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	<title>Arquivos Ano 002, N 034 - Revista Trama</title>
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	<description>Arte, Cultura e Criatividade</description>
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		<title>Se tentar de novo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 01 Mar 2020 21:31:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ano 002, N 034]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Guilherme Couto]]></category>
		<category><![CDATA[poema]]></category>
		<category><![CDATA[poesia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>por:  Guilherme Couto</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<pre class="wp-block-verse">O Brasil está careta,
Pois quis se endireitar.
Hoje, o coro dos contentes
É a família me limitar.


O Brasil está carente.
Precisamos desafinar.
Só a volta de Torquato
Poderá nos salvar.


Cada louco é um ato!
Não vão nos castrar.
Dancemos&nbsp;a balada
E aprenderemos a rezar.


A bandeira está hasteada,
E a histeria vai começar.
"seja marginal seja herói"
Quero ver nos censurar.</pre>



<hr class="wp-block-separator" />



<p><strong><strong><strong><strong><strong><strong><strong><strong><strong><strong><strong>Guilherme Couto</strong></strong></strong></strong></strong></strong></strong></strong></strong></strong></strong> é uma pessoa jovem. Ele crê que, em toda parte, há arte.</p>



<hr class="wp-block-separator" />



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" src="https://i0.wp.com/tramabodoque.com/wp-content/uploads/2021/12/9acee-publi-ediccca7acc83o-impressa-1.png?w=950&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-5668" data-recalc-dims="1" /></figure>





<hr class="wp-block-separator" />



<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://www.artebodoque.com/"><img decoding="async" src="https://i0.wp.com/tramabodoque.com/wp-content/uploads/2021/12/747d3-publi-bodoque3.png?w=950&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-5017" data-recalc-dims="1" /></a></figure>



<p class="has-text-color has-background has-text-align-center has-very-light-gray-color has-very-dark-gray-background-color">Clique na imagem para acessar a loja virtual da Bodoque!</p>



<hr class="wp-block-separator" />



<p class="has-text-color has-background has-text-align-center has-large-font-size has-very-light-gray-color has-very-dark-gray-background-color">Galeria</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" src="https://i0.wp.com/tramabodoque.com/wp-content/uploads/2021/12/b6aad-fotos-carol.jpg19.jpg?w=950&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-6960" data-recalc-dims="1" /></figure>



<p class="has-text-color has-background has-text-align-center has-medium-font-size has-very-light-gray-color has-very-dark-gray-background-color"><em>Apoie pautas identitárias. Em tempos de cólera, amar é um ato revolucionário.</em></p>
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		<title>Fotos de viagem</title>
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		<dc:creator><![CDATA[]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 01 Mar 2020 21:30:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ano 002, N 034]]></category>
		<category><![CDATA[arte]]></category>
		<category><![CDATA[arte contemporânea]]></category>
		<category><![CDATA[fotografia]]></category>
		<category><![CDATA[Paula duarte]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>por:  Paula Duarte</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A história da arte não pode ser dividida em blocos isolados e concretos, assim como a da fotografia. Entretanto podemos apostar em características de momentos distintos, marcados por diversas questões, como as políticas e as afetivas.</p>



<p>Em um momento mais remoto, é possível encontrar um anseio da fotografia em registrar o espetacular e ser um inventário do mundo. Hoje, as imagens gritam até não serem mais ouvidas e seu impacto é diferente, porque são muitas e, talvez por isso, não comoveriam da mesma forma que antes.</p>



<p>A produção exaustiva anestesia o olhar, porém aponta para buscas diferentes. A fotografia contemporânea traz à tona o que não é mais visto, o incidente. No livro “Imagens Contemporâneas do Sublime”, Denílson Lopes discute a ideia do sublime: “À medida que cada vez mais o grandioso, o monumental pode ser associado à arte dos vencedores, de impérios autoritários, da arte nazista, do Realismo Socialista aos épicos hollywoodianos, é justamente no cotidiano, no detalhe, no incidente, no menor que residirá o espaço da resistência, da diferença”.</p>



<p><strong>O ensaio</strong></p>



<p>As imagens foram realizadas em viagens entre o ano de 2017 e 2018. Em uma proposta comum à fotografia contemporânea, elas não registram o monumental ou um inventário de paisagens. Pelo contrário, trabalham conceitos e afetividade de outra forma para além da simples contemplação. O ensaio mostra ao espectador as vitrines de açougues pela Europa. Por um lado, as carnes iluminadas se tornam elementos plásticos. Por outro, podem gerar o asco.</p>



<p>Sobretudo, os cliques surgiram pelo incômodo da fotógrafa, mulher negra latino-americana que se viu em outro território, rodeada por memórias de um passado colonial como o suntuoso “Marco dos Descobrimentos” em Portugal e por incontáveis situações de xenofobia e hipersexualização de seu corpo. Situação na qual, artisticamente, não caberia as tradicionais fotos de viagem. O não-lugar do corpo negro se parecia mais com a vitrine de um açougue do que com os luxos de castelos e jardins. Por muitas vezes, o reflexo da fotógrafa aparece nos vidros e se mistura às carnes registradas pelas suas lentes em um jogo com a posturas das selfies típica de turistas.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" src="https://i0.wp.com/tramabodoque.com/wp-content/uploads/2020/03/67212-img_20180217_123231.jpg?w=950&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-8084" data-recalc-dims="1" /></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" src="https://i0.wp.com/tramabodoque.com/wp-content/uploads/2020/03/3c4ff-img_20180217_123310.jpg?w=950&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-8085" data-recalc-dims="1" /></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" src="https://i0.wp.com/tramabodoque.com/wp-content/uploads/2020/03/b5505-img_20180217_123245.jpg?w=950&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-8086" data-recalc-dims="1" /></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" src="https://i0.wp.com/tramabodoque.com/wp-content/uploads/2020/03/bcd0c-img_20180119_171201.jpg?w=950&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-8088" data-recalc-dims="1" /></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" src="https://i0.wp.com/tramabodoque.com/wp-content/uploads/2020/03/8b0ff-img_20180119_171120.jpg?w=950&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-8087" data-recalc-dims="1" /></figure>



