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	<title>Arquivos ilustração - Revista Trama</title>
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	<description>Arte, Cultura e Criatividade</description>
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		<title>Ressentimento</title>
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		<pubDate>Sun, 06 Oct 2019 21:26:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ano 001, N 017]]></category>
		<category><![CDATA[@ressentimento]]></category>
		<category><![CDATA[#paulazambelli]]></category>
		<category><![CDATA[#quadrinhos]]></category>
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		<category><![CDATA[ilustração]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>por: Paula Zambelli</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" src="https://i0.wp.com/blog.artebodoque.com/wp-content/uploads/2019/10/ressentimento.jpg?fit=606%2C758&amp;ssl=1" alt="" class="wp-image-3241" /></figure>



<hr class="wp-block-separator is-style-wide" />



<p> <strong>Paula Zambelli</strong> é Graduada em Psicologia, ilustradora e quadrinista. </p>



<hr class="wp-block-separator is-style-wide" />



<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://www.artebodoque.com/"><img decoding="async" src="https://i0.wp.com/tramabodoque.com/wp-content/uploads/2021/12/5b980-5-3.jpg?w=950&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-2452" data-recalc-dims="1" /></a></figure>



<p class="has-text-color has-background has-text-align-center has-medium-font-size has-very-light-gray-color has-very-dark-gray-background-color">Clique na imagem e acesse a loja virtual da Bodoque!</p>



<hr class="wp-block-separator is-style-wide" />



<p class="has-text-color has-background has-text-align-center has-large-font-size has-very-light-gray-color has-very-dark-gray-background-color">Galeria</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" src="https://i0.wp.com/tramabodoque.com/wp-content/uploads/2021/12/6885b-hospital-mulheres.jpg?w=950&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-2245" data-recalc-dims="1" /></figure>



<p class="has-text-color has-background has-text-align-center has-medium-font-size has-very-light-gray-color has-very-dark-gray-background-color"><em>Apoie causas humanitárias. Em tempos de cólera, amar é um ato revolucionário</em></p>
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		<title>Não Rabisca? Arrisca.</title>
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		<dc:creator><![CDATA[]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 11 Aug 2019 19:26:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ano 001, N 009]]></category>
		<category><![CDATA[caderno]]></category>
		<category><![CDATA[Camilla Cossermelli]]></category>
		<category><![CDATA[desenho]]></category>
		<category><![CDATA[ilustração]]></category>
		<category><![CDATA[inspiração]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>por: Camilla Cossermelli</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-drop-cap">Todo mundo sabe desenhar. Sim, todo mundo. É que tem toda uma aura em torno do que é ser artista, do que significa “saber” desenhar, ou ao menos de ter a coragem para expor uns rabiscos que saíram com alguma sensibilidade de um momento de entusiasmo. Mas a verdade é que você já fez isso. Bastante. Talvez você até tenha ainda alguma obra sua guardada na gaveta. Onde estão seus desenhos de quando você era criança?</p>



<p class="has-text-color has-background has-very-light-gray-color has-very-dark-gray-background-color">Mas enfim: a gente cresce, a vida acontece e a gente esquece. Só que tem quem continue riscando papel. E ao contrário do que o imaginário sobre o artista propaga, existe muito processo, muito erro e muito suor envolvido nisso tudo. Mais do que qualquer coisa, na verdade.</p>



<p>É aí que entra o nosso maior cúmplice: o caderninho. Numa vida, vão-se vários, múltiplos, dezenas. Páginas costuradas que absorvem a tinta dos impulsos e as imagens que as retinas não formam sozinhas, acompanhando os rabiscos toscos, os esboços legais, as canetas vazadas, as ideias efêmeras e o nascimento e desenrolar de projetos que extrapolam os limites de um A5. O importante é que o caderninho não julga: ele tá ali pra receber o que vier, desde que venha de você.</p>



<p>Fora isso, existe um clichê do artista que é, sim, dolorosamente real: a inspiração não tem hora nem lugar pra chegar. Chega a ser meio rude. Mas já que não tem muito o que fazer – porque essa é uma visita que a gente espera tanto que, quando chega, nem dá pra reclamar –, a melhor solução que encontrei até o momento é o costume que aprendi com um amigo meu, artista plástico. Ele me ensinou muitas coisas úteis, mas talvez essa seja uma das mais valiosas: lugar de caderninho é debaixo do braço, pra cima e pra baixo, de um lado pro outro, sempre com a gente.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" src="https://i0.wp.com/tramabodoque.com/wp-content/uploads/2021/12/05bd3-img_2666.jpg?w=950&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-1273" data-recalc-dims="1" /></figure>



