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	<title>Arquivos MÚSICA - Revista Trama</title>
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	<description>Arte, Cultura e Criatividade</description>
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		<title>The doors: uma percepção abstrata da música</title>
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		<dc:creator><![CDATA[]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 13 Nov 2022 18:24:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ano 004, N 146]]></category>
		<category><![CDATA[Artes Visuais]]></category>
		<category><![CDATA[albumvisual]]></category>
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		<category><![CDATA[MÚSICA]]></category>
		<category><![CDATA[Visual]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>por: Daniel César</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://revistatrama.artebodoque.com/2022/11/13/the-doors-uma-percepcao-abstrata-da-musica/">The doors: uma percepção abstrata da música</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://revistatrama.artebodoque.com">Revista Trama</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>O que nos excede? Uma questão que certamente perpassa toda nossa elaboração artística e que nos fez desenvolver esta série de obras que pretendemos expor.                                                                                                           A exposição :<strong>The Doors: uma percepção abstrata da música</strong>, foi baseada no disco de estreia da banda, lançado em 1967 com estrondoso sucesso tanto por parte do público, quanto da crítica especializada da época. Após 55 anos de lançamento, o disco ainda figura como um dos mais ouvidos nas plataformas de streaming atuais.                                                                                                                                                                                      Escutamos o disco buscando sentir sua beleza dispendiosa, lemos com paciência e diversas vezes as letras das músicas, buscando paulatinamente captar os movimentos sonoros das situações-limites traçadas pela poética da banda. Ao total são 11 desenhos abstratos que compõem a série, cada obra contém o título de uma música do disco. “Inconsciência”, “erotismo”, “entorpecimento”, &#8220;êxtase&#8221;, “insânia”, “esquecimento”, “morte”, são algumas situações de excesso que permeiam as cenas poetizadas por meio das músicas. Transbordamentos que nos destituem dos sentidos, que nos fazem esquecer quem somos, que nos fazem desapegar de nós mesmos e de todas as certezas que supomos ter sobre nossa tênue e vacilante existência. Tentamos discutir por meio da série, essas situações incomunicáveis, nas quais nosso corpo se joga para perder-se, se deixa levar pelos múltiplos ângulos, cores, perspectivas e direções inesperadas das pulsões e incoerências da vida. Expressar através da arte abstrata as questões existenciais poetizadas nas canções que, certamente, excedem a utilidade da razão e nos convidam às inúmeras sensações provocadas pelo visual abstrato.                                                                                                                                                                        A série propõe, através destas sintonias poéticas ensandecidas, por meio desses ecos de desejos que impossibilitam nossa identidade ao lugar, criar uma atmosfera de linhas visuais da nossa experimentação e pesquisa entre música, poética e arte abstrata. Aqui não se trata de ilustrar, tampouco explicar as músicas, mas sim de tracejar por formas intuitivas os desejos, movimentos e imagens destituídas de sentido preciso compostas no devir destes sons do rock psicodélico do final dos anos sessenta. O público que temos pretensão de atingir são tanto os fãs da banda The Doors (milhões nos mais diversos lugares do mundo), as pessoas que gostam do rock-blues do final dos anos sessenta, pessoas que apreciem interações entre formas distintas de arte, (no caso da exposição proposta o diálogo entre arte abstrata e música), bem como os interessados por arte abstrata com elementos conceituais que incrementam a experiência visual. Mas vale salientar que, para apreciação do conteúdo exposto não é estritamente necessário ao público conhecer as músicas da banda. As artes dialogam entre si de forma interativa, não havendo interdependência de um gênero sobre o outro, tampouco hierarquia entre as formas de expressão. Os espectadores são livres para associar ou não os desenhos abstratos às canções, pois uma das principais propostas da arte abstrata é exatamente deixar em aberto (infinitas) as sensações experimentadas por aqueles que observam a obra.&nbsp;</p>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-1 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="724" height="1024" data-id="27588" src="https://i0.wp.com/revistatrama.artebodoque.com/wp-content/uploads/2022/11/01-Break-on-Through-To-the-Other-Side.-Daniel-Cesar-2020.-300dp-Daniel-Cesar.jpg?resize=724%2C1024&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-27588" srcset="https://i0.wp.com/revistatrama.artebodoque.com/wp-content/uploads/2022/11/01-Break-on-Through-To-the-Other-Side.-Daniel-Cesar-2020.-300dp-Daniel-Cesar-scaled.jpg?resize=724%2C1024&amp;ssl=1 724w, https://i0.wp.com/revistatrama.artebodoque.com/wp-content/uploads/2022/11/01-Break-on-Through-To-the-Other-Side.-Daniel-Cesar-2020.-300dp-Daniel-Cesar-scaled.jpg?resize=212%2C300&amp;ssl=1 212w, https://i0.wp.com/revistatrama.artebodoque.com/wp-content/uploads/2022/11/01-Break-on-Through-To-the-Other-Side.-Daniel-Cesar-2020.-300dp-Daniel-Cesar-scaled.jpg?resize=768%2C1086&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/revistatrama.artebodoque.com/wp-content/uploads/2022/11/01-Break-on-Through-To-the-Other-Side.-Daniel-Cesar-2020.-300dp-Daniel-Cesar-scaled.jpg?resize=1086%2C1536&amp;ssl=1 1086w, https://i0.wp.com/revistatrama.artebodoque.com/wp-content/uploads/2022/11/01-Break-on-Through-To-the-Other-Side.-Daniel-Cesar-2020.-300dp-Daniel-Cesar-scaled.jpg?resize=1448%2C2048&amp;ssl=1 1448w, https://i0.wp.com/revistatrama.artebodoque.com/wp-content/uploads/2022/11/01-Break-on-Through-To-the-Other-Side.-Daniel-Cesar-2020.-300dp-Daniel-Cesar-scaled.jpg?resize=2000%2C2829&amp;ssl=1 2000w, https://i0.wp.com/revistatrama.artebodoque.com/wp-content/uploads/2022/11/01-Break-on-Through-To-the-Other-Side.-Daniel-Cesar-2020.-300dp-Daniel-Cesar-scaled.jpg?w=1810&amp;ssl=1 1810w" sizes="(max-width: 724px) 100vw, 724px" data-recalc-dims="1" /><figcaption class="wp-element-caption">Break on Through (To the Other Side)</figcaption></figure>
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<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="724" height="1024" data-id="27589" src="https://i0.wp.com/revistatrama.artebodoque.com/wp-content/uploads/2022/11/02-Soul-Kitchen.-Daniel-Cesar-2020.-300dpi-Daniel-Cesar.jpg?resize=724%2C1024&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-27589" srcset="https://i0.wp.com/revistatrama.artebodoque.com/wp-content/uploads/2022/11/02-Soul-Kitchen.-Daniel-Cesar-2020.-300dpi-Daniel-Cesar-scaled.jpg?resize=724%2C1024&amp;ssl=1 724w, https://i0.wp.com/revistatrama.artebodoque.com/wp-content/uploads/2022/11/02-Soul-Kitchen.-Daniel-Cesar-2020.-300dpi-Daniel-Cesar-scaled.jpg?resize=212%2C300&amp;ssl=1 212w, https://i0.wp.com/revistatrama.artebodoque.com/wp-content/uploads/2022/11/02-Soul-Kitchen.-Daniel-Cesar-2020.-300dpi-Daniel-Cesar-scaled.jpg?resize=768%2C1086&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/revistatrama.artebodoque.com/wp-content/uploads/2022/11/02-Soul-Kitchen.-Daniel-Cesar-2020.-300dpi-Daniel-Cesar-scaled.jpg?resize=1086%2C1536&amp;ssl=1 1086w, https://i0.wp.com/revistatrama.artebodoque.com/wp-content/uploads/2022/11/02-Soul-Kitchen.-Daniel-Cesar-2020.-300dpi-Daniel-Cesar-scaled.jpg?resize=1448%2C2048&amp;ssl=1 1448w, https://i0.wp.com/revistatrama.artebodoque.com/wp-content/uploads/2022/11/02-Soul-Kitchen.-Daniel-Cesar-2020.-300dpi-Daniel-Cesar-scaled.jpg?resize=2000%2C2829&amp;ssl=1 2000w, https://i0.wp.com/revistatrama.artebodoque.com/wp-content/uploads/2022/11/02-Soul-Kitchen.-Daniel-Cesar-2020.-300dpi-Daniel-Cesar-scaled.jpg?w=1810&amp;ssl=1 1810w" sizes="(max-width: 724px) 100vw, 724px" data-recalc-dims="1" /><figcaption class="wp-element-caption">Soul Kitchen</figcaption></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="950" height="690" data-id="27590" src="https://i0.wp.com/revistatrama.artebodoque.com/wp-content/uploads/2022/11/03-The-Crystal-Ship.-Daniel-Cesar-2020.-300dpi-Daniel-Cesar.jpg?resize=950%2C690&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-27590" srcset="https://i0.wp.com/revistatrama.artebodoque.com/wp-content/uploads/2022/11/03-The-Crystal-Ship.-Daniel-Cesar-2020.-300dpi-Daniel-Cesar-scaled.jpg?resize=1024%2C744&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/revistatrama.artebodoque.com/wp-content/uploads/2022/11/03-The-Crystal-Ship.-Daniel-Cesar-2020.-300dpi-Daniel-Cesar-scaled.jpg?resize=300%2C218&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/revistatrama.artebodoque.com/wp-content/uploads/2022/11/03-The-Crystal-Ship.-Daniel-Cesar-2020.-300dpi-Daniel-Cesar-scaled.jpg?resize=768%2C558&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/revistatrama.artebodoque.com/wp-content/uploads/2022/11/03-The-Crystal-Ship.-Daniel-Cesar-2020.-300dpi-Daniel-Cesar-scaled.jpg?resize=1536%2C1115&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/revistatrama.artebodoque.com/wp-content/uploads/2022/11/03-The-Crystal-Ship.-Daniel-Cesar-2020.-300dpi-Daniel-Cesar-scaled.jpg?resize=2048%2C1487&amp;ssl=1 2048w, https://i0.wp.com/revistatrama.artebodoque.com/wp-content/uploads/2022/11/03-The-Crystal-Ship.-Daniel-Cesar-2020.-300dpi-Daniel-Cesar-scaled.jpg?resize=2000%2C1452&amp;ssl=1 2000w, https://i0.wp.com/revistatrama.artebodoque.com/wp-content/uploads/2022/11/03-The-Crystal-Ship.-Daniel-Cesar-2020.-300dpi-Daniel-Cesar-scaled.jpg?w=1900&amp;ssl=1 1900w" sizes="(max-width: 950px) 100vw, 950px" data-recalc-dims="1" /><figcaption class="wp-element-caption">The Crystal Ship</figcaption></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="742" height="1024" data-id="27591" src="https://i0.wp.com/revistatrama.artebodoque.com/wp-content/uploads/2022/11/04-Twentieth-Century-Fox.-Daniel-Cesar-2020.-300dpi-Daniel-Cesar.jpg?resize=742%2C1024&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-27591" srcset="https://i0.wp.com/revistatrama.artebodoque.com/wp-content/uploads/2022/11/04-Twentieth-Century-Fox.-Daniel-Cesar-2020.-300dpi-Daniel-Cesar-scaled.jpg?resize=742%2C1024&amp;ssl=1 742w, https://i0.wp.com/revistatrama.artebodoque.com/wp-content/uploads/2022/11/04-Twentieth-Century-Fox.-Daniel-Cesar-2020.-300dpi-Daniel-Cesar-scaled.jpg?resize=217%2C300&amp;ssl=1 217w, https://i0.wp.com/revistatrama.artebodoque.com/wp-content/uploads/2022/11/04-Twentieth-Century-Fox.-Daniel-Cesar-2020.-300dpi-Daniel-Cesar-scaled.jpg?resize=768%2C1060&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/revistatrama.artebodoque.com/wp-content/uploads/2022/11/04-Twentieth-Century-Fox.-Daniel-Cesar-2020.-300dpi-Daniel-Cesar-scaled.jpg?resize=1113%2C1536&amp;ssl=1 1113w, https://i0.wp.com/revistatrama.artebodoque.com/wp-content/uploads/2022/11/04-Twentieth-Century-Fox.-Daniel-Cesar-2020.-300dpi-Daniel-Cesar-scaled.jpg?resize=1484%2C2048&amp;ssl=1 1484w, https://i0.wp.com/revistatrama.artebodoque.com/wp-content/uploads/2022/11/04-Twentieth-Century-Fox.-Daniel-Cesar-2020.-300dpi-Daniel-Cesar-scaled.jpg?resize=2000%2C2760&amp;ssl=1 2000w, https://i0.wp.com/revistatrama.artebodoque.com/wp-content/uploads/2022/11/04-Twentieth-Century-Fox.-Daniel-Cesar-2020.-300dpi-Daniel-Cesar-scaled.jpg?w=1855&amp;ssl=1 1855w" sizes="(max-width: 742px) 100vw, 742px" data-recalc-dims="1" /><figcaption class="wp-element-caption">Twentieth Century Fox.</figcaption></figure>
