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	<title>Arquivos processo criativo - Revista Trama</title>
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	<description>Arte, Cultura e Criatividade</description>
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		<title>Processos Criativos: Uma Metáfora Sobre a Vida.</title>
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		<dc:creator><![CDATA[]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 18 Aug 2019 21:03:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ano 001, N 010]]></category>
		<category><![CDATA[criação]]></category>
		<category><![CDATA[Criatividade]]></category>
		<category><![CDATA[Luisa Biondo]]></category>
		<category><![CDATA[processo criativo]]></category>
		<category><![CDATA[vida]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>por: Luisa Biondo</p>
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<p class="has-drop-cap">A vida imita a arte ou será que a arte imita a vida? Confesso que não sei responder, apenas usei esse questionamento porque acredito que ele tem tudo a ver com o que gostaria de compartilhar aqui: <strong>os nossos processos criativos são a melhor maneira de compreender e aprender sobre a vida como ela é</strong>.</p>



<p>Começo este texto contextualizando você sobre quem eu sou: redatora em uma agência de branding e marketing digital. Nome de marca, texto para blog, slogan, folder, anúncio de jornal&#8230; envolveu texto, eu estou fazendo. Além disso, fora do ambiente profissional, tenho um amor inexplicável pelo desenho e pela fotografia. Isto significa que a partir daqui, irei tratar da minha visão sobre os meus processos criativos. Espero que estas reflexões se relacionem com a sua vida e o seu próprio fazer – artístico, ou não.&nbsp;</p>



<h2 class="has-text-align-left wp-block-heading" style="color:#bf8c00">O Processo</h2>



<p>O processo de criação de qualquer obra envolve a ideia, o desenvolvimento da ideia e a exposição dos resultados. Em todas essas etapas nós somos influenciados por fatores externos. Ou seja, eu não sou a única responsável pela minha criação, assim como você não é pela sua. Eu arriscaria dizer que em cada etapa estamos à mercê da nossa própria obra, que nasce e se desenvolve conforme as suas próprias regras.</p>



<p>Gosto de comparar o meu processo criativo (seja ele visual ou não) com o de um arqueólogo, que precisa ter paciência para, aos poucos, ir descobrindo a sua própria criação. Isso porque toda ação, seja enquanto escolho as palavras de um texto ou traço as primeiras linhas de um desenho, é feita com base em um contexto e em um momento. Tudo isso depende do meu humor, do meu dia, do clima, das minhas inspirações, referências e habilidades.&nbsp;</p>



<p>Eu sei das minhas intenções, eu sei a mensagem que quero passar, mas eu nunca sei qual será o rumo das minhas criações. Às vezes o resultado sai um tanto quanto diferente da imagem inicial criada em minha cabeça. Tudo isso me lembra um texto que estava lendo essa semana, graças à indicação de uma amiga. O texto se chama “O processo de criação artística e a constituição da cultura” e foi escrito por Ariane Daniela Cole. Lá ela escreve:</p>



<p style="text-align:center" class="has-text-color has-background has-very-light-gray-color has-very-dark-gray-background-color"><em>Suscetível ao acaso, e à ação criadora, o processo de criação em constante movimento torna-se assim uma atividade que explora o terreno do desconhecido. Desvendar o desconhecido se apresenta como uma ação que se direciona a um processo de construção de conhecimento, seja na direção do conhecimento da natureza, para compreender melhor a subjetividade humana, seja a realidade no contexto do mundo, entre tantas possibilidades.</em></p>



<p>Agora eu pergunto a você: <strong>o que é a vida, senão um eterno movimento de descoberta do desconhecido onde cada ação nos leva a uma escolha, e cada escolha desencadeia novos caminhos?</strong> Mesmo que você tenha processos de criação bem evidentes e organizados na sua cabeça, mesmo que você receba um manual de instrução, um processo nunca será igual ao outro. Por quê? Porque os fatores externos existem e a cada dia nós aprendemos algo novo e, mesmo que inconscientemente, absorvemos novas referências que no futuro estarão refletidas nas nossas criações.</p>



<h2 class="has-text-align-left wp-block-heading" style="color:#bf8c00">A Vida</h2>



<p>A criação de um texto, de um desenho, de uma ilustração ou de uma peça audiovisual é como uma verdadeira viagem onde nós nos aventuramos para conhecer mais de nós mesmos e do próprio mundo. Pesquisamos, pensamos, agimos, precisamos fazer escolhas e nos adaptar ao mundo assim como nos adaptamos às ferramentas que usamos para criar (o papel, a caneta, a câmera e a tinta). Constantemente somos apresentados a novos desafios e obstáculos que devemos superar. Voltando a parafrasear a autora Ariane Daniela Cole:&nbsp;</p>



