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	<title>Arquivos Thiago Gomes - Revista Trama</title>
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	<description>Arte, Cultura e Criatividade</description>
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		<title>Cotijuba: ilha em isolamento forçado pelo Coronavírus</title>
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		<pubDate>Sun, 03 May 2020 21:23:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ano 002, N 043]]></category>
		<category><![CDATA[Cotijuba]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>por: Thiago Gomes</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://revistatrama.artebodoque.com/2020/05/03/cotijuba-ilha-em-isolamento-forcado-pelo-coronavirus/">Cotijuba: ilha em isolamento forçado pelo Coronavírus</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://revistatrama.artebodoque.com">Revista Trama</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<div class="wp-block-group"><div class="wp-block-group__inner-container is-layout-flow wp-block-group-is-layout-flow">
<p class="has-text-align-right"><em>Fotografia e Curadoria: Thiago Gome</em>s<br><em>Texto: Victor Furtado</em></p>
</div></div>



<p class="has-text-align-left">Cotijuba é um exemplo de como a pandemia de COVID-19, a doença causada pelo novo Coronavírus (sars-cov-2), afetou as 39 localidades que compõem a Região das Ilhas de Belém. Históricamente,  essas são áreas carentes de desenvolvimento e que já sofriam com um certo nível de isolamento &#8211;  afinal, só são acessíveis via fluvial. A economia dessas áreas é baseada em comércio e turismo, dois setores esmagados pela necessidade de saúde pública de pessoas ficarem em casa.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" src="https://i0.wp.com/tramabodoque.com/wp-content/uploads/2020/05/03cff-983z1672-2.jpg?w=950&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-9152" data-recalc-dims="1" /><figcaption>Cotijuba, como outras Ilhas de Belém, só é acessível por vias fluviais.<br>Foto: Thiago Gomes </figcaption></figure>



<p>Com muito mais dificuldades em acessar máscaras e álcool em gel, os moradores da ilha se viram como podem.&nbsp; Preocupados, pensam em começar a cobrar comprovante de residência para chegar à ilha. Algumas barreiras sanitárias têm usado esse recurso, em alguns municípios.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" src="https://i0.wp.com/tramabodoque.com/wp-content/uploads/2020/05/594f9-983z3023-2.jpg?w=950&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-9147" data-recalc-dims="1" /><figcaption>Passageiros a caminho de Cotijuba<br>Foto: Thiago Gomes</figcaption></figure>



<p class="has-text-align-left">Enquanto alguns locais até protestam pelo fim das quarentenas, o que o povo de Cotijuba não quer é ter de remediar algo que pode sobrecarregar sua capacidade de cuidar dos doentes. Ainda que preocupados com a economia, de forma ampla, a comunidade tem tentado se proteger da pandemia. Todos os entrevistados relataram se cuidar de todas as formas possíveis. Contudo, Cotijuba não teve muita escolha. Foi forçada a um lockdown (o fechamento e isolamento) ainda mais severo do que outros lugares.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" src="https://i0.wp.com/tramabodoque.com/wp-content/uploads/2020/05/d8eca-983z2418-1.jpg?w=950&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-9151" data-recalc-dims="1" /><figcaption>Praia de Cotijuba &#8211; vazia, em tempos de quarentena. <br>Foto: Thiago Gomes</figcaption></figure>



<p>A ilha de Cotijuba, para quem nunca a visitou antes, fica a cerca de 30 minutos de barco, saindo do trapiche de Icoaraci. Detém 8 mil pessoas, da população de quase 40 mil que habita a Região das Ilhas. O primeiro impacto está justamente no transporte: antes, os barcos saíam e chegavam, quase sempre, lotados. Em média, a capacidade das embarcações é de 50 passageiros (umas mais e outras menos).</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" src="https://i0.wp.com/tramabodoque.com/wp-content/uploads/2020/05/35383-983z2018.jpg?w=950&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-9148" data-recalc-dims="1" /><figcaption>Barcos vazios, viagens pouco rentáveis<br>Foto: Thiago Gomes</figcaption></figure>



<p>Durante a pandemia, contudo, a situação é outra. Dificilmente, dizem os barqueiros, as viagens têm 20 pessoas. Por questões de sobrevivência financeira, em que ganhar pouco é melhor que ganhar nada, as linhas continuam, mas com ajustes nos horários e preços iguais. Há prejuízo. Para dar conta de viagens pouco rentáveis, tem havido revezamento. Com isso, alguns profissionais da saúde reclamam que as condições de viagem são cada vez piores para chegar à Unidade Municipal de Saúde de Cotijuba.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" src="https://i0.wp.com/tramabodoque.com/wp-content/uploads/2020/05/9c4d8-983z1781.jpg?w=950&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-9154" data-recalc-dims="1" /><figcaption>Com a diminuição na quantidade de barcos e horários, o transporte fica mais difícil. E ainda assim, a rentabilidade é baixa.<br>Foto: Thiago Gomes</figcaption></figure>