<hr class="wp-block-separator" />



<p><strong>Paula Duarte</strong> é natural de Juiz de Fora, sua produção artística é marcada pelas linguagens híbridas, fotografia contemporânea e a pesquisa de poéticas negras. Desde 2012, participou de 14 exposições coletivas e três individuais. Realizou a projeção mapeada “Brilho” em 2017 e a performance “Eu me levanto” em 2018. Integra o Coletivo Descolônia, é graduada Comunicação Social e em Artes e Design, ambos na UFJF. Realizou mobilidade acadêmica na Faculdade de Belas Artes do Porto.</p>



<hr class="wp-block-separator" />



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" src="https://i0.wp.com/tramabodoque.com/wp-content/uploads/2021/12/9acee-publi-ediccca7acc83o-impressa-1.png?w=950&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-5668" data-recalc-dims="1" /></figure>





<hr class="wp-block-separator" />



<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://www.artebodoque.com/"><img decoding="async" src="https://i0.wp.com/tramabodoque.com/wp-content/uploads/2021/12/747d3-publi-bodoque3.png?w=950&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-5017" data-recalc-dims="1" /></a></figure>



<p class="has-text-color has-background has-text-align-center has-very-light-gray-color has-very-dark-gray-background-color">Clique na imagem para acessar a loja virtual da Bodoque!</p>



<hr class="wp-block-separator" />



<p class="has-text-color has-background has-text-align-center has-large-font-size has-very-light-gray-color has-very-dark-gray-background-color">Galeria</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" src="https://i0.wp.com/tramabodoque.com/wp-content/uploads/2021/12/b6aad-fotos-carol.jpg19.jpg?w=950&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-6960" data-recalc-dims="1" /></figure>



<p class="has-text-color has-background has-text-align-center has-medium-font-size has-very-light-gray-color has-very-dark-gray-background-color"><em>Apoie pautas identitárias. Em tempos de cólera, amar é um ato revolucionário.</em></p>
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		<title>Memória e história: uma vida de arte</title>
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		<dc:creator><![CDATA[]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 01 Mar 2020 21:29:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ano 002, N 034]]></category>
		<category><![CDATA[Alegria Falconi]]></category>
		<category><![CDATA[arte]]></category>
		<category><![CDATA[Equador]]></category>
		<category><![CDATA[Vicente Rivadeneira]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>por:  Alegria Falconi</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-drop-cap">Quão ativos ou alheios nos encontramos frente a conformação da nossa própria história? Da história individual e da coletiva? Me perguntei após constatar como era possível que, um grande legado artístico se encontrasse carente de registros escritos, vulnerável a se perder junto com as memórias passageiras daqueles que tiveram a honra de conhecer o artista latino-americano chamado <strong>Vicente Rivadeneira</strong> (1926-2006) e sua obra.&nbsp;</p>



<p>Refleti e pesquisei sobre os possíveis motivos para que algo assim possa ter acontecido e depois de muitas perguntas e respostas, precisei entender a importância do ato de relacionarmos nossas memórias com a devida importância histórica, como algo fundamental, não unicamente para a construção histórica em se, mas também para a nossa própria identidade.&nbsp;</p>



<p>Este então, é um relato que nasce das minhas memórias, de outros, emprestadas e, por fim, todo esse conjunto de memórias entrelaçadas que constroem o que chamamos história. Como explica Halbacks, cada memória individual é um ponto de vista sobre a memória coletiva. <strong>-1</strong></p>



<p>Sobretudo esse texto vai se valer da fonte primária mais importante ao meu alcance, os relatos de Teresa Almeida, viúva do artista, que com uma lucidez, sabedoria e doçura extraordinárias soube transmitir com detalhes a essência do universo rico de arte e vida de Rivadeneira.</p>



<p>&nbsp;Vicente foi um artista sul-americano com uma produção artística tão diversa que poderia ser analisado como pintor, escultor ou ilustrador entre outras capacidades que desenvolveu com maestria. O artista porém, passou despercebido frente ao olhar seletivo da história que se escrevia naquele momento. Os escritos eram direcionados a investigar a pintura, principalmente a do tipo denominada indigenista, enquanto movimento. Talvez por que sua obra não pode ser inserida com facilidade em nenhum dos movimentos modernistas latino americanos, permanecendo ainda sem publicações textuais a seu respeito.&nbsp;</p>



<p>Vicente nasceu no Equador, numa cidade situada no meio dos imponentes vulcões da cordilheira andina, Riobamba (1926). Desde criança demostrou inclinação pelas artes, assim como um caráter marcante. Porém, seu início no mundo da arte careceu de apoio familiar, sobretudo do seu pai, mas em contrapartida o destino o colocou na Academia de Belas Artes de Quito. Única opção após ser expulso da escola, por defender valores considerados importantes para o mesmo, formando-se como o melhor estudante do ano 1950.&nbsp;</p>



<p>A morte prematura de sua mãe obrigou-o a trabalhar e a tentar inserir-se no mercado de artes ainda aos 14 anos. Por seu talento e domínio de técnicas foi contratado para realizar algumas grandes obras como a fachada da Assembleia Legislativa de Quito, sem colocar-se como artista responsável ou autor, devido a sua pouca idade. Curiosamente isso não o incomodava, porque mesmo depois de já ter ganho mais alguns anos, opta por não dar importância a colocar assinatura de sua autoria e nem colocar datas em suas obras.&nbsp;</p>



<p>Sua carreira também o levou a trabalhar como professor de comunidades indígenas, professor universitário, designer, e realizar todo tipo de encomendas (geralmente bustos de personagens importantes, esculturas monumentais, retratos e pinturas de temática religiosa); dentro de um meio fortemente católico e conservador que começava a ver movimentos diferentes.&nbsp;</p>