<p style="text-align:center" class="has-text-color has-background has-very-light-gray-color has-very-dark-gray-background-color"><em>O processo de criação se dá num encadeamento de ações estreitamente ligadas num contínuo operar sobre a realidade, na busca de um aprofundamento do olhar sobre o mundo, por meio de reorganizações significativas dos dados percebidos.</em></p>



<p>O processo criativo precisa fluir. É preciso deixar ser. Assim como a vida. Por mais que tentemos, não temos total controle sobre o nosso caminho. Precisamos fluir com os contextos, com os adventos e nos adaptar às mudanças. Precisamos conhecer os nossos limites para não deixar que a inércia aplicada ao lápis rasgue o papel. Precisamos respeitar as individualidades de cada um, para entender que as percepções sobre a vida também mudam de uma pessoa para a outra. Precisamos aprender a usar a nossa inspiração, criatividade e intuição para descobrir quais são os caminhos que devemos seguir e as escolhas que devemos fazer.&nbsp;</p>



<p style="background-color:#bf8c00" class="has-text-color has-background has-very-light-gray-color"><strong>Sente-se e acalme-se. Beba uma taça de vinho. Deixe ser, deixe acontecer, deixe fluir. Siga o seu próprio fluxo. Só você conhece o seu processo!</strong></p>



<hr class="wp-block-separator" />



<p><strong>Luisa Biondo</strong> é redatora, mas ama desenhar e fotografar. Atualmente trabalha em uma agência de marketing e nas horas vagas faz uns rabiscos que ficam guardados na gaveta.</p>



<hr class="wp-block-separator" />



<p style="text-align:center" class="has-text-color has-background has-medium-font-size has-very-light-gray-color has-very-dark-gray-background-color">Curtiu o texto? Cadastre-se e receba as edições da Trama por e-mail!</p>





<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://www.ilo.org/global/topics/forced-labour/policy-areas/statistics/lang--en/index.htm"><img decoding="async" src="https://i0.wp.com/blog.artebodoque.com/wp-content/uploads/2019/08/FOTO-CAROL6.png?fit=606%2C585&amp;ssl=1" alt="" class="wp-image-1592" /></a></figure>



<p style="text-align:left" class="has-text-color has-background has-small-font-size has-very-light-gray-color has-very-dark-gray-background-color"><em>Nearly&nbsp;<strong>21 million people</strong>&nbsp;&#8211; three out of every 1,000 people worldwide &#8211; are victims of forced labour across the world, trapped in jobs which they were coerced or deceived into and which they cannot leave.</em>                       <strong>International Labour Organization.</strong></p>



<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://www.estantevirtual.com.br/atenabookstore"><img decoding="async" src="https://i0.wp.com/tramabodoque.com/wp-content/uploads/2021/12/e3cc5-publicidade-atena.png?w=950&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-996" data-recalc-dims="1" /></a><figcaption><strong>CONHEÇA NOSSO ACERVO!</strong></figcaption></figure>
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		<title>A Escrita como Processo Criativo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 11 Aug 2019 20:13:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ano 001, N 009]]></category>
		<category><![CDATA[arte]]></category>
		<category><![CDATA[Criatividade]]></category>
		<category><![CDATA[escrita]]></category>
		<category><![CDATA[processo criativo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>por: Bodoque Artes e ofícios</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-drop-cap">Nos videos anteriores da série da Bodoque sobre o ato criativo, vimos o que é de fato a criatividade e demonstramos 05 maneiras como você pode ser mais criativo.</p>



<p>Hoje, abordaremos a importância da escrita para esse processo, e sua contribuição para o desenvolvimento intelectual do ser humano!</p>



<p>Confira o vídeo clicando <a href="https://www.youtube.com/watch?v=t1cPYLn-ZG4">aqui!</a></p>



<hr class="wp-block-separator" />



<p><strong>A Bodoque Artes e ofícios</strong> é um atelier de encadernação artística, restauro e soluções artesanais criativas.</p>



<hr class="wp-block-separator" />



<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://www.artebodoque.com"><img decoding="async" src="https://i0.wp.com/tramabodoque.com/wp-content/uploads/2021/12/33ea3-sem-titulo-6-1.png?w=950&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-828" data-recalc-dims="1" /></a></figure>
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		<title>A Criação do Processo de Criação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 07 Jul 2019 18:50:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ano 001, N 004]]></category>
		<category><![CDATA[creation]]></category>
		<category><![CDATA[criação]]></category>
		<category><![CDATA[Criatividade]]></category>
		<category><![CDATA[processo criativo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>por: Beto Martins</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><em>por: Beto Martins</em></p>