<p>&#8220;Nossa região é carente de recursos e é difícil encontrar máscaras e álcool gel. Álcool nem se acha. Quando tem, é em preço exorbitante. Algumas pessoas estão acompanhando a mídia e a divulgação da prevenção tem sido feita. &#8220;, diz Aldo de Jesus, que trabalha em um laboratório e diz estar atento a todos os cuidados, desde a higienização das mãos até a lavagem das roupas. Nos barcos, são raras pessoas de máscaras.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" src="https://i0.wp.com/tramabodoque.com/wp-content/uploads/2020/05/0df68-aldo-de-jesus.jpg?w=950&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-9142" data-recalc-dims="1" /><figcaption>Aldo de Jesus, a caminho do trabalho. Nos barcos, ainda são raras as pessoas de máscara.<br>Foto: Thiago Gomes</figcaption></figure>



<p>Parte do prejuízo inclui os gastos novos, que antes nunca foram pensados, como a higiene. Agora, a cada viagem, os barcos são higienizados com álcool 70% &#8211; assento por assento e nos locais onde as pessoas costumam pegar e se apoiar. A limpeza é feita com toalhas de papel, descartadas logo em seguida. Ninguém entra nas embarcações sem ter as mãos previamente higienizadas com álcool também. Ainda há quem seja negligente a esses cuidados, mas são minoria. Todos esses dados são da Cooperativa dos Barqueiros da Ilha de Cotijuba (Cooperbic).</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" src="https://i0.wp.com/tramabodoque.com/wp-content/uploads/2020/05/c844b-eliuzer-torres.jpg?w=950&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-9143" data-recalc-dims="1" /><figcaption>Eliézer Torres, barqueiro e presidente da Cooperbic, higieniza seu barco.<br>Foto: Thiago Gomes</figcaption></figure>



<p>Presidente da Cooperbic, o barqueiro Eliézer Torres diz que a comunidade de Cotijuba tem se mostrado unida e atenta na prevenção. Diante da falta de álcool em gel, empresários se uniram para montar pias no trapiche principal. Ao menos sabão e detergente não têm estado em falta. Nem toalhas de papel para enxugar as mãos. A Organização Mundial da Saúde já atestou: uma boa lavagem de mãos já é suficiente para matar o novo coronavírus.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" src="https://i0.wp.com/tramabodoque.com/wp-content/uploads/2020/05/7bdf5-983z2851.jpg?w=950&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-9156" data-recalc-dims="1" /><figcaption>A higienização das mãos tem sido a principal ferramenta de prevenção ao COVID-19 na Ilha de Cotijuba.<br>Foto: Thiago Gomes</figcaption></figure>



<p>&#8220;Quem chega ou sai da ilha precisa higienizar as mãos. Essa medida já tem sido muito boa. Estamos fazendo nossa parte, tentando conscientizar todo mundo, para que o vírus não chegue à nossa ilha, mas tem uns que ainda não compraram a ideia&#8221;, diz Torres. Nos barcos e pontos de principal circulação, há cartazes informativos sobre a COVID-19 e medidas preventivas contra o novo coronavírus.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" src="https://i0.wp.com/tramabodoque.com/wp-content/uploads/2020/05/28c77-983z3152-2.jpg?w=950&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-9157" data-recalc-dims="1" /><figcaption>Cartazes informativos estão nos principais pontos de circulação da ilha.<br>Foto: Thiago Gomes</figcaption></figure>



<p>Felipe Vilhena, por sua vez, é encarregado em construções. Tem feito o possível para seguir a recomendação de não sair de casa. No entanto, a necessidade de sobreviver às contas de cada mês exigem que ele tenha voltado a trabalhar. Ele o fez e foi a Cotijuba, mas não sem antes dar um jeito de, ao menos, conseguir uma máscara.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" src="https://i0.wp.com/tramabodoque.com/wp-content/uploads/2020/05/e484e-felipe-vilhena.jpg?w=950&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-9144" data-recalc-dims="1" /><figcaption>O encarregado de obras Felipe Vilhena usando sua máscara.<br>Foto: Thiago Gomes</figcaption></figure>