<p>Vicente trabalha com muitas linguagens como serigrafia, ilustração científica, ilustração editorial, monumentos, pinturas à óleo, escultura em pedra, colagem, gravura, desenho e até a realização de criptas. Seu magnífico trabalho em pedra, fibra de vidro, tela, bronze, acrílica, entre muitos outros materiais mostram o fruto de uma herança artesã de altíssimo nível, domina as distintas técnicas, conjugando-as com o desejo de exploração e criação incessante de um artista inovador.&nbsp;</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" src="https://i0.wp.com/tramabodoque.com/wp-content/uploads/2020/03/7578c-image-1.png?w=950&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-8049" data-recalc-dims="1" /></figure>



<p>Ao olhar sua obra, é quase impossível poder agrupar, ou classificar de forma determinada, existe uma pluralidade que chega a parecer elaborada por diversas pessoas. É possível de perceber uma ligação de Vicente muito grande com as artes e ofícios, assim como a um forte mundo espiritual. Sua esposa relata que dedicou alguns anos da vida somente a meditar após ter contato com os ensinamentos de Krishna Murti.</p>



<p>No seu tempo, a arte no Equador carregava uma história fortemente vinculada a religiosidade e tradição, ao mesmo tempo que se abria a representação de temas sociais como o indigenismo. Assim, como a experimentação da criatividade inovadora a todo nível (material, conceitual, técnico, etc.) própria do modernismo. Em alguns casos, esta pesquisa estava claramente associada a posicionamentos políticos, em outros não eram tão evidentes. Porque geralmente a arte tradicional era encomendada por um público mais conservador, uma elite bastante católica, enquanto surgiam as massas crescentes de esquerda que não só encontrava eco nas obras de denúncia social dos artistas “boêmios”, como também inspiração, hino para suas causas e ações.&nbsp;</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" src="https://i0.wp.com/tramabodoque.com/wp-content/uploads/2021/12/b452f-image-2.png?w=950&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-8050" data-recalc-dims="1" /></figure>



<p>Vicente ao que parece, não se encaixava em qualquer desses grupos de artistas ou outros possíveis. Preferiu levar seu desenvolvimento a margem de todos, isso por identificar fortes incoerências nesses meios de artistas, nas relações entre a vida, ideais e a obra deles.&nbsp;</p>



<p>As fotografias que acompanham este texto, trazem o motivo inicial e final dele, pois elas são um pequeno apanhado no mundo da vasta obra de Vicente. Nunca imaginei o quanto aquelas obras com as quais convivi na infância, marcariam o meu transcurso de vida. Hoje, como o Vicente também sou artista plástica e só muitos anos depois, enquanto trabalhava, as memórias guardadas no meu tato e olhar me permitiram perceber a dimensão desse fato. Tem vezes que parece necessário dar uma volta grande até encontrar &#8211; clarear, os reais motivos da nossa viagem, no mesmo local de onde partimos num início.&nbsp;</p>



<p>Espero que o leitor possa sentir o mesmo que sinto, o quanto na natureza aparentemente simples das nossas vivencias, memórias, contato com pessoas e elementos existe a diferença, uma riqueza insubstituível.&nbsp;</p>



<p>Conseguimos associá-la como história?</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" src="https://i0.wp.com/tramabodoque.com/wp-content/uploads/2020/03/8beea-image.png?w=950&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-8048" data-recalc-dims="1" /></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" src="https://i0.wp.com/tramabodoque.com/wp-content/uploads/2020/03/f9d6b-image-3.png?w=950&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-8051" data-recalc-dims="1" /></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" src="https://i0.wp.com/tramabodoque.com/wp-content/uploads/2020/03/209d5-image-4.png?w=950&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-8052" data-recalc-dims="1" /></figure>



<p><strong>Notas:</strong></p>



<p>1- HALBWACHS, Maurice. <strong>A memória coletiva</strong>. Tradução de Beatriz Sidou. São Paulo: Centauro, 2006. p.36.&nbsp;</p>



<hr class="wp-block-separator" />



<p><strong><strong><strong><strong><strong><strong><strong><strong><strong><strong><strong><strong>Alegria Falconi</strong> </strong></strong></strong></strong></strong></strong></strong></strong></strong></strong></strong>é artista plástica, dos Andes do Equador. Mesmo sendo amante das montanhas, os encantos do mar a trouxeram para o Brasil, onde mora e trabalha. Adora misturar técnicas artísticas, combinar distintas áreas de conhecimento, e criar possibilidades para trocas culturais profundas. Entre suas outras paixões estão a ecologia e dançar flamenco.</p>



<hr class="wp-block-separator" />



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" src="https://i0.wp.com/tramabodoque.com/wp-content/uploads/2021/12/9acee-publi-ediccca7acc83o-impressa-1.png?w=950&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-5668" data-recalc-dims="1" /></figure>





<hr class="wp-block-separator" />



<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://www.artebodoque.com/"><img decoding="async" src="https://i0.wp.com/tramabodoque.com/wp-content/uploads/2021/12/747d3-publi-bodoque3.png?w=950&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-5017" data-recalc-dims="1" /></a></figure>



<p class="has-text-color has-background has-text-align-center has-very-light-gray-color has-very-dark-gray-background-color">Clique na imagem para acessar a loja virtual da Bodoque!</p>



<hr class="wp-block-separator" />



<p class="has-text-color has-background has-text-align-center has-large-font-size has-very-light-gray-color has-very-dark-gray-background-color">Galeria</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" src="https://i0.wp.com/tramabodoque.com/wp-content/uploads/2021/12/b6aad-fotos-carol.jpg19.jpg?w=950&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-6960" data-recalc-dims="1" /></figure>