<p class="has-drop-cap">Observar o próprio processo criativo pode ser um dos exercícios mais importantes na vida de um artista. Não importa sob qual “guarda-chuva” alguém se coloque dentro do universo artístico, em algum momento você será obrigado a “organizar” as atitudes que tem em relação ao seu próprio trabalho.&nbsp;</p>



<p>Por ser um desenhista e estar inserido dentro do mercado de ilustração, eu vou trazer um olhar a partir desse prisma, mas que, eventualmente, poderá ser aplicado à outras áreas. Afinal, o processo criativo não nasce, não cresce e nem evolui sozinho. </p>



<p><strong>CONFIE NO SEU PONTO DE VISTA&nbsp;</strong></p>



<p>Há 12 anos atrás, não existia tanta informação sobre ilustração digital (por exemplo) como existe hoje, a escassez fazia com que os artistas montassem “belos labirintos” em seus processos, simplesmente por não terem conhecimento de outros artistas atuando ou fazendo algo semelhante a eles. A falta de informações os pressionava, ou a fazer um execício de tentar criar algo do zero, ou de se debruçar repetidas vezes em uma mesma referência. Acredito que isso gerava um sentimento de “último samurai”. Olhar para o lado e não ter referências sobrando, fazia com que os artistas desbravassem sozinhos uma série de padrões visuais e estilos. </p>



<p>Hoje a informação invade o espaço particular das pessoas. Literalmente, são tantas opções e referências, que começamos a lidar com sentimentos que nem sabíamos que tínhamos: “síndrome da contemplação sem propósito”, o vírus do “é impossível chegar nesse nível”, a bactéria do “fazer é melhor que aprender” e entre outras. A verdade é que o mundo anda tão rápido que considerar a trajetória de um artista com muitos anos de caminhada é quase um insulto. É claro que ninguém tem tempo para esperar 30 anos para começar a se encontrar dentro de um mercado e ganhar dinheiro. Isso nos tira do foco e nos atrasa. </p>



<p>No início de um processo criativo, muitas vezes é passível de colher uma ou outra referência, mas, confiar  na própria intuição nesse momento é que vai te dar uma “voz” mais peculiar, mais parecida com você. Quais são suas experiencias pessoais, suas percepções sobre o mundo, seu olhar? Uma artista brasileira conhecida no mercado editorial e de jogos, Caroline Gariba, disse em um <em>podcast</em> que com ela: “a arte só acontece a partir de um sentimento pessoal&#8221;, quem sabe esse é seu ponto de partida? </p>



<p><strong>QUEM NÃO TEM DINHEIRO CONTA HISTÓRIA.&nbsp;</strong></p>



<p>Pensar que aqueles que não tem dinheiro são contadores de histórias, é um absurdo (risos). Perder a capacidade de contar uma história ao criar uma peça é um erro que muitos cometem, principalmente ilustradores. Dentro desse mercado, quem está no “começo da calda”, são os artistas que criam <em>splash arts</em>, peças que são criadas para chamarem a atenção das pessoas, vender produtos. Geralmente são artes muito coloridas, com um contraste bem exagerado, para atrair determinado nicho. É lógico que todos querem estar envolvidos em projetos desse tipo, e, pior, começam a reproduzir o que esses artistas que estão em um nível de detalhamento e percepção anatômica e valores tonais muito mais elevados que outros artistas. Por isso, acredito que esse desejo de gerar os mesmos resultados que determinado artista mata a vontade de simplesmente querer contar uma história. </p>



<p>Note: não estou falando de história em quadrinhos aqui, (apesar de saber que também cabe), mas a reflexão que quero deixar é o quanto os pormenores das suas criações contam histórias. Criando um personagem, é possível saber da onde ele veio, quais suas motivações,&nbsp;sua nacionalidade, se ele está com medo, alegre ou com fome. Sim, é possível contar histórias com imagens.&nbsp;&nbsp;</p>



<p>Uma pintura de um homem e uma criança montados em um cavalo, podem emocionar pessoas, tudo por causa do <em>storytelling, </em>a capacidade que tudo ao seu redor tem de contar uma história sobre ela própria, ou fazer referência a algo ou a alguém.  </p>



<p>Ter a preoupação de se perguntar “Qual história eu vou contar com essa pintura” é ir além de apenas criar algo bonito.&nbsp;Ao criar, perceba a idade das coisas, as fases do dia,&nbsp;o que determinada pose transmite, quais os valores que seu personagem possui.&nbsp;</p>