<p>Sim, é um hábito, sim, tem vez que a gente sai de casa e esquece em cima da mesa, sim, é meio chato de carregar se a gente sai sem mochila ou bolsa, sim, desenhar em lugares públicos com certeza se tornou uma das minhas coisas favoritas da vida. Tem um ponto em especial que gosto sobre isso que é registrar os retalhos do cotidiano numa colcha já costurada, o caderno. O sentimento é aquele de abrir um olhar para as coisas que normalmente passariam batido. A gente resgata a fisgada de atenção que o ambiente provocou na gente e a disseca, antes que se dissolva na rotina, como tantas vezes antes. E isso fica marcado no nosso pequeno-grande diário, legível apenas por sensações.</p>



<p>Quando o caderninho termina, aí são mais outros quinhentos. A gente volta folheando os rabiscos, as fases, os dias, os humores, os pensamentos e vê ali entre as capas um pedacinho da gente. Tem páginas que eu odeio, outras que eu amo, algumas que dobro para que nem eu veja mais – mas todas, sem exceção, me fazem sentir alguma coisa. Guardo todos os meus caderninhos como álbuns de foto ou recordações de viagem.</p>



<p>Enfim, tudo isso pra dizer: se você ainda não tiver esse hábito do caderninho, comece. É, no mínimo, uma experiência. No máximo, pode ser tanto.</p>



<hr class="wp-block-separator" />



<p><strong>Camilla Cossermelli</strong> é redatora, poeta e artista visual, não necessariamente nessa ordem. Formada pela Escola de Comunicações e Artes da USP, desenvolve seu trabalho de forma autônoma, reunindo os retalhos que coleciona da vida cotidiana. Conheça o trabalho da Camilla no <a href="https://www.instagram.com/camilla.coss/">Insta</a> ou mande um e-mail direto pra ela: camillacoss@gmail.com.</p>



<hr class="wp-block-separator" />



<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://www.artebodoque.com"><img decoding="async" src="https://i0.wp.com/tramabodoque.com/wp-content/uploads/2021/12/33ea3-sem-titulo-6-1.png?w=950&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-828" data-recalc-dims="1" /></a></figure>
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		<title>Os Poucos Traços de Agathe Sorlet</title>
		<link>https://revistatrama.artebodoque.com/2019/08/04/os-poucos-tracos-de-agathe-sorlet/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 04 Aug 2019 13:28:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ano 001, N 008]]></category>
		<category><![CDATA[Arredores]]></category>
		<category><![CDATA[arte]]></category>
		<category><![CDATA[ilustração]]></category>
		<category><![CDATA[traços simples]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>por: Marcus Cardoso</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://revistatrama.artebodoque.com/2019/08/04/os-poucos-tracos-de-agathe-sorlet/">Os Poucos Traços de Agathe Sorlet</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://revistatrama.artebodoque.com">Revista Trama</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-drop-cap">É preciso se despir das hachuras e do olho que busca um ponto de fuga renascentista, quando pensamos em pormenores: com poucos traços, com mínimos movimentos com a mão, é possível criar mais sensibilidade do que muita coisa. Cada pinta miúda que nasce com um mínimo resvalar da tinta, cada pingo absorvido pelo chão irregular do papel. A linha clara da francesa Agathe Sorlet nos propõe isso.</p>



<p>A França tem uma tradição gigante nesse traço de linha clara: Vide a influência enorme de Hergé (TinTim) e as aventuras<br> de Spirou, que estão saindo no Brasil belissimamente pela SESI-SP Editora.<br> Agathe transforma a linha em detalhe e, com poucos movimentos, toca:<br> desmonta: deságua. </p>



<p>A simplicidade do desenho faz com que, através da imaginação, qualquer pessoa possa se reconhecer. E a cada quadro, a cada lance de braços, de pernas, de corpos, nos espelhássemos e nos víssemos ali: quase uma <em>mimesis</em> invertida.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" src="https://i0.wp.com/blog.artebodoque.com/wp-content/uploads/2019/08/Le-illustrazioni-animate-di-Agathe-Sorlet-Collater.al-15.jpg?fit=606%2C606&amp;ssl=1" alt="" class="wp-image-991" /><figcaption><em>Le-illustrazioni-animate-di-Agathe-Sorlet-Collater.al-15</em></figcaption></figure>



