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	<title>Arquivos Violência contra a Mulher - Revista Trama</title>
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	<description>Arte, Cultura e Criatividade</description>
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		<title>Professores são aliados fundamentais para o fim da violência contra a mulher</title>
		<link>https://revistatrama.artebodoque.com/2021/01/24/professores-sao-aliados-fundamentais-para-o-fim-da-violencia-contra-a-mulher/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 24 Jan 2021 21:25:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ano 003, N 075]]></category>
		<category><![CDATA[ONU Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Violência contra a Mulher]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>por:  Vinícius Lara</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://revistatrama.artebodoque.com/2021/01/24/professores-sao-aliados-fundamentais-para-o-fim-da-violencia-contra-a-mulher/">Professores são aliados fundamentais para o fim da violência contra a mulher</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://revistatrama.artebodoque.com">Revista Trama</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-center"><em>O Banco Mundial, a Câmara dos Deputados, o Facebook e o Instituto Avon organizaram o concurso de vídeo Lei Maria da Penha para estimular jovens de 14 a 18 anos a pensarem em maneiras de identificar relacionamentos abusivos e mudarem esta situação.</em></p>



<p class="has-text-align-center"><em>Dos&nbsp;70 vídeos enviados sobre o tema, foram premiados cinco (um de cada região do Brasil), todos com até um minuto e escolhidos em votação popular pela internet.&nbsp;</em></p>



<p class="has-text-align-center"><em>As professoras que orientaram os vencedores do concurso apostam no audiovisual e na criatividade para conscientizar adolescentes sobre relacionamentos abusivos e suas possíveis consequências.</em></p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="950" height="516" src="https://i0.wp.com/tramabodoque.com/wp-content/uploads/2021/12/b4677-bm.png?resize=950%2C516&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-13655" srcset="https://i0.wp.com/revistatrama.artebodoque.com/wp-content/uploads/2021/12/b4677-bm.png?w=1650&amp;ssl=1 1650w, https://i0.wp.com/revistatrama.artebodoque.com/wp-content/uploads/2021/12/b4677-bm.png?resize=300%2C163&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/revistatrama.artebodoque.com/wp-content/uploads/2021/12/b4677-bm.png?resize=1024%2C556&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/revistatrama.artebodoque.com/wp-content/uploads/2021/12/b4677-bm.png?resize=768%2C417&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/revistatrama.artebodoque.com/wp-content/uploads/2021/12/b4677-bm.png?resize=1536%2C834&amp;ssl=1 1536w" sizes="(max-width: 950px) 100vw, 950px" data-recalc-dims="1" /><figcaption>Cena do vídeo Isso não é Amor, de Sofia Rambo &#8211; um dos vencedores do Concurso Lei Maria da Penha.<br>Foto | Sofia Rambo</figcaption></figure>



<p>O&nbsp;<a href="https://www.worldbank.org/pt/news/feature/2021/01/14/brasil-concurso-video-violencia-genero-jovenes">Banco Mundial</a>, a Câmara dos Deputados, o Facebook e o Instituto Avon organizaram o concurso de vídeo Lei Maria da Penha para estimular jovens de 14 a 18 anos a pensarem em maneiras de identificar relacionamentos abusivos e mudarem esta situação.</p>



<p>Dos&nbsp;70 vídeos enviados sobre o tema, foram premiados cinco (um de cada região do Brasil), todos com até um minuto e escolhidos em votação popular pela internet.</p>



<p>Quando um relacionamento se torna abusivo, como perceber isso e romper o ciclo de violência? Se a pergunta é desafiadora para adultos e especialistas – tanto em comportamento quanto em segurança pública –, que dirá para quem está recém começando a vida amorosa e tem milhares de dúvidas e anseios.</p>



<p>Saber respondê-la, no entanto, pode significar a diferença entre a vida e a morte – ou entre uma adolescência divertida ou traumática – em um país como o Brasil, onde as jovens estão todos os dias expostas à violência de gênero.&nbsp;<a href="https://forumseguranca.org.br/wp-content/uploads/2020/10/anuario-14-2020-v1-interativo.pdf">Segundo o Anuário Brasileiro da Segurança Pública</a>, as mulheres de 15 a 19 anos corresponderam a 7% das vítimas de feminicídio no Brasil em 2019. Além disso, para as mulheres, o auge da vitimização por estupro ocorre aos 13 anos: são 12% das vítimas, segundo a mesma publicação.</p>



