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	<title>Arquivos Ação local - Revista Trama</title>
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	<description>Arte, Cultura e Criatividade</description>
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		<title>Indígena brasileira lamenta perda irreparável de “bibliotecas”: anciões mortos pela COVID-19</title>
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		<dc:creator><![CDATA[]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 15 Nov 2020 21:24:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ano 002, N 071]]></category>
		<category><![CDATA[Ação local]]></category>
		<category><![CDATA[COVID-19]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>por: ONU Brasil</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://revistatrama.artebodoque.com/2020/11/15/indigena-brasileira-lamenta-perda-irreparavel-de-bibliotecas-ancioes-mortos-pela-covid-19/">Indígena brasileira lamenta perda irreparável de “bibliotecas”: anciões mortos pela COVID-19</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://revistatrama.artebodoque.com">Revista Trama</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-center"><em>O impacto da COVID-19 tem sido bastante doloroso entres os povos indígenas. A tradição oral, transmitida pelos mais velhos, é o que mantém sua cultura viva.</em></p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://i0.wp.com/brasil.un.org/sites/default/files/styles/large/public/2020-11/puyr_tembe-1-576x1024.png?w=950&#038;ssl=1" alt="Puyr Tembe, vice-presidenta da Federação dos Povos Indígenas do Pará " data-recalc-dims="1" /><figcaption>Puyr Tembe, vice-presidenta da Federação dos Povos Indígenas do Pará<br>Foto | ONU Mulheres</figcaption></figure>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://i0.wp.com/brasil.un.org/sites/default/files/styles/large/public/2020-11/grafico_povosr.jpg?w=950&#038;ssl=1" alt="Gráfico mostra mortes entre os povos indígenas brasileiros " data-recalc-dims="1" /></figure>



<p>Gráfico mostra mortes entre os povos indígenas brasileirosFoto | Reprodução de gráfico do Comitê Nacional de Vida e Memória Indígena</p>



<p>O impacto da COVID-19 tem sido bastante intenso e doloroso entres os povos indígenas. “O pós-pandemia vai deixar sequelas nas vidas de todos nós. Perdemos companheiros, parentas, nossos anciões, nossas bibliotecas. Isso é uma perda irreparável. Vidas de muitos anciões se foram. Esses não voltam mais. Bibliotecas de muitos povos indígenas que desapareceram”.</p>



<p>O desabafo é de Puyr Tembe, vice-presidenta da Federação dos Povos Indígenas do Pará e integrante da&nbsp;iniciativa Voz das Mulheres Indígenas. Ela tem trabalhado com tecnologia para monitorar o impacto da pandemia entre os mais de 200 povos indígenas que vivem no Brasil. A &nbsp;tradição oral, especialmente transmitida pelos mais velhos – guardadores de saberes &#8211; &nbsp;é o que mantém sua cultura viva.</p>



<p>&nbsp;“Cinco das 10 terras indígenas mais vulneráveis à COVID-19 contam com registros de povos isolados e estão na Amazônia. Hoje uma de nossas maiores preocupações é que a pandemia chegue nestes territórios”, explica Puyr Tembe. Ela assinala que os conflitos territoriais se acentuaram, provocando invasões de terras e contágios decorrentes da circulação de não-indígenas nos territórios demarcados. &nbsp;</p>



<p>“A pressão de grandes e médias mineradoras se soma a invasão em massa de garimpeiros, madeireiros e colonos, que aproveitaram a pandemia para intensificar ainda mais a extração e plantação ilegal. Exemplo disso são as terras indígenas Yanomami (RR), Raposa Serra do Sol (RR), Alto Rio Negro (AM) e Waimiri-Atroari (AM/RR), Alto Rio Guamá, Trincheira Bacana e Cachoeira Seca”, detalha.</p>



<p>&nbsp;O chamado “novo normal” decorrente dos cuidados sanitários necessários durante e após a pandemia da COVID-19 está sendo discutido pelas lideranças indígenas e implica medidas constantes para a preservação dos povos e territórios.</p>