<p class="has-text-color has-background has-text-align-center has-medium-font-size has-very-light-gray-color has-very-dark-gray-background-color"><em>Apoie pautas identitárias. Em tempos de cólera, amar é um ato revolucionário.</em></p>
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		<title>Na avenida, histórias ausentes na TV e no Cinema</title>
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		<pubDate>Sun, 01 Mar 2020 21:28:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>por:  Hélio Rocha</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://revistatrama.artebodoque.com/2020/03/01/na-avenida-historias-ausentes-na-tv-e-no-cinema/">Na avenida, histórias ausentes na TV e no Cinema</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://revistatrama.artebodoque.com">Revista Trama</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-drop-cap">A pauta levantada pelo Carnaval em 2020, mais uma vez, veio de encontro ao estado de coisas que se configurou no Brasil, ao menos desde Golpe de Estado de 2016. Desde o samba de enredo da Tuiuti, “Meu deus, meu deus, está terminada a escravidão”, vice-campeão em 2018, ano após ano o protagonismo fica com quem discute temas relativos às minorias e à luta social, nada diferente das “Ganhadeiras de Itapuã” da Viradouro.</p>



<p>Vale lembrar que não era bem assim até então. Em 2016 ganhou pela Mangueira uma homenagem a Maria Bethânia, em 2015 um enredo polêmico da Beija-Flor em homenagem à Guiné Equatorial, possivelmente patrocinado por um Governo ditatorial, em 2014 uma fusão de mau gosto entre carnaval e Fórmula 1 da Unidos da Tijuca para homenagear Ayrton Senna. A virada do trivial para a luta social no Carnaval brasileiro é, portanto, consequëncia dos riscos que correm, no atual momento político, as populações que conduzem essa festa, atravessada pelas origens e identidades negras e indígenas que se encontram desde o século XVII.</p>



<p>Gestado desde os anos 1930, quando do princípio da aceitação social da cultura negra numa sociedade hegemonizada pelas minorias (em sentido numérico) brancas do Brasil, o samba cresceu junto às comunidades pobres do Rio de Janeiro. Fez-se dele, com o tempo, o rosto negro da cultura brasileira, levado ao cinema em Orfeu Negro (1959) de Marcel Camus, mas em geral descolado do restante da produção artística brasileira, seja a pintura, arquitetura, o cinema, o entretenimento de televisão. Exceção feita à música, mas com ressalvas.</p>



<p>Questionamentos referentes à opressão racial brasileira, como se acabou ou não a escravidão no Brasil apenas pela formalidade instituída na Lei Áurea, levantada recentemente pela Tuiuti e já anteriormente pela Mangueira em 1988, ano do centenário da abolição, com o enredo “Liberdade ou ilusão”; ou dos heróis esquecidos da cultura brasileira, apagados dos registros por se colocarem contra as estruturas de poder, como Zumbi, Tandara, Cablocos de Julho, Confederação dos Tamoios, lembrados pela Mangueira em 2019 e seu “História para ninar gente grande”; não se afiguram igualmente presentes sequer no cinema brasileiro, em que pesem suas muitas iniciativas de vanguarda.</p>



<p>Apenas tomando este último como exemplo, dezenas de lançamentos nos últimos anos, alguns por diretores que se tornaram consagrados mundialmente, como Fernando Meirelles e José Padilha, alimentaram inúmeras vezes a narrativa das comunidades da periferia como espaço de criminalidade e miséria, sem lançar luzes sobre seus focos de resistência, sobre suas religiões de matriz africana, sobre suas personagens trabalhadoras (que o são em maioria), sobre as próprias escolas de samba que (fora uma manca biografia do carnavalesco Joãozinho Trinta, em 2012, protagonizada por Mateus Nachtergale) jamais ganharam as telas do nosso cinema. Ponto para Cacá Diegues e suas iniciativas “Cinco vezes favela” (1962) e “5x favela: agora por nós mesmos” (2010).</p>



<p>Melhor será a representatividade da cultura negra no Brasil não (somente) quando atrizes e atores, apresentadoras e apresentadores negras e negros ganharem as telas de Cinema e TV, o que também é fundamental, mas quando histórias míticas, mitos originários e histórias reais de resistência das populações negras ganharem as telas em equidade com as já incontáveis produções voltadas pra a classe média branca, contemplada, a título de exemplo, por quase todas as comédias românticas brasileiras financiadas pela Globo Filmes.</p>



<p>Os mesmos caminhos nos conduziriam a conclusões parecidas, possivelmente, caso enveredássemos por outros segmentos, como as artes plásticas e a música que ganham expressão midiática. Ou não encontraríamos os mesmos brancos Portinari e Niemeyer, ou a mesma hiper-sexualização do corpo negro no que se chama de ritmos da periferia etc? Porém, reduzindo essa discussão ao audiovisual, de longe o produto artístico mais consumido no Brasil atual e aquele que mais possui interseções com o desfile das Escolas de Samba, que em si é uma sintonia fina de diversas manifestações artísticas produzindo sentido em conformidade com um dado enredo, pode-se perceber que este fala uma língua, aquele, outra, hoje no país.</p>



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<div class="wp-block-media-text is-stacked-on-mobile alignwide" style="grid-template-columns:30% auto"><figure class="wp-block-media-text__media"><img decoding="async" src="https://i0.wp.com/tramabodoque.com/wp-content/uploads/2020/04/55fcb-hecc81lio-bio.png?w=950&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-8072" data-recalc-dims="1" /></figure><div class="wp-block-media-text__content">
<p style="font-size:15px"><strong><strong>Hélio de Mendonça Rocha </strong></strong>é jornalista. Atua como repórter de meio ambiente e direitos sociais para a revista Plurale e como analista político para os jornais Brasil 247 e El Siglo de Chile. Foi correspondente internacional na China em 2019.</p>
</div></div>



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<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" src="https://i0.wp.com/tramabodoque.com/wp-content/uploads/2021/12/9acee-publi-ediccca7acc83o-impressa-1.png?w=950&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-5668" data-recalc-dims="1" /></figure>





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<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://www.artebodoque.com/"><img decoding="async" src="https://i0.wp.com/tramabodoque.com/wp-content/uploads/2021/12/747d3-publi-bodoque3.png?w=950&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-5017" data-recalc-dims="1" /></a></figure>



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<p class="has-text-color has-background has-text-align-center has-large-font-size has-very-light-gray-color has-very-dark-gray-background-color">Galeria</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" src="https://i0.wp.com/tramabodoque.com/wp-content/uploads/2021/12/b6aad-fotos-carol.jpg19.jpg?w=950&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-6960" data-recalc-dims="1" /></figure>