<p>Os vídeos do Concurso Lei Maria da Penha foram apresentados na forma de dramatização e poesia, ora em formato de animação, ora com atores amadores, mas sempre de forma clara e didática. Conheça os vencedores do Concurso:</p>



<ul><li>&#8220;Primeiro, ele vai te tratar como uma rainha. Depois é que começam as agressões&#8230; Você normalmente começa a ser agredida psicologicamente&#8221;, descreve a aluna Sofia Rambo, de Pareci Novo, Rio Grande do Sul, em&nbsp;<a href="https://www.facebook.com/276347279132497/videos/239026910454977">Isso não é Amor</a>.<br></li><li>&#8220;Ele não me deixava sair com minhas amigas&#8230; Não me deixava conversar com minha mãe nem minhas irmãs&#8230; Me proibia de vestir as roupas que eu queria&#8230; Não me deixava pegar no meu celular&#8230; Me xingava&#8230;&#8221;, contou a moça entrevistada por Carmo dos Santos Sousa, de São Julião, Piauí, no minidocumentário&nbsp;<a href="https://www.facebook.com/276347279132497/videos/2687982294588558">Estudar + Trabalhar = Empoderar</a>.<br></li><li>&#8220;Ele fala: &#8216;Amor, eu nunca mais vou fazer isso&#8217;; e você, boba de amor, acredita”, disse a jovem do vídeo&nbsp;<a href="https://www.facebook.com/276347279132497/videos/591009124792118">1, 2, 3&#8230;</a>, de Lucas Henrique Costa, da zona rural de Bonito, Mato Grosso do Sul.<br></li><li>&#8220;Desde muito meninas, ouvimos que quando o garoto da escola chega e puxa o nosso cabelo ou implica com a gente o tempo todo, faz isso porque gosta da gente. E taí: aprendemos errado desde o começo&#8221;, refletiu uma das participantes do vídeo&nbsp;<a href="https://www.facebook.com/276347279132497/videos/2252372388400096/">Prelúdio</a>, de Sofia Borodiak, de Sorocaba, São Paulo.<br></li><li>&#8220;A mim resolvi amar / Antes que minha vida findasse, às mentirosas juras pus fim / E um canto de liberdade ecoou dentro de mim&#8221;, concluiu de modo poético o vídeo&nbsp;<a href="https://www.facebook.com/276347279132497/videos/196380804792444/">Dona de Mim</a>, dirigido por Mary Lene Santos, de Manaus, Amazonas.</li></ul>



<p>Para levar a reflexão a cantos tão diferentes e distantes do país, uma figura é fundamental: a dos professores, não importa a disciplina que ensinem. Outro papel importantíssimo cumprido por eles e pela comunidade escolar em geral é identificar e evitar relacionamentos abusivos entre os próprios jovens, segundo as professoras que orientaram os vencedores do concurso.</p>



<p>“No primeiro dia em que abordei o tema na turma, uma aluna me procurou após a aula e contou que vivenciou uma relação abusiva, e dessa relação teve uma filha. Conversei com ela sobre a chance de tornar o trauma sofrido uma oportunidade de aprender, ensinar e alertar outras jovens sobre o relacionamento abusivo. Pedi a ela que escrevesse sua história e pensaríamos numa forma de contá-la. Assim, eu e a pedagoga reunimos o grupo e começamos a buscar a melhor forma de conseguir fazer o vídeo”, recordou a professora de artes e orientadora do vídeo Dona de Mim, Ivane Mariano dos Santos.</p>



<p>“Muitos adolescentes e crianças veem a escola como seu único espaço seguro e têm os professores como os únicos adultos que escutam de fato e estão ali para apoiar”, comentou a professora de história Milene Martinez, orientadora do vídeo Prelúdio e vencedora do concurso pela segunda vez (a primeira foi em 2014). Atuando na mesma escola há oito anos, Milene se define como feliz e orgulhosa por ter a confiança dos colegas, dos alunos e dos pais, mas reconhece que nem todos os professores contam com as mesmas liberdade ou estrutura para trabalhar o tema em sala de aula.</p>