<p>&#8220;Infelizmente, nem todo mundo está se cuidando. Até porque não tem máscara ou álcool. Nada. Essa máscara que estou usando foi um amigo que já me arranjou. Cadê a higiene? Não é em toda embarcação que o pessoal faz limpeza não. Só estou indo a Cotijuba por urgência, após cinco dias direto em casa. Sem trabalho, não tem comida. Não sei como outras pessoas vão aguentar&#8221;, comentou Felipe.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" src="https://i0.wp.com/tramabodoque.com/wp-content/uploads/2020/05/505ee-983z2183-2.jpg?w=950&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-9159" data-recalc-dims="1" /><figcaption>Foto: Thiago GOmes</figcaption></figure>



<p>A ilha que respirava turismo é irreconhecível.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" src="https://i0.wp.com/tramabodoque.com/wp-content/uploads/2020/05/94958-983z2472.jpg?w=950&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-9162" data-recalc-dims="1" /><figcaption>Sem o movimento do fim de semana, o comércio que se preparava para receber os turistas já não abre.<br>Foto: Thiago Gomes</figcaption></figure>



<p>&nbsp;Quem conhece Cotijuba sabe que, em outros tempos, já haveria um movimento aquecido para o dia. Uma ilha inteira se preparando para o final de semana, que sempre foi o período de trabalho intenso. Porém, o que vimos foi apatia e silêncio. Antes, o barulho das motos rompia esse silêncio frequentemente. Porém, os mototaxistas e motocharretistas não têm mais quem levar. Muitos pararam de trabalhar. Outros insistem, ainda que fiquem ociosos quase o tempo todo.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" src="https://i0.wp.com/tramabodoque.com/wp-content/uploads/2020/05/ef8a1-983z2236.jpg?w=950&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-9160" data-recalc-dims="1" /><figcaption>Alguns mototaxistas e motocharretistas ainda insistem em trabalhar.<br>Foto: Thiago Gomes</figcaption></figure>



<p>Muitos comércios estão fechados. Os mercados, ao menos, não sofrem com desabastecimento, pois não houve corrida por parte dos moradores para montar estoques domésticos dos produtos (diferente dos centros urbanos).  Isso é, com exceção de álcool gel e máscaras.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" src="https://i0.wp.com/tramabodoque.com/wp-content/uploads/2020/05/51920-983z2302.jpg?w=950&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-9161" data-recalc-dims="1" /><figcaption>Os mercados continuam abastecidos.<br>Foto: Thiago Gomes</figcaption></figure>



<p>Nas praias, só se ouve passarinhos, vento e alguns cachorros. Nenhuma caixa de som ligada tocando as marcantes ou os sucessos mais recentes do tecnobrega. Bares, restaurantes, hotéis e pousadas fechados. Um cenário desolador para mais de 30 anos de trabalho em Cotijuba do senhor Jonas Bentes, o &#8220;Highlander&#8221; — também cantor e compositor de arrocha —, que é dono de um bar e restaurante na praia do Farol, uma das mais populares por ser a mais próxima dos trapiches.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" src="https://i0.wp.com/tramabodoque.com/wp-content/uploads/2020/05/93aae-jonas-bentes.jpg?w=950&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-9145" data-recalc-dims="1" /><figcaption>Jonas Bentes, o &#8220;Highlander&#8221;, em seu bar.<br>Foto: Tiago Gomes</figcaption></figure>



<p>&#8220;Fazer o que? É só Deus mesmo pra proteger a gente. Não tem nem uma caixa de som animando, alguém fazendo uma brincadeira. Pra me virar com as contas, eu faço matapi ecológico, de garrafa PET, pesco camarão&#8230; é o que ajuda. Comecei vendendo queijinho assado no espeto. Eu me viro. Minha irmã e meu cunhado também se viram como podem, mas também fecharam os negócios deles&#8221;, conta Jonas, seguindo com uma canção sobre a noitada de Cotijuba que não é mais a mesma.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" src="https://i0.wp.com/tramabodoque.com/wp-content/uploads/2020/05/3f3f2-983z2470.jpg?w=950&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-9164" data-recalc-dims="1" /><figcaption>Cotijuba não é mais a mesma.<br>Foto: Thiago Gomes</figcaption></figure>