<p class="has-text-color has-background has-text-align-center has-medium-font-size has-very-light-gray-color has-very-dark-gray-background-color"><em>Apoie pautas identitárias. Em tempos de cólera, amar é um ato revolucionário.</em></p>
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		<title>Cidade de Papel</title>
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		<dc:creator><![CDATA[]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 01 Mar 2020 21:27:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ano 002, N 034]]></category>
		<category><![CDATA[entre nossas linhas]]></category>
		<category><![CDATA[poema]]></category>
		<category><![CDATA[poesia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>por:  Entre Nossas Linhas</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<pre class="wp-block-verse">Tudo começou com um sussurro 
Um leve sussurro
Gradualmente transformando-se numa cantoria ecoante da minha voz fraca e rouca 
São nesses poucos momentos que me encontro 
São nesses poucos momentos que observo minha complexidade, que procuro incessantemente
Quando vejo por mim, o medo me ataca e sinto um nó em minha garganta 
A cantoria traz por si um pequeno choro preso
Talvez eu não seja tão forte como pareço ser 
Talvez eu não seja tão corajosa como os outros pensam que sou
Talvez eu não seja tão confiante de mim e dessa casa que habito há tantos anos 
Talvez
Talvez 
Talvez 
São poucas coisas que fazem sentido em minha história, coisas essas que sinceramente não quis que existissem 
Como cheguei até aqui se nem sabia que queria? 
Quando o mundo inteiro te diz ser fraca você apenas aceita ser 
Poderia eu dizer o contrário? 
Bom, eu procuro dizer que sim em minhas tantas personalidades, mas não significa ser uma verdade absoluta 
Já é tarde para tantos e cedo para alguns 
Para mim é mais uma noite mal dormida em pensamentos atordoados 
Devia fazer um chá. Ou tomar os remédios.
Ou ficar aqui. Parada.
Lá estão meus dedos procurando por mim outra vez
Dessa vez eu canto melhor. Talvez.
Talvez
Talvez 
Talvez
-M.E.</pre>



<figure class="wp-block-embed-instagram wp-block-embed is-type-rich is-provider-incorporar-manipulador"><div class="wp-block-embed__wrapper">
https://www.instagram.com/p/B89SfZrno5Z/?utm_source=ig_web_copy_link
</div></figure>



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<p><strong><strong><strong><strong><strong><strong><strong><strong><strong><strong><strong><strong>Entre Nossas Linhas</strong> </strong></strong></strong></strong></strong></strong></strong></strong></strong></strong></strong>é uma página de Instagram criada por duas amigas que encontraram na arte de escrever um refúgio. Siga a página no <a href="https://www.instagram.com/entrenossaslinhas/">Instagram!</a></p>



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<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" src="https://i0.wp.com/tramabodoque.com/wp-content/uploads/2021/12/9acee-publi-ediccca7acc83o-impressa-1.png?w=950&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-5668" data-recalc-dims="1" /></figure>





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<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://www.artebodoque.com/"><img decoding="async" src="https://i0.wp.com/tramabodoque.com/wp-content/uploads/2021/12/747d3-publi-bodoque3.png?w=950&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-5017" data-recalc-dims="1" /></a></figure>



<p class="has-text-color has-background has-text-align-center has-very-light-gray-color has-very-dark-gray-background-color">Clique na imagem para acessar a loja virtual da Bodoque!</p>



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<p class="has-text-color has-background has-text-align-center has-large-font-size has-very-light-gray-color has-very-dark-gray-background-color">Galeria</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" src="https://i0.wp.com/tramabodoque.com/wp-content/uploads/2021/12/b6aad-fotos-carol.jpg19.jpg?w=950&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-6960" data-recalc-dims="1" /></figure>



<p class="has-text-color has-background has-text-align-center has-medium-font-size has-very-light-gray-color has-very-dark-gray-background-color"><em>Apoie pautas identitárias. Em tempos de cólera, amar é um ato revolucionário.</em></p>
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		<title>18. Aprendizado</title>
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		<dc:creator><![CDATA[]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 01 Mar 2020 21:25:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ano 002, N 034]]></category>
		<category><![CDATA[Em Tempos de Estricnina]]></category>
		<category><![CDATA[cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Darlan Lula]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>por:  Darlan Lula</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-drop-cap">A casa estava trancada, a porta principal obstruída por um sofá e uma cadeira. Eu me olhava através de nossa foto de casamento posta na parede. Tinha a convicção de que o fim estava próximo. Como amar uma pessoa tão fortemente e não ser retribuído? Ver no olhar dela a fissura da nossa distância enquanto outro olhar toma conta. Não estava preparado para enfrentar este tipo de vida. Decidi-me, assim, condecorar-me com o vazio pleno, a certeza de que, com o passar dos anos, seria apenas uma recordação ingrata. O que me movia não era mais meu eu consciente; era o desespero, era o eco de não poder entrar em contato, me mostrar indiferente, e logo depois de alguns dias saber que ela expunha as nossas fraquezas para outro. Está pronto aí o despertar para uma solução que julgava pertinente. Ah! Como queria naquele momento ter uma arma para acabar de vez com tudo (e eu sei que essa realmente é a solução). O que me restava, porém, eram vários remédios moídos que, pesquisados, agindo no organismo por um bom tempo, poderiam realizar a grande misericórdia. Peguei uma caneta pilot e risquei alguns dizeres no vidro que separava a nossa imagem do resto do mundo, o mesmo que refletia a bela história de uma família que não possuía mais. Medo? Não, não havia medo. Apenas o choro convulsivo de alguém que não soube perpetuar o que sempre sonhou. Perdido, sozinho, jogado no tempo da quietude contemplativa do nada – e acostumado com o burburinho de uma casa cheia de vida. O melhor seria aquele ato, por mais desesperado que fosse, para mostrar, em derradeira instância, que aquele amor tão negado e tão posto em dúvida era sincero e imortal. Essa era minha maneira de mostrar que tudo estava voltado para aquela chama, mesmo que depois eu a soubesse doentia, mas ardente e irresistivelmente agarrada a um senso de realidade amorosa e persistente. Olhei para aquela xícara cheia de pó, cheiro fármaco, de química mórbida, ao lado do leite. Derramei o conteúdo à xícara, diluindo levemente as pastas brancas que se formavam. Estava pela metade. Fiz uma careta diante daquela atmosfera nunca antes forjada. Meu Deus, me dê forças, já não há sentido para nada. Tomei o primeiro gole sentindo ânsias de vômito, o gosto traduzia toda a dor vivida naqueles intensos dias. Vi que ainda sobrava bastante. Abri a porta do quarto e corri à geladeira para buscar água, não poderia vomitar naquele momento, não naquele momento, seria um desperdício enorme diante de tanta preparação. A água arrefeceu um pouco o amargor. Coloquei mais um pouco de leite e mexi com a pequena colher, que reluzia, côncava, os meus sentidos já alterados. Encostei a porta do quarto, esquecendo-me de fechá-la à chave. Tirei a bateria do meu celular, jogando-os na escrivaninha e ofereci ao corpo a última sentença da xícara. Deitei-me na cama desalinhada. Comecei a chorar já de saudades, pensamentos me vieram, Meu Deus, leve-me daqui, não consigo mais, minha dor é lancinante. O meu corpo todo começou a tremer. Minhas vistas embaçaram e perdi, em poucos minutos, a consciência.</p>