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<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="725" height="1024" data-id="27592" src="https://i0.wp.com/revistatrama.artebodoque.com/wp-content/uploads/2022/11/05-Alabama-Song-Whisky-Bar.-Daniel-Cesar-2020.-300dpi-Daniel-Cesar.jpg?resize=725%2C1024&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-27592" srcset="https://i0.wp.com/revistatrama.artebodoque.com/wp-content/uploads/2022/11/05-Alabama-Song-Whisky-Bar.-Daniel-Cesar-2020.-300dpi-Daniel-Cesar-scaled.jpg?resize=725%2C1024&amp;ssl=1 725w, https://i0.wp.com/revistatrama.artebodoque.com/wp-content/uploads/2022/11/05-Alabama-Song-Whisky-Bar.-Daniel-Cesar-2020.-300dpi-Daniel-Cesar-scaled.jpg?resize=212%2C300&amp;ssl=1 212w, https://i0.wp.com/revistatrama.artebodoque.com/wp-content/uploads/2022/11/05-Alabama-Song-Whisky-Bar.-Daniel-Cesar-2020.-300dpi-Daniel-Cesar-scaled.jpg?resize=768%2C1085&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/revistatrama.artebodoque.com/wp-content/uploads/2022/11/05-Alabama-Song-Whisky-Bar.-Daniel-Cesar-2020.-300dpi-Daniel-Cesar-scaled.jpg?resize=1087%2C1536&amp;ssl=1 1087w, https://i0.wp.com/revistatrama.artebodoque.com/wp-content/uploads/2022/11/05-Alabama-Song-Whisky-Bar.-Daniel-Cesar-2020.-300dpi-Daniel-Cesar-scaled.jpg?resize=1449%2C2048&amp;ssl=1 1449w, https://i0.wp.com/revistatrama.artebodoque.com/wp-content/uploads/2022/11/05-Alabama-Song-Whisky-Bar.-Daniel-Cesar-2020.-300dpi-Daniel-Cesar-scaled.jpg?resize=2000%2C2826&amp;ssl=1 2000w, https://i0.wp.com/revistatrama.artebodoque.com/wp-content/uploads/2022/11/05-Alabama-Song-Whisky-Bar.-Daniel-Cesar-2020.-300dpi-Daniel-Cesar-scaled.jpg?w=1812&amp;ssl=1 1812w" sizes="(max-width: 725px) 100vw, 725px" data-recalc-dims="1" /><figcaption class="wp-element-caption">Alabama Song</figcaption></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="725" height="1024" data-id="27594" src="https://i0.wp.com/revistatrama.artebodoque.com/wp-content/uploads/2022/11/06-Light-me-Fire.-Daniel-Cesar-2020.-300dpi-Daniel-Cesar.jpg?resize=725%2C1024&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-27594" srcset="https://i0.wp.com/revistatrama.artebodoque.com/wp-content/uploads/2022/11/06-Light-me-Fire.-Daniel-Cesar-2020.-300dpi-Daniel-Cesar-scaled.jpg?resize=725%2C1024&amp;ssl=1 725w, https://i0.wp.com/revistatrama.artebodoque.com/wp-content/uploads/2022/11/06-Light-me-Fire.-Daniel-Cesar-2020.-300dpi-Daniel-Cesar-scaled.jpg?resize=212%2C300&amp;ssl=1 212w, https://i0.wp.com/revistatrama.artebodoque.com/wp-content/uploads/2022/11/06-Light-me-Fire.-Daniel-Cesar-2020.-300dpi-Daniel-Cesar-scaled.jpg?resize=768%2C1085&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/revistatrama.artebodoque.com/wp-content/uploads/2022/11/06-Light-me-Fire.-Daniel-Cesar-2020.-300dpi-Daniel-Cesar-scaled.jpg?resize=1087%2C1536&amp;ssl=1 1087w, https://i0.wp.com/revistatrama.artebodoque.com/wp-content/uploads/2022/11/06-Light-me-Fire.-Daniel-Cesar-2020.-300dpi-Daniel-Cesar-scaled.jpg?resize=1449%2C2048&amp;ssl=1 1449w, https://i0.wp.com/revistatrama.artebodoque.com/wp-content/uploads/2022/11/06-Light-me-Fire.-Daniel-Cesar-2020.-300dpi-Daniel-Cesar-scaled.jpg?resize=2000%2C2826&amp;ssl=1 2000w, https://i0.wp.com/revistatrama.artebodoque.com/wp-content/uploads/2022/11/06-Light-me-Fire.-Daniel-Cesar-2020.-300dpi-Daniel-Cesar-scaled.jpg?w=1812&amp;ssl=1 1812w" sizes="(max-width: 725px) 100vw, 725px" data-recalc-dims="1" /><figcaption class="wp-element-caption">Light me Fire</figcaption></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="729" height="1024" data-id="27593" src="https://i0.wp.com/revistatrama.artebodoque.com/wp-content/uploads/2022/11/07-Back-Door-Man.-Daniel-Cesar-2020.-300dpi-Daniel-Cesar.jpg?resize=729%2C1024&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-27593" srcset="https://i0.wp.com/revistatrama.artebodoque.com/wp-content/uploads/2022/11/07-Back-Door-Man.-Daniel-Cesar-2020.-300dpi-Daniel-Cesar-scaled.jpg?resize=729%2C1024&amp;ssl=1 729w, https://i0.wp.com/revistatrama.artebodoque.com/wp-content/uploads/2022/11/07-Back-Door-Man.-Daniel-Cesar-2020.-300dpi-Daniel-Cesar-scaled.jpg?resize=214%2C300&amp;ssl=1 214w, https://i0.wp.com/revistatrama.artebodoque.com/wp-content/uploads/2022/11/07-Back-Door-Man.-Daniel-Cesar-2020.-300dpi-Daniel-Cesar-scaled.jpg?resize=768%2C1078&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/revistatrama.artebodoque.com/wp-content/uploads/2022/11/07-Back-Door-Man.-Daniel-Cesar-2020.-300dpi-Daniel-Cesar-scaled.jpg?resize=1094%2C1536&amp;ssl=1 1094w, https://i0.wp.com/revistatrama.artebodoque.com/wp-content/uploads/2022/11/07-Back-Door-Man.-Daniel-Cesar-2020.-300dpi-Daniel-Cesar-scaled.jpg?resize=1459%2C2048&amp;ssl=1 1459w, https://i0.wp.com/revistatrama.artebodoque.com/wp-content/uploads/2022/11/07-Back-Door-Man.-Daniel-Cesar-2020.-300dpi-Daniel-Cesar-scaled.jpg?resize=2000%2C2807&amp;ssl=1 2000w, https://i0.wp.com/revistatrama.artebodoque.com/wp-content/uploads/2022/11/07-Back-Door-Man.-Daniel-Cesar-2020.-300dpi-Daniel-Cesar-scaled.jpg?w=1824&amp;ssl=1 1824w" sizes="(max-width: 729px) 100vw, 729px" data-recalc-dims="1" /><figcaption class="wp-element-caption">Back Door Man</figcaption></figure>
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<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-4 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="950" height="672" data-id="27596" src="https://i0.wp.com/revistatrama.artebodoque.com/wp-content/uploads/2022/11/08-I-Looked-at-You.-Daniel-Cesar-2020.-300dpi-Daniel-Cesar.jpg?resize=950%2C672&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-27596" srcset="https://i0.wp.com/revistatrama.artebodoque.com/wp-content/uploads/2022/11/08-I-Looked-at-You.-Daniel-Cesar-2020.-300dpi-Daniel-Cesar-scaled.jpg?resize=1024%2C724&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/revistatrama.artebodoque.com/wp-content/uploads/2022/11/08-I-Looked-at-You.-Daniel-Cesar-2020.-300dpi-Daniel-Cesar-scaled.jpg?resize=300%2C212&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/revistatrama.artebodoque.com/wp-content/uploads/2022/11/08-I-Looked-at-You.-Daniel-Cesar-2020.-300dpi-Daniel-Cesar-scaled.jpg?resize=768%2C543&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/revistatrama.artebodoque.com/wp-content/uploads/2022/11/08-I-Looked-at-You.-Daniel-Cesar-2020.-300dpi-Daniel-Cesar-scaled.jpg?resize=1536%2C1086&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/revistatrama.artebodoque.com/wp-content/uploads/2022/11/08-I-Looked-at-You.-Daniel-Cesar-2020.-300dpi-Daniel-Cesar-scaled.jpg?resize=2048%2C1448&amp;ssl=1 2048w, https://i0.wp.com/revistatrama.artebodoque.com/wp-content/uploads/2022/11/08-I-Looked-at-You.-Daniel-Cesar-2020.-300dpi-Daniel-Cesar-scaled.jpg?resize=2000%2C1414&amp;ssl=1 2000w, https://i0.wp.com/revistatrama.artebodoque.com/wp-content/uploads/2022/11/08-I-Looked-at-You.-Daniel-Cesar-2020.-300dpi-Daniel-Cesar-scaled.jpg?w=1900&amp;ssl=1 1900w" sizes="(max-width: 950px) 100vw, 950px" data-recalc-dims="1" /><figcaption class="wp-element-caption">I Looked at You</figcaption></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="735" height="1024" data-id="27595" src="https://i0.wp.com/revistatrama.artebodoque.com/wp-content/uploads/2022/11/09-End-of-the-Night.-Daniel-Cesar-2020.-300dpi-Daniel-Cesar.jpg?resize=735%2C1024&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-27595" srcset="https://i0.wp.com/revistatrama.artebodoque.com/wp-content/uploads/2022/11/09-End-of-the-Night.-Daniel-Cesar-2020.-300dpi-Daniel-Cesar-scaled.jpg?resize=735%2C1024&amp;ssl=1 735w, https://i0.wp.com/revistatrama.artebodoque.com/wp-content/uploads/2022/11/09-End-of-the-Night.-Daniel-Cesar-2020.-300dpi-Daniel-Cesar-scaled.jpg?resize=215%2C300&amp;ssl=1 215w, https://i0.wp.com/revistatrama.artebodoque.com/wp-content/uploads/2022/11/09-End-of-the-Night.-Daniel-Cesar-2020.-300dpi-Daniel-Cesar-scaled.jpg?resize=768%2C1070&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/revistatrama.artebodoque.com/wp-content/uploads/2022/11/09-End-of-the-Night.-Daniel-Cesar-2020.-300dpi-Daniel-Cesar-scaled.jpg?resize=1103%2C1536&amp;ssl=1 1103w, https://i0.wp.com/revistatrama.artebodoque.com/wp-content/uploads/2022/11/09-End-of-the-Night.-Daniel-Cesar-2020.-300dpi-Daniel-Cesar-scaled.jpg?resize=1470%2C2048&amp;ssl=1 1470w, https://i0.wp.com/revistatrama.artebodoque.com/wp-content/uploads/2022/11/09-End-of-the-Night.-Daniel-Cesar-2020.-300dpi-Daniel-Cesar-scaled.jpg?resize=2000%2C2786&amp;ssl=1 2000w, https://i0.wp.com/revistatrama.artebodoque.com/wp-content/uploads/2022/11/09-End-of-the-Night.-Daniel-Cesar-2020.-300dpi-Daniel-Cesar-scaled.jpg?w=1838&amp;ssl=1 1838w" sizes="(max-width: 735px) 100vw, 735px" data-recalc-dims="1" /><figcaption class="wp-element-caption">End of the Night</figcaption></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="722" height="1024" data-id="27597" src="https://i0.wp.com/revistatrama.artebodoque.com/wp-content/uploads/2022/11/11-The-End.-Daniel-Cesar-2020.-300dpi-Daniel-Cesar.jpg?resize=722%2C1024&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-27597" srcset="https://i0.wp.com/revistatrama.artebodoque.com/wp-content/uploads/2022/11/11-The-End.-Daniel-Cesar-2020.-300dpi-Daniel-Cesar-scaled.jpg?resize=722%2C1024&amp;ssl=1 722w, https://i0.wp.com/revistatrama.artebodoque.com/wp-content/uploads/2022/11/11-The-End.-Daniel-Cesar-2020.-300dpi-Daniel-Cesar-scaled.jpg?resize=212%2C300&amp;ssl=1 212w, https://i0.wp.com/revistatrama.artebodoque.com/wp-content/uploads/2022/11/11-The-End.-Daniel-Cesar-2020.-300dpi-Daniel-Cesar-scaled.jpg?resize=768%2C1089&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/revistatrama.artebodoque.com/wp-content/uploads/2022/11/11-The-End.-Daniel-Cesar-2020.-300dpi-Daniel-Cesar-scaled.jpg?resize=1084%2C1536&amp;ssl=1 1084w, https://i0.wp.com/revistatrama.artebodoque.com/wp-content/uploads/2022/11/11-The-End.-Daniel-Cesar-2020.-300dpi-Daniel-Cesar-scaled.jpg?resize=1445%2C2048&amp;ssl=1 1445w, https://i0.wp.com/revistatrama.artebodoque.com/wp-content/uploads/2022/11/11-The-End.-Daniel-Cesar-2020.-300dpi-Daniel-Cesar-scaled.jpg?resize=2000%2C2835&amp;ssl=1 2000w, https://i0.wp.com/revistatrama.artebodoque.com/wp-content/uploads/2022/11/11-The-End.-Daniel-Cesar-2020.-300dpi-Daniel-Cesar-scaled.jpg?w=1806&amp;ssl=1 1806w" sizes="(max-width: 722px) 100vw, 722px" data-recalc-dims="1" /><figcaption class="wp-element-caption">The End</figcaption></figure>
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<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-5 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="720" height="720" src="https://i0.wp.com/revistatrama.artebodoque.com/wp-content/uploads/2022/11/184765897_164171375712175_3373281913614003332_n-Daniel-Cesar.jpg?resize=720%2C720&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-27598" srcset="https://i0.wp.com/revistatrama.artebodoque.com/wp-content/uploads/2022/11/184765897_164171375712175_3373281913614003332_n-Daniel-Cesar.jpg?w=720&amp;ssl=1 720w, https://i0.wp.com/revistatrama.artebodoque.com/wp-content/uploads/2022/11/184765897_164171375712175_3373281913614003332_n-Daniel-Cesar.jpg?resize=300%2C300&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/revistatrama.artebodoque.com/wp-content/uploads/2022/11/184765897_164171375712175_3373281913614003332_n-Daniel-Cesar.jpg?resize=150%2C150&amp;ssl=1 150w" sizes="(max-width: 720px) 100vw, 720px" data-recalc-dims="1" /></figure>
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<div class="wp-block-column is-vertically-aligned-center is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow" style="flex-basis:66.66%">
<p>Nascido na cidade de Natal, Rio Grande do Norte, <strong>Daniel César</strong> é artista plástico, dedicado à pesquisa e exploração do abstracionismo. Iniciou a carreira de forma autodidata expondo e comercializando informalmente seu trabalho nos corredores da Universidade Federal do Rio Grande do Norte &#8211; UFRN. Artista periférico, buscou na estética, na filosofia da arte e na teoria da história, trajetórias para pensar o fazer artístico visual. Buscando criar uma arte insubordinada, não compatível com as urgências da sociedade utilitária, pretende transmitir aquilo de incomunicável que permeia nossas interações com a linguagem. O desenvolvimento recente de seu trabalho teve influências de seus estudos nessas áreas de humanidades, tendo cursado Estética filosófica com o Prof. Dr. Eduardo Pellejero, Teoria da história com o Prof. Dr. Durval Muniz de Albuquerque Junior, História da Arte Brasileira com a Profa. Dra. Maria da Conceição Guilherme Coelho, além de ter frequentado o Seminário de História Moderna e Contemporânea, ministrado pela Profa. Dra. Leilane Assunção, todos na Universidade Federal do Rio Grande do Norte – UFRN. Por fim, sua pesquisa trabalha a relação entre linguagens artísticas, sobretudo entre as artes visuais e a literatura, com a qual, em diversas ocasiões, seu trabalho dialoga diretamente.&nbsp;</p>
</div>
</div>