<hr class="wp-block-separator" />



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" src="https://i0.wp.com/tramabodoque.com/wp-content/uploads/2020/05/6ca9a-983z1920.jpg?w=950&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-9165" data-recalc-dims="1" /><figcaption>Foto: Thiago Gomes</figcaption></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" src="https://i0.wp.com/tramabodoque.com/wp-content/uploads/2020/05/b6ca5-983z2080.jpg?w=950&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-9166" data-recalc-dims="1" /><figcaption>Caminho para Cotijuba<br>Foto: Thiago Gomes</figcaption></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" src="https://i0.wp.com/tramabodoque.com/wp-content/uploads/2020/05/8c528-983z2177-2.jpg?w=950&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-9167" data-recalc-dims="1" /><figcaption>Foto: Thiago Gomes</figcaption></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" src="https://i0.wp.com/tramabodoque.com/wp-content/uploads/2020/05/036aa-983z2333.jpg?w=950&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-9168" data-recalc-dims="1" /><figcaption>Foto: Thiago Gomes</figcaption></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" src="https://i0.wp.com/tramabodoque.com/wp-content/uploads/2020/05/20af6-983z2778.jpg?w=950&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-9169" data-recalc-dims="1" /><figcaption>Bares e restaurantes fechados. Sem o turismo, a Ilha de Cotijuba sofre perdas imensuráveis.<br>Foto: Thiago Gomes</figcaption></figure>



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<p><strong>Thiago Gomes</strong> é paraense, atua como fotojornalista em Belém do Pará e como correspondente em agência de notícias nacional. Apaixonado pelo Pará, viaja por todo o estado fotografando sua cultura, seus costumes locais e sua diversidade. Conheça mais no <a href="https://instagram.com/thiago_gomes_photography?igshid=hh038fcpzfk6">Instagram</a>.</p>



<p><strong>Victor Furtado</strong> é é jornalista, especialista em Comunicação Corporativa. Em 10 anos de carreira em vários lugares, passou o tempo consumindo vinhos, cafés, chocolates, açaí com farinha e tapioca, cinema, música, quadrinhos e jogos. Um macho brincalhão, rabugento, em desconstrução e tentando eliminar a própria masculinidade tóxica. Conheça mais no <a href="http://instagram.com/victorfurtado8">Instagram</a>.</p>



<hr class="wp-block-separator" />



<p style="background-color:#2b2b2b;color:#ffffff" class="has-text-color has-background has-text-align-center has-large-font-size">Galeria: artistas pra seguir na quarentena</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://www.instagram.com/d.nowicki/"><img decoding="async" src="https://i0.wp.com/tramabodoque.com/wp-content/uploads/2020/05/f8fc0-arte-1-1.png?w=950&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-9357" data-recalc-dims="1" /></a></figure>



<p style="background-color:#2b2b2b;color:#ffffff" class="has-text-color has-background has-text-align-center"><em>Apoie artistas nessa quarentena. Em tempos de cólera, amar é um ato revolucionário.</em></p>



<hr class="wp-block-separator" />



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://i0.wp.com/tramabodoque.com/wp-content/uploads/2020/04/c41a4-publi-ediccca7acc83o-impressa-1-1024x446-1.png?w=950&#038;ssl=1" alt="Esta imagem possuí um atributo alt vazio; O nome do arquivo é PUBLI-EDIÇÃO-IMPRESSA-1-1024x446.png" data-recalc-dims="1" /></figure>



<p>Versão Impressa &#8211; Edição Conceito</p>



<p>Exemplar impresso da edição conceito da Trama, contendo os 10 textos mais lidos até sua diagramação. Autores selecionados: Ricardo Cristófaro, Dane de Jade, Enrique Coimbra, Gyovana Machado, Frederico Lopes, Caroline Stabenow, Gabriel Garcia, Marcus Cardoso, Kariston França, Paola Frizeiro, Luisa Biondo.</p>



<p>35.00 R$</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://i0.wp.com/atomic-temporary-162935141.wpcomstaging.com/wp-content/plugins/jetpack/_inc/blocks/images/paypal-button-1e53882e702881f8dfd958c141e65383.png?w=950&#038;ssl=1" alt="Pagar com o PayPal" data-recalc-dims="1" /></figure>



<hr class="wp-block-separator" />



<figure class="wp-block-image"><a href="https://www.artebodoque.com"><img decoding="async" src="https://i0.wp.com/tramabodoque.com/wp-content/uploads/2021/12/747d3-publi-bodoque3.png?w=950&#038;ssl=1" alt="Esta imagem possuí um atributo alt vazio; O nome do arquivo é PUBLI-BODOQUE3-1024x1024.png" data-recalc-dims="1" /></a></figure>



<p style="background-color:#2b2b2b;color:#ffffff" class="has-text-color has-background has-text-align-center">Clique na imagem para acessar a loja virtual da Bodoque!</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://revistatrama.artebodoque.com/2020/05/03/cotijuba-ilha-em-isolamento-forcado-pelo-coronavirus/">Cotijuba: ilha em isolamento forçado pelo Coronavírus</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://revistatrama.artebodoque.com">Revista Trama</a>.</p>
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