<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	
	xmlns:georss="http://www.georss.org/georss"
	xmlns:geo="http://www.w3.org/2003/01/geo/wgs84_pos#"
	>

<channel>
	<title>Arquivos Ano 003, N 104 - Revista Trama</title>
	<atom:link href="https://revistatrama.artebodoque.com/category/ano-003-n-104/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://revistatrama.artebodoque.com/category/ano-003-n-104/</link>
	<description>Arte, Cultura e Criatividade</description>
	<lastBuildDate>Sun, 15 Aug 2021 21:30:00 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.5.6</generator>
<site xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">207943372</site>	<item>
		<title>NO INÍCIO, ERA O FRACASSO</title>
		<link>https://revistatrama.artebodoque.com/2021/08/15/no-inicio-era-o-fracasso/</link>
					<comments>https://revistatrama.artebodoque.com/2021/08/15/no-inicio-era-o-fracasso/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 15 Aug 2021 21:30:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ano 003, N 104]]></category>
		<category><![CDATA[cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Micael Correia]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://atomic-temporary-162935141.wpcomstaging.com/?p=17497</guid>

					<description><![CDATA[<p>por:  Micael Correia</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://revistatrama.artebodoque.com/2021/08/15/no-inicio-era-o-fracasso/">NO INÍCIO, ERA O FRACASSO</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://revistatrama.artebodoque.com">Revista Trama</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-right"><em>A plena realização do fim infinito é somente suprassumir</em><br><em>a ilusão de que o fim ainda não foi realizado.</em><br><em>(Hegel)</em></p>



<p>Que significa fracassar? Enunciar essa pergunta em voz alta traz uma dose de estranhamento, num tempo onde a pergunta mais comum acaba sendo algo como “qual o significado do sucesso nos tempos atuais?”, “como <em>ser</em> uma pessoa de sucesso? (sucesso a seu modo, é claro, afinal, no mundo capitalista, cada um faz sucesso a sua maneira, pois isso aumenta a demanda e o mercado se pluraliza, etc.)”. Mas há uma questão ainda mais eloquente quando falamos das fantasias que estruturam aquilo que entendemos como nossos processos transformativos. Passar de um estado para outro, alcançar o “sucesso” (ou “fracassar”), todos esses sintagmas contém uma certa teoria da transformação que se estende até o horizonte como aquilo que pode ser experimentado sob uma forma totalmente nova ou mesmo que se põe como obstáculo ao movimento autenticamente transformativo, ordenador, emancipatório, e por aí vai.</p>



<p>Por exemplo: você pode imaginar que o sucesso de um sistema como o republicanismo pode ser medido em relação com sua capacidade de instauração e representatividade formal. Contudo, uma conclusão dessa natureza que se dê de forma positiva terá de se haver (ainda que lateralmente) com uma disjunção entre conceito e Meta muito característica de certos processos históricos, segundo o qual aquilo que <em>acontece</em> se distingue daquilo que fora <em>prometido</em>. O republicanismo cumpriu aquilo que fora prometido? Isso mede seu sucesso ou fracasso? Esse estilo de pergunta também se aplica como uma gramática (imprecisa) de medição de “sucessos” do par nazismo-stalinismo: o nazismo representa um fracasso ou um sucesso com relação aos seus objetivos? Podemos dizer o mesmo do stalinismo (?), ou estaria aí um ponto preciso em que descrever sucessos e fracassos passa por uma revisão ainda mais rigorosa dos termos, conceitos, ou, simplesmente da teoria de transformação adequada para avaliar processos como estes?</p>



<p>Mas voltemos à questão original &#8211; sobre em que consiste pensar “sucessos” e “fracassos”. Gostaria de defender aqui uma ideia provavelmente impopular a respeito da natureza de nossos processos transformativos, sobre aquilo que, quando atingido, modifica nossa leitura sobre o que aconteceu conosco, ou, <em>quem somos</em>. Trago novamente a pergunta que abre o ensaio: que significa o fracassar hoje? Como vimos, a valência de termos como “fracasso” ou “sucesso” depende necessariamente de certa gramática. Uma delas é a de que “sucesso” conceitua o momento em que o sujeito atinge um estágio Absoluto dentro de uma coordenada de possibilidades, e assim, se vê diante de um novo plano, com novas expectativas, desejos e sofrimentos (por que não?). Nesse sentido, e por outro lado, o fracasso é aquilo que é experimentado como errático no interior dessa progressão, onde a performance manca e modifica o próprio objetivo (ou em sua escala – na medida em que ele fica mais “longe” – ou em sua possibilidade – quando atingi-lo ganha caráter de <em>impossível</em>). Mas cabe destacar que esse sistema se baseia em um equívoco lógico, que somente uma hipótese de transformação suficientemente materialista poderia assinalar. A hipótese é a seguinte: embora pensar em “sucesso” (ou “fracasso”) seja tratado como medidor de como uma experiência foi (in)capaz de atingir a coisa-em-si, nunca estamos realmente em condições de afirmar a coisa-em-si – ela sempre nos escapa quando nos aproximamos dela, como se houvesse um lugar obscuro imanente à toda experiência Absoluta. Nunca estamos em condições de afirmar (de fora) onde está o momento de viragem, já que nós sempre estamos <em>dentro </em>dele<em>.</em></p>



<p>Talvez essa percepção possa nos dar uma nova interpretação sobre a experiência de fato mais partilhada entre as pessoas e seus grupos – o fracasso. Falar do fracasso, normalmente é falar sobre as marcas do que não aconteceu. Mas essa é apenas uma versão fraca do conceito. O fracasso não é o signo da distância. O fracasso é a parte que constitui a própria noção de transformação. Pois a transformação não acontece a despeito do fracasso, uma vez que ele é, em-si, o que desaparece quando o sucesso se efetiva. Para recorrer a um conceito psicanalítico, acredito que é bastante conhecida a ideia de <strong>ato falho</strong>: quando a pessoa premedita dizer uma certa palavra (ex. “amor”) e outra aparece em seu lugar (“mãe”), o “grande Outro” autentica aquele fenômeno como da ordem do acontecimento, como se ali tivesse produzido um sentido, uma ideia. Ora, a grande sacada freudiana do ato falho é afirmar que o fracasso do sujeito em encaminhar um sentido – coerente com a fala, etc. – acarretou exitosamente em uma produção, na medida em que ele produziu um sentido de fundo inconsciente, totalmente “espontâneo”. Nesse sentido, o ato “falho” é um ato bem sucedido.</p>



<p>Diria o filósofo Alain Badiou¹ que esse é o mistério do Acontecimento, já que ele antecipa a existência de uma Ideia totalmente nova em relação a o que se esperava conseguir. Para o fracasso pode não ser diferente. <em>Em cada experiência sentida como fracasso há uma transformação radical&#8230; uma necessidade concluída</em>. Mas destaco que essa não é uma apologia ao fracasso como tal. O que acredito é que há algo no fracasso que não pode ser sentido como falho, mas como a cisão com algo que já aconteceu. Existe algo no fracasso que nos separa daquilo que vai sendo percebido como passado. Como destaca o hegeliano Zizek, “não realizamos o fim atingindo-o, mas provando que já o atingimos”². Assim, o fracasso não está no meio da progressão, mas em seu início. Ele marca o ponto de largada, de modo que só é possível <em>partir</em> se for de uma situação fracassada. Em outras palavras: quem fracassa, (re)começa, tem a chance de organizar novamente seu Nada. A partir daí, toda nossa<em> fidelidade</em> ao fracasso aparece sob a forma de novidade, um rompimento com o que nunca deveria sequer ter existido. Um Nada.</p>



<div style="height:50px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<hr class="wp-block-separator" />



<p><strong>NOTAS</strong></p>



<p>BADIOU, Alain. <em>O ser e o evento</em> (1996).</p>



<p>ZIZEK, Slavoj. <em>O mais sublime dos histéricos: Hegel com Lacan</em> (1991).</p>



<div style="height:50px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<hr class="wp-block-separator" />



<div class="wp-block-media-text alignwide is-stacked-on-mobile" style="grid-template-columns:22% auto"><figure class="wp-block-media-text__media"><img decoding="async" src="https://i0.wp.com/tramabodoque.com/wp-content/uploads/2021/12/9d309-micael-correia.png?w=950&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-14286 size-full" data-recalc-dims="1" /></figure><div class="wp-block-media-text__content">
<p><strong><strong><strong>Micael Correia&nbsp;</strong></strong></strong>tem 22 anos e é um escritor não-autorizado. Faz graduação em Psicologia e nutre interesse por Psicanálise, Cultura e Religião.</p>
</div></div>



<div style="height:50px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<div class="wp-block-group"><div class="wp-block-group__inner-container is-layout-flow wp-block-group-is-layout-flow">
<hr class="wp-block-separator aligncenter is-style-wide" />



<div class="wp-block-jetpack-donations"><h4>Apoie a Trama e nos ajude a continuar crescendo!</h4><p>Agradecemos sua contribuição.</p><a class="jetpack-donations-fallback-link" href="https://bodoqueonline.art.blog/?p=17497" rel="noopener noreferrer noamphtml" target="_blank">Doar</a><hr class="donations__separator" /><h4>Fazer uma doação mensal</h4><p>Agradecemos sua contribuição.</p><a class="jetpack-donations-fallback-link" href="https://bodoqueonline.art.blog/?p=17497" rel="noopener noreferrer noamphtml" target="_blank">Doar mensalmente</a><hr class="donations__separator" /><h4>Fazer uma doação anual</h4><p>Agradecemos sua contribuição.</p><a class="jetpack-donations-fallback-link" href="https://bodoqueonline.art.blog/?p=17497" rel="noopener noreferrer noamphtml" target="_blank">Doar anualmente</a></div>



<p></p>
</div></div>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://revistatrama.artebodoque.com/2021/08/15/no-inicio-era-o-fracasso/">NO INÍCIO, ERA O FRACASSO</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://revistatrama.artebodoque.com">Revista Trama</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://revistatrama.artebodoque.com/2021/08/15/no-inicio-era-o-fracasso/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">17497</post-id>	</item>
		<item>
		<title>FRACASSO E CRIAÇÃO</title>
		<link>https://revistatrama.artebodoque.com/2021/08/15/fracasso-e-criacao/</link>
					<comments>https://revistatrama.artebodoque.com/2021/08/15/fracasso-e-criacao/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 15 Aug 2021 21:29:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ano 003, N 104]]></category>
		<category><![CDATA[cultura]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://atomic-temporary-162935141.wpcomstaging.com/?p=17543</guid>

					<description><![CDATA[<p>por: Ana Beatriz Soli</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://revistatrama.artebodoque.com/2021/08/15/fracasso-e-criacao/">FRACASSO E CRIAÇÃO</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://revistatrama.artebodoque.com">Revista Trama</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Minha franca e infundada convicção me leva a afirmar que as informações que coexistem na psique humana não se prestam à sintagmatização. Pode-se dizer, com base em mim<sup>1</sup>, que elas não se estruturam como quando verbalizamos. Escrever é, portanto, o movimento de expressão daquilo que se pretende traduzir, mensurar, acessar, fazer transparecer, de forma a organizar ou dar forma àquela subjetividade que se quer comunicar por meio da linguagem. É pressuposto que os enunciados estejam sujeitos às diversas interpretações possíveis e que, em sua gama imensurável de aberturas, elas possam se legitimar enquanto particulares propostas de significações por parte dos sujeitos alheios a esse pensamento que se exprime pela escrita. No entanto, dada essa infinidade de possibilidades, é provável que nenhuma corresponda àquela subjetividade primeira, a que inicialmente quis se fazer expressa. Comunicar se torna possível apenas à medida em que o escritor se conforma com seu <em>fracasso </em>na escrita de si &#8211; ou na escrita da ideia &#8211; e, com isso, se permite uma ação sem intenção. A comunicação se transmuta então em canto compartilhado, desarmônico e desafinado, já que a escritura cede lugar ao pensamento de sujeitos os quais a leitura compele às múltiplas interpretações que, por sua vez, dificilmente serão a mesma que motivou o processo de criação do autor.</p>



<p>Quão mais próximos ou mais distantes estamos na comunicação que se estabelece entre a escrita e a leitura? Criamos pontes ou abismos infinitos? Parto do pressuposto de que o inacessível é a condição da vida compartilhada entre os seres e que, da mesma forma que dois corpos não ocupam o mesmo espaço, jamais dois indivíduos poderão ser agenciados pelo mesmo ponto de vista, desta forma, estaríamos condenados a uma espécie de solidão no convívio com o outro.</p>