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<figure class="wp-block-image size-large is-resized"><a href="https://www.artebodoque.com"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://i0.wp.com/revistatrama.artebodoque.com/wp-content/uploads/2022/09/asdasdasd.png?resize=405%2C307&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-26465" width="405" height="307" srcset="https://i0.wp.com/revistatrama.artebodoque.com/wp-content/uploads/2022/09/asdasdasd.png?resize=1024%2C777&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/revistatrama.artebodoque.com/wp-content/uploads/2022/09/asdasdasd.png?resize=300%2C228&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/revistatrama.artebodoque.com/wp-content/uploads/2022/09/asdasdasd.png?resize=768%2C583&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/revistatrama.artebodoque.com/wp-content/uploads/2022/09/asdasdasd.png?w=1080&amp;ssl=1 1080w" sizes="(max-width: 405px) 100vw, 405px" data-recalc-dims="1" /></a><figcaption class="wp-element-caption"><em>Clique na imagem e conheça nossa loja virtual!</em></figcaption></figure>


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<figure class="aligncenter size-large"><a href="https://www.youtube.com/c/BodoqueTV/featured"><img loading="lazy" decoding="async" width="576" height="1024" src="https://i0.wp.com/revistatrama.artebodoque.com/wp-content/uploads/2022/10/banner-trama.png?resize=576%2C1024&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-26890" srcset="https://i0.wp.com/revistatrama.artebodoque.com/wp-content/uploads/2022/10/banner-trama.png?resize=576%2C1024&amp;ssl=1 576w, https://i0.wp.com/revistatrama.artebodoque.com/wp-content/uploads/2022/10/banner-trama.png?resize=169%2C300&amp;ssl=1 169w, https://i0.wp.com/revistatrama.artebodoque.com/wp-content/uploads/2022/10/banner-trama.png?resize=768%2C1365&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/revistatrama.artebodoque.com/wp-content/uploads/2022/10/banner-trama.png?resize=864%2C1536&amp;ssl=1 864w, https://i0.wp.com/revistatrama.artebodoque.com/wp-content/uploads/2022/10/banner-trama.png?w=1080&amp;ssl=1 1080w" sizes="(max-width: 576px) 100vw, 576px" data-recalc-dims="1" /></a><figcaption class="wp-element-caption"><em>Clique na imagem para mais informações.</em></figcaption></figure></div></div>



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<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="950" height="721" src="https://i0.wp.com/revistatrama.artebodoque.com/wp-content/uploads/2022/06/anuncie.png?resize=950%2C721&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-23741" srcset="https://i0.wp.com/revistatrama.artebodoque.com/wp-content/uploads/2022/06/anuncie.png?resize=1024%2C777&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/revistatrama.artebodoque.com/wp-content/uploads/2022/06/anuncie.png?resize=300%2C228&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/revistatrama.artebodoque.com/wp-content/uploads/2022/06/anuncie.png?resize=768%2C583&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/revistatrama.artebodoque.com/wp-content/uploads/2022/06/anuncie.png?w=1080&amp;ssl=1 1080w" sizes="(max-width: 950px) 100vw, 950px" data-recalc-dims="1" /></figure>



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<figure class="aligncenter size-full is-resized"><a href="https://www.instagram.com/atenabookstore/"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://i0.wp.com/revistatrama.artebodoque.com/wp-content/uploads/2022/10/atena-logo-transparente.png?resize=74%2C71&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-26891" width="74" height="71" srcset="https://i0.wp.com/revistatrama.artebodoque.com/wp-content/uploads/2022/10/atena-logo-transparente.png?w=1024&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/revistatrama.artebodoque.com/wp-content/uploads/2022/10/atena-logo-transparente.png?resize=300%2C287&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/revistatrama.artebodoque.com/wp-content/uploads/2022/10/atena-logo-transparente.png?resize=768%2C735&amp;ssl=1 768w" sizes="(max-width: 74px) 100vw, 74px" data-recalc-dims="1" /></a></figure></div></div>



<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow"><div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full"><a href="https://www.instagram.com/cafe.libertas/"><img loading="lazy" decoding="async" width="842" height="595" src="https://i0.wp.com/revistatrama.artebodoque.com/wp-content/uploads/2022/10/libertas_logo_Transparente.png?resize=842%2C595&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-26892" srcset="https://i0.wp.com/revistatrama.artebodoque.com/wp-content/uploads/2022/10/libertas_logo_Transparente.png?w=842&amp;ssl=1 842w, https://i0.wp.com/revistatrama.artebodoque.com/wp-content/uploads/2022/10/libertas_logo_Transparente.png?resize=300%2C212&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/revistatrama.artebodoque.com/wp-content/uploads/2022/10/libertas_logo_Transparente.png?resize=768%2C543&amp;ssl=1 768w" sizes="(max-width: 842px) 100vw, 842px" data-recalc-dims="1" /></a></figure></div></div>
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		<title>Idunn Sessions</title>
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		<dc:creator><![CDATA[]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 02 Oct 2022 18:24:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ano 004, N 140]]></category>
		<category><![CDATA[cover]]></category>
		<category><![CDATA[diversidade musical]]></category>
		<category><![CDATA[MÚSICA]]></category>
		<category><![CDATA[Produção artística]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>por: Alice Werneck</p>
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<p>Os anos de 2020 e 2021 não foram fáceis para a humanidade, e para nós, músicos, não foi diferente! Porém, foi nesse período de medo, luto e escassez que finalmente nasceu a <strong>Idunn Produções</strong>.</p>



<p>O nome<strong> Idunn </strong>veio do nome de uma deusa da mitologia nórdica que representa a prosperidade, fertilidade e abundancia, é a personificação da primavera, da vida eterna, da juventude e da força, Idunn era a detentora do alimento (suas maçãs) que dava aos deuses eterna juventude e força e casada com Bragi, que era o Deus da música e da poesia. Os mitos de Idunn e toda a sua simbologia de ser casada com o Deus da música e da poesia, provedora da eterna juventude e força dos deuses nórdicos, que diferentemente dos gregos eram mortais, me inspirou a dar esse nome à produtora que terá missão próxima a essa, onde nossos “deuses” serão nossa equipe multidisciplinar, e os artistas independentes que serão nossos clientes. Como Idunn dava suas maças protegidas aos deuses, a ideia é que a <strong>Idunn Produções</strong> também seja provedora de sustento para os diversos trabalhadores da cultura. </p>



<p>Sem dúvida,neste período pandêmico, em que pude maratonar todos os canais de música do YouTube que eu gostava e ainda conhecer tantos outros, que eu vi uma das melhores coisas que já aconteceu. Ali eu sentia tanta esperança! Foi um período de muita generosidade e criatividade onde a cada dia as redes eram inundadas de novos e velhos conteúdos, e exatamente nesse momento que tive a ideia de começar um sessions de covers, a <strong>Idunn Sessions</strong>, que nos serviria como uma espécie de portfólio para o trabalho que desenvolveríamos através da Idunn Produções. Acredito no ser humano, no aconchego, no acolhimento, na empatia e na colaboração. Acredito no amor, na convivência e na arte. O momento de se registrar um trabalho artístico em estúdio, ao meu ver, é o momento de maior comunhão entre os artistas, afinal, todos estamos ali trabalhando incansavelmente em prol de algo maior, a arte. Dessa forma, o processo precisa ser o mais caloroso e real possível, e para mim, não há nada melhor que gravar tocando junto com essa galera! Só quem já gravou em “overdub&#8221;,quando os instrumentos são gravados separadamente,(Ex.: primeiro grava a bateria, depois o baixo, depois a guitarra, e assim por diante), e ao vivo pode mensurar o que estou falando. Quando a banda toca junto existe uma energia absurda que é perfeitamente possível de ser captada na gravação. Pode até parecer conversa de &#8220;maluco&#8221;, mas não é não! É mágico! Além de ser divertido é incrivelmente melhor! </p>



<p>Se você curte o resultado da nossa produção no Idunn Sessions ,você entende o que estou falando,essa energia transpassa! Acredito em amplificadores microfonados, processamento na gravação, baterias com o baterista tocando, timbragem antes da gravação, vozes que não serão afinadas, acredito em imprimir sempre a realidade. Pois acredito no processo artístico e gosto muito do fator humano! E a arte, para mim, exprime a verdade!&nbsp;</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe loading="lazy" title="My Cherie Amour | Stevie Wonder - cover feat. Álvaro Rosa" width="950" height="534" src="https://www.youtube.com/embed/KTnu_M1D7DA?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe>
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<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-6 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<figure class="wp-block-image size-large is-style-rounded"><img loading="lazy" decoding="async" width="788" height="1024" src="https://i0.wp.com/revistatrama.artebodoque.com/wp-content/uploads/2022/09/Foto-Alice-Werneck.jpg?resize=788%2C1024&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-26704" srcset="https://i0.wp.com/revistatrama.artebodoque.com/wp-content/uploads/2022/09/Foto-Alice-Werneck.jpg?resize=788%2C1024&amp;ssl=1 788w, https://i0.wp.com/revistatrama.artebodoque.com/wp-content/uploads/2022/09/Foto-Alice-Werneck.jpg?resize=231%2C300&amp;ssl=1 231w, https://i0.wp.com/revistatrama.artebodoque.com/wp-content/uploads/2022/09/Foto-Alice-Werneck.jpg?resize=768%2C998&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/revistatrama.artebodoque.com/wp-content/uploads/2022/09/Foto-Alice-Werneck.jpg?resize=1182%2C1536&amp;ssl=1 1182w, https://i0.wp.com/revistatrama.artebodoque.com/wp-content/uploads/2022/09/Foto-Alice-Werneck.jpg?resize=1575%2C2048&amp;ssl=1 1575w, https://i0.wp.com/revistatrama.artebodoque.com/wp-content/uploads/2022/09/Foto-Alice-Werneck.jpg?w=1920&amp;ssl=1 1920w" sizes="(max-width: 788px) 100vw, 788px" data-recalc-dims="1" /></figure>
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<div class="wp-block-column is-vertically-aligned-center is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow" style="flex-basis:66.66%">
<p><strong>Alice Werneck</strong> é natural de Cataguases, Minas Gerais, onde iniciou, seus primeiros estudos musicais ainda na infância pela Escola de Música Lila Carneiro Gonçalves. Em 2020,ingressa no curso de bacharelado em Música, com habilidade em Composição, na UFJF. Com o advento da pandemia do  corona vírus participou do projeto <strong>Jam Virtual</strong>, um projeto que reuniu virtualmente os músicos da região para compor e colaborar uns com os outros. E ainda em 2020 começa forma autônoma ,com suas produções musicais, que acarreta na fundação de sua produtora,a Idunn Produções, em julho de  2021. Ainda em 2021 iniciou o planejamento e a execução do Idunn Sessions, um canal no YouTube dedicado a covers com arranjos originais, e em parceria com Bernardo Mehry, proprietário do estúdio LaDoBê,  Alice assume  a gestão do estúdio onde divide o espaço e as funções com Bernardo, atuando, como engenheira e técnica de gravação, produtora musical, musicista, arranjadora e engenheira de mixagem.</p>
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<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-large"><a href="https://www.companhiadasletras.com.br/livro/9786559211630/o-sequestro-da-independencia?idtag=9574a89e-f004-4536-99a9-de5691cab400&amp;gclid=Cj0KCQjwmdGYBhDRARIsABmSEePxRB5jR3QqPP9SL1G_YdInnIEy-fFHhzaz_ElihSsyvHkUJm2qzekaAnysEALw_wcB"><img loading="lazy" decoding="async" width="576" height="1024" src="https://i0.wp.com/revistatrama.artebodoque.com/wp-content/uploads/2022/09/lilia-publi-1.png?resize=576%2C1024&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-26020" srcset="https://i0.wp.com/revistatrama.artebodoque.com/wp-content/uploads/2022/09/lilia-publi-1.png?resize=576%2C1024&amp;ssl=1 576w, https://i0.wp.com/revistatrama.artebodoque.com/wp-content/uploads/2022/09/lilia-publi-1.png?resize=169%2C300&amp;ssl=1 169w, https://i0.wp.com/revistatrama.artebodoque.com/wp-content/uploads/2022/09/lilia-publi-1.png?resize=768%2C1365&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/revistatrama.artebodoque.com/wp-content/uploads/2022/09/lilia-publi-1.png?resize=864%2C1536&amp;ssl=1 864w, https://i0.wp.com/revistatrama.artebodoque.com/wp-content/uploads/2022/09/lilia-publi-1.png?w=1080&amp;ssl=1 1080w" sizes="(max-width: 576px) 100vw, 576px" data-recalc-dims="1" /></a><figcaption><em>Clique na imagem para mais informações.</em></figcaption></figure></div>