<p>Em 5 de novembro de 2020, o&nbsp;<a href="https://emergenciaindigena.apiboficial.org/dados_covid19/">Comitê Nacional de Vida e Memória Indígena&nbsp;</a>contabilizava 38.643 casos de COVID-19 entre 161 povos indígenas do Brasil, com 870 mortes. Os povos mais afetados são Kokama – onde ocorreu o primeiro registro da doença, no município amazonense Santo Antônio do Içá, em março -, Guajajara e Macuxi.</p>



<p><em>Matéria do UNIC Rio feita a partir de&nbsp;<a href="http://www.onumulheres.org.br/noticias/o-pos-pandemia-vai-deixar-sequelas-nas-vidas-de-todos-porque-perdemos-companheiros-parentas-ancioes-bibliotecas-destaca-lideranca-das-mulheres-indigenas/">entrevista</a>&nbsp;para a ONU Mulheres.</em></p>



<p></p>



<p><strong><em>Matéria originalmente publicada em <a href="https://brasil.un.org/pt-br/99895-indigena-brasileira-lamenta-perda-irreparavel-de-bibliotecas-ancioes-mortos-pela-covid-19">Nações Unidas Brasil</a></em> <em>em 09/11/2020 &#8211; Atualizado em 03/11/2020.</em></strong></p>



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<div class="wp-block-media-text alignwide is-stacked-on-mobile" style="grid-template-columns:19% auto"><figure class="wp-block-media-text__media"><img decoding="async" src="https://i0.wp.com/tramabodoque.com/wp-content/uploads/2021/12/982c5-onubio.png?w=950&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-8891" data-recalc-dims="1" /></figure><div class="wp-block-media-text__content">
<p><strong><strong>A ONU (Organização das Nações Unidas) </strong></strong>é uma organização internacional formada por países que se reuniram voluntariamente para trabalhar pela paz e o desenvolvimento mundiais.</p>
</div></div>



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<figure class="wp-block-image size-large is-style-default"><img decoding="async" src="https://i0.wp.com/tramabodoque.com/wp-content/uploads/2021/12/fdf84-assinatura-4.png?w=950&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-11677" data-recalc-dims="1" /></figure>





<hr class="wp-block-separator is-style-wide" />



<div class="wp-block-columns is-layout-flex wp-container-core-columns-is-layout-1 wp-block-columns-is-layout-flex">
<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow">
<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://www.artebodoque.com"><img decoding="async" src="https://i0.wp.com/tramabodoque.com/wp-content/uploads/2021/12/68661-loja-2.png?w=950&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-11586" data-recalc-dims="1" /></a></figure>
</div>



<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow">
<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://www.artebodoque.com/revista-trama-edicao-impressa-edicao-001"><img decoding="async" src="https://i0.wp.com/tramabodoque.com/wp-content/uploads/2021/12/dae20-impressa-1.png?w=950&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-11587" data-recalc-dims="1" /></a></figure>
</div>
</div>



<p class="has-text-align-center has-very-light-gray-color has-very-dark-gray-background-color has-text-color has-background has-large-font-size">Galeria: artistas para seguir nessa quarentena</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://www.instagram.com/tuncaliozge"><img decoding="async" src="https://i0.wp.com/tramabodoque.com/wp-content/uploads/2021/12/43ef4-fotos-carol-copy.jpg9_-1021x1024.jpg?resize=950%2C953&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-11393" data-recalc-dims="1" /></a></figure>



<p class="has-text-align-center has-very-light-gray-color has-very-dark-gray-background-color has-text-color has-background has-medium-font-size"><em>Apoie artistas nessa quarentena. Em tempos de cólera, amar é um ato revolucionário.</em></p>
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		<title>Abrigados em Roraima, venezuelanos superam barreiras para estudar durante a pandemia</title>
		<link>https://revistatrama.artebodoque.com/2020/11/08/abrigados-em-roraima-venezuelanos-superam-barreiras-para-estudar-durante-a-pandemia/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 08 Nov 2020 21:26:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ano 002, N 070]]></category>
		<category><![CDATA[Ação local]]></category>
		<category><![CDATA[COVID-19]]></category>
		<category><![CDATA[ONU Brasil]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>por: ONU Brasil</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-center"><em>Conheça histórias de migrantes e refugiados que driblam a pandemia para continuar estudando</em>.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://i0.wp.com/brasil.un.org/sites/default/files/styles/large/public/2020-11/amy-e-anthony-e1599845451480.jpg?w=950&#038;ssl=1" alt="Os jovens venezuelanos Amy e Anthony estudam em sua unidade habitacional no centro de interiorização Rondon 2 em Boa Vista, Roraima" data-recalc-dims="1" /><figcaption>Os jovens venezuelanos Amy e Anthony estudam em sua unidade habitacional no centro de interiorização Rondon 2 em Boa Vista, Roraima<br>Foto | Lucas Novaes/ACNUR</figcaption></figure>