<p>O obstáculo principal de um trabalho desses, muitas vezes, são os preconceitos e resistências dos próprios alunos, ainda mais numa fase da vida em que eles costumam desafiar a autoridade dos professores.</p>



<p>“Já enfrentei resistência de alunas que se achavam merecedoras de uns tapas dos namorados, pois acreditavam que estavam erradas e eles poderiam puni-las”, lembrou a professora de biologia, química, física e português e orientadora do vídeo 1, 2, 3&#8230;, Jaqueline Aparecida dos Santos.</p>



<p>A professora de português e literatura brasileira, Lidiane Chagas de Carvalho, que coordenou o vídeo Estudar + Trabalhar = Empoderar, tem uma experiência semelhante. “Em temas delicados como relacionamentos abusivos e agressão, noto que às vezes alguns alunos não dão a devida importância: levam na brincadeira, não refletem nem participam, como se o assunto fosse fora da realidade”. Ela continua o trabalho mesmo assim e acredita que, com acesso a metodologias melhores, seria possível sensibilizar ainda mais os alunos.</p>



<p>Na falta dessas metodologias, Lidiane e outros profissionais apostam no audiovisual e na criatividade para criar confiança entre os alunos e se conectar com eles.</p>



<p>“Ser professores vai além de ensinar a matéria na qual somos formados; também devemos estar atentos para questões das culturas juvenis”, refletiu a professora de matemática e física e orientadora de Isso não é Amor, Maria Eduarda Götz. O vídeo começou como projeto de três alunas – que já tinham levado o assunto para uma feira de ciências em 2019 – e acabou envolvendo toda uma turma de 1º ano do ensino médio.</p>



<p>“Nós, como docentes, temos que pensar em diferentes estratégias para abordar situações que estão presentes no cotidiano deles. Além disso, como os índices no Brasil continuam altos, é importante que ocorram debates, reflexões e projetos que promovam a educação no combate à violência contra a mulher”, concluiu a professora.</p>



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<p><strong><em>Matéria originalmente publicada em&nbsp;<a rel="noreferrer noopener" href="https://nacoesunidas.org/ataques-a-jornalistas-sao-ataques-contra-toda-a-sociedade-civil-diz-bachelet/" target="_blank">Nações Unidas Brasil</a></em>&nbsp;<em>em 22/01/2021 – Atualizado em 22/01/2021.</em></strong></p>



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<div class="wp-block-media-text alignwide is-stacked-on-mobile" style="grid-template-columns:22% auto"><figure class="wp-block-media-text__media"><img decoding="async" width="768" height="768" src="https://i0.wp.com/tramabodoque.com/wp-content/uploads/2021/12/3a58a-onu-brasil.png?resize=768%2C768&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-13654 size-full" srcset="https://i0.wp.com/revistatrama.artebodoque.com/wp-content/uploads/2021/12/3a58a-onu-brasil.png?w=768&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/revistatrama.artebodoque.com/wp-content/uploads/2021/12/3a58a-onu-brasil.png?resize=300%2C300&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/revistatrama.artebodoque.com/wp-content/uploads/2021/12/3a58a-onu-brasil.png?resize=150%2C150&amp;ssl=1 150w" sizes="(max-width: 768px) 100vw, 768px" data-recalc-dims="1" /></figure><div class="wp-block-media-text__content">
<p><strong><strong><strong><strong><strong><strong><strong><strong><strong>A ONU (Organização das Nações Unidas)</strong></strong></strong></strong></strong></strong></strong></strong></strong>&nbsp;é uma organização internacional formada por países que se reuniram voluntariamente para trabalhar pela paz e o desenvolvimento mundiais.</p>
</div></div>