<p>Há um antropólogo<sup>2</sup> (que indevidamente ouso citar) que dirá que o ponto de vista cria, não o objeto, como diria Saussure, mas o sujeito mesmo. Se partimos desse pressuposto, será possível afirmar que o ponto de vista que ocupamos para então nos constituirmos sujeitos justifica por si só a multiplicidade de pontos de vista? Pois, uma vez que nosso pensamento, quando escrito, torna-se capaz de evocar múltiplos pontos de vista, não seriam essas perspectivas o produto de perspectivas precedentes? Se nos constituímos enquanto sujeitos ao passo que ocupamos um ponto de vista, a expressão é capaz de produzir sujeitos? Ao que me parece, sim. Logo, o ato de escrever, mesmo em seu fracasso de comunicação, ou mesmo sem intenção, demonstra um potencial de criação que excede a produção escrita e se constitui então como o ato (ir)responsável de criação do sujeito. </p>



<div style="height:50px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<hr class="wp-block-separator" />



<p><sup>1</sup> O que é irrelevante, convenhamos.</p>



<p><sup>2</sup> Eduardo Viveiros de Castro.</p>



<div style="height:50px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<hr class="wp-block-separator" />



<div class="wp-block-media-text alignwide is-stacked-on-mobile" style="grid-template-columns:22% auto"><figure class="wp-block-media-text__media"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="950" height="950" src="https://i0.wp.com/revistatrama.artebodoque.com/wp-content/uploads/2021/12/3fd29-ana-beatriz-soli.png?resize=950%2C950" alt="" class="wp-image-17545 size-full" srcset="https://i0.wp.com/revistatrama.artebodoque.com/wp-content/uploads/2021/12/3fd29-ana-beatriz-soli.png?w=1843&amp;ssl=1 1843w, https://i0.wp.com/revistatrama.artebodoque.com/wp-content/uploads/2021/12/3fd29-ana-beatriz-soli.png?resize=300%2C300&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/revistatrama.artebodoque.com/wp-content/uploads/2021/12/3fd29-ana-beatriz-soli.png?resize=1024%2C1024&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/revistatrama.artebodoque.com/wp-content/uploads/2021/12/3fd29-ana-beatriz-soli.png?resize=150%2C150&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/revistatrama.artebodoque.com/wp-content/uploads/2021/12/3fd29-ana-beatriz-soli.png?resize=768%2C768&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/revistatrama.artebodoque.com/wp-content/uploads/2021/12/3fd29-ana-beatriz-soli.png?resize=1536%2C1536&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/revistatrama.artebodoque.com/wp-content/uploads/2021/12/3fd29-ana-beatriz-soli.png?resize=980%2C980&amp;ssl=1 980w, https://i0.wp.com/revistatrama.artebodoque.com/wp-content/uploads/2021/12/3fd29-ana-beatriz-soli.png?resize=96%2C96&amp;ssl=1 96w" sizes="(max-width: 950px) 100vw, 950px" data-recalc-dims="1" /></figure><div class="wp-block-media-text__content">
<p><strong><strong><strong>Ana Beatriz Soli </strong></strong></strong>é escritora do que dá na telha, artista visual com o que está ao alcance e, enquanto não se pode dizer investigadora interdisciplinar, é graduanda em Letras na UNIFESP. Faz das humanidades e das artes o seu método de investigação da própria existência. Não sabe porquê nem pra quê, mas tem certeza de que quer ser lida.</p>
</div></div>



<div style="height:50px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<div class="wp-block-group"><div class="wp-block-group__inner-container is-layout-flow wp-block-group-is-layout-flow">
<hr class="wp-block-separator aligncenter is-style-wide" />



<div class="wp-block-jetpack-donations"><h4>Apoie a Trama e nos ajude a continuar crescendo!</h4><p>Agradecemos sua contribuição.</p><a class="jetpack-donations-fallback-link" href="https://bodoqueonline.art.blog/?p=17543" rel="noopener noreferrer noamphtml" target="_blank">Doar</a><hr class="donations__separator" /><h4>Fazer uma doação mensal</h4><p>Agradecemos sua contribuição.</p><a class="jetpack-donations-fallback-link" href="https://bodoqueonline.art.blog/?p=17543" rel="noopener noreferrer noamphtml" target="_blank">Doar mensalmente</a><hr class="donations__separator" /><h4>Fazer uma doação anual</h4><p>Agradecemos sua contribuição.</p><a class="jetpack-donations-fallback-link" href="https://bodoqueonline.art.blog/?p=17543" rel="noopener noreferrer noamphtml" target="_blank">Doar anualmente</a></div>



<p></p>
</div></div>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://revistatrama.artebodoque.com/2021/08/15/fracasso-e-criacao/">FRACASSO E CRIAÇÃO</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://revistatrama.artebodoque.com">Revista Trama</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://revistatrama.artebodoque.com/2021/08/15/fracasso-e-criacao/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">17543</post-id>	</item>
		<item>
		<title>ANTÔNIO SALES, BELMIRO BRAGA E PEDRO NAVA: TRAJETÓRIAS QUE SE CRUZAM</title>
		<link>https://revistatrama.artebodoque.com/2021/08/15/antonio-sales-belmiro-braga-e-pedro-nava-trajetorias-que-se-cruzam/</link>
					<comments>https://revistatrama.artebodoque.com/2021/08/15/antonio-sales-belmiro-braga-e-pedro-nava-trajetorias-que-se-cruzam/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 15 Aug 2021 21:28:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ano 003, N 104]]></category>
		<category><![CDATA[cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Sérgio Augusto Vicente]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://atomic-temporary-162935141.wpcomstaging.com/?p=17500</guid>

					<description><![CDATA[<p>por: Sérgio Augusto Vicente</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://revistatrama.artebodoque.com/2021/08/15/antonio-sales-belmiro-braga-e-pedro-nava-trajetorias-que-se-cruzam/">ANTÔNIO SALES, BELMIRO BRAGA E PEDRO NAVA: TRAJETÓRIAS QUE SE CRUZAM</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://revistatrama.artebodoque.com">Revista Trama</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>No Arquivo Histórico do Museu Mariano Procópio, encontra-se o seguinte poema de autoria de Antônio Sales, intitulado <em>Dois Noivos</em>: “<em>Hoje, estava comprando/ Os preparos do nosso casamento/ Quando vi pelo azul do firmamento/ Passar ligeiro pássaro levando/ No bico um ramo para fazer seu ninho.//Sorri ao passarinho,/ E ele, esse meu sorriso compreendendo,/ Mandou um gorjeio prazenteiro,/ Como a dizer-me – salve, companheiro,/ Que andas também o ninho teu fazendo!”</em></p>



<p>Datado de 5 de agosto de 1900 e manuscrito pelo autor, esse poema integra uma série de versos autógrafos pertencentes à coleção do casal Visconde e Viscondessa de Cavalcanti, no Arquivo Histórico do Museu. São versos assinados por Machado de Assis, José Veríssimo, Arthur Azevedo, Afonso Celso, João Ribeiro, Lúcio de Mendonça, Carlos Magalhães Azeredo, Barão de Paranapiacaba, Domício da Gama, Ângelo de Amaral, M. Gonçalves da Rocha e Juan Valera.</p>



<p>Entretanto, por dois motivos, destacarei aqui o escritor cearense Antônio Sales: primeiramente, pelo fato de ser este pouco conhecido na atualidade; e, em segundo lugar, mas por um motivo não menos importante, devido ao seu relevante papel nas carreiras literárias dos escritores juiz-foranos Belmiro Braga (1872-1937) e Pedro Nava (1903-1984).</p>



<p>Nascido no Ceará em 1868, Sales mudou-se com a esposa, Alice Nava, para o Rio de Janeiro, em 1896. Sua chegada à capital da jovem república não ocorreu no anonimato, uma vez que o escritor já era bastante conhecido na imprensa da região Sudeste, por conta do ousado projeto da academia literária que ajudou a fundar em seu estado natal em 1892, a <em>Padaria Espiritual</em>, cuja proposta consistia na valorização e na busca de uma literatura que fosse reconhecidamente brasileira e capaz de expressar a realidade e as múltiplas facetas do amplo universo cultural do país.</p>



<p>Em janeiro de 1900 – ou seja, alguns meses antes de assinar esse poema –, Sales desloca-se do Rio de Janeiro para uma fazenda do interior mineiro, a fim de se recuperar de um problema de saúde. Era a <em>Fazenda Bom Jesus</em>, pertencente ao casal Joaquim Nogueira Jaguaribe e Maria Luísa (viúva de Henrique Halfeld). Hospedado nas imediações da estação da Estrada de Ferro Central do Brasil, em Cotegipe (então distrito de Juiz de Fora), o cearense, nessa ocasião, conhece o poeta Belmiro Braga, que trabalhava em um armazém naquela localidade. A partir desse contato, Sales, inserido numa densa rede de sociabilidade na capital federal e colaborando com diversos periódicos, torna-se um dos propagadores da produção literária belmiriana.</p>



<p>Em 1902, o cunhado de Sales, José Nava, também seu confrade nos tempos da <em>Padaria Espiritual</em> no Ceará, casa-se com uma das filhas dos proprietários da fazenda em que ficara hospedado em Cotegipe. Dessa união, nasceu, em 1903, Pedro Nava, aquele que, futuramente, teria destacada atuação na medicina e na literatura como memorialista. Falecendo em 1911, José Nava deixa Pedro Nava órfão de pai, fato que o aproxima ainda mais dos tios cearenses, com os quais chegou a morar no Rio de Janeiro em 1916, para dar continuidade à sua formação escolar.</p>



<p>Tanto nos registros memorialísticos de Belmiro Braga quanto nos de Pedro Nava, Antônio Sales se faz muito presente. As pesquisas, de fato, demonstram que o cearense exerceu importante papel nas carreiras literárias de ambos os escritores, seja através de influências direta e indiretamente exercidas em suas formações intelectuais, como também na ampliação de suas redes de sociabilidade literárias no Rio de Janeiro, cidade então considerada verdadeiro “polo irradiador de culturas provenientes de diferentes regiões do país” – segundo Nicolau Sevcenko.</p>



<p>Costurava-se, assim, a relação entre dois escritores nascidos na segunda metade do século XIX e o menino da <em>Belle Époque</em>, Pedro Nava. Em <em>Baú de Ossos</em>, um de seus livros de memórias, Pedro Nava declara que, após sua família mudar-se da casa situada na Rua Direita (atual Avenida Rio Branco), n. 142, em Juiz de Fora, quem passou a ali residir foi a família de Belmiro Braga. Mas as relações entre eles continuariam: Nava rememora, no livro, as diversas visitas que realizou junto com “tio Sales” ao “trovador de Vargem Grande”.</p>



<p>Antônio Sales deixou uma produção literária predominantemente em versos, muitos dos quais não exclusivamente marcados pelo lirismo presente no poema acima citado. O escritor também ficou muito conhecido pelas críticas mordazes que dirigia às autoridades e aos problemas políticos e sociais que assolavam o país, sendo, inclusive, perseguido por uma das oligarquias dominantes em sua terra natal. Além das crônicas e dos textos críticos publicados em diferentes periódicos, deixou também um romance regionalista, intitulado <em>Aves de Arribação, </em>publicado em folhetim, em 1903, pelo <em>Correio da Manhã</em> (RJ), e, posteriormente, em livro. A última edição data de 2005, pela Universidade Federal do Ceará. Curiosamente, um dos personagens desse livro, o poderoso e rico aristocrata Florêncio, recebeu o sobrenome “Cavalcanti de Albuquerque”, uma suposta referência do autor à influente família de Diogo Velho Cavalcanti de Albuquerque, o Visconde de Cavalcanti, no nordeste do Brasil.</p>



<p>O primeiro encontro pessoal de Belmiro Braga com Antônio Sales, apesar de parecer fortuito, resultou numa longeva amizade de mais de trinta anos. Uma “amizade sincera”, segundo Belmiro Braga, em sua “escrita de si”. Ao contrário das “aves de arribação”, metáfora que, naquele contexto, designava o comportamento de indivíduos usurpadores, que chegavam a determinada região apenas para exaurir todos os benefícios e vantagens lá disponíveis, Antônio Sales e Belmiro Braga nutriram uma relação de amizade bastante proveitosa para a carreira literária de ambos. Após regressar ao Nordeste, Sales encontraria em Belmiro Braga – um poeta já famoso – o apoio necessário para manter sua obra viva entre os leitores do Sudeste. Ajudar a promover o nome e a obra de um escritor para além dos limites da “província” é um ato que deve ser entendido, nesse caso, como “via de mão dupla”, na qual o poder simbólico de cada um se amplia e se enriquece mutuamente.</p>