<p>No caso da imagem acima, é estupendo como em apenas três momentos nos vemos imersos na intimidade do casal, sentindo o ar daquele instante, a leveza de uma brincadeira de inverno. Interessante observar como a expressão dos olhos nos contam muito mais do que a boca: os olhos, esses espelhos, é que nos guiam e se expressam. Como na imagem abaixo, em que a noite vai passando através das posições, e é impossível não lembrar da sensação de pele contra pele que os desenhos trazem: das pernas entrelaçadas e cerzidas, do peito-colo-porto, do cheiro do sono ou do frescor da roupa do outro na sua frente. O outro, esse intransponível, parece até mais simples nesse traço.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" src="https://i1.wp.com/blog.artebodoque.com/wp-content/uploads/2019/08/Le-illustrazioni-animate-di-Agathe-Sorlet-Collater.al-16.jpg?fit=606%2C606&amp;ssl=1" alt="" class="wp-image-992" /><figcaption><em>Le-illustrazioni-animate-di-Agathe-Sorlet-Collater.al-16</em></figcaption></figure>



<p><em>É preciso ser leve como o pássaro, e não como a pluma</em>, dizia Calvino. E<br> a escolha das cores traz essa leveza precisa que o pássaro, mesmo mais<br> pesado que o ar, conquista: a única cor chapada, em contraste, cria um charme característico, uma forma de levitar cada vez mais o cotidiano, o instante chã. Aquilo que menos aparece mas o que mais importa. Na ilustração abaixo, em que as mulheres se unem pelo negativo do biquíni, que se mescla com o fundo, uma leitura possível fosse a ligação das mulheres pela opressão social de não poderem ficar nuas na praia. Isso contrasta com a serenidade em que elas descansam, amalgamadas. As linhas se confundem e o que resta é só afeto, calmas explosões de afeição entre uma e outra. Um silêncio compartilhado e nada incômodo.</p>



<figure class="wp-block-image size-large is-resized"><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://i0.wp.com/blog.artebodoque.com/wp-content/uploads/2019/08/ballpit-mag-featured-artist-324-01-min.jpg?fit=606%2C606&amp;ssl=1" alt="" class="wp-image-993" width="580" height="580" /><figcaption>ballpit-mag-featured-artist-324-01-min</figcaption></figure>



<p>A simplicidade com que Agathe trata o sexo é certeira: punge e ataca o<br>tabu com que isso corre na sociedade: uma transa que suspira transe, que é<br>feita de calor e pele, de suor e beijos, de apertos e imensidões. Em seus<br>desenhos, um abraço é tão sensual quando qualquer outra coisa, pois dito que é no poro que a química acontece: são nesses corpos simples, corriqueiros, cotidianos, seculares, que o desejo brota e desliza. São nessas situações em que fazemos moradia, em que construímos laços, na qual derretemos por vontade. Os pelos se eriçando com a boca no pescoço e cada átomo de linguagem corre fazer um cafuné.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" src="https://i0.wp.com/blog.artebodoque.com/wp-content/uploads/2019/08/61704165_410071919842649_6466581681771937927_n-1.jpg?fit=606%2C606&amp;ssl=1" alt="" class="wp-image-994" /></figure>



<p>Agathe é simplesmente avassaladora apesar de simples: pois é no detalhe que tudo se guarda: é no pouco que o muito se cria: é naquilo que não vemos em que a vida se dá. Não há mais o que dizer aqui. As palavras serão sempre essa falha, essa vontade incabível de abarcar o todo, de explicar o tudo. </p>



<p>Acessem seu instagram (<a href="https://www.instagram.com/agathesorlet/">@agathesorlet</a>) e mergulhem fundo em como poucos traços nos atravessam sem parar.</p>



<hr class="wp-block-separator" />



<p><strong>Marcus Cardoso</strong>, historiador de formação, mestrando, músico&#8230; Faz tanta coisa que acaba não fazendo nada. E, se somos o que fazemos, então é isso: um grande nada que acredita piamente que a salvação do mundo está escondida em um haicai.</p>