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<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="950" height="331" src="https://i0.wp.com/revistatrama.artebodoque.com/wp-content/uploads/2022/06/ajdhkajshfpng.png?resize=950%2C331&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-23851" srcset="https://i0.wp.com/revistatrama.artebodoque.com/wp-content/uploads/2022/06/ajdhkajshfpng.png?resize=1024%2C357&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/revistatrama.artebodoque.com/wp-content/uploads/2022/06/ajdhkajshfpng.png?resize=300%2C105&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/revistatrama.artebodoque.com/wp-content/uploads/2022/06/ajdhkajshfpng.png?resize=768%2C268&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/revistatrama.artebodoque.com/wp-content/uploads/2022/06/ajdhkajshfpng.png?w=1080&amp;ssl=1 1080w" sizes="(max-width: 950px) 100vw, 950px" data-recalc-dims="1" /></figure>



<p><a href="https://www.instagram.com/beto.martins.bm/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Beto Martins</a> | <a href="https://www.instagram.com/cafe.libertas/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Café Libertas</a> | <a href="https://www.instagram.com/atenabookstore/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Atena Bookstore</a></p>
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<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="950" height="721" src="https://i0.wp.com/revistatrama.artebodoque.com/wp-content/uploads/2022/09/asdasdasd.png?resize=950%2C721&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-26465" srcset="https://i0.wp.com/revistatrama.artebodoque.com/wp-content/uploads/2022/09/asdasdasd.png?resize=1024%2C777&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/revistatrama.artebodoque.com/wp-content/uploads/2022/09/asdasdasd.png?resize=300%2C228&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/revistatrama.artebodoque.com/wp-content/uploads/2022/09/asdasdasd.png?resize=768%2C583&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/revistatrama.artebodoque.com/wp-content/uploads/2022/09/asdasdasd.png?w=1080&amp;ssl=1 1080w" sizes="(max-width: 950px) 100vw, 950px" data-recalc-dims="1" /></figure>



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<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="950" height="721" src="https://i0.wp.com/revistatrama.artebodoque.com/wp-content/uploads/2022/06/anuncie.png?resize=950%2C721&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-23741" srcset="https://i0.wp.com/revistatrama.artebodoque.com/wp-content/uploads/2022/06/anuncie.png?resize=1024%2C777&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/revistatrama.artebodoque.com/wp-content/uploads/2022/06/anuncie.png?resize=300%2C228&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/revistatrama.artebodoque.com/wp-content/uploads/2022/06/anuncie.png?resize=768%2C583&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/revistatrama.artebodoque.com/wp-content/uploads/2022/06/anuncie.png?w=1080&amp;ssl=1 1080w" sizes="(max-width: 950px) 100vw, 950px" data-recalc-dims="1" /></figure>



<h3 class="has-text-align-center has-white-color has-black-background-color has-text-color has-background wp-block-heading">Esse espaço maroto de apoio e fomento à cultura pode mostrar também a sua marca!</h3>



<p>Agora você pode divulgar seus<strong> produtos, marca e eventos</strong> na Trama em todas as publicações! </p>



<p>No plano de parceira <strong>Tramando</strong>, você escolhe entre 01 e 04 edições para ficar em destaque na nossa plataforma, ou seja, todas as publicações das edições publicadas vão trazer a sua marca em destaque nesse espaço aqui, logo após cada texto e exposição . Os valores variam de R$25,00 a R$80,00.</p>



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		<title>Máscara</title>
		<link>https://revistatrama.artebodoque.com/2022/10/02/mascara-2/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 02 Oct 2022 18:22:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ano 004, N 140]]></category>
		<category><![CDATA[artista local]]></category>
		<category><![CDATA[Artistas de Juiz de Fora]]></category>
		<category><![CDATA[juiz de fora]]></category>
		<category><![CDATA[MÚSICA]]></category>
		<category><![CDATA[Rap]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>por: Beto Martins</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>É embalados pelos compassos dos intervalos de sonoridade e silêncio que vivemos os nossos dias, quem nunca se pegou ritmando o barulho que a caneta faz quando utilizada, o grito da criança,ou&nbsp; os passos que nos guiam a lugares onde completaremos nossas obrigações requeridas?</p>



<p>É andando sem necessariamente caminhar que a música nos guia, com certeza por isso, que o dia 1º de outubro foi instituído como o <em>Dia Internacional da Música</em>, em 1975, pelo <em>International Music Council</em>, organização não governamental fundada com o apoio da <em>UNESCO </em>em 1948.</p>



<p>Pela face turva que, primeiramente revelada aos seus compositores, a música instiga a desembaçar e escrever. Canções demonstram a necessidade, revelando de forma poética a epifania.&nbsp;</p>



<p>Hoje a Revista Trama Bodoque reforça o seu compromisso público com a cultura, trazendo aos nossos leitores, Beto Martins, artista da região de Juiz de Fora, para que exponha a sua arte, sendo elas mais do que obra, mas o líquido que melodiando desliza, colocando em funcionamento as engrenagens da vida.</p>



<p></p>



<p></p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe loading="lazy" title="Beto Martins - Máscara [Clipe Oficial]" width="950" height="534" src="https://www.youtube.com/embed/s5raA42D8cc?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe>
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<figure class="wp-block-image size-large is-style-rounded"><img loading="lazy" decoding="async" width="950" height="950" src="https://i0.wp.com/revistatrama.artebodoque.com/wp-content/uploads/2022/10/beto.png?resize=950%2C950&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-26785" srcset="https://i0.wp.com/revistatrama.artebodoque.com/wp-content/uploads/2022/10/beto.png?w=1000&amp;ssl=1 1000w, https://i0.wp.com/revistatrama.artebodoque.com/wp-content/uploads/2022/10/beto.png?resize=300%2C300&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/revistatrama.artebodoque.com/wp-content/uploads/2022/10/beto.png?resize=150%2C150&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/revistatrama.artebodoque.com/wp-content/uploads/2022/10/beto.png?resize=768%2C768&amp;ssl=1 768w" sizes="(max-width: 950px) 100vw, 950px" data-recalc-dims="1" /></figure>
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</div>



<div class="wp-block-column is-vertically-aligned-center is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow" style="flex-basis:66.66%">
<p><strong>Beto Martins</strong>&nbsp;é músico, ilustrador e artista gráfico, fundador do Viana Black Estúdioe host no artecast Bodoque.&nbsp;<a href="https://www.instagram.com/vianablack/">Instagram</a>&nbsp;–&nbsp;<a href="https://www.artstation.com/betomartinsvb">Portfólio</a>.</p>
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		<title>&#8216;OUÇA AQUELA CANÇÃO&#8217;: SOBRE AS DUALIDADES DO AMOR</title>
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		<dc:creator><![CDATA[]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 05 Dec 2021 21:26:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ano 003, N 120]]></category>
		<category><![CDATA[arte]]></category>
		<category><![CDATA[Leticya Bernadete]]></category>
		<category><![CDATA[MÚSICA]]></category>
		<category><![CDATA[Orgulho LGBT+]]></category>
		<category><![CDATA[Pablo Abritta]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>por:  Leticya Bernadete</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Dos poetas aos estudiosos da mente humana, todos dizem: o amor é um sentimento contraditório. É passar por altos e baixos a todo instante e, quando um relacionamento acaba, é tentar esquecer, mas continuar revivendo as memórias; é tentar superar, mas querer estar junto. Toda essa dualidade após o término é traduzida no novo single do cantor e compositor Igor Silveira, “Ouça aquela canção”. Lançada em 26/11, a música traz um dos lados difíceis do amor: a dificuldade de lidar com o processo de desapego.</p>



<p>“É sobre o constrangimento de estar sozinho após um longo período junto com alguém; alguém que se faz presente em cada detalhe do cotidiano e que a memória faz questão de manter vivo. A música narra uma crise, um ponto de vista egoísta e contraditório sobre querer estar sozinho, mas ainda estar conectado àquela pessoa”, explica o artista.</p>



<p>Esta ideia sobre o amor também estará representada no videoclipe de &#8220;Ouça aquela canção&#8221; &#8211; ainda a ser lançado &#8211; de uma maneira irônica, cômica e dramática: Igor performa a música enquanto está em uma banheira cheia de doces. &#8220;Essa ironia está no fato da gente estar fazendo um mal para a gente dentro do ambiente onde deveria estar fazendo bem. É essa vontade de tentar suprir um vazio emocional com algo que é um prazer físico, que seria o prazer da comida.&#8221;</p>



<p><em>Composição em parceria</em></p>



<p>O novo single do cantor faz parte do seu primeiro álbum de estúdio, que será lançado em 2022. A canção foi feita em parceria com seu amigo e também compositor, Pedro Soares (DOM PEDRO), após ambos demonstrarem interesse em trabalhar juntos com criação musical. A colaboração foi concretizada no início da pandemia, quando começaram a escrever a música à distância.</p>



<p>“Eu escrevia a letra dos versos e mandava para o Pedro em áudios, que me respondia com mais uma ideia e eu escrevia o refrão. E, assim, vários áudios voaram para dentro e fora dos nossos celulares num processo de brainstorming e de estruturação das ideias, até concluirmos o que viria a ser a música, de fato”, conta Igor.</p>



<p><em>Inspiração nos anos 2000</em></p>



<p>Para a tristeza dos millennials, o final da década de 1990 e início dos anos 2000 já virou vintage e tem sido revisitado constantemente pela cultura pop. Não apenas a sonoridade musical, mas o clipe de “Ouça aquela canção” trará referências à estética deste período, mas, principalmente, por ter grande influência no trabalho de Igor Silveira como compositor e produtor.</p>



<p>“A música pop dos anos 2000 tem sido, sem dúvida, minha maior influência de composição nos últimos tempos. Não propositalmente, pela volta da estética ao mainstream, mas porque, de fato, é essa a música que foi a trilha sonora da minha infância”, explica o cantor.</p>



<p>A música brasileira também está entre as principais referências musicais de Igor. “Na hora de pensar a produção de ‘Ouça aquela canção’, busquei muita referência no som da música brasileira dos artistas pop da cena atual, que eu acho que têm feito os melhores trabalhos do país hoje em dia, como, por exemplo, Duda Beat, Gilsons, Lagum e Jovem Dionísio. São artistas que mesclam uma estética eletrônica atual com o indie que vem do estrangeiro, sem perder os traços característicos da MPB.”</p>



<p><em>Desafio de composição no Instagram</em></p>



<p>Desde o final de 2020, Igor Silveira mantém um projeto de desafio que reúne composição e parceria com seus seguidores no Instagram (<a href="https://www.instagram.com/igrsilveira/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">@igrsilveira</a>). Semanalmente, o artista pede sugestões de gêneros musicais e palavras para escrever canções. Ao final, elas são publicadas nas redes sociais do cantor. “Foi uma forma que eu encontrei de me conectar com as pessoas que gostam do meu trabalho, e também de ter uma troca artística. É algo que tem me influenciado e tem, de certa forma, me impulsionado a criar.”</p>



<p>Como compositor, Igor vê no desafio um incentivo a escrever e trabalhar com os mais variados gêneros, que vão desde samba, folk, indie, funk, ou mesmo “popzinho axé Duda Beat”, uma das sugestões favoritas que já recebeu. “O que muitos artistas fazem é se deixar guiar pelo momento de inspiração, quando vem uma ideia. Criar uma rotina de trabalho para poder me conectar com minha audiência faz com que eu tenha um compromisso artístico com esse ofício de composição. Eu sinto que, cada vez mais, eu tenho me tornado um compositor melhor, algo que antes eu não conseguia me identificar.”</p>



<p><em>Sobre o artista</em></p>



<p><a href="https://www.flowcode.com/page/igorsilveira" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Igor Silveira</a>&nbsp;é cantor, produtor e compositor de Santos Dumont, Zona da Mata Mineira. Seu primeiro EP, “Sozin”, foi lançado em 2019. Desde então, o artista já produziu diversos singles e, atualmente, trabalha em seu primeiro álbum de estúdio, cujo lançamento está previsto para ocorrer em 2022.</p>