<p>Em 1933, ambos os escritores visitaram, juntos, talvez pela última vez, o Museu Mariano Procópio, conforme atestam suas assinaturas no livro de visitantes da instituição, o mesmo lugar de memória em que um dos poemas do cearense divide espaço, atualmente, com parte da produção literária do mineiro. Como os vestígios do passado não falam sozinhos, necessário se faz remexer constantemente esse grande “baú de ossos”, para que essas memórias continuem vivas de alguma forma.</p>



<div style="height:50px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<hr class="wp-block-separator" />



<p><strong>REFERÊNCIAS</strong></p>



<p>GABRIEL, Maria Alice Ribeiro. <strong>Orlas da Memória:</strong> a lembrança futura de Antônio Salles na obra de Pedro Nava. In: ALEA – Estudos Neolatinos, v. 19, n. 2, mai.-ago. 2017.</p>



<p>MELO, Juliana Ferreira de. Modos e condições de participação nas culturas do escrito: Pedro Nava e a formação na família (1903-1913). Dissertação de mestrado – Programa de Pós-Graduação em Educação: conhecimento e inclusão social, da Universidade Federal de Minas Gerais. UFMG: Belo Horizonte, 2008.</p>



<p>SEVCENKO, Nicolau. <strong>Literatura como missão:</strong> tensões sociais e criação cultural na Primeira República. São Paulo: Companhia das Letras, 2003.</p>



<p>VELLOSO, Monica. <strong>Modernismo no Rio de Janeiro:</strong> turunas e quixotes. Rio de Janeiro: Editora FGV, 1996.</p>



<p>VICENTE, S. A.. <strong>Teatro, crítica social e modernidade na produção do escritor Belmiro Braga (1870-1937):</strong> as peças de &#8216;gênero ligeiro&#8217; na Primeira República. In: XIX Encontro de História da Anpuh-Rio &#8211; História do Futuro: ensino, pesquisa e divulgação científica, 2020, Rio de Janeiro. Anais do XIX Encontro de História da Anpuh-Rio &#8211; História do Futuro: ensino, pesquisa e divulgação científica. Rio de Janeiro: Anpuh-Rio, 2020.</p>



<p>VICENTE, S. A.. <strong>Entre o interior e capital:</strong> a trajetória biográfica do literato mineiro Belmiro Braga (1872-1937). In: VIII Encontro de Pesquisa em História da UFMG, 2019, Belo Horizonte. Anais do VIII Encontro de Pesquisa em História. Belo Horizonte: UFMG, 2019.</p>



<p>VICENTE, S. A.. <strong>Biografia como problema, humor levado a sério:</strong> Belmiro Braga, um trovador popular na <em>Belle Époque</em> tropical. In: XIV Semana de História Política &#8211; Res Publica: caminhos e descaminhos da cidadania brasileira, 2019, Rio de Janeiro. Anais da XIV Semana de História Política &#8211; Res Publica: caminhos e descaminhos da cidadania brasileira. Rio de Janeiro: Universidade do Estado do Rio de Janeiro, 2019.</p>



<div style="height:50px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<hr class="wp-block-separator" />



<div class="wp-block-media-text alignwide is-stacked-on-mobile" style="grid-template-columns:22% auto"><figure class="wp-block-media-text__media"><img decoding="async" width="599" height="601" src="https://i0.wp.com/tramabodoque.com/wp-content/uploads/2021/12/ed01b-sergio.png?resize=599%2C601&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-13196 size-full" srcset="https://i0.wp.com/revistatrama.artebodoque.com/wp-content/uploads/2021/12/ed01b-sergio.png?w=599&amp;ssl=1 599w, https://i0.wp.com/revistatrama.artebodoque.com/wp-content/uploads/2021/12/ed01b-sergio.png?resize=300%2C300&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/revistatrama.artebodoque.com/wp-content/uploads/2021/12/ed01b-sergio.png?resize=150%2C150&amp;ssl=1 150w" sizes="(max-width: 599px) 100vw, 599px" data-recalc-dims="1" /></figure><div class="wp-block-media-text__content">
<p><strong><strong><strong><strong>Sérgio Augusto Vicente</strong></strong></strong></strong> é Professor de História e historiador. Graduado, mestre e doutorando em História pelo PPGHIS/UFJF. Atualmente, trabalha no Museu Mariano Procópio – Juiz de Fora – MG. Dedica-se a pesquisas relativas ao campo da história social da cultura/literatura, sociabilidades, trajetórias e memórias.</p>
</div></div>



<div style="height:50px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<div class="wp-block-group"><div class="wp-block-group__inner-container is-layout-flow wp-block-group-is-layout-flow">
<hr class="wp-block-separator aligncenter is-style-wide" />



<div class="wp-block-jetpack-donations"><h4>Apoie a Trama e nos ajude a continuar crescendo!</h4><p>Agradecemos sua contribuição.</p><a class="jetpack-donations-fallback-link" href="https://bodoqueonline.art.blog/?p=17500" rel="noopener noreferrer noamphtml" target="_blank">Doar</a><hr class="donations__separator" /><h4>Fazer uma doação mensal</h4><p>Agradecemos sua contribuição.</p><a class="jetpack-donations-fallback-link" href="https://bodoqueonline.art.blog/?p=17500" rel="noopener noreferrer noamphtml" target="_blank">Doar mensalmente</a><hr class="donations__separator" /><h4>Fazer uma doação anual</h4><p>Agradecemos sua contribuição.</p><a class="jetpack-donations-fallback-link" href="https://bodoqueonline.art.blog/?p=17500" rel="noopener noreferrer noamphtml" target="_blank">Doar anualmente</a></div>



<p></p>
</div></div>



<p></p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://revistatrama.artebodoque.com/2021/08/15/antonio-sales-belmiro-braga-e-pedro-nava-trajetorias-que-se-cruzam/">ANTÔNIO SALES, BELMIRO BRAGA E PEDRO NAVA: TRAJETÓRIAS QUE SE CRUZAM</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://revistatrama.artebodoque.com">Revista Trama</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://revistatrama.artebodoque.com/2021/08/15/antonio-sales-belmiro-braga-e-pedro-nava-trajetorias-que-se-cruzam/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>3</slash:comments>
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">17500</post-id>	</item>
		<item>
		<title>A SUPERVALORIZAÇÃO DA NOSSA BELEZA AOS OLHOS DOS OUTROS</title>
		<link>https://revistatrama.artebodoque.com/2021/08/15/a-supervalorizacao-da-nossa-beleza-aos-olhos-dos-outros/</link>
					<comments>https://revistatrama.artebodoque.com/2021/08/15/a-supervalorizacao-da-nossa-beleza-aos-olhos-dos-outros/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 15 Aug 2021 21:27:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ano 003, N 104]]></category>
		<category><![CDATA[cultura]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://atomic-temporary-162935141.wpcomstaging.com/?p=17547</guid>

					<description><![CDATA[<p>por: Amanda Andrade</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://revistatrama.artebodoque.com/2021/08/15/a-supervalorizacao-da-nossa-beleza-aos-olhos-dos-outros/">A SUPERVALORIZAÇÃO DA NOSSA BELEZA AOS OLHOS DOS OUTROS</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://revistatrama.artebodoque.com">Revista Trama</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A beleza, em suas diversas formas, é algo singular, algo único e com padrões diferentes. Para mim, uma pessoa bela não se resume a um corpo e um rosto bonito, e sim uma pessoa que se preocupe, que se importe com os outros, cuide dos animais, tenha empatia com as pessoas, tenha brilho nos olhos ao contar o que gosta e em fazer os outros sorrirem e que seja autêntico, quem realmente é. A beleza é transformadora, faz com que o físico se transforme. Esse é o padrão de beleza que eu considero, e o que sigo. Não uso maquiagem, não gosto de salto alto e não sigo o que outras pessoas acham bonito.</p>



<p>Não é fácil se sentir bem consigo mesmo, ainda mais quando estamos tentando agradar aos outros, tentamos seguir um padrão que não é nosso. Se você se sente bem com o seu corpo do jeito que é, maravilha; se quer fazer algo para mudar, tudo bem também. caso precise emagrecer, fazer um tratamento estético, qualquer coisa que o faça se sentir bem. Porém que seja por você, seguindo os seus padrões.</p>



<p>A sociedade impõe uma beleza que não existe, não é real, e podemos ver o quanto isso nos afasta, nos sentirmos inferiores por não alcançarmos uma beleza real, natural. Veja a natureza, cada flor, cada árvore, cada folha é diferente, uma tem uma cor mais bonita, um cheiro mais suave, um significado mais especial, e mesmo assim eu duvido que nossas flores favoritas sejam a mesma, nossas vidas, nossos padrões, não são iguais, porque nossa beleza deve ser?</p>



<p>Seguimos um padrão inexistente de beleza que não nos fazem felizes, não nos fazem nós mesmos, e esse deveria ser o sentido da beleza, cada um ser quem é, cada um sentir a própria beleza, afinal, todos temos um motivo pelo qual nos orgulhamos e nos sentirmos belos. A sociedade espera que todos sejam iguais, querem tornar um padrão único para todo e que sejamos magros, cabelo liso, estejamos sempre bem apresentáveis e que isso é o que mais importa, mas estão errados.</p>



<p>Nada se compara à autenticidade, à alegria de ser quem somos, o que importa a beleza que o outro acha? Você deve se sentir belo por ser quem é, por fazer o que gosta. Nada vai se comparar a beleza de ser quem você é, de fazer o que você gosta, esse sim deve ser o seu padrão de beleza, ser quem você gostaria de ser.</p>



<p>A beleza deve vir da simplicidade, da leveza com que uma borboleta pousa em uma flor, uma abelha indo buscar seu pólen, da alegria de um cachorro ao encontrar carinho, de um gato ao se aconchegando no seu colo ou quando ficam admirando a beleza de ver algo diferente. O seu padrão de beleza deve ser a forma que você vive, que te faz bem, e que te faça feliz.</p>



<div style="height:50px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<hr class="wp-block-separator" />



<div class="wp-block-media-text alignwide is-stacked-on-mobile" style="grid-template-columns:22% auto"><figure class="wp-block-media-text__media"><img decoding="async" width="950" height="950" src="https://i0.wp.com/revistatrama.artebodoque.com/wp-content/uploads/2021/12/56f4d-amanda-andrade.png?resize=950%2C950" alt="" class="wp-image-17549 size-full" srcset="https://i0.wp.com/revistatrama.artebodoque.com/wp-content/uploads/2021/12/56f4d-amanda-andrade.png?w=1024&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/revistatrama.artebodoque.com/wp-content/uploads/2021/12/56f4d-amanda-andrade.png?resize=300%2C300&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/revistatrama.artebodoque.com/wp-content/uploads/2021/12/56f4d-amanda-andrade.png?resize=150%2C150&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/revistatrama.artebodoque.com/wp-content/uploads/2021/12/56f4d-amanda-andrade.png?resize=768%2C768&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/revistatrama.artebodoque.com/wp-content/uploads/2021/12/56f4d-amanda-andrade.png?resize=980%2C980&amp;ssl=1 980w, https://i0.wp.com/revistatrama.artebodoque.com/wp-content/uploads/2021/12/56f4d-amanda-andrade.png?resize=96%2C96&amp;ssl=1 96w" sizes="(max-width: 950px) 100vw, 950px" data-recalc-dims="1" /></figure><div class="wp-block-media-text__content">
<p><strong><strong><strong><strong>Amanda Andrade </strong></strong></strong></strong>é estudante de turismo e de administração. Amante da arte e da literatura, planeja ir mais a fundo nessa área e publicar alguns projetos.</p>
</div></div>



<div style="height:50px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<div class="wp-block-group"><div class="wp-block-group__inner-container is-layout-flow wp-block-group-is-layout-flow">
<hr class="wp-block-separator aligncenter is-style-wide" />



<div class="wp-block-jetpack-donations"><h4>Apoie a Trama e nos ajude a continuar crescendo!</h4><p>Agradecemos sua contribuição.</p><a class="jetpack-donations-fallback-link" href="https://bodoqueonline.art.blog/?p=17547" rel="noopener noreferrer noamphtml" target="_blank">Doar</a><hr class="donations__separator" /><h4>Fazer uma doação mensal</h4><p>Agradecemos sua contribuição.</p><a class="jetpack-donations-fallback-link" href="https://bodoqueonline.art.blog/?p=17547" rel="noopener noreferrer noamphtml" target="_blank">Doar mensalmente</a><hr class="donations__separator" /><h4>Fazer uma doação anual</h4><p>Agradecemos sua contribuição.</p><a class="jetpack-donations-fallback-link" href="https://bodoqueonline.art.blog/?p=17547" rel="noopener noreferrer noamphtml" target="_blank">Doar anualmente</a></div>