<p>Comparecemos ao local onde em contato com a solicitante esta relatou que é casada com o autor, contudo estão em faze de separação conjugal, sendo que na data de hoje por volta das 13:00hs tomou conhecimento através da mãe do autor Angelina das Dores Viera, que este postou uma mensagem na rede social da internet “que estava despedindo da família”, uma vez que não concorda com a separação conjugal. No local a família e nós policiais militares fizemos vários chamados na residência do autor uma vez que a família não possuía as chaves das portas, e uma vez que o autor não atendeu os chamados e a pedido da família efetuamos o arrombamento da porta da cozinha, fato devidamente testemunhado. O autor foi encontrado no quarto de seu apartamento dormindo supostamente sob efeito de vários medicamentos. Foi encontrado no local uma mensagem escrita no vidro de um quadro do casal no quarto supostamente de pincel atômico na cor preta “viver sem amor não é viver” e ainda uma frase incompleta “vendent su e não renções”. E cinco caixas de medicamentos, as quais foram encaminhadas pela unidade do Samu USB-01 funcionária técnica de enfermagem Adriana, que compareceu no local e socorreu o autor ao hospital Monte Sinai, sendo o autor atendido na ficha nº 1538452-5 Dra. Feliciana CRM-MG 99875, ficando o autor sob cuidados médicos e a família orientada quanto as demais providências policiais.</p>



<p>Acordo. Ciente de que ainda não acabou. E uma grande luz amarelada do teto me cega por alguns instantes. Pela aparelhagem toda ao redor e o corpo tomado de fios, imagino que esteja em uma UTI. Viver é o exercício do caos.</p>



<hr class="wp-block-separator" />



<div class="wp-block-media-text alignwide is-stacked-on-mobile" style="grid-template-columns:35% auto"><figure class="wp-block-media-text__media"><img decoding="async" src="https://i0.wp.com/tramabodoque.com/wp-content/uploads/2020/03/03666-darlan-bio.png?w=950&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-8077" data-recalc-dims="1" /></figure><div class="wp-block-media-text__content">
<p class="has-normal-font-size"><strong><strong>Darlan Lula </strong></strong>é doutor em Literatura Comparada pela Universidade Federal Fluminense. Escritor, autor de cinco livros, entre prosa e poesia.&nbsp;<a href="http://www.darlanlula.com.br/">www.darlanlula.com.br</a></p>
</div></div>



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<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" src="https://i0.wp.com/tramabodoque.com/wp-content/uploads/2021/12/9acee-publi-ediccca7acc83o-impressa-1.png?w=950&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-5668" data-recalc-dims="1" /></figure>





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<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://www.artebodoque.com/"><img decoding="async" src="https://i0.wp.com/tramabodoque.com/wp-content/uploads/2021/12/747d3-publi-bodoque3.png?w=950&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-5017" data-recalc-dims="1" /></a></figure>



<p class="has-text-color has-background has-text-align-center has-very-light-gray-color has-very-dark-gray-background-color">Clique na imagem para acessar a loja virtual da Bodoque!</p>



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<p class="has-text-color has-background has-text-align-center has-large-font-size has-very-light-gray-color has-very-dark-gray-background-color">Galeria</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" src="https://i0.wp.com/tramabodoque.com/wp-content/uploads/2021/12/b6aad-fotos-carol.jpg19.jpg?w=950&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-6960" data-recalc-dims="1" /></figure>



<p class="has-text-color has-background has-text-align-center has-medium-font-size has-very-light-gray-color has-very-dark-gray-background-color"><em>Apoie pautas identitárias. Em tempos de cólera, amar é um ato revolucionário.</em></p>
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		<title>Regina Duarte e a Cultura nos governos do Brasil &#8211; Sobre a Arte #002</title>
		<link>https://revistatrama.artebodoque.com/2020/03/01/premio-nacional-de-arte-nazismo-e-o-papel-do-estado-na-cultura-sobre-a-arte-001-3/</link>
					<comments>https://revistatrama.artebodoque.com/2020/03/01/premio-nacional-de-arte-nazismo-e-o-papel-do-estado-na-cultura-sobre-a-arte-001-3/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 01 Mar 2020 21:23:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ano 002, N 034]]></category>
		<category><![CDATA[Frederico Lopes]]></category>
		<category><![CDATA[PodCast]]></category>
		<category><![CDATA[regina duarte]]></category>
		<category><![CDATA[Sobre a Arte]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://atomic-temporary-162935141.wpcomstaging.com/?p=8080</guid>