<p>“Ouça aquela canção” já está disponível nas&nbsp;<a rel="noreferrer noopener" href="https://onerpm.link/326962003497" target="_blank">principais plataformas de música</a>&nbsp;e no<a rel="noreferrer noopener" href="https://www.youtube.com/user/IgorCamposSilveira" target="_blank">&nbsp;canal no YouTube</a>&nbsp;do cantor Igor Silveira.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe loading="lazy" title="Igor Silveira - Ouça Aquela Canção" width="950" height="534" src="https://www.youtube.com/embed/1q7qkg6bFHM?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe>
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<p><strong>Leticya Bernadete </strong>é <span>graduada em Jornalismo pela UFJF, já atuou na Secretaria de Comunicação da Prefeitura de Juiz de Fora e foi repórter da Tribuna de Minas. Atualmente, cursa Mestrado em Comunicação pelo Ppgcom-UFJF. É baterista&nbsp;do girl-power-trio Inoutside.</span></p>
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		<title>&#8216;LIVRE PRA SER&#8217;: SOBRE ORGULHO E ACOLHIMENTO</title>
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		<dc:creator><![CDATA[]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 20 Jun 2021 21:27:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ano 003, N 096]]></category>
		<category><![CDATA[Leticya Bernadete]]></category>
		<category><![CDATA[MÚSICA]]></category>
		<category><![CDATA[Orgulho LGBT+]]></category>
		<category><![CDATA[Pablo Abritta]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>por:  Leticya Bernadete</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Em um dos países que mais mata pessoas LGBTQIA+, manifestar orgulho por ser quem é vai além de um ato político: é também um ato de amor e acolhimento a todos que lutam a mesma batalha diária contra o preconceito. Com a proposta de demonstrar a força da comunidade LGBTQIA+ no mês do Orgulho, o cantor e compositor Pablo Abritta lançou seu primeiro single autoral “Livre pra ser” nesta sexta-feira (18). A produção não só homenageia a comunidade, mas conta com a participação de pessoas que a integram, onde diversos convidados compartilharam momentos de amor-próprio e liberdade de ser quem são.</p>



<p>“<em>A ideia da música é trazer esse acolhimento para a comunidade LGBTQIA+, para sentir que pertencemos a um lugar e que não estamos sozinhos; que precisamos de uma construção de afeto entre nós mesmos</em>”, diz Pablo. “<em>É muito importante essa coletividade para criarmos essa imagem amorosa, afetiva e de respeito entre todos nós</em>”.</p>



<p>Na composição, “Livre pra ser” traz referências à movimentos e ativistas que lutaram pela causa LGBTQIA+ e contribuíram para a conquista de direitos ao longo dos últimos anos, como Marsha P. Johnson, Sylvia Rivera e o Harvey Bernard Milk. “<em>É uma música que fala também sobre gratidão, de ter esses ícones como força necessária para continuar lutando. Além do acolhimento, a música também significa força para continuar conquistando novos direitos e cada vez mais viabilizar a nossa existênci</em>a”, afirma o cantor.</p>



<p>A produção ainda traz acessibilidade para pessoas com deficiência auditiva. Todo o videoclipe conta com tradução para Língua Brasileira de Sinais (Libras), realizada pela intérprete Dandara Diniz. “Ela participa do clipe do início ao fim, lendo a música para essas pessoas que também buscam mais visibilidade.”</p>



<p>O projeto foi contemplado pela Lei Aldir Blanc em Minas Gerais, através da Secretaria de Estado de Cultura e Turismo de Minas Gerais e da Secretaria Especial da Cultura do Ministério do Turismo do Governo Federal.</p>



<p><strong><em>Referência de musicais da Broadway</em></strong></p>



<p>Além de cantor e compositor, Pablo Abritta também é designer e ator, sendo integrante do Núcleo Teatral Prisma. Em sua carreira, já atuou em espetáculos musicais e, como fã do gênero, Pablo buscou inspiração em produções da Broadway como “Dear Evan Hansen” e “The Prom” para escrever “Livre pra ser”.</p>



<p>“<em>Para a construção desse trabalho, eu fui essencialmente na base musical que eu considero uma linha muito real para mim, porque foge um pouco desse padrão ‘mágica da Disney’ e, ao mesmo tempo, traz uma realidade muito visceral que eu gosto de trabalhar e de sentir. Essas produções falam muito sobre o real e aproximam as pessoas</em>”, conta. “<em>É uma forma também de tentar mostrar um pouco desse leque, mostrar para as pessoas que tem muita coisa legal que dá para aproveitar dos musicais”. Para os trabalhos futuros, o cantor pretende se voltar a outros gêneros musicais que também são referências, como Pop e MPB. “Acredito que é bacana trazer essas facetas porque as pessoas se identificam de diversas formas.</em>”</p>



<p></p>



<p>“Livre pra ser” já está disponível em todas as plataformas de streaming de música. Assista ao clipe:</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe loading="lazy" title="Pablo Abritta - Livre pra Ser" width="950" height="534" src="https://www.youtube.com/embed/oB9uItLpQE0?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe>
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<p><strong>Leticya Bernadete </strong>é <span>graduada em Jornalismo pela UFJF, já atuou na Secretaria de Comunicação da Prefeitura de Juiz de Fora e foi repórter da Tribuna de Minas. Atualmente, cursa Mestrado em Comunicação pelo Ppgcom-UFJF. É baterista do girl-power-trio Inoutside.</span></p>
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		<title>[PODCAST] Músicas que você tem vergonha de ouvir</title>
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		<dc:creator><![CDATA[]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 20 Jun 2021 21:26:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ano 003, N 096]]></category>
		<category><![CDATA[Trama Podcast]]></category>
		<category><![CDATA[cultura]]></category>
		<category><![CDATA[MÚSICA]]></category>
		<category><![CDATA[PodCast]]></category>
		<category><![CDATA[política]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>por:  Trama Podcast</p>
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<hr class="wp-block-separator" />



<p>Sejam bem-vindas e bem-vindos ao nosso podcast!</p>



<p>No episódio de hoje o Beto, o Diego, o Kariston e o Fred continuam a discussão levantada no nosso programa no YouTube, no canal <a href="https://youtu.be/iTqYMXteRT4">BodoqueTV</a>. O tema é polêmico, mas traz muitas reflexões e boas risadas: afinal, quais músicas você tem vergonha de ouvir? Quais músicas você acha que as pessoas deveriam ter vergonha de ouvir? Siga a <a href="https://www.instagram.com/artebodoque/">Bodoque</a> e o <a href="https://www.instagram.com/solfademusica/">Solfá</a> de música no instagram e nas principais plataformas de streaming!</p>



<p>Então já sabe, coloque os fones de ouvido e boa audição!</p>



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<p>Ouça no Spotify:</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-rich is-provider-spotify wp-block-embed-spotify wp-embed-aspect-21-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
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<div class="wp-block-media-text alignwide is-stacked-on-mobile" style="grid-template-columns:22% auto"><figure class="wp-block-media-text__media"><img loading="lazy" decoding="async" width="950" height="950" src="https://i0.wp.com/tramabodoque.com/wp-content/uploads/2021/12/7172f-podcast.png?resize=950%2C950&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-13420 size-full" srcset="https://i0.wp.com/revistatrama.artebodoque.com/wp-content/uploads/2021/12/7172f-podcast.png?w=1080&amp;ssl=1 1080w, https://i0.wp.com/revistatrama.artebodoque.com/wp-content/uploads/2021/12/7172f-podcast.png?resize=300%2C300&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/revistatrama.artebodoque.com/wp-content/uploads/2021/12/7172f-podcast.png?resize=1024%2C1024&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/revistatrama.artebodoque.com/wp-content/uploads/2021/12/7172f-podcast.png?resize=150%2C150&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/revistatrama.artebodoque.com/wp-content/uploads/2021/12/7172f-podcast.png?resize=768%2C768&amp;ssl=1 768w" sizes="(max-width: 950px) 100vw, 950px" data-recalc-dims="1" /></figure><div class="wp-block-media-text__content">
<p><strong><strong>O ARTECAST Bodoque</strong></strong> é um canal de aprofundamento das discussões levantas aqui na revista Trama. Nosso objetivo é fomentar o pensamento crítico e a valorização do conhecimento da arte e da cultura como ferramentas capazes de promover mudanças de olhar.</p>
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		<title>[PODCAST] MÚSICA E POLÍTICA: O ARTISTA DEVE SE POSICIONAR?</title>
		<link>https://revistatrama.artebodoque.com/2021/06/13/podcast-musica-e-politica-o-artista-deve-se-posicionar/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 13 Jun 2021 21:26:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ano 003, N 095]]></category>
		<category><![CDATA[Trama Podcast]]></category>
		<category><![CDATA[cultura]]></category>
		<category><![CDATA[MÚSICA]]></category>
		<category><![CDATA[PodCast]]></category>
		<category><![CDATA[política]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>por: Artecast Bodoque</p>
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<hr class="wp-block-separator has-css-opacity"/>



<p>Bem-vindas e bem-vindos à mais um episódio do nosso podcast! </p>



<p>No episódio de hoje o Beto, Fred, Kariston e nosso mais novo integrante: Diego Neves Banda, discutem sobre a aproximação entre a música e as movimentações políticas na sociedade. Vale a pena ouvir!</p>



<p>Então já sabe, coloque os fones de ouvido e boa audição!</p>



<div style="height:50px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p>Ouça no Spotify:</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-rich is-provider-spotify wp-block-embed-spotify wp-embed-aspect-21-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
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<p><strong><strong>O ARTECAST Bodoque</strong></strong> é um canal de aprofundamento das discussões levantas aqui na revista Trama. Nosso objetivo é fomentar o pensamento crítico e a valorização do conhecimento da arte e da cultura como ferramentas capazes de promover mudanças de olhar.</p>
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		<title>[CAÇADORA DE HISTÓRIAS] ELZA SOARES: RENASCER PARA VIVER</title>
		<link>https://revistatrama.artebodoque.com/2021/03/09/cacadora-de-historias-elza-soares-renascer-para-viver/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Mar 2021 21:30:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Caçadora de Histórias]]></category>
		<category><![CDATA[Elza Soares]]></category>
		<category><![CDATA[MÚSICA]]></category>
		<category><![CDATA[Resistência Feminina]]></category>
		<category><![CDATA[Victória Vieira]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>por: Victória Vieira</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A gente caminha, um passo após o outro, sem saber bem ao certo onde vai chegar.</p>



<p>Quando olhamos para trás, percebemos que essas pegadas marcadas na terra são escolhas e renúncias que, juntas, formam a vida. Há pegadas do pé nu, sentindo o frescor daquele terreno irrigado pela mata silvestre; há pegadas que pouco aparecem, tamanha a velocidade em que passamos, correndo. Mas sempre haverá marcas. Feridas cicatrizadas. Feridas que ainda sangram.</p>



<p>Tudo isso nos forma enquanto seres humanos. E, na história de hoje, mais precisamente, enquanto mulher, pobre, preta e sonhadora.</p>



<div style="height:20px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<figure class="wp-block-image alignwide size-medium"><img decoding="async" src="https://i0.wp.com/tramabodoque.com/wp-content/uploads/2021/12/10d1d-cacadora1-edited.jpeg?w=950&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-14533" data-recalc-dims="1" /><figcaption>Fonte: Arquivo Nacional</figcaption></figure>



<div style="height:20px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p>Elza Gomes da Conceição, por mim e por ti mais conhecida como Elza Soares: uma mulher de pegadas fortes. Uma mulher-fênix. Cantora, compositora, voz de muitas mulheres invisibilizadas pela cortina de desigualdade da sociedade brasileira.</p>



<p>Em 1999, Elza foi eleita a Cantora Brasileira do Milênio pela Rádio BBC de Londres; mas sua vida nem sempre foi repleta de reconhecimento e prestígio.</p>



<p>Nasceu no Rio de Janeiro, em 1930, a uma família muito humilde, de dez irmãos na favela da Moça Bonita (Vila Vintém), no&nbsp;bairro&nbsp;de&nbsp;Padre Miguel. Ainda pequena, se mudou para um&nbsp;cortiço&nbsp;no bairro da&nbsp;Água Santa, onde foi criada. Na infância, brincava na rua, soltava pipa, piões de madeira, e brigava muito com os meninos. Era uma vida&nbsp;pobre, mas feliz para uma criança, apesar de ter que ajudar a mãe nos serviços domésticos, levando latas d&#8217;água na cabeça.</p>



<p>Mais tarde, por volta de seus 13 anos de idade, foi obrigada a se casar com Lourdes Antônio Soares, um amigo do seu pai conhecido como Alaordes, que havia tentado abusar de Elza. (O pai acreditava que &#8220;a honra da filha só estaria restaurada com o casamento&#8221;). Elza sofreu muito neste matrimônio forçado por conta da&nbsp;violência doméstica&nbsp;e&nbsp;sexual que constantemente sofria. Um ano mais tarde, deu à luz seu primeiro filho.</p>