<p></p>
</div></div>



<p></p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://revistatrama.artebodoque.com/2021/08/15/a-supervalorizacao-da-nossa-beleza-aos-olhos-dos-outros/">A SUPERVALORIZAÇÃO DA NOSSA BELEZA AOS OLHOS DOS OUTROS</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://revistatrama.artebodoque.com">Revista Trama</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://revistatrama.artebodoque.com/2021/08/15/a-supervalorizacao-da-nossa-beleza-aos-olhos-dos-outros/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">17547</post-id>	</item>
		<item>
		<title>[PODCAST] É POSSÍVEL FAZER PLANOS NA PANDEMIA?</title>
		<link>https://revistatrama.artebodoque.com/2021/08/15/podcast-e-possivel-fazer-planos-na-pandemia/</link>
					<comments>https://revistatrama.artebodoque.com/2021/08/15/podcast-e-possivel-fazer-planos-na-pandemia/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 15 Aug 2021 21:26:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ano 003, N 104]]></category>
		<category><![CDATA[Trama Podcast]]></category>
		<category><![CDATA[escultura invisível]]></category>
		<category><![CDATA[leilão de arte]]></category>
		<category><![CDATA[PodCast]]></category>
		<category><![CDATA[salvatore garau]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://atomic-temporary-162935141.wpcomstaging.com/?p=17568</guid>

					<description><![CDATA[<p>por:  Trama Podcast</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://revistatrama.artebodoque.com/2021/08/15/podcast-e-possivel-fazer-planos-na-pandemia/">[PODCAST] É POSSÍVEL FAZER PLANOS NA PANDEMIA?</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://revistatrama.artebodoque.com">Revista Trama</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<hr class="wp-block-separator" />



<p>Sejam bem-vindas e bem-vindos ao nosso podcast!</p>



<p>No episódio de hoje o Fred bateu um papo com nosso querido Kariston sobre os planos perdidos de um mundo em quarentena!</p>



<p>Então já sabe, coloque os fones de ouvido e boa audição!</p>



<div style="height:50px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p>Ouça no Spotify:</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-rich is-provider-spotify wp-block-embed-spotify wp-embed-aspect-21-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe loading="lazy" title="Spotify Embed: É possível fazer planos durante uma pandemia?" style="border-radius: 12px" width="100%" height="152" frameborder="0" allowfullscreen allow="autoplay; clipboard-write; encrypted-media; fullscreen; picture-in-picture" src="https://open.spotify.com/embed/episode/1PlQTRoxBX8DlaFRrnxA7F?si=2LZkbK7nSdmUAbidgL_KEg&#038;dl_branch=1&#038;utm_source=oembed"></iframe>
</div></figure>



<div style="height:50px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<hr class="wp-block-separator" />



<div class="wp-block-media-text alignwide is-stacked-on-mobile" style="grid-template-columns:22% auto"><figure class="wp-block-media-text__media"><img loading="lazy" decoding="async" width="950" height="950" src="https://i0.wp.com/tramabodoque.com/wp-content/uploads/2021/12/7172f-podcast.png?resize=950%2C950&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-13420 size-full" srcset="https://i0.wp.com/revistatrama.artebodoque.com/wp-content/uploads/2021/12/7172f-podcast.png?w=1080&amp;ssl=1 1080w, https://i0.wp.com/revistatrama.artebodoque.com/wp-content/uploads/2021/12/7172f-podcast.png?resize=300%2C300&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/revistatrama.artebodoque.com/wp-content/uploads/2021/12/7172f-podcast.png?resize=1024%2C1024&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/revistatrama.artebodoque.com/wp-content/uploads/2021/12/7172f-podcast.png?resize=150%2C150&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/revistatrama.artebodoque.com/wp-content/uploads/2021/12/7172f-podcast.png?resize=768%2C768&amp;ssl=1 768w" sizes="(max-width: 950px) 100vw, 950px" data-recalc-dims="1" /></figure><div class="wp-block-media-text__content">
<p><strong><strong>O ARTECAST Bodoque</strong></strong> é um canal de aprofundamento das discussões levantas aqui na revista Trama. Nosso objetivo é fomentar o pensamento crítico e a valorização do conhecimento da arte e da cultura como ferramentas capazes de promover mudanças de olhar.</p>
</div></div>



<div style="height:50px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<div class="wp-block-group"><div class="wp-block-group__inner-container is-layout-flow wp-block-group-is-layout-flow">
<hr class="wp-block-separator aligncenter is-style-wide" />



<div class="wp-block-jetpack-donations"><h4>Apoie a Trama e nos ajude a continuar crescendo!</h4><p>Agradecemos sua contribuição.</p><a class="jetpack-donations-fallback-link" href="https://bodoqueonline.art.blog/2021/08/15/podcast-e-possivel-fazer-planos-na-pandemia/" rel="noopener noreferrer noamphtml" target="_blank">Doar</a><hr class="donations__separator" /><h4>Fazer uma doação mensal</h4><p>Agradecemos sua contribuição.</p><a class="jetpack-donations-fallback-link" href="https://bodoqueonline.art.blog/2021/08/15/podcast-e-possivel-fazer-planos-na-pandemia/" rel="noopener noreferrer noamphtml" target="_blank">Doar mensalmente</a><hr class="donations__separator" /><h4>Fazer uma doação anual</h4><p>Agradecemos sua contribuição.</p><a class="jetpack-donations-fallback-link" href="https://bodoqueonline.art.blog/2021/08/15/podcast-e-possivel-fazer-planos-na-pandemia/" rel="noopener noreferrer noamphtml" target="_blank">Doar anualmente</a></div>



<p></p>
</div></div>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://revistatrama.artebodoque.com/2021/08/15/podcast-e-possivel-fazer-planos-na-pandemia/">[PODCAST] É POSSÍVEL FAZER PLANOS NA PANDEMIA?</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://revistatrama.artebodoque.com">Revista Trama</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://revistatrama.artebodoque.com/2021/08/15/podcast-e-possivel-fazer-planos-na-pandemia/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">17568</post-id>	</item>
		<item>
		<title>SPYWARE: ESPECIALISTAS EM DIREITOS HUMANOS PRESSIONAM POR MORATÓRIA DE TECNOLOGIA DE VIGILÂNCIA</title>
		<link>https://revistatrama.artebodoque.com/2021/08/15/spyware-especialistas-em-direitos-humanos-pressionam-por-moratoria-de-tecnologia-de-vigilancia/</link>
					<comments>https://revistatrama.artebodoque.com/2021/08/15/spyware-especialistas-em-direitos-humanos-pressionam-por-moratoria-de-tecnologia-de-vigilancia/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 15 Aug 2021 21:25:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ano 003, N 104]]></category>
		<category><![CDATA[cultura]]></category>
		<category><![CDATA[ONU Brasil]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://atomic-temporary-162935141.wpcomstaging.com/?p=17506</guid>

					<description><![CDATA[<p>por: ONU Brasil</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://revistatrama.artebodoque.com/2021/08/15/spyware-especialistas-em-direitos-humanos-pressionam-por-moratoria-de-tecnologia-de-vigilancia/">SPYWARE: ESPECIALISTAS EM DIREITOS HUMANOS PRESSIONAM POR MORATÓRIA DE TECNOLOGIA DE VIGILÂNCIA</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://revistatrama.artebodoque.com">Revista Trama</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-center"><em>Um grupo de especialistas nomeados pela ONU pediu&nbsp;uma moratória na venda de tecnologia de vigilância, alertando contra o perigo de permitir que o setor opere como &#8220;uma zona livre de direitos humanos&#8221;.&nbsp;</em></p>



<p class="has-text-align-center"><em>A suspensão&nbsp;na venda e transferências dessas tecnologias&nbsp;deveria valer até&nbsp;que regulamentações robustas sobre o seu uso&nbsp;sejam implementadas pelos países, garantindo&nbsp;os direitos humanos.</em></p>



<p class="has-text-align-center"><em>A recomendação vem na esteira do escândalo de spyware Pegasus, que atingiu centenas de jornalistas, ativistas e políticos.</em></p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter"><img decoding="async" src="https://i0.wp.com/brasil.un.org/sites/default/files/styles/large/public/2021-08/image1170x530cropped%201288.jpg?w=950&#038;ssl=1" alt="Uma pessoa navegando nas redes sociais em seu laptop" data-recalc-dims="1" /><figcaption>Ferramentas intrusivas altamente sofisticadas tem sido usadas para monitorar, intimidar e silenciar defensores dos direitos humanos, jornalistas e opositores políticos | Foto: © Simone D. McCourtie/Banco Mundial</figcaption></figure></div>



<p>Um grupo de&nbsp;<a href="https://news.un.org/en/story/2021/08/1097632">especialistas nomeados pela ONU</a>&nbsp;pediu na quinta-feira (12) uma moratória na venda de tecnologia de vigilância, alertando contra o perigo de permitir que o setor opere como &#8220;uma zona livre de direitos humanos&#8221;.&nbsp;A recomendação vem na esteira do escândalo de spyware Pegasus, que atingiu centenas de jornalistas, ativistas e políticos.</p>



<p><strong>Regulamentações necessárias &#8211;&nbsp;</strong>Eles disseram que até que regulamentações robustas sobre o uso de tecnologia de vigilância sejam implementadas, e que garantam os direitos humanos, os países deveriam impor uma moratória global sobre a venda e transferência dessas ferramentas “fatais”.</p>



<p>“Estamos profundamente preocupados com o uso de ferramentas intrusivas altamente sofisticadas para monitorar, intimidar e silenciar defensores dos direitos humanos, jornalistas e opositores políticos”, disseram os especialistas em um&nbsp;<a href="https://www.ohchr.org/EN/NewsEvents/Pages/DisplayNews.aspx?NewsID=27379&amp;LangID=E">comunicado</a>.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>“Tais práticas violam os direitos à liberdade de expressão, privacidade e liberdade, possivelmente põem em perigo a vida de centenas de indivíduos e colocam em perigo a liberdade da imprensa”, acrescentaram.</p></blockquote>



<p><strong>Recurso ignorado</strong>&nbsp;&#8211;&nbsp;Os especialistas lembraram que esta não foi a primeira vez que a questão foi levantada, citando um relatório de maio de 2019 do então relator especial da ONU para a Liberdade de Opinião e Expressão.</p>



<p>Embora também tenha pedido uma moratória imediata, eles disseram que a comunidade internacional não prestou atenção.</p>



<p>O escândalo Pegasus estourou em julho, quando a organização sem fins lucrativos Forbidden Stories e a Anistia Internacional expuseram a vigilância generalizada dos dispositivos móveis de centenas de jornalistas, defensores dos direitos humanos e líderes políticos.</p>



<p>A vigilância foi realizada usando o spyware Pegasus, desenvolvido pelo Grupo NSO, uma empresa israelense, que negou as alegações de envolvimento.</p>



<p><strong>“Desprezo pelos direitos humanos” &#8211;&nbsp;</strong>“Dada a extraordinária audácia e desprezo pelos direitos humanos que tal vigilância generalizada mostra, se a negação de conspiração pelo Grupo NSO tiver qualquer credibilidade, a empresa deve divulgar se já realizou ou não qualquer diligência significativa de direitos humanos alinhados com os Princípios Orientadores da ONU sobre Empresas e Direitos Humanos e publicar integralmente as conclusões de quaisquer investigações internas que possa ter realizado sobre esta questão”, afirmou o comunicado.</p>



<p>Os especialistas&nbsp;também instaram Israel a divulgar totalmente as medidas tomadas para revisar as transações de exportação do Grupo NSO, enfatizando que “é dever dos Estados verificar se empresas como o Grupo NSO não vendem ou transferem tecnologia para ou contratam estados e entidades semelhantes para usá-los de maneira a violar os direitos humanos”.</p>



<p>O comunicado reforçou que&nbsp;especialistas haviam alertado&nbsp;repetidamente sobre o perigo que a tecnologia de vigilância representa para os direitos humanos.</p>



<p>“Mais uma vez, instamos a comunidade internacional a desenvolver uma estrutura regulatória robusta para prevenir, mitigar e corrigir o impacto negativo dos direitos humanos da tecnologia de vigilância e, enquanto isso, adotar uma moratória sobre sua venda e transferência”, disseram.</p>



<p><strong>Papel dos especialistas &#8211;&nbsp;</strong>Especialistas independentes&nbsp;são nomeados pelo Conselho de Direitos Humanos da ONU, com sede em Genebra, para examinar e relatar um tema específico de direitos humanos ou a situação de um país. Eles não são funcionários da ONU nem são pagos pelo seu trabalho.</p>



<p>Os oito especialistas da ONU que emitiram a declaração incluem três relatores especiais que monitoram os desafios à liberdade de expressão, reunião e associação pacíficas, assim como a situação dos defensores dos direitos humanos em todo o mundo.</p>