<hr class="wp-block-separator" />



<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://www.estantevirtual.com.br/atenabookstore"><img decoding="async" src="https://i1.wp.com/blog.artebodoque.com/wp-content/uploads/2019/08/PUBLICIDADE-ATENA.png?fit=606%2C341&amp;ssl=1" alt="" class="wp-image-996" /></a></figure>



<hr class="wp-block-separator" />



<p style="text-align:center" class="has-small-font-size">Algumas imagens que estão na Trama foram enviadas pelos autores sem as devidas referências. Se, porventura houver imagens sobre as quais você tenha os direitos sobre ela,  por favor entre em contato conosco através do e-mail: fredericolopes@artebodoque.com.</p>
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		<title>A Inspiração está Fora Daqui</title>
		<link>https://revistatrama.artebodoque.com/2019/07/28/a-inspiracao-esta-fora-daqui/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 28 Jul 2019 19:55:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ano 001, N 007]]></category>
		<category><![CDATA[criação]]></category>
		<category><![CDATA[Criatividade]]></category>
		<category><![CDATA[design]]></category>
		<category><![CDATA[ilustração]]></category>
		<category><![CDATA[inspiração]]></category>
		<category><![CDATA[referência]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>por: Beto Martins</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-drop-cap">As atividades mais corriqueiras do dia são aquelas que  mais passam despercebidas pelas pessoas. Bom, a menos que você seja um artista voraz e cheio de vontade de criar. </p>



<p>Nós não conhecemos bem o seu lugar de origem, mas são inúmeros as sensações, os cheiros, as cores, os sons, os sentimentos que evocam à palavra com &#8220;i&#8221; mais recorrente de alguém que é criativo. E não, não é imaginação, ou insônia, a palavra é inspiração.</p>



<p class="has-drop-cap"><br>Pode parecer uma abordagem muito <em>Millennium</em>, mas recentemente eu criei uma playlist em uma plataforma de streaming chamada &#8220;Fim de filme/Inspiração&#8221;. Minha ideia foi tentar fazer um rápido exercício de memória e reunir as canções que me fazem revisitar aquele “momento final de um bom filme” &#8211; não necessariamente a música do filme, mas a sensação. Acredito que é aqui que a inspiração encontra seu lugar. O encontro de memórias afetivas com algum sentido físico, seja ele visual ou sonoro. De alguma forma, o momento em que o enredo se encerra, os arcos dos personagens são concluídos e me inspiram e me fazem atribuir isso a outras mídias que me trazem novas sensações, a ponto daquilo se transformar em novas ideias. </p>



<p>O mais engraçado é que só percebo isso quando faço esse processo de “combinatividade” quando estou naquela etapa “folha em branco” do processo de criação.</p>



<p><br> Sabendo que a inspiração vem desse lugar quase metafísico, colocar a culpa em fatores externos para a falta de criatividade ou para o ócio criativo é um erro que muitos artistas cometem. </p>



<p>Muitas vezes faltam ideias, ou elas se tornam escassas rapidamente por que faltam também experiências fora da sua área de atuação. </p>



<p>Combinar ideias e criar algo novo a partir delas só é possível quando a origem da inspiração vem de lugares inustados. Fazer essa ponte de uma sensação que se transforma em uma relação subjetiva, que se transfoma em inspiração para criar, talvez seja o caminho mais curto em direção à criações belíssimas. </p>



<p><br>Sem inspiração? Vá olhar o mundo, só volte quando se perder experimentando.</p>



<hr class="wp-block-separator" />



<p><strong>Beto Martins</strong> é ilustrador e artista gráfico, fundador do Viana Black Estúdio. <a href="https://www.instagram.com/vianablack/">Instagram</a> &#8211; <a href="https://www.artstation.com/betomartinsvb">Portfólio</a>.</p>



<hr class="wp-block-separator" />



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<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://www.artebodoque.com"><img decoding="async" src="https://i0.wp.com/tramabodoque.com/wp-content/uploads/2021/12/33ea3-sem-titulo-6-1.png?w=950&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-828" data-recalc-dims="1" /></a></figure>
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		<title>Afeto em Umalinha</title>
		<link>https://revistatrama.artebodoque.com/2019/07/07/afeto-em-umalinha/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 07 Jul 2019 17:25:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ano 001, N 004]]></category>
		<category><![CDATA[arte]]></category>
		<category><![CDATA[artist]]></category>
		<category><![CDATA[desenho]]></category>
		<category><![CDATA[draw]]></category>
		<category><![CDATA[ilustração]]></category>
		<category><![CDATA[one line draw]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://atomic-temporary-162935141.wpcomstaging.com/?p=368</guid>