<p>Quando completou quinze anos, Elza passou por outro grande trauma: seu segundo filho morreu de&nbsp;fome. Com o marido&nbsp;tuberculoso, passou a trabalhar como encaixotadora e conferente na&nbsp;fábrica&nbsp;de&nbsp;sabão&nbsp;Véritas, no&nbsp;Engenho de Dentro. Também trabalhou em um manicômio, o Instituto Municipal Nise da Silveira (atual&nbsp;Museu de Imagens do Inconsciente), onde conseguia um salário e um bocado de comida que furtava pouco antes do local ser fechado e os funcionários voltarem para casa.<br>Com a recuperação do marido, um ano depois, Elza foi proibida de trabalhar fora e voltou a servir ao lar.<br>Aos dezoito anos, oficializou seu casamento, passando a assinar Elza da Conceição Soares &#8211; que viria a ser seu sobrenome artístico &#8211; e aos vinte e um, ficou&nbsp;viúva, pois o marido teve uma nova tuberculose e não resistiu.</p>



<p>No ano de 1950, sua filha recém nascida, Dilma, foi&nbsp;sequestrada pelo casal que tomava conta da menina enquanto Elza trabalhava. Durante 30 anos, Elza sofreu a ausência de informações sobre o paradeiro da filha. Sempre angustiada e triste, somente reencontrou a filha já adulta, que não sabia de nada. Com o tempo, se aceitaram como mãe e filha. Como o crime prescreveu, o casal não foi preso e, mesmo sentindo tanta revolta e dor, Elza perdoou os sequestradores de sua filha, já que a criaram da melhor forma possível.</p>



<p>Mais tarde, em 1962, conheceu Garrincha e iniciaram um romance enquanto ele era casado. Passado um ano, ela pediu que ele tomasse uma decisão: Ou a assumiria, ou tudo estaria terminado. Garrincha escolheu Elza.</p>



<p>Iniciaram sua vida juntos, e, quando a esposa anterior de Garrincha faleceu, Elza decidiu adotar as seis filhas do jogador &#8211;  que passaram a morar com ela, Garrincha e seus filhos. Elza engravida e, em&nbsp;9 de julho&nbsp;de&nbsp;1976, nasce Manoel Francisco dos Santos Júnior, apelidado de Garrinchinha &#8211; que, nove anos depois, faleceu fatalmente em um acidente de carro.</p>



<p>Ao todo, seu corpo gerou oito filhos, todos nascidos de&nbsp;parto normal, no Rio de Janeiro. Seus dois primeiros filhos, meninos, que não tinham nome pois não foram registrados, morreram recém-nascidos com poucas semanas de vida, devido à desnutrição. E então, João Carlos, Gerson (que precisou entregar para adoção por falta de condições para criá-lo), Gilson (morto em 2015, aos 59 anos), Dilma (sequestrada em 1950, e reencontrada somente em 1980), Sara e &#8220;Garrinchinha&#8221;.</p>



<p>Depois de tantas doenças, dores e perdas, Elza Soares deu a seguinte declaração:</p>



<p class="has-text-align-center"><em>&#8220;A única coisa do passado que ainda me machuca é a perda dos meus quatro filhos. O resto, tiro de letra. Mas filho é uma ferida aberta que não cicatriza. Estará sempre presente.&#8221;</em></p>



<div style="height:20px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<figure class="wp-block-image alignwide size-large"><img decoding="async" src="https://i0.wp.com/tramabodoque.com/wp-content/uploads/2021/12/3797e-cacadora2-1.jpeg?w=950&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-14538" data-recalc-dims="1" /><figcaption>Fonte: Arquivo Nacional</figcaption></figure>



<div style="height:20px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p>Elza buscou conforto no ilusório submundo dos remédios controlados e drogas, enfrentou problemas graves de saúde e se recuperou de todas essas enfermidades.</p>



<p>Começou cantando na rádio e sua voz carregada de autenticidade e de uma dor que inspirava vontade de viver, desabrochou pela América Latina e mundo afora. Elza gravou mais de 30 discos e levou para casa dezenas de prêmios nacionais e internacionais.</p>



<div style="height:20px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<figure class="wp-block-image alignwide size-large"><img decoding="async" src="https://i0.wp.com/tramabodoque.com/wp-content/uploads/2021/12/d0a9e-cacadora3.jpeg?w=950&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-14540" data-recalc-dims="1" /><figcaption>Fonte: Twitter</figcaption></figure>



<div style="height:20px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p>A gente não pode romantizar a história e jornada de Elza. </p>



<p>Foi difícil. Foi duro. Foi, muitas vezes, desumano. Mas Elza é a prova viva, florescida e cantante de que as adversidades vêm e a gente consegue superar.</p>



<p>Elza. Frida.</p>



<p>Maria. Francisca. Ordália. Regina.</p>



<p>Eu, tu.</p>



<p>Nossas histórias se costuram e se encontram, sempre, em algum ponto.</p>



<p>Falar de mulheres e suas potencialidades, falar de mulheres pretas e sua luta, falar de empatia é uma prática diária da minha vida, da Trama e desejo que da tua também. Mas trago Elza, nessa terça-feira pós &#8220;Dia Internacional da Mulher&#8221; pra te lembrar do que nunca pode ser esquecido.</p>



<div style="height:50px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<hr class="wp-block-separator" />



<p>Queridas e queridos leitores!</p>



<p>Aqui, quem te escreve é Victória: Escritora, idealizadora do projeto Caçadora de Histórias e colunista da Revista TRAMA.</p>



<p>Começamos esse ano cheio de páginas em branco escrevendo a nossa e trazendo a coluna de maneira ainda especial, porém renovada. Aqui conecto minhas palavras com a arte que a revista respira e traremos, quinzenalmente, histórias de artistas de todos os vieses como literatura, música, cinema,<br>dança e muitos outros, ajudando a reforçar e relembrar o quanto somos bordados e perfumados por toda essa pluralidade.<br><br>Com carinho, esperança e muita fé,<br>Victória Vieira</p>



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<div class="wp-block-media-text alignwide is-stacked-on-mobile" style="grid-template-columns:22% auto"><figure class="wp-block-media-text__media"><img decoding="async" src="https://i0.wp.com/tramabodoque.com/wp-content/uploads/2021/12/53a4f-victoria-vieira.png?w=950&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-15537 size-full" data-recalc-dims="1" /></figure><div class="wp-block-media-text__content">
<p><strong><strong><strong><strong><strong>Victória Vieira</strong> </strong></strong></strong></strong>é escritora e idealizadora do projeto Caçadora de Histórias. Caçando e ouvindo histórias, vou escrevendo a tua com minhas palavras e te ajudando a ter um novo olhar sobre ela. Siga o projeto no <a href="http://instagram.com/cacadora.de.historias">Instagram</a>.</p>
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		<title>[CAÇADORA DE HISTÓRIAS] RAFAEL DURÉ: A MELODIA DE UM SONHO</title>
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		<dc:creator><![CDATA[]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Feb 2021 21:30:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Caçadora de Histórias]]></category>
		<category><![CDATA[MÚSICA]]></category>
		<category><![CDATA[Percursão]]></category>
		<category><![CDATA[Rafael Duré]]></category>
		<category><![CDATA[Victória Vieira]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>por: Victória Vieira</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<div class="wp-block-columns is-layout-flex wp-container-core-columns-is-layout-10 wp-block-columns-is-layout-flex">
<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow">
<p>A música nos chama e nos transporta para lugares que se aproximam da magia.</p>



<p>Nos primórdios da humanidade, nossos ancestrais descobriram que, quando batiam um objeto no outro, produziam sons. O vento quando balança as copas das árvores, as cigarras que anunciam o verão, os tocos de madeira que serviam para o fogo da noite, quando deixados cair no chão: Sons.</p>



<p>Com o passar do tempo, os povos e tribos foram aperfeiçoando esses barulhos e colocando melodia, servindo de trilha para as rodas de mulheres, quando um bebê chegava a aldeia ou até para louvar os deuses.</p>



<p>A música nos leva para outros lugares emocionais, espirituais e físicos. Ela nos é companheira, curandeira e abre caminhos. Quando ela nasce de instrumentos que se assemelham às batidas do coração, então, o que sobra? Dançar nesse ritmo.</p>
</div>



<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow">
<p>La música nos llama y nos transporta a lugares que se acercan a la magia.</p>



<p>En los primeros días de la humanidad, nuestros antepasados ​​descubrieron que cuando golpeaban un objeto con otro, producían sonidos.<br>El viento cuando sacude las copas de los árboles, las cigarras que anuncian el verano, los tocones de madera que se utilizaron para el fuego de la noche, al caer al suelo: Sonidos.</p>



<p>Los pueblos y tribus con el tiempo mejoraron estos ruidos y agregaron melodía, sirviendo como compañeras para los círculos de mujeres, cuando llegaba un bebé al pueblo o incluso para alabar a los dioses.</p>



<p>La música nos lleva a otros lugares emocionales, espirituales y físicos. Es compañera, sanadora y abre caminos. Cuando nace de instrumentos que se asemejan a los latidos del corazón, ¿qué queda entonces? Bailar a ese ritmo.</p>
</div>
</div>



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<figure class="wp-block-image alignwide size-large"><img decoding="async" src="https://i0.wp.com/tramabodoque.com/wp-content/uploads/2021/12/adffc-dsc_6119-2.jpg?w=950&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-14259" data-recalc-dims="1" /><figcaption>Rafael Duré</figcaption></figure>



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<div class="wp-block-columns is-layout-flex wp-container-core-columns-is-layout-11 wp-block-columns-is-layout-flex">
<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow">
<p>Hoje trago pra vocês a primeira história de alguém de fora do Brasil. Rafael Duré é da nossa querida vizinha Argentina, tem 24 anos e nasceu na pequena cidade de Nogoyá, uma província de Entre Rios, nordeste do país.</p>



<p>Quando pequeno, sentiu um despertar em relação a música e mais especificamente, aos instrumentos de percussão. Não tinha ninguém na família ou amigos que fossem desse universo. Mas seus pais vendo que seus olhos brilhavam quando falava na bateria, tentaram encontrar alguém que pudesse ensiná-lo.</p>



<p>Acontece que no povoado não existiam professores nem classes que pudessem orientar Rafael nessa jornada. Depois de muito tentar, encontraram uma pessoa que tocava bateria como hobby e aceitou Rafa como &#8220;aluno&#8221;. Isso mesmo, entre aspas porque essa pessoa não tinha a didática, o olhar de ensinar, simplesmente tocava e foi a partir da observação que o pequeno sonhador pegou nas baquetas pela primeira vez.<br>Foi crescendo e sem nunca deixar de ter os olhos no horizonte, nas possibilidades se se tornar músico e viver dessa arte.</p>



<p>Atualmente, com muita firmeza e orgulho se define como músico, baterista e percussionista sinfônico. Está terminando os estudos como Graduado em Música com orientação em percussão pela Universidad Nacional del Litoral e já trabalha como professor na Orquestra Juvenil do Bicentenário da cidade de Reconquista, tendo também trabalhos independentes como músico de sessão e alternativo na Orquestra Sinfônica de Santa Fé, cidade onde vive agora.</p>



<p>Rafael Duré é músico desde que aterrissou nesse mundo. Sua vista desembaçou na infância e desde então corre atrás desse sonho com os olhos cravados num horizonte limpo e terno. Tem perspectiva, acredita que a música é o que dá movimento á vida e trabalha duro para que possa dar a mão à crianças e jovens que como ele pensam que está longe demais, inalcançável demais. Mas, para começar, é preciso dar o corajoso e inseguro primeiro passo. Depois a caminhada fica melhor, mais possível.</p>
</div>



<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow">
<p>Hoy les traigo la primera historia de alguien de fuera de Brasil. Rafael Duré es de nuestra querida vecina Argentina, tiene 24 años y nació en la pequeña localidad de Nogoyá, provincia de Entre Ríos, en el noreste del país.</p>



<p>Cuando pequeño, sintió un despertar en relación a la música y más específicamente, a los instrumentos de percusión. No había nadie en la familia o amigos que fueran de este universo. Pero sus padres, al ver que sus ojos brillaban cuando hablaba de la batería, intentaron encontrar a alguien que pudiera enseñarle.</p>



<p>Resulta que en el pueblo no había maestros ni clases que pudieran guiar a Rafael en este viaje. Después de muchos intentos, encontraron a una persona que tocaba la batería como hobby y aceptó a Rafa como &#8220;estudiante&#8221;. Así es, entre comillas, porque esa persona no tenía la didáctica, la mirada de enseñar, solo se tocaba y fue de la observación que el pequeño soñador tomó los palos por primera vez.<br>Creció y nunca perdió de vista el horizonte, las posibilidades de convertirse en músico y vivir de este arte.</p>



<p>Actualmente, con gran firmeza y orgullo, se define como músico, baterista y percusionista sinfónico. Está terminando sus estudios de Licenciado en Música con orientación en percusión en la Universidad Nacional del Litoral y ya se desempeña como docente en la Orquesta Juvenil del Bicentenario de la ciudad de Reconquista, teniendo además trabajo independiente como músico de sesión y alternativo en la Orquesta Sinfónica de Santa Fe, ciudad donde vives ahora.</p>



<p>Rafael Duré es músico desde que aterrizó en ese mundo. Su vista se desvaneció en la infancia y desde entonces persigue ese sueño con la mirada fija en un horizonte limpio y tierno. Tiene perspectiva, cree que la música es lo que da movimiento a la vida y trabaja duro para poder echar una mano a los niños y jóvenes que, como él una vez pensó, que todo esto es demasiado lejos, demasiado inalcanzable. Pero, para empezar, hay que dar el primer paso valiente e inseguro.<br>Entonces la caminata mejora, es más posible.<br></p>
</div>
</div>