<p>Este ano, estudar foi diferente de tudo o que os<a href="https://www.acnur.org/portugues/2020/09/11/abrigados-em-roraima-adolescentes-venezuelanos-superam-barreiras-para-estudar-durante-a-pandemia/"> irmãos</a> Amy (15) e Anthony Moncada (16), ambos solicitantes da condição de refugiado no Brasil, já tinham experenciado na vida escolar. A vinda da Venezuela gerou inúmeros desafios para a família, incluindo  aprender um novo idioma, construir outra rotina e lidar com a inesperada chegada do novo coronavírus.</p>



<p>A família Moncada chegou ao Brasil no final de 2019 por conta da escassez de medicamentos e de serviços de saúde para o pai de Amy e Anthony. Agora, os jovens comemoram a conclusão do primeiro ano do ensino médio em novembro, ao lado de mais de 3 mil refugiados e migrantes venezuelanos matriculados nas escolas da rede pública de Roraima.</p>



<p>“São pequenos passos como esses que geram um impacto imensamente positivo no futuro de crianças e jovens refugiados”, destaca o Representante Adjunto do ACNUR no Brasil, Federico Martinez. Amy e Anthony fazem parte de uma minoria estatística. De acordo com o relatório&nbsp;do ACNUR&nbsp;<a href="https://www.unhcr.org/media-page-coming-together-for-refugee-education.html#_ga=2.149003510.1373163612.1599570318-2075135670.1565207251&amp;_gac=1.57465944.1597013176.Cj0KCQjwvb75BRD1ARIsAP6LcqsJrEuooNvJmLjQNq19xhsCqVyvU6FMu0xPnXQU7-xs154Cd5GpI3caAhRHEALw_wcB">“Unindo Forças pela Educação de Pessoas Refugiadas”</a>, apenas 31% dos jovens refugiados estão matriculados na escola secundária (equivalente ao ensino médio no Brasil).</p>



<p>Os primeiros meses de aula de Anthony e Amy foram presenciais, e o novo idioma trouxe desafios. “Não sei como estava estudando, eu não entendia nada”, diz Amy ao relatar suas primeiras semanas de aula no Brasil. Após pouco tempo de convivência com colegas e com o apoio de professores, o português se tornou mais familiar. Mas dois meses depois do início das aulas, a COVID-19 mudou toda a rotina de estudos.</p>



<p>“Quando a pandemia chegou, nos avisaram por celular que deveríamos buscar livros para fazer as tarefas escolares e enviá-las de volta por meio digital ou presencialmente”, conta Anthony. Com a nova rotina de estudos no abrigo temporário Rondon 2, o celular se tornou indispensável para pesquisas, tradução e comunicação com os professores. Anthony relata que experiência não é fácil: falta de conectividade à internet e duração da bateria do celular foram alguns dos desafios enfrentados durante os estudos remotos.</p>



<p>“A palavra para este período é adaptar-se. Já estamos em outro país, tivemos que aprender outro idioma e tivemos que ter força para nos manter estimulados e estudando durante a pandemia. Logo iremos concluir o ano letivo, graças à nossa adaptação e ao apoio de nossos pais, que são professores. Estamos preparados para continuar estudando após nossa interiorização”, conta Anthony com entusiasmo.</p>



<p>Para Maivy del Carmen (38), mãe dos jovens e professora de Engenharia Civil na Venezuela, ver os filhos estudando lhe dá muito orgulho, principalmente quando conhecimento é tudo que lhe restou. “Fico muito feliz de ver meus filhos estudando, mesmo com todas as dificuldades. Já solicitamos a transferência para outra escola da rede pública na cidade onde começaremos uma nova vida”, diz Maivy, que também estuda português junto com o marido.</p>