					<description><![CDATA[<p>por:  Trama PodCast</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://revistatrama.artebodoque.com/2020/03/01/premio-nacional-de-arte-nazismo-e-o-papel-do-estado-na-cultura-sobre-a-arte-001-3/">Regina Duarte e a Cultura nos governos do Brasil – Sobre a Arte #002</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://revistatrama.artebodoque.com">Revista Trama</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-drop-cap">Sejam muito bem-vindos ao segundo episódio do programa Sobre a Arte, da Bodoque.&nbsp;</p>



<p>O Programa consiste em trazer temas atuais relacionados com discussões presentes no campo das artes, cultura e criatividade. &nbsp;</p>



<p>Neste episódio, o Fred fala um pouco sobre diferentes momentos do tratamento da arte e da Cultura pelo Estado Brasileiro a partir da nomeação da atriz Regina Duarte para o cargo de secretária especial de cultura.</p>



<p>Então coloque os fones de ouvido e boa audição!</p>



<figure class="wp-block-embed-spotify wp-block-embed is-type-rich is-provider-spotify wp-embed-aspect-21-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="Spotify Embed: Prêmio Nacional de Arte, Nazismo e o papel do Estado na Cultura - Sobre a Arte #001" style="border-radius: 12px" width="100%" height="152" frameborder="0" allowfullscreen allow="autoplay; clipboard-write; encrypted-media; fullscreen; picture-in-picture" src="https://open.spotify.com/embed/episode/6uCEUy8KBneRFCzXIfvZL7?utm_source=oembed"></iframe>
</div></figure>



<hr class="wp-block-separator" />



<p><strong><strong><strong><strong><strong><strong><strong>Sobre a Arte </strong></strong></strong></strong></strong></strong></strong>é um programa da Bodoque que possui versões em vídeo e em podCast. No projeto, questões atuais são discutidas a partir de contextos históricos e conceitos  filosóficos.</p>



<hr class="wp-block-separator" />



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" src="https://i0.wp.com/tramabodoque.com/wp-content/uploads/2021/12/9acee-publi-ediccca7acc83o-impressa-1.png?w=950&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-5668" data-recalc-dims="1" /></figure>





<hr class="wp-block-separator" />



<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://www.artebodoque.com/"><img decoding="async" src="https://i0.wp.com/tramabodoque.com/wp-content/uploads/2021/12/747d3-publi-bodoque3.png?w=950&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-5017" data-recalc-dims="1" /></a></figure>



<p class="has-text-color has-background has-text-align-center has-very-light-gray-color has-very-dark-gray-background-color">Clique na imagem para acessar a loja virtual da Bodoque!</p>



<hr class="wp-block-separator" />



<p class="has-text-color has-background has-text-align-center has-large-font-size has-very-light-gray-color has-very-dark-gray-background-color">Galeria</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" src="https://i0.wp.com/tramabodoque.com/wp-content/uploads/2021/12/b6aad-fotos-carol.jpg19.jpg?w=950&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-6960" data-recalc-dims="1" /></figure>



<p class="has-text-color has-background has-text-align-center has-medium-font-size has-very-light-gray-color has-very-dark-gray-background-color"><em>Apoie pautas identitárias. Em tempos de cólera, amar é um ato revolucionário.</em></p>
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		<title>Jogadora Marta e meninas do ‘Uma vitória leva à outra’ celebram empoderamento no Carnaval do Rio</title>
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		<dc:creator><![CDATA[]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 01 Mar 2020 21:22:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ano 002, N 034]]></category>
		<category><![CDATA[carnaval]]></category>
		<category><![CDATA[cultura]]></category>
		<category><![CDATA[ONU Brasil]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>por:  ONU Brasil</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://revistatrama.artebodoque.com/2020/03/01/seminario-internacional-em-brasilia-discute-solucoes-urbanas-baseadas-na-natureza/">Jogadora Marta e meninas do ‘Uma vitória leva à outra’ celebram empoderamento no Carnaval do Rio</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://revistatrama.artebodoque.com">Revista Trama</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>“Que a sua luta é a nossa bandeira, em cada segundo mostrando pro mundo a força que tem a mulher brasileira”, cantou o samba-enredo da Inocentes de Belford Roxo no sábado, 22 de fevereiro de 2020, enquanto milhares de pessoas celebravam&nbsp;<a href="https://www.unwomen.org/en/news/stories/2020/2/news-marta-and-one-win-leads-to-another-celebrate-brazil-carnival">o Carnaval no Rio de Janeiro (RJ)</a>.</p>



<p class="has-drop-cap">O samba foi uma homenagem ao poder e à força das mulheres por meio da jornada inspiradora da jogadora de futebol Marta Vieira da Silva, Embaixadora da Boa Vontade da ONU Mulheres e defensora dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS).</p>



<p>Por 40 minutos, em meio a cores brilhantes e muita dança, a trajetória de Marta, marcada por enfrentamento de desafios, superação de barreiras de gênero e por inspiração a outras mulheres e meninas, foi contada no Sambódromo.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" src="https://i0.wp.com/tramabodoque.com/wp-content/uploads/2021/12/be3be-captura-de-tela-2020-03-01-acc80s-07.43.06.png?w=950&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-8029" data-recalc-dims="1" /><figcaption>Participants in the One Win Leads to Another programme march ahead of a float honouring Marta. Photo: UN Women/Camille&nbsp;</figcaption></figure>



<p>Carros alegóricos e fantasias representaram marcos em sua vida, desde a infância jogando futebol nas ruas de sua cidade no Nordeste, passando para o Rio de Janeiro para seguir uma carreira no futebol e depois jogando na Suécia e, finalmente, nos Estados Unidos, onde vive atualmente.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" src="https://i0.wp.com/tramabodoque.com/wp-content/uploads/2021/12/25ffe-captura-de-tela-2020-03-01-acc80s-07.42.17.png?w=950&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-8030" data-recalc-dims="1" /><figcaption>Participants in the One Win Leads to Another programme led a group in UN blue costumes to celebrate Marta. Photo: UN Woman Brasl</figcaption></figure>