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<div class="wp-block-jetpack-tiled-gallery aligncenter is-style-rectangular"><div class="tiled-gallery__gallery"><div class="tiled-gallery__row"><div class="tiled-gallery__col" style="flex-basis:47.218253314343%"><figure class="tiled-gallery__item"><img decoding="async" srcset="https://i0.wp.com/tramabodoque.com/wp-content/uploads/2021/02/7db95-dsc_6041-1.jpg?w=950?strip=info&#038;w=600 600w,https://i0.wp.com/tramabodoque.com/wp-content/uploads/2021/02/7db95-dsc_6041-1.jpg?w=950?strip=info&#038;w=900 900w,https://i0.wp.com/tramabodoque.com/wp-content/uploads/2021/02/7db95-dsc_6041-1.jpg?w=950?strip=info&#038;w=1200 1200w,https://i0.wp.com/tramabodoque.com/wp-content/uploads/2021/02/7db95-dsc_6041-1.jpg?w=950?strip=info&#038;w=1500 1500w,https://i0.wp.com/tramabodoque.com/wp-content/uploads/2021/02/7db95-dsc_6041-1.jpg?w=950?strip=info&#038;w=1800 1800w,https://i0.wp.com/tramabodoque.com/wp-content/uploads/2021/02/7db95-dsc_6041-1.jpg?w=950?strip=info&#038;w=2000 2000w" alt="" data-height="4898" data-id="14258" data-link="https://atomic-temporary-162935141.wpcomstaging.com/?attachment_id=14258" data-url="https://tramabodoque.com/wp-content/uploads/2021/12/f4132-dsc_6041-1.jpg" data-width="3265" src="https://i0.wp.com/tramabodoque.com/wp-content/uploads/2021/02/7db95-dsc_6041-1.jpg?w=950" data-amp-layout="responsive" data-recalc-dims="1" /></figure></div><div class="tiled-gallery__col" style="flex-basis:52.781746685657%"><figure class="tiled-gallery__item"><img decoding="async" srcset="https://i0.wp.com/tramabodoque.com/wp-content/uploads/2021/02/f6881-26283426_145148082812906_5029323321120915456_n1.jpg?w=950?strip=info&#038;w=600 600w,https://i0.wp.com/tramabodoque.com/wp-content/uploads/2021/02/f6881-26283426_145148082812906_5029323321120915456_n1.jpg?w=950?strip=info&#038;w=900 900w" alt="" data-height="600" data-id="14260" data-link="https://atomic-temporary-162935141.wpcomstaging.com/?attachment_id=14260" data-url="https://tramabodoque.com/wp-content/uploads/2021/12/d6b62-26283426_145148082812906_5029323321120915456_n1.jpg" data-width="900" src="https://i0.wp.com/tramabodoque.com/wp-content/uploads/2021/02/f6881-26283426_145148082812906_5029323321120915456_n1.jpg?w=950" data-amp-layout="responsive" data-recalc-dims="1" /></figure><figure class="tiled-gallery__item"><img decoding="async" srcset="https://i0.wp.com/tramabodoque.com/wp-content/uploads/2021/02/b6f3d-img_7432-01.jpg?w=950?strip=info&#038;w=600 600w,https://i0.wp.com/tramabodoque.com/wp-content/uploads/2021/02/b6f3d-img_7432-01.jpg?w=950?strip=info&#038;w=900 900w,https://i0.wp.com/tramabodoque.com/wp-content/uploads/2021/02/b6f3d-img_7432-01.jpg?w=950?strip=info&#038;w=1200 1200w,https://i0.wp.com/tramabodoque.com/wp-content/uploads/2021/02/b6f3d-img_7432-01.jpg?w=950?strip=info&#038;w=1500 1500w,https://i0.wp.com/tramabodoque.com/wp-content/uploads/2021/02/b6f3d-img_7432-01.jpg?w=950?strip=info&#038;w=1800 1800w,https://i0.wp.com/tramabodoque.com/wp-content/uploads/2021/02/b6f3d-img_7432-01.jpg?w=950?strip=info&#038;w=2000 2000w" alt="" data-height="3265" data-id="14263" data-link="https://atomic-temporary-162935141.wpcomstaging.com/?attachment_id=14263" data-url="https://tramabodoque.com/wp-content/uploads/2021/12/ab57b-img_7432-01.jpg" data-width="4898" src="https://i0.wp.com/tramabodoque.com/wp-content/uploads/2021/02/b6f3d-img_7432-01.jpg?w=950" data-amp-layout="responsive" data-recalc-dims="1" /></figure></div></div></div></div>



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<div class="wp-block-columns is-layout-flex wp-container-core-columns-is-layout-12 wp-block-columns-is-layout-flex">
<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow">
<p>Tive a oportunidade de conversar e também entrevistá-lo.</p>



<p>Que tal preparar um café, chá ou mate e nos acompanhar nessa inspiradora entrevista?</p>



<p><strong>1) Quando sentiu o despertar com a música pela primeira ve?</strong></p>



<p>&nbsp;<em>Meu despertar para a música foi um pouco estranho e aconteceu de forma espontânea.&nbsp; Em minha família não há histórico de músicos, porém, meu pai durante toda a vida foi um amador, ouvia música o tempo todo, de qualquer estilo, época e lugar, então, desde pequeno tive contato constante com diferentes gêneros musicais.</em><br></p>



<p><em>Lembro do dia em que meu interesse em tocar um instrumento começou.&nbsp; Tinha 11 anos estava no meu quarto fazendo a lição de casa quando de repente, como se fosse de uma mensagem do universo, a ideia de começar a tocar bateria passa pela minha cabeça.&nbsp; Foi muito estranho porque nunca tive contato com nenhum instrumento musical, nem sabia do que se tratava tudo isso e na verdade minha cidade natal é tão pequena que era quase impossível ouvir música ao vivo, por exemplo. Daquele dia em diante conversei com meus pais e eles começaram a tentar descobrir professores de música para aulas particulares. Foi quando nos deparamos com um pequeno grande problema&#8230; Como já mencionei, Nogoyá é uma cidade tão pequena que até hoje não existem professores treinados para ensinar qualquer instrumento.&nbsp; Se alguma pessoa em Nogoyá deseja aprender música deve fazer de maneira auto-didata ou, na falta disso, &nbsp;viajar para outra cidade para conseguir um professor.&nbsp;</em></p>



<p><em>Isso foi muito desanimador para mim, porém meus pais não desistiram e continuaram procurando.&nbsp; Depois de um tempo,&nbsp; encontraram uma pessoa que tocava bateria como hobby e contaram a ele sobre minha situação. O rapaz acabou concordando em ser meu professor.&nbsp; Assim foram minhas primeiras aulas de instrumentos aos 11 anos.&nbsp; A metodologia de ensino era baseada na imitação e observação já que meu novo professor não sabia nada sobre teoria ou técnica musical instrumental.&nbsp; As aulas foram desenvolvidas da seguinte forma: Meu professor sentou na bateria, tocou um certo ritmo, eu vi, ouvi, tentei analisar todos os hits e aí sentava e tentava reproduzir a mesma coisa.&nbsp; Não é de forma alguma o melhor método de ensino para aprender a tocar um instrumento, mas foi a única chance que tive na época.&nbsp; Lembro ainda da primeira aula, a primeira vez que peguei algumas baquetas e sentei com a bateria. Desde aquele dia soube que queria dedicar minha vida inteira a isso e pela primeira vez encontrei algo em que queria me aperfeiçoar até ficar muito bom.&nbsp; Era obviamente um caminho muito difícil, limitado em tudo por morar num município do interior do país, longe de tantas possibilidades ou benefícios que são encontrados nas cidades grandes.</em><br></p>



<p><em>Quando terminei meus estudos secundários, decidi continuar meu caminho musical, mas de</em> <em>maneira profissional. Me mudei para uma cidade muito maior e comecei a estudar na</em> <em>universidade, cercado de professores e colegas incríveis e muito talentosos, com os quais continuo aprendendo dia após dia.</em><br></p>



<p><strong>2) Quem é o Rafa quando está com as baquetas?</strong></p>



<p><em>Todas as pessoas têm algo nesta vida que as liberta, que as faz sentir inteiras, no meu caso é a bateria. Com as baquetas nas mãos me sinto realmente feliz e tudo que se passa fora daquele momento, não importa. Sentar para estudar meu instrumento, dar aulas e tocar ao vivo com amigos e colegas é sem dúvida minha razão de viver e desfrutar minha estadia neste mundo é o alimento da minha alma.</em></p>



<p><br><strong>3) O que diria para ti mesmo em 10 anos?</strong></p>



<p><em>Normalmente tenho uma vida muito agitada.&nbsp; Ser um artista independente na América Latina não é nada fácil. Definitivamente, o que diria em 10 anos é que eu deveria ter vivido todo esse tempo um pouco mais relaxado, curtindo cada momento com mais detalhes.&nbsp; É algo que estou ciente e sei que devo melhorar, mas infelizmente a situação atual não permite.&nbsp; Muitas vezes lamento viver tão rápido, dormir pouco e trabalhar muito, mas os sonhos se realizam assim,</em> <em>trabalhando duro, certo?</em></p>



<p><br><strong>4) O que é a música pra ti?</strong></p>



<p><em>&nbsp;A música representa inúmeras coisas para mim, considero-a como um membro da família, como amiga, companheira, como namorada e até às vezes, como minha inimiga e minha maldição (risos).&nbsp; A música me trouxe momentos inesquecíveis, de felicidade eterna e também me proporcionou momentos de grande frustração.&nbsp; Seja como for, ela está sempre presente acompanhando cada momento de solidão ou companhia, tristeza ou felicidade.&nbsp; A vida sem música seria realmente um erro e algo difícil de imaginar.&nbsp; Aprecio ser capaz de vibrar e sentir a música do jeito que eu faço e sou totalmente grato a ela por sua companhia eterna.</em><br></p>



<p><strong>5) Que marca tu queres deixar nas pessoas que ouvem teu trabalho e vão aos shows?&nbsp; No</strong> <strong>que a pandemia te afetou?</strong></p>



<p><em>Como músico, meu principal objetivo é transmitir ao público toda a incrível energia que é sentida quando está você está fazendo e desfrutando daquilo que o apaixona, tentando, por sua vez, contribuir com o melhor de mim para dar uma boa interpretação.&nbsp; Não é uma tarefa fácil, mas quando os músicos e o público podem vibrar na mesma melodia, sensações incríveis e únicas são geradas, e por isso se espera o dia do próximo concerto.&nbsp; É muito gratificante quando as pessoas aproveitam seu trabalho, pois há muito esforço, comprometimento e disciplina em cada etapa e é por isso que o apoio e reconhecimento do público é a maior recompensa que podemos ter, pelo menos eu acho que sim, sendo esse um dos motivos que me impulsiona a continuar com o que faço e progredir dia após dia.</em><br></p>



<p><em>&nbsp;Sobre a pandemia, é fato que afetou músicos e artistas em geral de muitas maneiras, especialmente em países da América Latina onde mesmo sem uma pandemia é muito difícil sobreviver no dia a dia independentemente.</em></p>



<p><em>Pessoalmente, ter ficado longe das apresentações mais importantes ao vivo com o público.&nbsp; Foi muito difícil ficar tanto tempo sem poder brincar com meus colegas e sem conseguir subir num palco por cerca de um ano. No entanto, considero que você tem que olhar para o copo meio cheio. Neste tempo de isolamento, todas as pessoas experimentaram uma mudança pessoal de uma forma ou de outra. No meu caso, foi um momento de repensar muitas coisas, mas acima de tudo amadurecer de muitas maneiras pessoais.&nbsp; Artisticamente, apesar de sofrer de maneira econômica e criativa, aproveitei o tempo extra que tive para estudar com mais intensidade e, por sua vez, completar muitos objetivos pendentes que antes da pandemia não poderia executar devido à falta de tempo.&nbsp; Comecei a me especializar em muitas outras atividades que também me interessam, muitas delas até complementam meu trabalho como músico profissional. </em><em>Embora tudo o que está acontecendo no mundo não seja uma coisa boa, eu aprecio e valorizo tudo que 2020 me deu e contribuiu para a minha vida, sem dúvida um ano diferente e único, impossível de esquecer</em></p>
</div>



<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow">
<p>Tuve la oportunidad de charlar y también entrevistarlo.</p>



<p>¿Qué tal prepararnos un café, té o mate y acompañarnos en esta inspiradora entrevista?</p>



<p><strong>1) ¿Cuándo sentiste el despertar con la música?</strong></p>



<p><em>Mi despertar con la música fue un tanto extraño y ocurrió de manera espontanea. En mi pequeña familia no hay antecedentes de músicos, sin embargo, mi padre toda su vida fue aficionado a escuchar música todo el tiempo, de cualquier estilo, época y lugar, por lo tanto, desde que soy pequeño estuve en contacto de forma continua con diferentes géneros musicales.</em></p>