<p>Mesmo vivendo em condições adversas, a resiliência dos irmãos se reflete cada vez mais nos anseios para o futuro. “Logo faremos mais uma mudança quando formos para outra região do Brasil, e esperamos continuar estudando onde quer que estivermos”, relata Amy. “Temos uma expectativa muito alta, tanto para nós dois, quanto para nossos pais, que são professores. Nós temos nossos sonhos, essa próxima etapa nos dá muita esperança para continuar construindo nosso futuro. Minha mãe quer revalidar seu diploma como engenheira civil e encontrar um trabalho que goste. Assim, teremos capacidade de buscar um bom teto e viver num lugar tranquilo em família” concluem os irmãos.</p>



<p><strong>Aulas nos abrigos</strong>&nbsp;– Desde agosto, os&nbsp;<a href="https://www.acnur.org/portugues/2020/08/13/conheca-venezuelanos-que-estudam-portugues-para-construir-seu-futuro-no-brasil/">cursos de português</a>&nbsp;para refugiados e migrantes venezuelanos de diversas idades foram retomados nos abrigos e ocupações espontâneas em Roraima. As aulas presenciais agora contam com grupos reduzidos, uso de máscaras e cuidados de higiene, seguindo as recomendações da Organização Mundial da Saúde para prevenir e enfrentar a pandemia da COVID-19.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://i0.wp.com/brasil.un.org/sites/default/files/styles/large/public/2020-11/jhon_indigena_warao_no_abrigo_pintolandia_em_boa_vista._foto_lucas_novaes_acnur.jpg?w=950&#038;ssl=1" alt="Jhon, indígena Warao, no abrigo Pintolândia, em Boa Vista." data-recalc-dims="1" /><figcaption>Jhon, indígena Warao, no abrigo Pintolândia, em Boa Vista.<br>Foto | Lucas Novaes/ACNUR</figcaption></figure>



<p>Jhon, indígena Warao, no abrigo Pintolândia, em Boa Vista.Foto | Lucas Novaes?ACNUR</p>



<p>Jhon Jesus Gonzalez Pérez, de 21 anos, é indígena Warao de Tucupita e mora com os pais, a esposa e dois filhos no abrigo Pintolândia.“Se eu aprender mais, terei mais chances de construir um futuro para minha família aqui. Preciso perder o medo de falar, assim também poderei buscar um trabalho melhor”, relata. “Uma de minhas filhas nasceu aqui no Brasil. Então ela irá falar três idiomas: o espanhol, a língua de nosso povo Warao e o português. Eu, como pai, devo ajudá-la a ter esses idiomas, são um importante conhecimento.”</p>



<p>Lenismar Gil, de 22 anos, conta que gosta muito da palavra saudade: “Me faz lembrar dos entes queridos da Venezuela”, lembra ela, que vive em Boa Vista com os dois filhos há um ano. “Para mim o idioma é uma ferramenta para superar obstáculos, sonho em estudar e exercer a carreira de enfermeira. A vontade é de trabalhar em outros estados mais ao sul do Brasil.”</p>



<p>As amigas Mary José Lopez, de 35 anos, e Erismar Velázques, de 20, chegaram em Pacaraima, fronteira do Brasil e Venezuela, em fevereiro deste ano e logo encararam a pandemia nas unidades habitacionais do abrigo Rondon 3. &nbsp;“Além de aprender mais sobre a cultura por meio do português, isso me ajudará a conseguir trabalho. Agradeço os professores e o apoio. O curso está espetacular, e estou gostando muito das aulas. Estava com saudades de estudar algo novo”, conta Mary José.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://i0.wp.com/brasil.un.org/sites/default/files/styles/large/public/2020-11/o_casal_de_professores_jose_e_gricel_no_abrigo_rondon_2._foto_lucas_novaes_acnur.jpg?w=950&#038;ssl=1" alt="O casal de professores José e Gricel no abrigo Rondon 2" data-recalc-dims="1" /><figcaption>O casal de professores José e Gricel no abrigo Rondon 2<br>Foto | Lucas Novaes/ACNUR</figcaption></figure>