<div style="height:20px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p><strong><em>Matéria originalmente publicada em&nbsp;<a href="https://brasil.un.org/pt-br/140073-spyware-especialistas-em-direitos-humanos-pressionam-por-moratoria-de-tecnologia-de">Nações Unidas Brasil</a></em>&nbsp;<em>em 13/08/2021 – Atualizado em 13/08/2021.</em></strong></p>



<div style="height:50px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<hr class="wp-block-separator" />



<div class="wp-block-media-text alignwide is-stacked-on-mobile" style="grid-template-columns:22% auto"><figure class="wp-block-media-text__media"><img loading="lazy" decoding="async" width="768" height="768" src="https://i0.wp.com/tramabodoque.com/wp-content/uploads/2021/12/3a58a-onu-brasil.png?resize=768%2C768&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-13654 size-full" srcset="https://i0.wp.com/revistatrama.artebodoque.com/wp-content/uploads/2021/12/3a58a-onu-brasil.png?w=768&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/revistatrama.artebodoque.com/wp-content/uploads/2021/12/3a58a-onu-brasil.png?resize=300%2C300&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/revistatrama.artebodoque.com/wp-content/uploads/2021/12/3a58a-onu-brasil.png?resize=150%2C150&amp;ssl=1 150w" sizes="(max-width: 768px) 100vw, 768px" data-recalc-dims="1" /></figure><div class="wp-block-media-text__content">
<p><strong><strong><strong><strong><strong><strong><strong><strong><strong>A ONU (Organização das Nações Unidas)</strong></strong></strong></strong></strong></strong></strong></strong></strong>&nbsp;é uma organização internacional formada por países que se reuniram voluntariamente para trabalhar pela paz e o desenvolvimento mundiais.</p>
</div></div>



<div style="height:50px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<div class="wp-block-group"><div class="wp-block-group__inner-container is-layout-flow wp-block-group-is-layout-flow">
<hr class="wp-block-separator aligncenter is-style-wide" />



<div class="wp-block-jetpack-donations"><h4>Apoie a Trama e nos ajude a continuar crescendo!</h4><p>Agradecemos sua contribuição.</p><a class="jetpack-donations-fallback-link" href="https://bodoqueonline.art.blog/?p=17506" rel="noopener noreferrer noamphtml" target="_blank">Doar</a><hr class="donations__separator" /><h4>Fazer uma doação mensal</h4><p>Agradecemos sua contribuição.</p><a class="jetpack-donations-fallback-link" href="https://bodoqueonline.art.blog/?p=17506" rel="noopener noreferrer noamphtml" target="_blank">Doar mensalmente</a><hr class="donations__separator" /><h4>Fazer uma doação anual</h4><p>Agradecemos sua contribuição.</p><a class="jetpack-donations-fallback-link" href="https://bodoqueonline.art.blog/?p=17506" rel="noopener noreferrer noamphtml" target="_blank">Doar anualmente</a></div>



<p></p>
</div></div>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://revistatrama.artebodoque.com/2021/08/15/spyware-especialistas-em-direitos-humanos-pressionam-por-moratoria-de-tecnologia-de-vigilancia/">SPYWARE: ESPECIALISTAS EM DIREITOS HUMANOS PRESSIONAM POR MORATÓRIA DE TECNOLOGIA DE VIGILÂNCIA</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://revistatrama.artebodoque.com">Revista Trama</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://revistatrama.artebodoque.com/2021/08/15/spyware-especialistas-em-direitos-humanos-pressionam-por-moratoria-de-tecnologia-de-vigilancia/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">17506</post-id>	</item>
		<item>
		<title>[EXPOSIÇÃO VIRTUAL] CORTEJO SOLITÁRIO PARA UM AMOR DILACERADO</title>
		<link>https://revistatrama.artebodoque.com/2021/08/15/exposicao-virtual-cortejo-solitario-para-um-amor-dilacerado/</link>
					<comments>https://revistatrama.artebodoque.com/2021/08/15/exposicao-virtual-cortejo-solitario-para-um-amor-dilacerado/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 15 Aug 2021 21:23:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ano 003, N 104]]></category>
		<category><![CDATA[arte]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://atomic-temporary-162935141.wpcomstaging.com/?p=17508</guid>

					<description><![CDATA[<p>por: Gabi Coêlho</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://revistatrama.artebodoque.com/2021/08/15/exposicao-virtual-cortejo-solitario-para-um-amor-dilacerado/">[EXPOSIÇÃO VIRTUAL] CORTEJO SOLITÁRIO PARA UM AMOR DILACERADO</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://revistatrama.artebodoque.com">Revista Trama</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<div class="wp-block-columns is-layout-flex wp-container-core-columns-is-layout-1 wp-block-columns-is-layout-flex">
<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow">
<p>O que permanece depois da ausência? Quais os vestígios que são deixados nos vincos da pele? Qual a intensidade do amargo na língua? Onde está a doçura do mundo depois da porta fechada?</p>



<p>Aquela flor, aquela, que você tanto amava, não cheira mais. A cor está desbotando, junto das minhas memórias.</p>



<p>Apesar das memórias, agora sem cor, há uma dor que passeia cotidianamente no meu peito e retina. É a lembrança de tudo o que não é mais. A lembrança do calor do abraço. A lembrança dos sons. Ah, os sons&#8230; O tilintar das chaves, às 19h, quando você chegava. O barulho dos sapatos que não marcam mais os seus passos, nem marca junto, o compasso do meu peito à espera da sua voz.</p>



<p>Ainda falando em sons&#8230; Lembra do vento cantando poemas em forma de uivos durante o mês de Agosto? Sua ausência calou a voz do vento. O que era quase grito, não existe nem em sussurro.</p>



<p>A luz alaranjada no fim da tarde, que lambia o chão da sala: não há mais. Minha caderneta de projetos para as próximas férias: está em branco. Os vasos para as orquídeas que compraríamos: são morada de poeira. A casa parece um grande museu do que fomos. Ficaram as coisas, o cachorro, as memórias e eu. Virei o morador solitário e invisível de um museu sem visitação. Ninguém pagaria para ver a minha dor.</p>



<p>A noite, visitante contumaz, admiradora das dores mais profundas. Observa calmamente cada lágrima que ainda escorre da fonte inesgotável deste rio raro de água salgada que há em mim. Cruelmente, não me afaga, não me acolhe; ao contrário, faz o possível para alongar as horas antes do novo dia. São açoites brutais e certeiros daquela que parece se alimentar da dor de todos os solitários.<br>Vem um novo dia, me preparar para padecer.</p>
</div>
</div>