<p><strong>FEITO É MELHOR QUE PERFEITO&nbsp;&nbsp;</strong></p>



<p>Depois de estruturados o seu ponto de partida e a trajetória que será trilhada, o esforço agora consiste em materializar a ideia. Como eu disse, minhas criações são mais gráficas, como ilustrador, esses processos pra mim são fundamentais. O que está por trás do que se cria, muitas vezes é mais importante do que o resultado final. É claro que a capacidade técnica nesse processo “final” é um caso à parte. É uma grande jornada, mas após alguns anos criando e reformulando meu próprio processo, é possível perceber o quanto a mensagem acaba se tornando mais importante que a forma, que o resultado visual. </p>



<p>Quero dar um exemplo rápido do meu processo em uma ilustração que fiz em&nbsp;2018. A ideia era criar uma peça que representasse personagens pelos quais eu me identificasse, pois iriam ser personagens autorais. Eu teria que representa-los em uma pose de ação em uma mesma arte, o desafio foi grande, mas o exercício me levou a um resultado inesperado.&nbsp;</p>



<p>Escolhi representar três personagens. Para fugir do óbvio decidi que  seriam três moças afro-decendentes, brasileiras, que tinham o cabelo como ponto de destaque em seu visual. Depois pensei em qual história elas estariam contando (ainda que não esteja claro na peça, é importante definir isso, pode influenciar no gestual e no estilo das personagens). Decidi que elas moravam no bairro onde eu morei na infância, e que teriam características de três irmãs que convivi na adolescência. Elas eram petulantes, ousadas, debochadas, sensíveis e corajosas. Dentre outras qualidades, me lembro que, apesar de pobres, eram inteligentes e sabiam se comunicar. </p>



<p>A partir daí ficou mais fácil, o palco estava montado para os personagens da minha pintura atuarem. Com esse processo fica difícil estagnar uma criação ou perceber, lá no final do processo, que ela não transmite nada. Agora, as decisões mais difícies tem um chão para serem tomadas, pois o principal erro que muitos criadores tem quando vão criar algo, é que, organizar processos é criar um solo fértil para ideais boas se desenvolverem.&nbsp;</p>



<p>Beto Martins (Viana Black Estudio)&nbsp;</p>



<p>@vianablack&nbsp;</p>
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		<title>O Fazer artístico na Encadernação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 30 Jun 2019 20:07:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ano 001, N 003]]></category>
		<category><![CDATA[arte]]></category>
		<category><![CDATA[Bodoque artes e ofícios]]></category>
		<category><![CDATA[caderno artesanal]]></category>
		<category><![CDATA[criação]]></category>
		<category><![CDATA[encadernação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>por: Bodoque Artes & ofícios Quem acompanha nosso trabalho, é artista ou tem amigos artistas, sabe que o ato criador transita – em muitos casos – entre o rigor técnico e os infindos caminhos conceituais que podem ser abordados. Todas as etapas do processo criativo caminham para transformar um amontoado de materiais em uma proposição … </p>
<p class="link-more"><a href="https://revistatrama.artebodoque.com/2019/06/30/o-fazer-artistico-na-encadernacao/" class="more-link">Leia mais<span class="screen-reader-text"> "O Fazer artístico na Encadernação"</span></a></p>
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<p>por: Bodoque Artes &amp; ofícios</p>



<p class="has-drop-cap">Quem acompanha nosso trabalho, é artista ou tem amigos artistas, sabe que o ato criador transita &#8211; em muitos casos &#8211; entre o rigor técnico e os infindos caminhos conceituais que podem ser abordados. Todas as etapas do processo criativo caminham para transformar um amontoado de materiais em uma proposição artística eloquente. </p>



<p>No caso da encadernação não é diferente. Nosso atelier surgiu com a proposta de utilizar o caderno como suporte para criação artística, o que nos apresenta um tremendo desafio: explorar de maneira consciente e corajosa, os limites dos conceitos de encadernação/caderno e o que pode vir a ser uma obra de arte.</p>



<p>Abaixo você pode conferir uma de nossas pesquisas em Artes visuais sobre o caderno. A arte da capa da encadernação foi feita inspirada nas obras da artista Fayga Ostower, que teve por meio de sua produção artística uma importante presença no cenário das artes no Brasil, deixando relevante contribuição.</p>



<p>Confira clicando <a href="https://www.youtube.com/watch?v=05vzxs-NooQ&amp;t=37s">aqui!</a></p>



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<p>Você pode ter um de nossos cadernos acessando nossa <a href="https://www.artebodoque.com">Loja Virtual!</a></p>
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