this-office/single-view/news/unesco_creative_cit ies_network/</a></p>



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