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<div class="wp-block-group"><div class="wp-block-group__inner-container is-layout-flow wp-block-group-is-layout-flow">
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		<item>
		<title>ONU lança campanha nos 16 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência contra as Mulheres</title>
		<link>https://revistatrama.artebodoque.com/2020/11/22/campanha-ativismo-fim-violencia-mulheres/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 22 Nov 2020 18:25:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ano 002, N 072]]></category>
		<category><![CDATA[ONU Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Violência contra a Mulher]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>por: ONU Brasil</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-center"><em>A Organização das Nações Unidas no Brasil dará visibilidade às mulheres e meninas que enfrentaram a violência antes e durante a pandemia com o lançamento da campanha nacional&nbsp;Onde Você Está que Não me Vê?, com o conceito Somos Nossa Existência. A ação será implementada nos 16 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência contra as Mulheres, entre 20 de novembro a 10 de dezembro.</em><br><em><br>Ao longo deste período, a ONU Brasil destacará o processo de invisibilização e violência que as mulheres e meninas têm enfrentado antes e durante a pandemia da COVID&nbsp;19. A campanha é inspirada na canção “O que se Cala”, composição de Douglas Germano e&nbsp;interpretação de Elza Soares.</em></p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" src="https://i0.wp.com/tramabodoque.com/wp-content/uploads/2021/12/9af5d-banner-ilustracao-site-01-1.jpg?w=950&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-12752" data-recalc-dims="1" /><figcaption>Campanha nacional pelo fim da violência contra as mulheres<br>Foto | ONU Mulheres</figcaption></figure>



<p>A Organização das Nações Unidas no Brasil dará visibilidade às mulheres e meninas que enfrentaram a violência antes e durante a pandemia com o lançamento da campanha nacional&nbsp;<em>Onde Você Está que Não me Vê?</em>, com o conceito Somos Nossa Existência. A<a href="http://www.onumulheres.org.br/noticias/nacoes-unidas-visibilizam-lideranca-das-mulheres-em-campanha-dos-16-dias-de-ativismo-pelo-fim-da-violencia-contra-as-mulheres/">&nbsp;ação&nbsp;</a>será implementada nos 16 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência contra as Mulheres, entre 20 de novembro a 10 de dezembro.</p>



<p>Ao longo deste período, a ONU Brasil destacará o processo de invisibilização e violência que as mulheres e meninas têm enfrentado antes e durante a pandemia da COVID&nbsp;19. A campanha é inspirada na canção “O que se Cala”, composição de Douglas Germano e&nbsp;interpretação de Elza Soares.</p>



<p>Mulheres das cinco regiões do Brasil e que defendem diferentes causas sociais compõem a narrativa da campanha, que traz o foco para a diversidade das mulheres, seu lugar de fala, território, assim como a prevenção e eliminação de diferentes formas de violências, especialmente agravadas pela pandemia da COVID-19. São visibilizadas lideranças femininas de mobilizações sociais, mulheres ativistas, defensoras de direitos, que estão na linha de frente dos movimentos, nos sindicatos, nas organizações populares, nos espaços políticos, na academia, nos campos, nas florestas e nas águas. Mulheres que agem pelo direito de todas, que educam, cuidam e questionam:&nbsp;<em>Onde Você Está Que Não Me Vê?</em></p>



<p>Neste ano de 2020, muitos alertas sinalizaram que, por trás da emergência sanitária trazida pela COVID-19, estava se agravando uma antiga e silenciosa pandemia:&nbsp;a violência contra mulheres e meninas. Foi neste contexto que o secretário-geral da ONU, António Guterres, lançou a Estratégia de Engajamento Político sobre Violência Baseada em Gênero e COVID. Nela, Guterres convoca todas as instituições públicas e privadas, organizações da sociedade civil, movimento de mulheres, academia, mídia, pessoas comuns, para pensar e agir estrategicamente pelo fim da&nbsp;violência&nbsp;contra as mulheres e meninas.</p>



<p>A abordagem tática do documento vê como principais agentes as pessoas com poder de decisão, o público e a sociedade civil organizada, e as instituições capazes de produzir dados e evidências para compreender profundamente o fenômeno. A visão estratégica, por sua vez, busca convocar estes agentes para realizar quatro grandes objetivos: financiar,&nbsp;prevenir,&nbsp;responder e&nbsp;coletar dados. Financiar as políticas públicas e a sociedade civil especializada; prevenir a violência através de transformações nas normas sociais; oferecer respostas concretas para os casos de violência através de serviços, acolhimento e normas; e coletar e analisar dados de forma sistemática.</p>



<p>Os 16 dias de ativismo &#8211; de 20 de novembro a 10 de dezembro -, são o início de um processo mais longo, que se estenderá por todo 2021, para avançar nesta estratégia de engajamento social e de parcerias para fazer avançar as políticas de prevenção e de enfrentamento à violência contra as mulheres.&nbsp;A mobilização internacional foi reestruturada de forma a se alinhar e servir como ferramenta para concretizar a visão e implementar as linhas de ação compartilhadas com líderes globais por meio da Estratégia.</p>