<p>José Gregorio Cabrera, de 43 anos, e Gricel Garcia, de 33, são professores e portadores de deficiência visual. “Sair da Venezuela com nossa condição foi um desafio de sobrevivência”, comenta José. Na Venezuela, trabalhavam fortalecendo competências de uso de tecnologia e aprendizado de braile para outros deficientes visuais. Hoje, o casal vive no abrigo Rondon 2, onde estuda português. “Apesar de não haver muitos livros em braile para aprender português, usamos muitos aplicativos pelo celular para traduzir falas, textos e inclusive acompanhar tutoriais de ensino no Youtube”, explica Gricel.</p>



<p>“O idioma é uma ferramenta crucial para nos estabelecer aqui. Agora precisamos nos adaptar para que possamos construir um futuro junto aos brasileiros. Temos formação e queremos contribuir para que outras pessoas com condições como a nossa possam ser independentes e encontrar bons trabalhos”, conta José.</p>



<p></p>



<p><strong><em>Matéria originalmente publicada em </em><a href="https://brasil.un.org/pt-br/98777-abrigados-em-roraima-venezuelanos-superam-barreiras-para-estudar-durante-pandemia"><em>Nações Unidas Brasil</em> </a><em>em 03/11/2020 &#8211; Atualizado em 03/11/2020.</em></strong></p>



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<div class="wp-block-media-text alignwide is-stacked-on-mobile" style="grid-template-columns:19% auto"><figure class="wp-block-media-text__media"><img decoding="async" src="https://i0.wp.com/tramabodoque.com/wp-content/uploads/2021/12/982c5-onubio.png?w=950&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-8891" data-recalc-dims="1" /></figure><div class="wp-block-media-text__content">
<p><strong><strong>A ONU (Organização das Nações Unidas) </strong></strong>é uma organização internacional formada por países que se reuniram voluntariamente para trabalhar pela paz e o desenvolvimento mundiais.</p>
</div></div>



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<figure class="wp-block-image size-large is-style-default"><img decoding="async" src="https://i0.wp.com/tramabodoque.com/wp-content/uploads/2021/12/fdf84-assinatura-4.png?w=950&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-11677" data-recalc-dims="1" /></figure>





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<div class="wp-block-columns is-layout-flex wp-container-core-columns-is-layout-2 wp-block-columns-is-layout-flex">
<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow">
<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://www.artebodoque.com"><img decoding="async" src="https://i0.wp.com/tramabodoque.com/wp-content/uploads/2021/12/68661-loja-2.png?w=950&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-11586" data-recalc-dims="1" /></a></figure>
</div>



<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow">
<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://www.artebodoque.com/revista-trama-edicao-impressa-edicao-001"><img decoding="async" src="https://i0.wp.com/tramabodoque.com/wp-content/uploads/2021/12/dae20-impressa-1.png?w=950&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-11587" data-recalc-dims="1" /></a></figure>
</div>
</div>



<p class="has-text-align-center has-very-light-gray-color has-very-dark-gray-background-color has-text-color has-background has-large-font-size">Galeria: artistas para seguir nessa quarentena</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://www.instagram.com/tuncaliozge"><img decoding="async" src="https://i0.wp.com/tramabodoque.com/wp-content/uploads/2021/12/43ef4-fotos-carol-copy.jpg9_-1021x1024.jpg?resize=950%2C953&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-11393" data-recalc-dims="1" /></a></figure>



<p class="has-text-align-center has-very-light-gray-color has-very-dark-gray-background-color has-text-color has-background has-medium-font-size"><em>Apoie artistas nessa quarentena. Em tempos de cólera, amar é um ato revolucionário.</em></p>
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		<title>Ação local é fundamental, diz chefe da ONU no Dia Mundial das Cidades</title>
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		<pubDate>Sun, 01 Nov 2020 18:24:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ano 002, N 069]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>por: ONU Brasil</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://revistatrama.artebodoque.com/2020/11/01/acao-local-e-fundamental-diz-chefe-da-onu-no-dia-mundial-das-cidades/">Ação local é fundamental, diz chefe da ONU no Dia Mundial das Cidades</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://revistatrama.artebodoque.com">Revista Trama</a>.</p>
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<p class="has-text-align-center"><em>O secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, gravou uma mensagem marcando o Dia Mundial das Cidades (31) e reconhecendo a “contribuição extraordinária” feita pelas comunidades nas áreas urbanas.<br>O valor das comunidades, disse, é ainda mais evidente na resposta à COVID-19.<br>As áreas urbanas já abrigam 55% da população mundial e esse número deverá aumentar para 68% até 2050.<br>“Vamos colocar as nossas comunidades no centro das cidades do futuro”, destacou António Guterres.</em></p>