<div style="height:20px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<div class="wp-block-jetpack-tiled-gallery aligncenter is-style-rectangular"><div class="tiled-gallery__gallery"><div class="tiled-gallery__row"><div class="tiled-gallery__col" style="flex-basis:66.77105%"><figure class="tiled-gallery__item"><img decoding="async" srcset="https://i0.wp.com/tramabodoque.com/wp-content/uploads/2021/08/7344c-cortejo-solitario-para-um-amor-dilacerado-1.jpg?w=950?strip=info&#038;w=600 600w,https://i0.wp.com/tramabodoque.com/wp-content/uploads/2021/08/7344c-cortejo-solitario-para-um-amor-dilacerado-1.jpg?w=950?strip=info&#038;w=900 900w,https://i0.wp.com/tramabodoque.com/wp-content/uploads/2021/08/7344c-cortejo-solitario-para-um-amor-dilacerado-1.jpg?w=950?strip=info&#038;w=1200 1200w,https://i0.wp.com/tramabodoque.com/wp-content/uploads/2021/08/7344c-cortejo-solitario-para-um-amor-dilacerado-1.jpg?w=950?strip=info&#038;w=1500 1500w" alt="" data-height="1000" data-id="17510" data-link="https://atomic-temporary-162935141.wpcomstaging.com/?attachment_id=17510" data-url="http://revistatrama.artebodoque.com/wp-content/uploads/2021/12/81cf4-cortejo-solitario-para-um-amor-dilacerado-1.jpg" data-width="1500" src="https://i0.wp.com/tramabodoque.com/wp-content/uploads/2021/08/7344c-cortejo-solitario-para-um-amor-dilacerado-1.jpg?w=950" data-amp-layout="responsive" data-recalc-dims="1" /></figure></div><div class="tiled-gallery__col" style="flex-basis:33.22895%"><figure class="tiled-gallery__item"><img decoding="async" srcset="https://i0.wp.com/tramabodoque.com/wp-content/uploads/2021/08/45a32-cortejo-solitario-para-um-amor-dilacerado-2.jpg?w=950?strip=info&#038;w=600 600w,https://i0.wp.com/tramabodoque.com/wp-content/uploads/2021/08/45a32-cortejo-solitario-para-um-amor-dilacerado-2.jpg?w=950?strip=info&#038;w=900 900w,https://i0.wp.com/tramabodoque.com/wp-content/uploads/2021/08/45a32-cortejo-solitario-para-um-amor-dilacerado-2.jpg?w=950?strip=info&#038;w=1200 1200w,https://i0.wp.com/tramabodoque.com/wp-content/uploads/2021/08/45a32-cortejo-solitario-para-um-amor-dilacerado-2.jpg?w=950?strip=info&#038;w=1500 1500w" alt="" data-height="1000" data-id="17511" data-link="https://atomic-temporary-162935141.wpcomstaging.com/?attachment_id=17511" data-url="http://revistatrama.artebodoque.com/wp-content/uploads/2021/12/8064e-cortejo-solitario-para-um-amor-dilacerado-2.jpg" data-width="1500" src="https://i0.wp.com/tramabodoque.com/wp-content/uploads/2021/08/45a32-cortejo-solitario-para-um-amor-dilacerado-2.jpg?w=950" data-amp-layout="responsive" data-recalc-dims="1" /></figure><figure class="tiled-gallery__item"><img decoding="async" srcset="https://i0.wp.com/tramabodoque.com/wp-content/uploads/2021/08/fbbd0-cortejo-solitario-para-um-amor-dilacerado-3.jpg?w=950?strip=info&#038;w=600 600w,https://i0.wp.com/tramabodoque.com/wp-content/uploads/2021/08/fbbd0-cortejo-solitario-para-um-amor-dilacerado-3.jpg?w=950?strip=info&#038;w=900 900w,https://i0.wp.com/tramabodoque.com/wp-content/uploads/2021/08/fbbd0-cortejo-solitario-para-um-amor-dilacerado-3.jpg?w=950?strip=info&#038;w=1200 1200w,https://i0.wp.com/tramabodoque.com/wp-content/uploads/2021/08/fbbd0-cortejo-solitario-para-um-amor-dilacerado-3.jpg?w=950?strip=info&#038;w=1500 1500w" alt="" data-height="1000" data-id="17512" data-link="https://atomic-temporary-162935141.wpcomstaging.com/?attachment_id=17512" data-url="http://revistatrama.artebodoque.com/wp-content/uploads/2021/12/ee387-cortejo-solitario-para-um-amor-dilacerado-3.jpg" data-width="1500" src="https://i0.wp.com/tramabodoque.com/wp-content/uploads/2021/08/fbbd0-cortejo-solitario-para-um-amor-dilacerado-3.jpg?w=950" data-amp-layout="responsive" data-recalc-dims="1" /></figure></div></div><div class="tiled-gallery__row"><div class="tiled-gallery__col" style="flex-basis:33.33333%"><figure class="tiled-gallery__item"><img decoding="async" srcset="https://i0.wp.com/tramabodoque.com/wp-content/uploads/2021/08/8dc75-cortejo-solitario-para-um-amor-dilacerado-4.jpg?w=950?strip=info&#038;w=600 600w,https://i0.wp.com/tramabodoque.com/wp-content/uploads/2021/08/8dc75-cortejo-solitario-para-um-amor-dilacerado-4.jpg?w=950?strip=info&#038;w=900 900w,https://i0.wp.com/tramabodoque.com/wp-content/uploads/2021/08/8dc75-cortejo-solitario-para-um-amor-dilacerado-4.jpg?w=950?strip=info&#038;w=1200 1200w,https://i0.wp.com/tramabodoque.com/wp-content/uploads/2021/08/8dc75-cortejo-solitario-para-um-amor-dilacerado-4.jpg?w=950?strip=info&#038;w=1500 1500w" alt="" data-height="1000" data-id="17513" data-link="https://atomic-temporary-162935141.wpcomstaging.com/?attachment_id=17513" data-url="http://revistatrama.artebodoque.com/wp-content/uploads/2021/12/31739-cortejo-solitario-para-um-amor-dilacerado-4.jpg" data-width="1500" src="https://i0.wp.com/tramabodoque.com/wp-content/uploads/2021/08/8dc75-cortejo-solitario-para-um-amor-dilacerado-4.jpg?w=950" data-amp-layout="responsive" data-recalc-dims="1" /></figure></div><div class="tiled-gallery__col" style="flex-basis:33.33333%"><figure class="tiled-gallery__item"><img decoding="async" srcset="https://i0.wp.com/tramabodoque.com/wp-content/uploads/2021/08/d71f8-cortejo-solitario-para-um-amor-dilacerado-5.jpg?w=950?strip=info&#038;w=600 600w,https://i0.wp.com/tramabodoque.com/wp-content/uploads/2021/08/d71f8-cortejo-solitario-para-um-amor-dilacerado-5.jpg?w=950?strip=info&#038;w=900 900w,https://i0.wp.com/tramabodoque.com/wp-content/uploads/2021/08/d71f8-cortejo-solitario-para-um-amor-dilacerado-5.jpg?w=950?strip=info&#038;w=1200 1200w,https://i0.wp.com/tramabodoque.com/wp-content/uploads/2021/08/d71f8-cortejo-solitario-para-um-amor-dilacerado-5.jpg?w=950?strip=info&#038;w=1500 1500w" alt="" data-height="1000" data-id="17514" data-link="https://atomic-temporary-162935141.wpcomstaging.com/?attachment_id=17514" data-url="http://revistatrama.artebodoque.com/wp-content/uploads/2021/12/e5ae1-cortejo-solitario-para-um-amor-dilacerado-5.jpg" data-width="1500" src="https://i0.wp.com/tramabodoque.com/wp-content/uploads/2021/08/d71f8-cortejo-solitario-para-um-amor-dilacerado-5.jpg?w=950" data-amp-layout="responsive" data-recalc-dims="1" /></figure></div><div class="tiled-gallery__col" style="flex-basis:33.33333%"><figure class="tiled-gallery__item"><img decoding="async" srcset="https://i0.wp.com/tramabodoque.com/wp-content/uploads/2021/08/c65d9-cortejo-solitario-para-um-amor-dilacerado-6.jpg?w=950?strip=info&#038;w=600 600w,https://i0.wp.com/tramabodoque.com/wp-content/uploads/2021/08/c65d9-cortejo-solitario-para-um-amor-dilacerado-6.jpg?w=950?strip=info&#038;w=900 900w,https://i0.wp.com/tramabodoque.com/wp-content/uploads/2021/08/c65d9-cortejo-solitario-para-um-amor-dilacerado-6.jpg?w=950?strip=info&#038;w=1200 1200w,https://i0.wp.com/tramabodoque.com/wp-content/uploads/2021/08/c65d9-cortejo-solitario-para-um-amor-dilacerado-6.jpg?w=950?strip=info&#038;w=1500 1500w" alt="" data-height="1000" data-id="17515" data-link="https://atomic-temporary-162935141.wpcomstaging.com/?attachment_id=17515" data-url="http://revistatrama.artebodoque.com/wp-content/uploads/2021/12/e0b45-cortejo-solitario-para-um-amor-dilacerado-6.jpg" data-width="1500" src="https://i0.wp.com/tramabodoque.com/wp-content/uploads/2021/08/c65d9-cortejo-solitario-para-um-amor-dilacerado-6.jpg?w=950" data-amp-layout="responsive" data-recalc-dims="1" /></figure></div></div><div class="tiled-gallery__row"><div class="tiled-gallery__col" style="flex-basis:33.22895%"><figure class="tiled-gallery__item"><img decoding="async" srcset="https://i0.wp.com/tramabodoque.com/wp-content/uploads/2021/08/ccd47-cortejo-solitario-para-um-amor-dilacerado-7.jpg?w=950?strip=info&#038;w=600 600w,https://i0.wp.com/tramabodoque.com/wp-content/uploads/2021/08/ccd47-cortejo-solitario-para-um-amor-dilacerado-7.jpg?w=950?strip=info&#038;w=900 900w,https://i0.wp.com/tramabodoque.com/wp-content/uploads/2021/08/ccd47-cortejo-solitario-para-um-amor-dilacerado-7.jpg?w=950?strip=info&#038;w=1200 1200w,https://i0.wp.com/tramabodoque.com/wp-content/uploads/2021/08/ccd47-cortejo-solitario-para-um-amor-dilacerado-7.jpg?w=950?strip=info&#038;w=1500 1500w" alt="" data-height="1000" data-id="17517" data-link="https://atomic-temporary-162935141.wpcomstaging.com/?attachment_id=17517" data-url="http://revistatrama.artebodoque.com/wp-content/uploads/2021/12/debb7-cortejo-solitario-para-um-amor-dilacerado-7.jpg" data-width="1500" src="https://i0.wp.com/tramabodoque.com/wp-content/uploads/2021/08/ccd47-cortejo-solitario-para-um-amor-dilacerado-7.jpg?w=950" data-amp-layout="responsive" data-recalc-dims="1" /></figure><figure class="tiled-gallery__item"><img decoding="async" srcset="https://i0.wp.com/tramabodoque.com/wp-content/uploads/2021/08/00d84-cortejo-solitario-para-um-amor-dilacerado-8.jpg?w=950?strip=info&#038;w=600 600w,https://i0.wp.com/tramabodoque.com/wp-content/uploads/2021/08/00d84-cortejo-solitario-para-um-amor-dilacerado-8.jpg?w=950?strip=info&#038;w=900 900w,https://i0.wp.com/tramabodoque.com/wp-content/uploads/2021/08/00d84-cortejo-solitario-para-um-amor-dilacerado-8.jpg?w=950?strip=info&#038;w=1200 1200w,https://i0.wp.com/tramabodoque.com/wp-content/uploads/2021/08/00d84-cortejo-solitario-para-um-amor-dilacerado-8.jpg?w=950?strip=info&#038;w=1500 1500w" alt="" data-height="1000" data-id="17518" data-link="https://atomic-temporary-162935141.wpcomstaging.com/?attachment_id=17518" data-url="http://revistatrama.artebodoque.com/wp-content/uploads/2021/12/1368a-cortejo-solitario-para-um-amor-dilacerado-8.jpg" data-width="1500" src="https://i0.wp.com/tramabodoque.com/wp-content/uploads/2021/08/00d84-cortejo-solitario-para-um-amor-dilacerado-8.jpg?w=950" data-amp-layout="responsive" data-recalc-dims="1" /></figure></div><div class="tiled-gallery__col" style="flex-basis:66.77105%"><figure class="tiled-gallery__item"><img decoding="async" srcset="https://i0.wp.com/tramabodoque.com/wp-content/uploads/2021/08/8aff2-cortejo-solitario-para-um-amor-dilacerado-9.jpg?w=950?strip=info&#038;w=600 600w,https://i0.wp.com/tramabodoque.com/wp-content/uploads/2021/08/8aff2-cortejo-solitario-para-um-amor-dilacerado-9.jpg?w=950?strip=info&#038;w=900 900w,https://i0.wp.com/tramabodoque.com/wp-content/uploads/2021/08/8aff2-cortejo-solitario-para-um-amor-dilacerado-9.jpg?w=950?strip=info&#038;w=1200 1200w,https://i0.wp.com/tramabodoque.com/wp-content/uploads/2021/08/8aff2-cortejo-solitario-para-um-amor-dilacerado-9.jpg?w=950?strip=info&#038;w=1500 1500w" alt="" data-height="1000" data-id="17519" data-link="https://atomic-temporary-162935141.wpcomstaging.com/?attachment_id=17519" data-url="http://revistatrama.artebodoque.com/wp-content/uploads/2021/12/b5a10-cortejo-solitario-para-um-amor-dilacerado-9.jpg" data-width="1500" src="https://i0.wp.com/tramabodoque.com/wp-content/uploads/2021/08/8aff2-cortejo-solitario-para-um-amor-dilacerado-9.jpg?w=950" data-amp-layout="responsive" data-recalc-dims="1" /></figure></div></div><div class="tiled-gallery__row"><div class="tiled-gallery__col" style="flex-basis:50%"><figure class="tiled-gallery__item"><img decoding="async" srcset="https://i0.wp.com/tramabodoque.com/wp-content/uploads/2021/08/b3f95-cortejo-solitario-para-um-amor-dilacerado-10.jpg?w=950?strip=info&#038;w=600 600w,https://i0.wp.com/tramabodoque.com/wp-content/uploads/2021/08/b3f95-cortejo-solitario-para-um-amor-dilacerado-10.jpg?w=950?strip=info&#038;w=900 900w,https://i0.wp.com/tramabodoque.com/wp-content/uploads/2021/08/b3f95-cortejo-solitario-para-um-amor-dilacerado-10.jpg?w=950?strip=info&#038;w=1200 1200w,https://i0.wp.com/tramabodoque.com/wp-content/uploads/2021/08/b3f95-cortejo-solitario-para-um-amor-dilacerado-10.jpg?w=950?strip=info&#038;w=1500 1500w" alt="" data-height="1000" data-id="17520" data-link="https://atomic-temporary-162935141.wpcomstaging.com/?attachment_id=17520" data-url="http://revistatrama.artebodoque.com/wp-content/uploads/2021/12/05b37-cortejo-solitario-para-um-amor-dilacerado-10.jpg" data-width="1500" src="https://i0.wp.com/tramabodoque.com/wp-content/uploads/2021/08/b3f95-cortejo-solitario-para-um-amor-dilacerado-10.jpg?w=950" data-amp-layout="responsive" data-recalc-dims="1" /></figure></div><div class="tiled-gallery__col" style="flex-basis:50%"><figure class="tiled-gallery__item"><img decoding="async" srcset="https://i0.wp.com/tramabodoque.com/wp-content/uploads/2021/08/97f4c-cortejo-solitario-para-um-amor-dilacerado-11.jpg?w=950?strip=info&#038;w=600 600w,https://i0.wp.com/tramabodoque.com/wp-content/uploads/2021/08/97f4c-cortejo-solitario-para-um-amor-dilacerado-11.jpg?w=950?strip=info&#038;w=900 900w,https://i0.wp.com/tramabodoque.com/wp-content/uploads/2021/08/97f4c-cortejo-solitario-para-um-amor-dilacerado-11.jpg?w=950?strip=info&#038;w=1200 1200w,https://i0.wp.com/tramabodoque.com/wp-content/uploads/2021/08/97f4c-cortejo-solitario-para-um-amor-dilacerado-11.jpg?w=950?strip=info&#038;w=1500 1500w" alt="" data-height="1000" data-id="17521" data-link="https://atomic-temporary-162935141.wpcomstaging.com/?attachment_id=17521" data-url="http://revistatrama.artebodoque.com/wp-content/uploads/2021/12/223c7-cortejo-solitario-para-um-amor-dilacerado-11.jpg" data-width="1500" src="https://i0.wp.com/tramabodoque.com/wp-content/uploads/2021/08/97f4c-cortejo-solitario-para-um-amor-dilacerado-11.jpg?w=950" data-amp-layout="responsive" data-recalc-dims="1" /></figure></div></div><div class="tiled-gallery__row"><div class="tiled-gallery__col" style="flex-basis:66.77105%"><figure class="tiled-gallery__item"><img decoding="async" srcset="https://i0.wp.com/tramabodoque.com/wp-content/uploads/2021/08/03296-cortejo-solitario-para-um-amor-dilacerado-12.jpg?w=950?strip=info&#038;w=600 600w,https://i0.wp.com/tramabodoque.com/wp-content/uploads/2021/08/03296-cortejo-solitario-para-um-amor-dilacerado-12.jpg?w=950?strip=info&#038;w=900 900w,https://i0.wp.com/tramabodoque.com/wp-content/uploads/2021/08/03296-cortejo-solitario-para-um-amor-dilacerado-12.jpg?w=950?strip=info&#038;w=1200 1200w,https://i0.wp.com/tramabodoque.com/wp-content/uploads/2021/08/03296-cortejo-solitario-para-um-amor-dilacerado-12.jpg?w=950?strip=info&#038;w=1500 1500w" alt="" data-height="1000" data-id="17522" data-link="https://atomic-temporary-162935141.wpcomstaging.com/?attachment_id=17522" data-url="http://revistatrama.artebodoque.com/wp-content/uploads/2021/12/9226b-cortejo-solitario-para-um-amor-dilacerado-12.jpg" data-width="1500" src="https://i0.wp.com/tramabodoque.com/wp-content/uploads/2021/08/03296-cortejo-solitario-para-um-amor-dilacerado-12.jpg?w=950" data-amp-layout="responsive" data-recalc-dims="1" /></figure></div><div class="tiled-gallery__col" style="flex-basis:33.22895%"><figure class="tiled-gallery__item"><img decoding="async" srcset="https://i0.wp.com/tramabodoque.com/wp-content/uploads/2021/08/9a1ee-cortejo-solitario-para-um-amor-dilacerado-13.jpg?w=950?strip=info&#038;w=600 600w,https://i0.wp.com/tramabodoque.com/wp-content/uploads/2021/08/9a1ee-cortejo-solitario-para-um-amor-dilacerado-13.jpg?w=950?strip=info&#038;w=900 900w,https://i0.wp.com/tramabodoque.com/wp-content/uploads/2021/08/9a1ee-cortejo-solitario-para-um-amor-dilacerado-13.jpg?w=950?strip=info&#038;w=1200 1200w,https://i0.wp.com/tramabodoque.com/wp-content/uploads/2021/08/9a1ee-cortejo-solitario-para-um-amor-dilacerado-13.jpg?w=950?strip=info&#038;w=1500 1500w" alt="" data-height="1000" data-id="17523" data-link="https://atomic-temporary-162935141.wpcomstaging.com/?attachment_id=17523" data-url="http://revistatrama.artebodoque.com/wp-content/uploads/2021/12/259bd-cortejo-solitario-para-um-amor-dilacerado-13.jpg" data-width="1500" src="https://i0.wp.com/tramabodoque.com/wp-content/uploads/2021/08/9a1ee-cortejo-solitario-para-um-amor-dilacerado-13.jpg?w=950" data-amp-layout="responsive" data-recalc-dims="1" /></figure><figure class="tiled-gallery__item"><img decoding="async" srcset="https://i0.wp.com/tramabodoque.com/wp-content/uploads/2021/08/27e49-cortejo-solitario-para-um-amor-dilacerado-14.jpg?w=950?strip=info&#038;w=600 600w,https://i0.wp.com/tramabodoque.com/wp-content/uploads/2021/08/27e49-cortejo-solitario-para-um-amor-dilacerado-14.jpg?w=950?strip=info&#038;w=900 900w,https://i0.wp.com/tramabodoque.com/wp-content/uploads/2021/08/27e49-cortejo-solitario-para-um-amor-dilacerado-14.jpg?w=950?strip=info&#038;w=1200 1200w,https://i0.wp.com/tramabodoque.com/wp-content/uploads/2021/08/27e49-cortejo-solitario-para-um-amor-dilacerado-14.jpg?w=950?strip=info&#038;w=1500 1500w" alt="" data-height="1000" data-id="17524" data-link="https://atomic-temporary-162935141.wpcomstaging.com/?attachment_id=17524" data-url="http://revistatrama.artebodoque.com/wp-content/uploads/2021/12/f24bb-cortejo-solitario-para-um-amor-dilacerado-14.jpg" data-width="1500" src="https://i0.wp.com/tramabodoque.com/wp-content/uploads/2021/08/27e49-cortejo-solitario-para-um-amor-dilacerado-14.jpg?w=950" data-amp-layout="responsive" data-recalc-dims="1" /></figure></div></div><div class="tiled-gallery__row"><div class="tiled-gallery__col" style="flex-basis:50%"><figure class="tiled-gallery__item"><img decoding="async" srcset="https://i0.wp.com/tramabodoque.com/wp-content/uploads/2021/08/7d603-cortejo-solitario-para-um-amor-dilacerado-15.jpg?w=950?strip=info&#038;w=600 600w,https://i0.wp.com/tramabodoque.com/wp-content/uploads/2021/08/7d603-cortejo-solitario-para-um-amor-dilacerado-15.jpg?w=950?strip=info&#038;w=900 900w,https://i0.wp.com/tramabodoque.com/wp-content/uploads/2021/08/7d603-cortejo-solitario-para-um-amor-dilacerado-15.jpg?w=950?strip=info&#038;w=1200 1200w,https://i0.wp.com/tramabodoque.com/wp-content/uploads/2021/08/7d603-cortejo-solitario-para-um-amor-dilacerado-15.jpg?w=950?strip=info&#038;w=1500 1500w" alt="" data-height="1000" data-id="17525" data-link="https://atomic-temporary-162935141.wpcomstaging.com/?attachment_id=17525" data-url="http://revistatrama.artebodoque.com/wp-content/uploads/2021/12/f5b13-cortejo-solitario-para-um-amor-dilacerado-15.jpg" data-width="1500" src="https://i0.wp.com/tramabodoque.com/wp-content/uploads/2021/08/7d603-cortejo-solitario-para-um-amor-dilacerado-15.jpg?w=950" data-amp-layout="responsive" data-recalc-dims="1" /></figure></div><div class="tiled-gallery__col" style="flex-basis:50%"><figure class="tiled-gallery__item"><img decoding="async" srcset="https://i0.wp.com/tramabodoque.com/wp-content/uploads/2021/08/44658-cortejo-solitario-para-um-amor-dilacerado-16.jpg?w=950?strip=info&#038;w=600 600w,https://i0.wp.com/tramabodoque.com/wp-content/uploads/2021/08/44658-cortejo-solitario-para-um-amor-dilacerado-16.jpg?w=950?strip=info&#038;w=900 900w,https://i0.wp.com/tramabodoque.com/wp-content/uploads/2021/08/44658-cortejo-solitario-para-um-amor-dilacerado-16.jpg?w=950?strip=info&#038;w=1200 1200w,https://i0.wp.com/tramabodoque.com/wp-content/uploads/2021/08/44658-cortejo-solitario-para-um-amor-dilacerado-16.jpg?w=950?strip=info&#038;w=1500 1500w" alt="" data-height="1000" data-id="17526" data-link="https://atomic-temporary-162935141.wpcomstaging.com/?attachment_id=17526" data-url="http://revistatrama.artebodoque.com/wp-content/uploads/2021/12/d509e-cortejo-solitario-para-um-amor-dilacerado-16.jpg" data-width="1500" src="https://i0.wp.com/tramabodoque.com/wp-content/uploads/2021/08/44658-cortejo-solitario-para-um-amor-dilacerado-16.jpg?w=950" data-amp-layout="responsive" data-recalc-dims="1" /></figure></div></div><div class="tiled-gallery__row"><div class="tiled-gallery__col" style="flex-basis:25%"><figure class="tiled-gallery__item"><img decoding="async" srcset="https://i0.wp.com/tramabodoque.com/wp-content/uploads/2021/08/fabe7-cortejo-solitario-para-um-amor-dilacerado-17.jpg?w=950?strip=info&#038;w=600 600w,https://i0.wp.com/tramabodoque.com/wp-content/uploads/2021/08/fabe7-cortejo-solitario-para-um-amor-dilacerado-17.jpg?w=950?strip=info&#038;w=900 900w,https://i0.wp.com/tramabodoque.com/wp-content/uploads/2021/08/fabe7-cortejo-solitario-para-um-amor-dilacerado-17.jpg?w=950?strip=info&#038;w=1200 1200w,https://i0.wp.com/tramabodoque.com/wp-content/uploads/2021/08/fabe7-cortejo-solitario-para-um-amor-dilacerado-17.jpg?w=950?strip=info&#038;w=1500 1500w" alt="" data-height="1000" data-id="17527" data-link="https://atomic-temporary-162935141.wpcomstaging.com/?attachment_id=17527" data-url="http://revistatrama.artebodoque.com/wp-content/uploads/2021/12/95d29-cortejo-solitario-para-um-amor-dilacerado-17.jpg" data-width="1500" src="https://i0.wp.com/tramabodoque.com/wp-content/uploads/2021/08/fabe7-cortejo-solitario-para-um-amor-dilacerado-17.jpg?w=950" data-amp-layout="responsive" data-recalc-dims="1" /></figure></div><div class="tiled-gallery__col" style="flex-basis:25%"><figure class="tiled-gallery__item"><img decoding="async" srcset="https://i0.wp.com/tramabodoque.com/wp-content/uploads/2021/08/842b3-cortejo-solitario-para-um-amor-dilacerado-18.jpg?w=950?strip=info&#038;w=600 600w,https://i0.wp.com/tramabodoque.com/wp-content/uploads/2021/08/842b3-cortejo-solitario-para-um-amor-dilacerado-18.jpg?w=950?strip=info&#038;w=900 900w,https://i0.wp.com/tramabodoque.com/wp-content/uploads/2021/08/842b3-cortejo-solitario-para-um-amor-dilacerado-18.jpg?w=950?strip=info&#038;w=1200 1200w,https://i0.wp.com/tramabodoque.com/wp-content/uploads/2021/08/842b3-cortejo-solitario-para-um-amor-dilacerado-18.jpg?w=950?strip=info&#038;w=1500 1500w" alt="" data-height="1000" data-id="17528" data-link="https://atomic-temporary-162935141.wpcomstaging.com/?attachment_id=17528" data-url="http://revistatrama.artebodoque.com/wp-content/uploads/2021/12/af343-cortejo-solitario-para-um-amor-dilacerado-18.jpg" data-width="1500" src="https://i0.wp.com/tramabodoque.com/wp-content/uploads/2021/08/842b3-cortejo-solitario-para-um-amor-dilacerado-18.jpg?w=950" data-amp-layout="responsive" data-recalc-dims="1" /></figure></div><div class="tiled-gallery__col" style="flex-basis:25%"><figure class="tiled-gallery__item"><img decoding="async" srcset="https://i0.wp.com/tramabodoque.com/wp-content/uploads/2021/08/446cd-cortejo-solitario-para-um-amor-dilacerado-19.jpg?w=950?strip=info&#038;w=600 600w,https://i0.wp.com/tramabodoque.com/wp-content/uploads/2021/08/446cd-cortejo-solitario-para-um-amor-dilacerado-19.jpg?w=950?strip=info&#038;w=900 900w,https://i0.wp.com/tramabodoque.com/wp-content/uploads/2021/08/446cd-cortejo-solitario-para-um-amor-dilacerado-19.jpg?w=950?strip=info&#038;w=1200 1200w,https://i0.wp.com/tramabodoque.com/wp-content/uploads/2021/08/446cd-cortejo-solitario-para-um-amor-dilacerado-19.jpg?w=950?strip=info&#038;w=1500 1500w" alt="" data-height="1000" data-id="17529" data-link="https://atomic-temporary-162935141.wpcomstaging.com/?attachment_id=17529" data-url="http://revistatrama.artebodoque.com/wp-content/uploads/2021/12/1b428-cortejo-solitario-para-um-amor-dilacerado-19.jpg" data-width="1500" src="https://i0.wp.com/tramabodoque.com/wp-content/uploads/2021/08/446cd-cortejo-solitario-para-um-amor-dilacerado-19.jpg?w=950" data-amp-layout="responsive" data-recalc-dims="1" /></figure></div><div class="tiled-gallery__col" style="flex-basis:25%"><figure class="tiled-gallery__item"><img decoding="async" srcset="https://i0.wp.com/tramabodoque.com/wp-content/uploads/2021/08/b9ec0-cortejo-solitario-para-um-amor-dilacerado-20.jpg?w=950?strip=info&#038;w=600 600w,https://i0.wp.com/tramabodoque.com/wp-content/uploads/2021/08/b9ec0-cortejo-solitario-para-um-amor-dilacerado-20.jpg?w=950?strip=info&#038;w=900 900w,https://i0.wp.com/tramabodoque.com/wp-content/uploads/2021/08/b9ec0-cortejo-solitario-para-um-amor-dilacerado-20.jpg?w=950?strip=info&#038;w=1200 1200w,https://i0.wp.com/tramabodoque.com/wp-content/uploads/2021/08/b9ec0-cortejo-solitario-para-um-amor-dilacerado-20.jpg?w=950?strip=info&#038;w=1500 1500w" alt="" data-height="1000" data-id="17530" data-link="https://atomic-temporary-162935141.wpcomstaging.com/?attachment_id=17530" data-url="http://revistatrama.artebodoque.com/wp-content/uploads/2021/12/4158c-cortejo-solitario-para-um-amor-dilacerado-20.jpg" data-width="1500" src="https://i0.wp.com/tramabodoque.com/wp-content/uploads/2021/08/b9ec0-cortejo-solitario-para-um-amor-dilacerado-20.jpg?w=950" data-amp-layout="responsive" data-recalc-dims="1" /></figure></div></div></div></div>