<p>Seu papel nas Nações Unidas, como Embaixadora da Boa Vontade para a ONU Mulheres e defensora nomeada pelo secretário-geral da ONU para os ODS, foi o tema de seu carro alegórico, onde aplaudiu o público com sua mãe, Teresa Vieira, e sua treinadora na Seleção Brasileira, Pia Sundhage.</p>



<p>O carro alegórico foi precedido por um grupo de cerca de 80 pessoas em trajes azuis, a cor da ONU, lideradas por dezesseis meninas do programa “Uma vitória leva à Outra” da ONU Mulheres e do Comitê Olímpico Internacional (COI). Elas representavam as gerações mais jovens que veem em Marta um forte modelo que as inspira a continuar lutando por mudanças.</p>



<p>Considerada a melhor jogadora de futebol de todos os tempos, eleita a melhor jogadora do mundo pela FIFA seis vezes e tendo conquistado a medalha de prata nos Jogos Olímpicos de 2004 e 2008, no ano passado, Marta também se tornou a artilheira das Copas do Mundo da FIFA. Essa conquista única, que a diferencia como ícone do esporte, apenas a aproxima das meninas que se inspiram em sua história.</p>



<p>No dia do desfile, enquanto as meninas do projeto estavam tocando e ensaiando a letra do samba-enredo, Marta apareceu de surpresa. A maioria delas achou difícil conter as lágrimas, mas não perdeu a oportunidade de dizer o que ela significa para elas. A futebolista Kathely Rosa, de 19 anos, resumiu: “eu lutei contra as mesmas barreiras que você conseguiu superar. Eu me vejo na sua história. Você é uma inspiração para mim.”</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" src="https://i0.wp.com/tramabodoque.com/wp-content/uploads/2021/12/1cc08-captura-de-tela-2020-03-01-acc80s-07.42.40.png?w=950&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-8031" data-recalc-dims="1" /><figcaption>Global soccer star and UN Women Goodwill Ambassador Marta Vieira da Silva with participants in the One Win Leads to Another&nbsp;</figcaption></figure>



<p>Marta, que diz que seus papéis na ONU são o maior reconhecimento de sua jornada, conhece seu poder de liderar o caminho para outras meninas seguirem. “Gosto de ter a responsabilidade de trazer esta geração comigo”, disse ela, reconhecendo também como a participação em um desfile de escola de samba ajuda o público em geral a se relacionar com o trabalho da ONU.</p>



<p>“Nem todo mundo obtém informações da mesma maneira. Quando a mensagem do ODS 5 sobre igualdade de gênero se torna um samba, cria um enorme impacto social”, refletiu Gabriela Mesquita, de 16.</p>



<p>Rebeca dos Anjos, de 14, concordou com ela: “o Carnaval é algo que todo mundo adora no Brasil. É muito importante que os temas pelos quais lutamos todos os dias conquistem esse tipo de espaço”.</p>



<p>Marta enfatizou o impacto da celebração. “Estamos aqui, juntos, para romper barreiras, mostrar que a igualdade de gênero faz a diferença no mundo e que somos livres para escolher o que queremos fazer!”, disse ela.</p>



<figure class="wp-block-embed-youtube wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="Jogadora Marta e meninas do ‘Uma vitória leva à outra’ celebram empoderamento no Carnaval do Rio" width="950" height="534" src="https://www.youtube.com/embed/P6F7QJMzDZY?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<p><strong><em>Matéria originalmente publicada em <a href="https://nacoesunidas.org/seminario-internacional-em-brasilia-discute-solucoes-urbanas-baseadas-na-natureza/">Nações Unidas Brasil</a></em></strong> <strong><em>em 27/02/2020 &#8211; Atualizado em 27/02/2020.</em></strong></p>



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<div class="wp-block-media-text alignwide is-stacked-on-mobile" style="grid-template-columns:31% auto"><figure class="wp-block-media-text__media"><img decoding="async" src="https://i0.wp.com/tramabodoque.com/wp-content/uploads/2020/03/3d7d7-onubio.png?w=950&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-8105" data-recalc-dims="1" /></figure><div class="wp-block-media-text__content">
<p class="has-normal-font-size"><strong><strong>A ONU (Organização das Nações Unidas) </strong></strong>é uma organização internacional formada por países que se reuniram voluntariamente para trabalhar pela paz e o desenvolvimento mundiais.</p>
</div></div>



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<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" src="https://i0.wp.com/tramabodoque.com/wp-content/uploads/2021/12/9acee-publi-ediccca7acc83o-impressa-1.png?w=950&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-5668" data-recalc-dims="1" /></figure>





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<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://www.artebodoque.com/"><img decoding="async" src="https://i0.wp.com/tramabodoque.com/wp-content/uploads/2021/12/747d3-publi-bodoque3.png?w=950&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-5017" data-recalc-dims="1" /></a></figure>



<p class="has-text-color has-background has-text-align-center has-very-light-gray-color has-very-dark-gray-background-color">Clique na imagem para acessar a loja virtual da Bodoque!</p>



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<p class="has-text-color has-background has-text-align-center has-large-font-size has-very-light-gray-color has-very-dark-gray-background-color">Galeria</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" src="https://i0.wp.com/tramabodoque.com/wp-content/uploads/2021/12/b6aad-fotos-carol.jpg19.jpg?w=950&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-6960" data-recalc-dims="1" /></figure>



<p class="has-text-color has-background has-text-align-center has-medium-font-size has-very-light-gray-color has-very-dark-gray-background-color"><em>Apoie pautas identitárias. Em tempos de cólera, amar é um ato revolucionário.</em></p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://revistatrama.artebodoque.com/2020/03/01/seminario-internacional-em-brasilia-discute-solucoes-urbanas-baseadas-na-natureza/">Jogadora Marta e meninas do ‘Uma vitória leva à outra’ celebram empoderamento no Carnaval do Rio</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://revistatrama.artebodoque.com">Revista Trama</a>.</p>
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