<p><em>Recuerdo el día que comenzó mi interés por tocar un instrumento. Tenia 11 años y me encontraba en mi habitación haciendo tarea de la escuela cuando de repente, como si de un mensaje del universo se tratase, se me cruza por la cabeza la idea de comenzar a tocar la batería. Fue muy<br>raro porque nunca tuve contacto con ningún instrumento musical, ni si quiera sabia de que se trataba todo eso, de hecho mi pueblo natal es tan pequeño que era casi imposible escuchar música en vivo. A partir de ese día hable con mis padres y ellos comenzaron a averiguar por profesores particulares de música. Fue entonces cuando nos topamos con un pequeño gran problema. Como mencioné anteriormente, Nogoyá es un pueblo tan pequeño que incluso hasta el día de hoy no<br>existen profesores capacitados para enseñar ningún instrumento. Si alguna persona en Nogoyá desea aprender música debe hacerlo de manera autodidacta o en su defecto, viajar a una ciudad más grande para conseguir un profesor.</em></p>



<p><em>Esto fue muy desalentador para mi, sin embargo, mis padres no se rindieron y continuaron buscando. Pasado un tiempo, se toparon con una persona que tocaba la bateria como hobby, le comentaron mi situación y él accedió a ser mi profesor. De esa manera comencé mis primeras clases de instrumento a los 11 años. La metodología de enseñanza se basaba en la imitación puesto que mi nuevo profesor no sabía nada sobre teoría musical ni técnica instrumental. Las clases se desarrollaban de la siguiente manera: mi maestro se sentaba en la batería y tocaba un ritmo determinado, yo lo veía, lo escuchaba, trataba de analizar todos los golpes y luego me sentaba e intentaba reproducir lo mismo. No es para nada el mejor método de enseñanza para<br>aprender a tocar un instrumento, pero era la única posibilidad que tenía en ese momento. Recuerdo aún mi primera clase, la primera vez que agarre unos palillos y me senté con los tambores. Desde<br>ese día sabía que me quería dedicar a eso toda mi vida. Por primer vez encontraba algo en lo que quería perfeccionar hasta ser muy bueno. Obviamente fue un camino muy difícil, limitado sobre todo por vivir en un pueblo del interior del país, alejado de muchas posibilidades o beneficios que se encuentran en las ciudades.</em></p>



<p><em>Cuando terminé mis estudios secundarios decidí continuar mi camino musical pero de manera profesional. Me mude a un ciudad mucho más grande y comencé a estudiar en la universidad, rodeándome de profesores y compañeros increíbles y muy talentosos, de los cuales sigo aprendiendo día a día.</em></p>



<p><strong>2) ¿Quién eres cuando tiene las batutas/palos en la mano?</strong></p>



<p><em>Todas las personas tienen algo en esta vida que los libera, que los hace sentir completos, en mi caso son los tambores. Con los palillos en la mano soy realmente feliz, todo lo que pasa por fuera de ese momento, de ese instante, no importa. Sentarme a estudiar mi instrumento, dar clases y tocar en vivo con amigos y colegas es sin dudas mi razón para vivir y disfrutar de mi estadía en este mundo es el alimento de mi alma.</em></p>



<p><strong>3) ¿Qué dirías a ti mismo en 10 años?</strong></p>



<p><em>Por lo general tengo una vida muy agitada. Ser artista independiente en Latinoamérica no es nada fácil. Definitivamente lo que me diría en 10 años es que debería haber vivido toda esta época un poco más relajado, disfrutando con mas detalle cada momento. Es algo de lo cual soy consciente y se que debo mejorar, pero lamentablemente la situación actual no me lo permite. Muchas veces lamento vivir tan rápido, dormir poco y trabajar mucho, pero los sueños se alcanzan de esa manera, trabajando duro, no?</em></p>



<p><strong>4) ¿Qué es la música para ti?</strong></p>



<p><em>La música para mi representa infinidad de cosas, la considero como un miembro de mi familia, como una amiga, compañera, como una novia e incluso por momentos, como mi enemiga y mi maldición (jaja). La música me ha traído momentos inolvidables, de eterna felicidad, como así también me ha regalado momentos de grandes frustraciones. Sea como sea, ella siempre esta presente acompañando cada momento de soledad o de compañía, de tristeza o de felicidad. La vida sin música realmente seria un error y algo difícil de imaginar. Agradezco poder vibrar y sentir la música de la manera en que lo hago y le estoy completamente agradecido por su eterna compañia.</em></p>



<p><strong>5) ¿Qué marca quieres dejar en las personas que escuchan tu trabajo y que van a los conciertos? En qué te afectó a la pandemia?</strong></p>



<p><em>Como músico, mi principal objetivo es trasmitir al público toda la energía increíble que se siente cuando estas haciendo y disfrutando lo que te apasiona , tratando a su vez de aportar lo mejor de mí para brindar una buena interpretación. No es tarea fácil pero cuando los músicos y el publico podemos vibrar en la misma sintonía, se generan sensaciones increíbles y únicas, razón por la cual<br>uno espera con ansias que llegue el día del próximo concierto. Es muy gratificante cuando la gente disfruta de tu trabajo ya que hay mucho esfuerzo, compromiso y disciplina en cada paso que da un artista, por eso el apoyo y el reconocimiento del público es la recompensa más grande que nosotros podemos tener, por lo menos eso creo yo, siendo este uno de los motivos que me impulsan a continuar con lo que hago y a progresar día tras día.</em></p>



<p><em>La pandemia afecto de muchisimas formas a los músicos y artistas en general, sobre todo en los países de Latinoamérica donde incluso sin pandemia es muy difícil sobrevivir el día a día de manera independiente.</em></p>



<p><em>Personalmente me alejo de lo más importante, las presentaciones en vivo con público. Fue muy duro estar tanto tiempo sin poder tocar con mis colegas y sin poder subir a un escenario por aproximadamente un año, sin embargo, considero que hay que mirar el vaso medio lleno. En este tiempo de aislamiento todas las personas experimentaron un cambio personal de una u otra manera. En mi caso, fue una época de replantearme muchas cosas, pero sobre todo de madurar en muchos aspectos personales. Artísticamente pese a que se sufrió de diversas maneras tanto económicas como creativas, aproveché el tiempo extra que tenía para estudiar con mayor intensidad y a su vez para completar muchos objetivos pendientes que antes de la pandemia no podía realizar por falta de tiempo. Comencé a especializarme en muchas otras actividades que también son de mi interés, muchas de ellas incluso complementan mi trabajo como músico profesional. Si bien no es algo bueno todo lo que esta pasando en el mundo, agradezco y valoro todo lo que me regalo y aportó el 2020 a mi vida, sin dudas un año diferente y único, imposible de olvidar.</em></p>
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<p>Queridas e queridos leitores!</p>



<p>Aqui, quem te escreve é Victória: Escritora, idealizadora do projeto Caçadora de Histórias e colunista da Revista TRAMA.</p>



<p>Começamos esse ano cheio de páginas em branco escrevendo a nossa e trazendo a coluna de maneira ainda especial, porém renovada. Aqui conecto minhas palavras com a arte que a revista respira e traremos, quinzenalmente, histórias de artistas de todos os vieses como literatura, música, cinema,<br>dança e muitos outros, ajudando a reforçar e relembrar o quanto somos bordados e perfumados por toda essa pluralidade.<br><br>Com carinho, esperança e muita fé,<br>Victória Vieira</p>



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<div class="wp-block-media-text alignwide is-stacked-on-mobile" style="grid-template-columns:22% auto"><figure class="wp-block-media-text__media"><img decoding="async" src="https://i0.wp.com/tramabodoque.com/wp-content/uploads/2021/12/53a4f-victoria-vieira.png?w=950&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-15537 size-full" data-recalc-dims="1" /></figure><div class="wp-block-media-text__content">
<p><strong><strong><strong><strong><strong>Victória Vieira</strong> </strong></strong></strong></strong>é escritora e idealizadora do projeto Caçadora de Histórias. Caçando e ouvindo histórias, vou escrevendo a tua com minhas palavras e te ajudando a ter um novo olhar sobre ela. Siga o projeto no <a href="http://instagram.com/cacadora.de.historias">Instagram</a>.</p>
</div></div>



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		<title>PARTE II &#8211; O Silêncio entre músicas</title>
		<link>https://revistatrama.artebodoque.com/2020/10/04/parte-ii-o-silencio-entre-musicas/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 04 Oct 2020 21:24:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ano 002, N 065]]></category>
		<category><![CDATA[cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Gyovana Machado]]></category>
		<category><![CDATA[História]]></category>
		<category><![CDATA[MÚSICA]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>por:  Gyovana Machado</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://revistatrama.artebodoque.com/2020/10/04/parte-ii-o-silencio-entre-musicas/">PARTE II – O Silêncio entre músicas</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://revistatrama.artebodoque.com">Revista Trama</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Nos passos e contra passos, o silêncio retorna com alguma voz à medida em que, com ele, vem a expectativa de uma nova proposta, uma nova mensagem, um novo estilo e performance. Como dito na primeira parte desta reflexão: há sempre uma expectativa nos intervalos. Cabe, então, a constante pergunta: o que nos mantém esperando e/ou esperançando?</p>



<p>Acredito que a resposta, longe de se cristalizar no 8 ou 80, pode ser expressa por duas razões gerais: não sabemos o que vem; sabemos o que há de vir. E é sobre esses dois aspectos que finalizaremos essa proposta de escrita e reflexão sobre o instante que não pode ser tipificado, mas que possibilita uma breve narrativa dos sentidos que provoca. Esse texto se contenta em ser uma narrativa.</p>



<p>Saber <em>o que está por vir</em> não se traduz como uma ausência de novidade; afinal, a narrativa estabelecida no silêncio é, inevitavelmente, marcada por expectativas a partir de uma condição específica chamada experiência. A forma com que experimentamos algo &#8211; e cabe destacar que não digo de um tipo de consumo submetido as relações líquidas da contemporaneidade -, raramente se repetirá; parafraseando Heráclito, não se passa duas vezes no mesmo rio. Mesmo sabendo o que está por vir, experimentaremos aquele fragmento de forma diferente a cada vez que escutarmos &#8211; afinal, nada de se apresenta em totalidade e plenitude na primeira vez que temos contato.</p>



<p>Existem benefícios em não saber o que vem. Essa ingenuidade, estabelecida após o fim do que se conhecia, nos ajuda a administrar os esforços para o exercício do esperançar e, nesse sentido, atribuo a palavra à reflexão de Freire sobre ela &#8211; ou seja, o esperançar como uma ação, onde se constroi algo e se aplica um determinado tipo de força. Procuro, com isso, indicar que a condição de ignorância sobre o que vem não deve ser traduzida como um momento de inércia; pelo contrário, é um momento onde, internamente, estamos buscando formas de receber o desconhecido. Se a música finaliza, por ruptura ou não, buscaremos no e com o silêncio, formas inteligíveis de receber o que está por vir e, assim, dançaremos com o mistério &#8211; não por conhecer a sua letra, mas por sermos embalados no seu ritmo. Os pés retornam a balançar.</p>



<p>Saber ou não saber não pode ser o elemento determinante de nossas reações, até porque lidar com o inesperado é uma chamada cada vez mais pertinente no atual século. Lembro quando fiz um exercício reflexivo no primeiro semestre de História: me perguntaram o motivo de ter escolhido o curso, e eu respondi que gostaria de compreender o passado, melhorar minha atuação no presente e ajudar na previsão do futuro, evitando os erros já cometidos. Me desculpo, pois estava crua, em realidade. As breves linhas em que me justifiquei dizem de uma adolescente com a esperança de que o conhecimento controlaria as ações e reações, culminando num mundo melhor. Meses depois, me deparei com o movimento negacionista no passado (e também no presente). <strong>A história não se repete, pois os atores literais não são os mesmos; ela não controla o tempo, pois o seu interesse é o homem dentro desse; ela é imanência sem previsão de fim.</strong> A música e a história dividem o apelo do silêncio como um breve espaço de potência para o ensaio de uma vida melhor.</p>



<pre class="wp-block-verse has-text-align-right"><em>"Outra vírgula na vida
Outro ponto pra reescrever
Tudo igual: repete, muda
Tudo é o que não veio a ser

O fim é o começo
Início, um novo fim
Um velho recomeço
Tudo é o que não veio a ser"

Fim - Legrand/Composição: Diego Neves.</em></pre>



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<div class="wp-block-media-text alignwide is-stacked-on-mobile" style="grid-template-columns:31% auto"><figure class="wp-block-media-text__media"><img decoding="async" src="https://i0.wp.com/tramabodoque.com/wp-content/uploads/2020/04/c748b-biogyo.png?w=950&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-8843" data-recalc-dims="1" /></figure><div class="wp-block-media-text__content">
<p><strong><strong>Gyovana Machado </strong></strong>é Cristã, graduanda em História pela UFJF e formada no Seminário Teológico Rhema Brasil.&nbsp;</p>
</div></div>



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<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" src="https://i0.wp.com/tramabodoque.com/wp-content/uploads/2021/12/fdf84-assinatura-4.png?w=950&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-11677" data-recalc-dims="1" /></figure>





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<p class="has-text-align-center has-very-light-gray-color has-very-dark-gray-background-color has-text-color has-background has-large-font-size">Galeria: Artistas pra seguir nessa quarentena</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://www.instagram.com/iuryborel/"><img decoding="async" src="https://i0.wp.com/tramabodoque.com/wp-content/uploads/2020/08/443e6-galeriaiury3-1021x1024-1.png?w=950&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-10527" data-recalc-dims="1" /></a></figure>



<p class="has-text-align-center has-very-light-gray-color has-very-dark-gray-background-color has-text-color has-background has-medium-font-size"><em>Apoie artistas nessa quarentena. Em tempos de cólera, amar é um ato revolucionário.</em></p>
</div></div>
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