<div style="height:50px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<hr class="wp-block-separator" />



<div class="wp-block-media-text alignwide is-stacked-on-mobile" style="grid-template-columns:23% auto"><figure class="wp-block-media-text__media"><img loading="lazy" decoding="async" width="598" height="599" src="https://i0.wp.com/revistatrama.artebodoque.com/wp-content/uploads/2021/12/67985-gabi-coelho.png?resize=598%2C599" alt="" class="wp-image-17533 size-full" srcset="https://i0.wp.com/revistatrama.artebodoque.com/wp-content/uploads/2021/12/67985-gabi-coelho.png?w=598&amp;ssl=1 598w, https://i0.wp.com/revistatrama.artebodoque.com/wp-content/uploads/2021/12/67985-gabi-coelho.png?resize=300%2C300&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/revistatrama.artebodoque.com/wp-content/uploads/2021/12/67985-gabi-coelho.png?resize=150%2C150&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/revistatrama.artebodoque.com/wp-content/uploads/2021/12/67985-gabi-coelho.png?resize=96%2C96&amp;ssl=1 96w" sizes="(max-width: 598px) 100vw, 598px" data-recalc-dims="1" /></figure><div class="wp-block-media-text__content">
<p><strong>Gabi Coêlho</strong> é fotógrafa e artista visual, com ênfase em autorretrato. </p>
</div></div>