					<description><![CDATA[<p>por: Letícia Castro</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://revistatrama.artebodoque.com/2019/07/07/afeto-em-umalinha/">Afeto em Umalinha</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://revistatrama.artebodoque.com">Revista Trama</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><em>por: Letícia Castro</em>, </p>



<p>Umalinha. Junto assim mesmo. É quando a tinta encontra o papel, e nele desliza um traçado contínuo, como a coragem de quem ama. Contínua perfeição da rota,&nbsp;sem&nbsp;ponto, sem&nbsp;reta.&nbsp;&nbsp;</p>



<p>A&nbsp;leveza das curvas&nbsp;dá a impressão de que se está&nbsp;caminhando&nbsp;sobre elas&nbsp;&#8211;&nbsp;devagar até o topo&#8230; e dele se escorrega&nbsp;numa queda de fazer vento no rosto.&nbsp;Dali,&nbsp;vai se formando um&nbsp;emaranhado que lembra o infinito, tal qual montanha russa.&nbsp;&nbsp;</p>



<p>Linhas que se cruzam.&nbsp;&nbsp;</p>



<p>É como a vida, que&nbsp;quando chega ao fim, toma forma.&nbsp;Qualquer&nbsp;forma que se queira.&nbsp;&nbsp;</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" width="728" height="883" src="https://i0.wp.com/tramabodoque.com/wp-content/uploads/2021/12/16f78-1-1.jpeg?resize=728%2C883&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-370" srcset="https://i0.wp.com/revistatrama.artebodoque.com/wp-content/uploads/2021/12/16f78-1-1.jpeg?w=728&amp;ssl=1 728w, https://i0.wp.com/revistatrama.artebodoque.com/wp-content/uploads/2021/12/16f78-1-1.jpeg?resize=247%2C300&amp;ssl=1 247w" sizes="(max-width: 728px) 100vw, 728px" data-recalc-dims="1" /></figure>



<p>Umalinha&nbsp;pra&nbsp;mim é uma&nbsp;mistura de infância com “Aquarela”, de Vinícius de Morais.&nbsp;Porque&nbsp;através dela,&nbsp;tudo se torna possível.&nbsp;</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://i0.wp.com/blog.artebodoque.com/wp-content/uploads/2019/07/2.jpg?fit=606%2C857&amp;ssl=1" alt="" class="wp-image-371" /></figure>



<p>O corpo é arte.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://i2.wp.com/blog.artebodoque.com/wp-content/uploads/2019/07/3.jpeg?fit=606%2C857&amp;ssl=1" alt="" class="wp-image-372" /></figure>



<p>A natureza é arte&nbsp;</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://i2.wp.com/blog.artebodoque.com/wp-content/uploads/2019/07/4.jpg?fit=606%2C857&amp;ssl=1" alt="" class="wp-image-373" /></figure>



<p>A arte é&nbsp;arte&nbsp;</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://i1.wp.com/blog.artebodoque.com/wp-content/uploads/2019/07/5.jpg?fit=606%2C857&amp;ssl=1" alt="" class="wp-image-374" /></figure>



<p>Afeto.&nbsp;A melodia&nbsp;de uma amizade longa,&nbsp;e sem nenhum remendo.&nbsp;&nbsp;&nbsp;</p>



<p>Obs: Todas essas ilustrações são da artista <a href="https://www.instagram.com/paula__vasconcelos/">Paula Vasconcelos</a>, que também é tatuadora, e minha melhor amiga. Desde que nossas tintas se encontraram no papel, seguimos em&nbsp;Umalinha.&nbsp;&nbsp;</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" width="728" height="883" src="https://i0.wp.com/tramabodoque.com/wp-content/uploads/2021/12/a4ec9-6.jpeg?resize=728%2C883&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-375" srcset="https://i0.wp.com/revistatrama.artebodoque.com/wp-content/uploads/2021/12/a4ec9-6.jpeg?w=728&amp;ssl=1 728w, https://i0.wp.com/revistatrama.artebodoque.com/wp-content/uploads/2021/12/a4ec9-6.jpeg?resize=247%2C300&amp;ssl=1 247w" sizes="(max-width: 728px) 100vw, 728px" data-recalc-dims="1" /></figure>



<p></p>
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