<p><strong>Como participar:&nbsp;</strong>Junte-se à ONU! Compartilhe suas fotos, mensagens e vídeos mostrando como você está participando da campanha nas plataformas digitais, redes sociais e internet usando as hashtags&nbsp; #16dias #OndeVocêEstáQueNãoMeVê? #SomosNossaExistência #UNASE #PinteOMundoDeLaranja. Além disto, marque nas mídias sociais&nbsp;@ONUMulheresBR @SayNO_UNiTE @UNWomen.</p>



<p>Para facilitar a participação ativa na campanha, a ONU Mulheres disponibilizará o material para produção e difusão da campanha. Para acessá-lo, os contatos devem ser feitos pelo e-mail&nbsp;<a href="mailto:onumulheres@unwomen.org">onumulheres@unwomen.org</a></p>



<p><strong>Informações para a Imprensa:</strong>&nbsp;Assessoria de Comunicação da ONU Mulheres Brasil</p>



<p>Isabel Clavelin –&nbsp;<a href="mailto:isabel.clavelin@unwomen.org">isabel.clavelin@unwomen.org</a>&nbsp;(61) 98175 6315</p>



<p>Marcela Ribeiro –&nbsp;<a href="mailto:marcela.ribeiro@unwomen.org">marcela.ribeiro@unwomen.org</a>&nbsp;(61) 98162 0788</p>



<p></p>



<p><strong><em>Matéria originalmente publicada em <a href="https://brasil.un.org/pt-br/101669-onu-lanca-campanha-nos-16-dias-de-ativismo-pelo-fim-da-violencia-contra-mulheres">Nações Unidas Brasil</a></em> <em>em 20/11/2020 &#8211; Atualizado em 20/11/2020.</em></strong></p>



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<div class="wp-block-media-text alignwide is-stacked-on-mobile" style="grid-template-columns:19% auto"><figure class="wp-block-media-text__media"><img decoding="async" src="https://i0.wp.com/tramabodoque.com/wp-content/uploads/2021/12/982c5-onubio.png?w=950&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-8891" data-recalc-dims="1" /></figure><div class="wp-block-media-text__content">
<p><strong><strong>A ONU (Organização das Nações Unidas) </strong></strong>é uma organização internacional formada por países que se reuniram voluntariamente para trabalhar pela paz e o desenvolvimento mundiais.</p>
</div></div>



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<figure class="wp-block-image size-large is-style-default"><img decoding="async" src="https://i0.wp.com/tramabodoque.com/wp-content/uploads/2021/12/fdf84-assinatura-4.png?w=950&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-11677" data-recalc-dims="1" /></figure>





<hr class="wp-block-separator is-style-wide" />



<div class="wp-block-columns is-layout-flex wp-container-core-columns-is-layout-1 wp-block-columns-is-layout-flex">
<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow">
<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://www.artebodoque.com"><img decoding="async" src="https://i0.wp.com/tramabodoque.com/wp-content/uploads/2021/12/68661-loja-2.png?w=950&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-11586" data-recalc-dims="1" /></a></figure>
</div>



<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow">
<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://www.artebodoque.com/revista-trama-edicao-impressa-edicao-001"><img decoding="async" src="https://i0.wp.com/tramabodoque.com/wp-content/uploads/2021/12/dae20-impressa-1.png?w=950&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-11587" data-recalc-dims="1" /></a></figure>
</div>
</div>



<p class="has-text-align-center has-very-light-gray-color has-very-dark-gray-background-color has-text-color has-background has-large-font-size">Galeria: artistas para seguir nessa quarentena</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://www.instagram.com/tuncaliozge"><img decoding="async" src="https://i0.wp.com/tramabodoque.com/wp-content/uploads/2021/12/43ef4-fotos-carol-copy.jpg9_-1021x1024.jpg?resize=950%2C953&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-11393" data-recalc-dims="1" /></a></figure>



<p class="has-text-align-center has-very-light-gray-color has-very-dark-gray-background-color has-text-color has-background has-medium-font-size"><em>Apoie artistas nessa quarentena. Em tempos de cólera, amar é um ato revolucionário.</em></p>
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