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<p>O secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, gravou uma mensagem marcando o Dia Mundial das Cidades (31) e reconhecendo a “contribuição extraordinária” feita pelas comunidades nas áreas urbanas. O valor das comunidades, disse, é ainda mais evidente na resposta à COVID-19.</p>



<p>“As cidades sofreram o impacto da pandemia. As áreas urbanas já abrigam 55% da população mundial e esse número deverá aumentar para 68% até 2050. O nosso mundo em rápida urbanização deve responder com eficácia a esta pandemia e se preparar para futuros surtos de doenças infeciosas”, destacou Guterres.</p>



<p>Com a pandemia fazendo grande pressão nos serviços de saúde pública e de assistência social, as comunidades se organizaram para manter bairros seguros e em funcionamento, trabalhando com os governos locais e nacionais para apoiar a resposta à COVID-19.</p>



<p>“Vimos vizinhos fazendo compras e cozinhando para pessoas doentes e idosos, residentes apoiando profissionais de saúde e grupos locais de voluntários e religiosos apoiando os vulneráveis”, exemplificou Guterres.</p>



<p>Na visão de Guterres, as comunidades são inovadoras, resilientes e proativas. “Elas desempenham um papel vital na construção de cidades sustentáveis em nível econômico, social e ambiental. Vamos continuar a reconhecer o seu valor.”</p>



<p>“Enquanto nos recuperamos da pandemia e nos envolvemos na Década de Ação para o Desenvolvimento Sustentável, temos a oportunidade de redefinir a forma como vivemos e interagimos. A ação local é fundamental”, disse Guterres, em referência aos dez anos que faltam para o prazo principal dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), em 2030.</p>



<p>Quando as comunidades urbanas estão envolvidas na formulação de políticas e decisões, capacitadas com recursos financeiros, destaca a ONU, os resultados são mais inclusivos e duradouros.</p>



<p>“Vamos colocar as nossas comunidades no centro das cidades do futuro”, destacou António Guterres.</p>



<p></p>



<p><strong><em>Matéria originalmente publicada em </em><a href="https://brasil.un.org/pt-br/98247-acao-local-e-fundamental-diz-chefe-da-onu-no-dia-mundial-das-cidades"><em>Nações Unidas Brasil</em> </a><em>em 30/10/2020 &#8211; Atualizado em 30/10/2020.</em></strong></p>



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<div class="wp-block-media-text alignwide is-stacked-on-mobile" style="grid-template-columns:19% auto"><figure class="wp-block-media-text__media"><img decoding="async" src="https://i0.wp.com/tramabodoque.com/wp-content/uploads/2021/12/982c5-onubio.png?w=950&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-8891" data-recalc-dims="1" /></figure><div class="wp-block-media-text__content">
<p><strong><strong>A ONU (Organização das Nações Unidas) </strong></strong>é uma organização internacional formada por países que se reuniram voluntariamente para trabalhar pela paz e o desenvolvimento mundiais.</p>
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<p class="has-text-align-center has-very-light-gray-color has-very-dark-gray-background-color has-text-color has-background has-large-font-size">Galeria: artistas para seguir nessa quarentena</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://www.instagram.com/tuncaliozge"><img decoding="async" src="https://i0.wp.com/tramabodoque.com/wp-content/uploads/2021/12/43ef4-fotos-carol-copy.jpg9_-1021x1024.jpg?resize=950%2C953&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-11393" data-recalc-dims="1" /></a></figure>



<p class="has-text-align-center has-very-light-gray-color has-very-dark-gray-background-color has-text-color has-background has-medium-font-size"><em>Apoie artistas nessa quarentena. Em tempos de cólera, amar é um ato revolucionário.</em></p>
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