<div style="height:50px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<div class="wp-block-group"><div class="wp-block-group__inner-container is-layout-flow wp-block-group-is-layout-flow">
<hr class="wp-block-separator aligncenter is-style-wide" />



<div class="wp-block-jetpack-donations"><h4>Apoie a Trama e nos ajude a continuar crescendo!</h4><p>Agradecemos sua contribuição.</p><a class="jetpack-donations-fallback-link" href="https://bodoqueonline.art.blog/?p=17508" rel="noopener noreferrer noamphtml" target="_blank">Doar</a><hr class="donations__separator" /><h4>Fazer uma doação mensal</h4><p>Agradecemos sua contribuição.</p><a class="jetpack-donations-fallback-link" href="https://bodoqueonline.art.blog/?p=17508" rel="noopener noreferrer noamphtml" target="_blank">Doar mensalmente</a><hr class="donations__separator" /><h4>Fazer uma doação anual</h4><p>Agradecemos sua contribuição.</p><a class="jetpack-donations-fallback-link" href="https://bodoqueonline.art.blog/?p=17508" rel="noopener noreferrer noamphtml" target="_blank">Doar anualmente</a></div>



<p></p>
</div></div>



<p></p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://revistatrama.artebodoque.com/2021/08/15/exposicao-virtual-cortejo-solitario-para-um-amor-dilacerado/">[EXPOSIÇÃO VIRTUAL] CORTEJO SOLITÁRIO PARA UM AMOR DILACERADO</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://revistatrama.artebodoque.com">Revista Trama</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://revistatrama.artebodoque.com/2021/08/15/exposicao-virtual-cortejo-solitario-para-um-amor-dilacerado/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>2</slash:comments>
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">17508</post-id>	</item>
		<item>
		<title>BELISCO</title>
		<link>https://revistatrama.artebodoque.com/2021/08/15/belisco/</link>
					<comments>https://revistatrama.artebodoque.com/2021/08/15/belisco/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 15 Aug 2021 21:22:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ano 003, N 104]]></category>
		<category><![CDATA[Criatividade]]></category>
		<category><![CDATA[Fernanda Zeloschi]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://atomic-temporary-162935141.wpcomstaging.com/?p=17493</guid>

					<description><![CDATA[<p>por:  Fernanda Zeloschi</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://revistatrama.artebodoque.com/2021/08/15/belisco/">BELISCO</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://revistatrama.artebodoque.com">Revista Trama</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<pre class="wp-block-verse">O tempo foi gentil comigo
me deu efervescência nas palavras
um corpo ousando abraçar sonhos
me deixou ser pequena 
mesmo crescida. 
Para Belisco, 
meu gato, 
o tempo deu a 
sentença.
Eu e minha avó
chegamos à veterinária
                       e c o a
pela sala de espera
um passado impugnado
a voz dela arranhada pelo cigarro 
repetindo repetindo repetindo
<em>esse pulguento aí não vai torrar meu dinheiro em consulta e remédio.</em> 
Eu não sei dizer 
se ela está triste
ou se está arrependida 
eu até achei 
que ela poderia estar com medo
do silêncio provocado 
pelos cochilos do Belisco
cada vez mais      l    o    n    g    o    s
Quando ela me vê
choramingar na madrugada
ela tem um tato 
algo tão raro naquela figura rabugenta
de dizer
que a gente só arruma 
                      capacidade
de ser adulta
quando vê a morte chegar em alguém
eu pergunto se na palavra
                <em>alguém</em>
cabe Belisco
ou cabe ela.
Eu 
carrego meu gato no colo
para as consultas de emergência
e existe uma criança no meu peito
           pulando 
                  de  
                     alegria 
ao descobrir
que agora ele encontra conforto
nos meus braços
e eu digo a ela
<em>menina, não é isto que você sonhou</em>
enquanto o tempo
me tira o pouco que tenho. 
Ontem
eu voltei do trabalho 
e entreguei algum dinheiro nas mãos de vovó 
<em>para a sua feira de amanhã</em>
Belisco deitou entre nós
                       e dormiu 
achei que seria mais um desmaio
quando acordou em mim
uma      e s p a ç o s a 
pergunta:
quando deixamos de ver
que somos uma família? 
Mesmo que ele
nunca tivesse sido autorizado a fazer parte
                                estava aqui
costurando o corpo entre nossas pernas
pedindo brincadeiras
perseguindo a vassoura
querendo ajudar
escancarando ser
ao       b e i r a r
a ausência
um pedaço de nós. 
Belisco foge 
dos gritos das estatísticas:
falta pouco, falta pouco, falta pouco… 
enquanto precisa de mim
para tudo o que faz
e com a sabedoria 
de quem começa a fazer amizade 
com o silêncio do fim da vida
me diz
que a minha infância
escorre das minhas mãos
enquanto expande no peito, 
rasgando lugar, a tal da
                          capacidade.</pre>



<div style="height:50px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<hr class="wp-block-separator" />



<div class="wp-block-media-text alignwide is-stacked-on-mobile" style="grid-template-columns:22% auto"><figure class="wp-block-media-text__media"><img decoding="async" src="https://i0.wp.com/tramabodoque.com/wp-content/uploads/2021/12/73656-fernanda-zeloschi.png?w=950&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-14057 size-full" data-recalc-dims="1" /></figure><div class="wp-block-media-text__content">
<p><strong><strong>Fernanda Zeloschi </strong></strong>é estudante de Psicologia e, quando ninguém está olhando, escreve e compartilha seus questionamentos e descobertas na página @<a href="https://www.instagram.com/fazerafetar/">fazerafetar</a>.</p>
</div></div>



<div style="height:50px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<div class="wp-block-group"><div class="wp-block-group__inner-container is-layout-flow wp-block-group-is-layout-flow">
<hr class="wp-block-separator aligncenter is-style-wide" />



<div class="wp-block-jetpack-donations"><h4>Apoie a Trama e nos ajude a continuar crescendo!</h4><p>Agradecemos sua contribuição.</p><a class="jetpack-donations-fallback-link" href="https://bodoqueonline.art.blog/?p=17493" rel="noopener noreferrer noamphtml" target="_blank">Doar</a><hr class="donations__separator" /><h4>Fazer uma doação mensal</h4><p>Agradecemos sua contribuição.</p><a class="jetpack-donations-fallback-link" href="https://bodoqueonline.art.blog/?p=17493" rel="noopener noreferrer noamphtml" target="_blank">Doar mensalmente</a><hr class="donations__separator" /><h4>Fazer uma doação anual</h4><p>Agradecemos sua contribuição.</p><a class="jetpack-donations-fallback-link" href="https://bodoqueonline.art.blog/?p=17493" rel="noopener noreferrer noamphtml" target="_blank">Doar anualmente</a></div>



<p></p>
</div></div>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://revistatrama.artebodoque.com/2021/08/15/belisco/">BELISCO</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://revistatrama.artebodoque.com">Revista Trama</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://revistatrama.artebodoque.com/2021/08/15/belisco/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">17493</post-id>	</item>
		<item>
		<title>[VIDEOARTE] AMBEDO</title>
		<link>https://revistatrama.artebodoque.com/2021/08/15/videoarte-ambedo/</link>
					<comments>https://revistatrama.artebodoque.com/2021/08/15/videoarte-ambedo/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 15 Aug 2021 21:21:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ano 003, N 104]]></category>
		<category><![CDATA[arte]]></category>
		<category><![CDATA[Estação Canelas]]></category>
		<category><![CDATA[Exposição de arte]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://atomic-temporary-162935141.wpcomstaging.com/?p=17535</guid>

					<description><![CDATA[<p>por: Esther Ávila</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://revistatrama.artebodoque.com/2021/08/15/videoarte-ambedo/">[VIDEOARTE] AMBEDO</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://revistatrama.artebodoque.com">Revista Trama</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<div class="wp-block-columns is-layout-flex wp-container-core-columns-is-layout-2 wp-block-columns-is-layout-flex">
<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow">
<p>&#8216;Ambedo&#8217; é uma videodança criada com base nos conceitos de &#8216;Ambedo&#8217; e &#8216;Amoinimia&#8217;, de John Koenig, no Dicionário das Tristezas Obscuras.</p>



<p>Ambedo é um tipo de transe melancólico no qual você se torna completamente absorto por pequenos detalhes sensoriais – pingos de chuva escorrendo pela janela, árvores altas se dobrando lentamente com o vento, espirais de creme se formando no café – o que, por fim, leva a uma avassaladora constatação da fragilidade da vida.</p>



<p>Por sua vez, Aimonimia é o medo de que aprender o nome de algo – um pássaro, uma constelação, uma pessoa bonita – vai estragar tudo. Transformando uma descoberta do acaso, em uma casca conceitual vazia.</p>



<p class="has-text-align-right"><em>Ficha técnica: <br>Direção artística: Esther Avila Schmidt<br>Intérprete criadora: Esther Avila Schmidt<br>Fotografia/filmagem: Gabriell Brum Dolejal<br>Edição : Esther Avila Schmidt<br>Trilha sonora: Nature Boy &#8211; AURORA/Original de Nat King Cole</em></p>
</div>
</div>



<div style="height:20px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
https://www.youtube.com/watch?v=bMfogeja-kQ
</div></figure>



<div style="height:50px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<hr class="wp-block-separator" />



<div class="wp-block-media-text alignwide is-stacked-on-mobile" style="grid-template-columns:23% auto"><figure class="wp-block-media-text__media"><img loading="lazy" decoding="async" width="359" height="359" src="https://i0.wp.com/revistatrama.artebodoque.com/wp-content/uploads/2021/12/d89f6-esther-avila.png?resize=359%2C359" alt="" class="wp-image-17538 size-full" srcset="https://i0.wp.com/revistatrama.artebodoque.com/wp-content/uploads/2021/12/d89f6-esther-avila.png?w=359&amp;ssl=1 359w, https://i0.wp.com/revistatrama.artebodoque.com/wp-content/uploads/2021/12/d89f6-esther-avila.png?resize=300%2C300&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/revistatrama.artebodoque.com/wp-content/uploads/2021/12/d89f6-esther-avila.png?resize=150%2C150&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/revistatrama.artebodoque.com/wp-content/uploads/2021/12/d89f6-esther-avila.png?resize=96%2C96&amp;ssl=1 96w" sizes="(max-width: 359px) 100vw, 359px" data-recalc-dims="1" /></figure><div class="wp-block-media-text__content">
<p><strong>Esther Ávila Schmidt</strong> é artista e faz faculdade de Dança na Universidade Federal de Santa Maria (UFSM). Bailarina, também ama o mundo do Cinema, e começou a produzir videodanças a partir das duas paixões. </p>
</div></div>



<div style="height:50px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<div class="wp-block-group"><div class="wp-block-group__inner-container is-layout-flow wp-block-group-is-layout-flow">
<hr class="wp-block-separator aligncenter is-style-wide" />



<div class="wp-block-jetpack-donations"><h4>Apoie a Trama e nos ajude a continuar crescendo!</h4><p>Agradecemos sua contribuição.</p><a class="jetpack-donations-fallback-link" href="https://bodoqueonline.art.blog/?p=17535" rel="noopener noreferrer noamphtml" target="_blank">Doar</a><hr class="donations__separator" /><h4>Fazer uma doação mensal</h4><p>Agradecemos sua contribuição.</p><a class="jetpack-donations-fallback-link" href="https://bodoqueonline.art.blog/?p=17535" rel="noopener noreferrer noamphtml" target="_blank">Doar mensalmente</a><hr class="donations__separator" /><h4>Fazer uma doação anual</h4><p>Agradecemos sua contribuição.</p><a class="jetpack-donations-fallback-link" href="https://bodoqueonline.art.blog/?p=17535" rel="noopener noreferrer noamphtml" target="_blank">Doar anualmente</a></div>



<p></p>
</div></div>



<p></p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://revistatrama.artebodoque.com/2021/08/15/videoarte-ambedo/">[VIDEOARTE] AMBEDO</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://revistatrama.artebodoque.com">Revista Trama</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://revistatrama.artebodoque.com/2021/08/15/videoarte-ambedo/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>1</slash:comments>
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">17535</post-id>	</item>
	</channel>
</rss>
